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segunda-feira, 10 de dezembro de 2018
Camaro amarelo?
A Polícia Militar de Balneário Camboriú conta agora em sua frota com um Camaro. Mas o veículo de luxo nada tem a ver com o status de cidade turística. O carro que vai ser utilizado nas atividades do Proerd (Programa Educacional de Redução de Drogas) foi apreendido em 2013 pela PM e após manifestação do Ministério Público de SC recebeu autorização da justiça para utilizar como viatura. Se a moda pega!
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Motoristas e pedestres
O comportamento de motoristas e pedestres no trânsito de Tubarão é de assustar, às vezes. Sinal amarelo parece que significa acelerar e a faixa de pedestres parece que está sempre muito longe. Enquanto não tivermos câmeras para flagrar os avanços de sinal vermelho, a situação só tende a piorar.
Para o major da Polícia Militar de Tubarão, Vilson Sperfelder, uma grande dose de educação e cortesia por parte dos motoristas e pedestres resolveria boa parte dos problemas. É claro que todos devem lembrar e respeitar as regras. A falta de cinto de segurança ainda é uma das principais infrações registradas.
Para o major da Polícia Militar de Tubarão, Vilson Sperfelder, uma grande dose de educação e cortesia por parte dos motoristas e pedestres resolveria boa parte dos problemas. É claro que todos devem lembrar e respeitar as regras. A falta de cinto de segurança ainda é uma das principais infrações registradas.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Reforço na PM de Pescaria Brava
Em Pescaria Brava, um dos assuntos debatidos na Câmara de Vereadores nas últimas sessões foi a falta de segurança na cidade. Foram mais de 30 ocorrências registradas envolvendo furtos em residências e estabelecimentos comerciais. O prefeito Antonio Honorato (PSDB) teve a garantia do comando estadual da Polícia Militar que o município caçula da Amurel receberá oito policiais este mês.
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Após o poder, vem o piso
Depois da polêmica sobre a Lei que dá poder de polícia para os bombeiros a
Alesc também passa a discutir outro tema de interesse dos profissionais da
segurança. A negociação salarial entre o governo do Estado e praças da
Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros Militar e policiais civis voltou a
ser debatida pelos parlamentares. Entre as reivindicações estão mudanças no
plano de carreira, especialmente referentes aos critérios para promoção.
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Fora baixinhas?
Candidatas ao concurso de praças da Polícia Militar de Santa Catarina estão questionando alguns critérios do ingresso na corporação. Falam em discriminação, já que a exigência de altura mínima de 1,65m é igual a dos homens enquanto que a média de altura das catarinenses é de 1,62m e também o número restrito de 60 vagas para mulheres num universo total de 1.000. Pelo jeito, o número de recursos judiciais vai ser grande.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Calendário duplicado
Algumas datas não andam fechando para o secretário de Segurança e Patrimônio de Tubarão, Claudemir da Rosa (PT). Ele foi anunciado no cargo pelo então prefeito eleito Olavio Falchetti (PT) em 15 de novembro de 2012. Depois participou da apresentação à imprensa no dia 21 de novembro e começou a atuar efetivamente após a posse do dia 1º de Janeiro de 2013.
Ocorre que Claudemir é terceiro Sargento da Polícia Militar de Santa Catarina e a Portaria oficializando uma licença de dois anos “sem remuneração para tratar de assuntos particulares” só foi publicada no dia 24 de Janeiro. A licença passou a valer no dia 1º de fevereiro, ou seja, um mês após o início dos trabalhos na secretaria.
A informação da prefeitura é de que o secretário fez o pedido da licença antes da posse, mas os trâmites só foram oficializados no início de 2013. Ainda em janeiro ele estava de férias da PM até o dia 20 e chegou a atuar no período noturno. Com isso, ele recebeu dois salários referentes ao primeiro mês do ano e agora está ciente de que poderá ter de devolver um dos proventos entre outras sanções.
Para quem não lembra, a duplicidade de funções no setor público foi motivo para a cassação de mandato do vereador Maurício da Silva (PMDB) e do suplente Léo Rosa , então no PPS. Claudemir da Rosa é o primeiro suplente do PT na atual legislatura.
Ocorre que Claudemir é terceiro Sargento da Polícia Militar de Santa Catarina e a Portaria oficializando uma licença de dois anos “sem remuneração para tratar de assuntos particulares” só foi publicada no dia 24 de Janeiro. A licença passou a valer no dia 1º de fevereiro, ou seja, um mês após o início dos trabalhos na secretaria.
A informação da prefeitura é de que o secretário fez o pedido da licença antes da posse, mas os trâmites só foram oficializados no início de 2013. Ainda em janeiro ele estava de férias da PM até o dia 20 e chegou a atuar no período noturno. Com isso, ele recebeu dois salários referentes ao primeiro mês do ano e agora está ciente de que poderá ter de devolver um dos proventos entre outras sanções.
Para quem não lembra, a duplicidade de funções no setor público foi motivo para a cassação de mandato do vereador Maurício da Silva (PMDB) e do suplente Léo Rosa , então no PPS. Claudemir da Rosa é o primeiro suplente do PT na atual legislatura.
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sábado, 16 de fevereiro de 2013
Um problema nosso ou de todos?
O problema de insegurança que vivemos em Santa Catarina é só nosso ou é de todo o país? Começo hoje logo com uma pergunta porque não consegui entender a demora do Governo do Estado em aceitar a ajuda das Forças de Segurança Nacional para conter a situação. Porque ficar constrangido em assumir que com os recursos locais não está sendo possível acabar com os ataques? Seria constrangimento para as polícias Civil e Militar do Estado? Entendo que não, se o objetivo é resolver.
Mas em geral os problemas são dos outros até que eles possam nos atingir diretamente. Enquanto a violência era um problema das comunidades cariocas, isso era um problema só deles? Quando os ataques eram contra os policiais de São Paulo, era um problema só deles? Será que a pacificação dos morros do Rio do Janeiro não nos interessa?
O número absurdo de assassinatos em Tubarão entre 2010 e 2011 só chocou quando as mortes ocorreram no centro da cidade e envolveram quem não tinha envolvimento com o tráfico. Enquanto isso, os assassinatos eram tratados como problemas deles e das áreas de risco.
Para encontrarmos alguma solução neste caos que estamos nos encaminhando precisamos ter uma consciência nacional que o problema é do país e não dos estados A, B ou C que enfrentam as situações que parecem isoladas, mas na verdade estão conectadas. Todos os brasileiros têm o direito a ter segurança independente da região, estado, cidade ou bairro que habitem.
Este debate precisa ser amplo e agir diretamente na causas para ter chances de sucesso. As condições sociais da população precisam ser avaliadas, a educação precisa ser tratada como prioridade, o crescimento das cidades melhor planejado e uma reforma urgente da legislação deve ser feita.
Os bandidos cada vez mais se protegem nos artigos da Lei para se esquivar das punições. É só ver o grande número de menores que são presos para perceber que os crimonosos estão utilizando a Lei a seu favor.
A população honesta, que é a grande maioria da nação, não pode ficar encolhida, vendo os seus direitos serem diminuidos a cada dia.
Mas em geral os problemas são dos outros até que eles possam nos atingir diretamente. Enquanto a violência era um problema das comunidades cariocas, isso era um problema só deles? Quando os ataques eram contra os policiais de São Paulo, era um problema só deles? Será que a pacificação dos morros do Rio do Janeiro não nos interessa?
O número absurdo de assassinatos em Tubarão entre 2010 e 2011 só chocou quando as mortes ocorreram no centro da cidade e envolveram quem não tinha envolvimento com o tráfico. Enquanto isso, os assassinatos eram tratados como problemas deles e das áreas de risco.
Para encontrarmos alguma solução neste caos que estamos nos encaminhando precisamos ter uma consciência nacional que o problema é do país e não dos estados A, B ou C que enfrentam as situações que parecem isoladas, mas na verdade estão conectadas. Todos os brasileiros têm o direito a ter segurança independente da região, estado, cidade ou bairro que habitem.
Este debate precisa ser amplo e agir diretamente na causas para ter chances de sucesso. As condições sociais da população precisam ser avaliadas, a educação precisa ser tratada como prioridade, o crescimento das cidades melhor planejado e uma reforma urgente da legislação deve ser feita.
Os bandidos cada vez mais se protegem nos artigos da Lei para se esquivar das punições. É só ver o grande número de menores que são presos para perceber que os crimonosos estão utilizando a Lei a seu favor.
A população honesta, que é a grande maioria da nação, não pode ficar encolhida, vendo os seus direitos serem diminuidos a cada dia.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Fim da exigência de diploma para PM
O deputado Ismael dos Santos (PSD) protocolou nesta quarta-feira o Projeto de Lei complementar para revogar a exigência do diploma de curso superior aos candidatos as vagas oferecidas na polícia militar
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
PM na rua
Com a onda de violência que vem acontecendo no municipio, a sensação da comunidade é de medo e até mesmo receio de sair as ruas à noite. Para tentar coibir, principalmente o grande número de assaltos que vem ocorrendo em Tubarão, a Polícia Militar tem feito ações de fiscalização
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Novo comandante-geral assume corporação da PM
A Polícia Militar de Santa Catarina já tem um novo comandante-geral. O coronel Nazareno Marcineiro assumiu a corporação no lugar do coronel Luís da Silva Maciel
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Prefeitura de Capivari de Baixo assume sistema de distribuição de água
Com a presença da Polícia Militar e um oficial de justiça, funcionários da Casan de Capivari de Baixo tiveram que deixar o prédio. A prefeitura ganhou a liminar na justiça de concessão do abastecimento de água e esgosto
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Ação da PM no comércio orienta sobre medidas de segurança
Por meio de uma ação chamada Comércio Seguro, a Polícia Militar de Tubarão busca orientar lojistas quanto a segurança nos estabelecimentos. A operação está sendo feita em virtude do crescimento de assaltos a mão armada nos últimos meses, no município
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Moradores da Área Verde reclamam de abuso em ação policial
Alguns moradores da localidade da Área Verde estão revoltados contra uma ação realizada pela polícia. Segundo eles, numa das operações do bairro, houve muita violência contra a comunidade. A polícia alega que desconhece o fato e que age com respeito em defesa do cidadão
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Um problema que não pode durar 25 anos
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terça-feira, 30 de novembro de 2010
Centro de Investigações Especiais integrará trabalho das polícias
O combate aos crimes que exigem o serviço de inteligência da polícia agora terá um reforço em todo o sul catarinense. Desde o início deste mês está em fase de implantação o Centro de Investigações Especiais, que vai integrar o trabalho das forças policiais
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Menos armas e mais policiais
Você provavelmente deve ter ouvido falar de uma onda de crimes que ocorreu em Florianópolis na última semana e que foi pedido reforço policial de todo o estado para controlar a situação.
Pois esta onda de violência, infelizmente, não é exclusividade da capital do Estado e muito menos novidade. Ela está disseminada por toda Santa Catarina. Cidades com três mil ou 100 mil habitantes vivem situações de altos índices de criminalidade que nunca foram vistos. A cada 30 minutos se rouba um carro em Santa Catarina.
Em Tubarão, por exemplo, já é registrado pelo menos um furto a estabelecimento comercial por dia. Em municípios menores a situação se repete e a população já não sabe mais a quem recorrer ou o que fazer.
Tem prefeito de cidade pequena apavorado. Pois trabalha para a cidade crescer, receber investimentos, turistas, mas vê junto crescer a criminalidade. Existem municípios que contam com um único policial para toda a população e obviamente sozinho não pode fazer nada. A bandidagem se esbalda, pois sabe que nesses lugares pode roubar à vontade.
A realidade é que falta policiamento nas ruas e não por falta de vontade da Policia Militar. Faltam equipamentos básicos como viaturas e o principal, falta efetivo.
Não adianta nada armar até os dentes os poucos policiais que temos e aqueles que querem ganhar armas, se faltam policiais para ir às ruas e devolver à população a sensação de segurança que há muito tempo nos foi roubada.
O poder público tem sido omisso nesta questão pois sabe exatamente o tamanho do problema e tem uma ação muito lenta.
O modelo atual está falido e é incapaz de conter a violência crescente. Além de obras e investimentos econômicos, as lideranças regionais precisam também focar esforços nesta questão de segurança. O quadro atual já está fora de controle e retomar a situação é uma urgência!
Pois esta onda de violência, infelizmente, não é exclusividade da capital do Estado e muito menos novidade. Ela está disseminada por toda Santa Catarina. Cidades com três mil ou 100 mil habitantes vivem situações de altos índices de criminalidade que nunca foram vistos. A cada 30 minutos se rouba um carro em Santa Catarina.
Em Tubarão, por exemplo, já é registrado pelo menos um furto a estabelecimento comercial por dia. Em municípios menores a situação se repete e a população já não sabe mais a quem recorrer ou o que fazer.
Tem prefeito de cidade pequena apavorado. Pois trabalha para a cidade crescer, receber investimentos, turistas, mas vê junto crescer a criminalidade. Existem municípios que contam com um único policial para toda a população e obviamente sozinho não pode fazer nada. A bandidagem se esbalda, pois sabe que nesses lugares pode roubar à vontade.
A realidade é que falta policiamento nas ruas e não por falta de vontade da Policia Militar. Faltam equipamentos básicos como viaturas e o principal, falta efetivo.
Não adianta nada armar até os dentes os poucos policiais que temos e aqueles que querem ganhar armas, se faltam policiais para ir às ruas e devolver à população a sensação de segurança que há muito tempo nos foi roubada.
O poder público tem sido omisso nesta questão pois sabe exatamente o tamanho do problema e tem uma ação muito lenta.
O modelo atual está falido e é incapaz de conter a violência crescente. Além de obras e investimentos econômicos, as lideranças regionais precisam também focar esforços nesta questão de segurança. O quadro atual já está fora de controle e retomar a situação é uma urgência!
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Mais equipamentos para as polícias de TB
O Governo do Estado entrega hoje, às 9 horas, quatro novos veículos para as polícias de Tubarão. São três viaturas - uma Blazer e dois Ford Fiesta - para a Polícia Militar e uma Blazer para o Centro de Operações Especiais da Polícia Civil.
O secretário de Segurança Pública e Defesa do Cidadão, Ronaldo Benedet, e o secretário regional de Tubarão, Jairos Cascaes entregam os veículos em solenidade no Centro Municipal de Cultura.
O secretário de Segurança Pública e Defesa do Cidadão, Ronaldo Benedet, e o secretário regional de Tubarão, Jairos Cascaes entregam os veículos em solenidade no Centro Municipal de Cultura.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Piso Nacional de Policiais. Fim dos bicos?
Todo mundo sabe que o salário de Policiais Militares e Bombeiros não é lá estas coisas e que muitos deles fazem bicos para complementar a renda. Ou seja, nas horas de folga, quando deveriam descansar para depois prestar um melhor serviço à sociedade, eles procuram por mais trabalho.
Isso é proibido, mas se faz vista grossa e se deixa passar.
Pois bem, é para acabar com os bicos que surgiu a PEC 300/08 que já foi aprovada no Senado e agora tramita na Câmara dos Deputados. O valor do Piso Nacional ainda não está definido e se for aprovado vai ser determinado por lei complementar. Tem deputado inclusive sugerindo que se incluam também os policiais civis.
Já em Santa Catarina, o vice-governador Leonel Pavan (PSDB), disse em uma entrevista que gostaria de legalizar o bico, permitindo que os policiais prestem serviço para empresas privadas, devidamente fardados e armados. Dessa forma, em caso de algum delito já poderiam atuar também no combate ao crime.
E agora, quem é que tem razão?
Garantir um salário digno para os profissionais da segurança é uma importante medida para diminuir a corrupção e motivar estes servidores na proteção da sociedade.
Será que se esta PEC for aprovada o governo catarinense vai ignorar o Piso Nacional dos Policiais da mesma forma que ignora o Piso Nacional dos Professores?
Educação e segurança são assuntos importantes que aparecem sempre entre as prioridades da classe política e também nas necessidades da população, só que o discurso anda bem longe da prática.
Isso é proibido, mas se faz vista grossa e se deixa passar.
Pois bem, é para acabar com os bicos que surgiu a PEC 300/08 que já foi aprovada no Senado e agora tramita na Câmara dos Deputados. O valor do Piso Nacional ainda não está definido e se for aprovado vai ser determinado por lei complementar. Tem deputado inclusive sugerindo que se incluam também os policiais civis.
Já em Santa Catarina, o vice-governador Leonel Pavan (PSDB), disse em uma entrevista que gostaria de legalizar o bico, permitindo que os policiais prestem serviço para empresas privadas, devidamente fardados e armados. Dessa forma, em caso de algum delito já poderiam atuar também no combate ao crime.
E agora, quem é que tem razão?
Garantir um salário digno para os profissionais da segurança é uma importante medida para diminuir a corrupção e motivar estes servidores na proteção da sociedade.
Será que se esta PEC for aprovada o governo catarinense vai ignorar o Piso Nacional dos Policiais da mesma forma que ignora o Piso Nacional dos Professores?
Educação e segurança são assuntos importantes que aparecem sempre entre as prioridades da classe política e também nas necessidades da população, só que o discurso anda bem longe da prática.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Polícia Civil e Militar unem-se para coibir possível invasão do MST em área do Estado
Após participarem ontem em Florianópolis de uma reunião convocada pelo Governador do Estado, Luiz Henrique da Silveira (PMDB), o prefeito José Roberto Martins (PSDB), o Beto, e toda cúpula estadual da Polícia Militar e Civil, como também do Município de Imbituba, reuniram-se hoje na Prefeitura para planejar uma ação integrada entre as polícias e o Poder Executivo e Legislativo quanto à repetida ameaça de invasão do MST no Município (Movimento dos trabalhadores sem terra).
O prefeito expôs todo cenário acerca do terreno que é alvo do movimento (área da ZPE e BRDE), e disse que não se tratam de locais para realização de atividade agrícola.
- Estas terras do estado não estão à deriva e existe sim já um processo solidificado para as mesmas.
Beto destacou também que o objetivo não é e nunca será de repressão a qualquer movimento social, desde que este esteja dentro da legalidade.
Para o Subcomandante Geral da PMSC, Coronel Luiz da Silva Maciel, o momento é de integração das duas corporações que irão estar juntas para coibir qualquer ato que incite a violência.
- O que fazemos é tomar medidas preventivas que promovam a segurança dos cidadãos - enfatizou Maciel.
O Delegado Geral da Polícia Civil do Estado, Maurício José Eskudlark, também presente no encontro, se colocou a inteira disposição do Município para dar todo o aparato necessário no caso de alguma ação de conflito.
- As polícias irão trabalhar juntas para manter a ordem social.
Com informações da AI/PMI
O prefeito expôs todo cenário acerca do terreno que é alvo do movimento (área da ZPE e BRDE), e disse que não se tratam de locais para realização de atividade agrícola.
- Estas terras do estado não estão à deriva e existe sim já um processo solidificado para as mesmas.
Beto destacou também que o objetivo não é e nunca será de repressão a qualquer movimento social, desde que este esteja dentro da legalidade.
Para o Subcomandante Geral da PMSC, Coronel Luiz da Silva Maciel, o momento é de integração das duas corporações que irão estar juntas para coibir qualquer ato que incite a violência.
- O que fazemos é tomar medidas preventivas que promovam a segurança dos cidadãos - enfatizou Maciel.
O Delegado Geral da Polícia Civil do Estado, Maurício José Eskudlark, também presente no encontro, se colocou a inteira disposição do Município para dar todo o aparato necessário no caso de alguma ação de conflito.
- As polícias irão trabalhar juntas para manter a ordem social.
Com informações da AI/PMI
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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Beto voa para falar com governador
O presidente da Amurel e prefeito de Imbituba José Roberto Martins (PSDB), o Beto, esteve presente na entrega do anteprojeto da ponte da Integração, mas teve que sair mais cedo. Governador do Estado Luiz Henrique da Silveira mandou um helicóptero buscá-lo para uma audiência em Florianópolis.
Os assuntos: disputas de competências entre as Polícias Civil e Militar em Imbituba e as ameaças de invasão de terras pelo MST.
Os assuntos: disputas de competências entre as Polícias Civil e Militar em Imbituba e as ameaças de invasão de terras pelo MST.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Uma verdadeira sensação de (in)segurança
Reportagem exibida esta semana na Unisul TV mostrou a situação da Policia Militar de Tubarão. São cerca de 600 chamadas por dia e somente 50 são atendidas diretamente pelas sete viaturas disponíveis. Isso é menos de dez por cento das chamadas.
E como se definem estes 50 atendimentos? Por uma triagem feita pelos próprios policiais do que é mais grave, do que não é. Pra quem liga para a policia, obviamente que tudo é grave. Só que com a estrutura atual não é possível atender todo mundo.
Isso sim é gravíssimo! Ou não é alarmante esta situação? Está certo que muita dessas ligações feitas para a P.M. não precisariam de um atendimento direto, mas como vamos fazer quando tivermos 51 ocorrências graves? Alguém vai sobrar nesta história.
E nós o que vamos fazer? Vamos ficar reclamando da policia que não presta o devido atendimento? Ou vamos brigar para que ela seja devidamente equipada não só para atender o que for necessário, mas também ter condições de realizar mais rondas nos bairros, fazer o trabalho preventivo e realmente oferecer segurança para a população. Do jeito que está não adianta vim dizer que a cidade é tranqüila, que é segura, e que outros lugares estão pior do que aqui. Não se pode aceitar isso.
E como se definem estes 50 atendimentos? Por uma triagem feita pelos próprios policiais do que é mais grave, do que não é. Pra quem liga para a policia, obviamente que tudo é grave. Só que com a estrutura atual não é possível atender todo mundo.
Isso sim é gravíssimo! Ou não é alarmante esta situação? Está certo que muita dessas ligações feitas para a P.M. não precisariam de um atendimento direto, mas como vamos fazer quando tivermos 51 ocorrências graves? Alguém vai sobrar nesta história.
E nós o que vamos fazer? Vamos ficar reclamando da policia que não presta o devido atendimento? Ou vamos brigar para que ela seja devidamente equipada não só para atender o que for necessário, mas também ter condições de realizar mais rondas nos bairros, fazer o trabalho preventivo e realmente oferecer segurança para a população. Do jeito que está não adianta vim dizer que a cidade é tranqüila, que é segura, e que outros lugares estão pior do que aqui. Não se pode aceitar isso.
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