Alguns políticos não se cansam de tentar fazer o cidadão de bobo. Com tantos escândalos envolvendo os partidos políticos uma das soluções encontradas é mudar o nome. A modinha do momento é eliminar a letra P de partido. Seria algo parecido como que acontece no comércio de bebidas, por exemplo, onde bar agora chama-se Pub, ou de comidas, onde o antigo x-salada agora virou hamburgueria.
Oficialmente já temos o Democratas (antigo PFL), Podemos (antigo PTN) e os mais novos como o Solidariedade, Novo (que omite o Partido) e o Rede Sustentabilidade. A esta lista tentam se juntar o PtdoB que tenta virar Avante, o PSL que quer ser chamados apenas de Livres e mais recentemente o PMDB que voltar a ser o MDB e o PP, que um dia já foi PDS e PPB, pensa em ser apenas o Progressista.
Ainda em formação, ouvi dizer que temos partidos como Igualdade, Manancial, União da Democracia Cristã do Brasil, Patriotas e Força Brasil.
Será que o cidadão brasileiro vai deixar se levar por esta maquiagem barata onde as agremiações políticas, uma vez camufladas de partidos, agora tentar se mostrar como boutiques moderninhas de ideais descabidas?
Debaixo do tapete
Mas vale aqui um lembrete ao eleitor. Hoje são 35 partidos políticos em condições de apresentar candidatos. Você sabe qual o tipo de ideias que cada um representa? O que eles propõem para resolver os problemas da economia, da desigualdade social, da falta de infraestrutura, da falta de segurança, da falta de educação e eteceteras? Se soubesses, com certeza não seria preciso varrer o ‘P’ para debaixo do tapete.
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terça-feira, 22 de agosto de 2017
Um P a menos não faz diferença
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quarta-feira, 31 de outubro de 2012
O menor do Brasil
As estatísticas pós-eleições geralmente apresentam levantamentos de números de vagas conquistadas, proporção entre homens e mulheres, mais jovens e mais velhos e etc. Mas incluir nestas conquistas a altura, ou ausência dela, eu nunca tinha visto. O PTdoB comemora a eleição do menor vereador do Brasil. Santino Silva, com 1,08 metro de altura, conseguiu se eleger pela primeira vez, vereador de João Pessoa. Ele obteve 2.537 votos e ficou com uma das 27 vagas.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Uma salada eleitoral
Junto com o prazo para novas filiações e mudanças de partidos,
terminou também o prazo para mudanças nas regras eleitorais e a Reforma
Eleitoral ficou pra trás novamente. Se ela for aprovada este ano, não
irá valer para a próxima eleição.
De novo tivemos algumas discussões e algumas ideias aprovadas e rejeitadas nas comissões. Mas qualquer mudança na lei eleitoral deve ter sido aprovada pela Câmara dos Deputados e Senado Federal pelo menos um ano antes das eleições. Como nada mudou algumas situações consideradas estranhas vão continuar existindo.
Vejamos o exemplo do troca-troca de partidos que ocorreu nos últimos dias. Quem mudou para um partido novo não corre risco nenhum. Quem trocou de sigla vira alvo de alguns questionamentos.
É o caso do vereador Edson Firmino que deixou o PDT para se filiar ao PMDB. A mudança foi a opção dele para tentar continuar com chances de ser reeleito. Como o PDT ficou enfraquecido, corria sério risco de não garantir a legenda suficiente.
Mas Firmino foi eleito em 2008 numa coligação proporcional com o PPS, PTB e PR. Partidos que na majoritária integraram a coligação do prefeito eleito Manoel Bertoncini do PSDB. O PMDB foi adversário em todos os cenários. Ele ainda faz parte da atual administração e ocupa o cargo de secretário de Governo.
Em 2010, o vereador também foi candidato. Chegou a ser cotado para ser vice na chapa de Ângela Amin, do PP, mas acabou disputando o cargo de deputado federal, coligado com PP e PT do B. Mesma aliança que deu apoio na disputa pelo governo do Estado. Nos dois cenários o PMDB também foi adversário.
Vale lembrar também que o mesmo PMDB que foi adversário do PSDB em nível municipal, foi aliado dos tucanos em nível estadual e adversário novamente nas eleições presidenciais.
É uma salada muito difícil de entender, mas que é autorizada e permitida pela legislação eleitoral. Não sei nem se dá para entender o que estou escrevendo hoje. Mas diante de tudo isso, dá para criticar alguém que faz uso de todas as possibilidades para continuar se mantendo vivo no jogo político atual? Já que ideologia não vale nada mesmo, os mais espertos se aproveitam das cartas que tem.
De novo tivemos algumas discussões e algumas ideias aprovadas e rejeitadas nas comissões. Mas qualquer mudança na lei eleitoral deve ter sido aprovada pela Câmara dos Deputados e Senado Federal pelo menos um ano antes das eleições. Como nada mudou algumas situações consideradas estranhas vão continuar existindo.
Vejamos o exemplo do troca-troca de partidos que ocorreu nos últimos dias. Quem mudou para um partido novo não corre risco nenhum. Quem trocou de sigla vira alvo de alguns questionamentos.
É o caso do vereador Edson Firmino que deixou o PDT para se filiar ao PMDB. A mudança foi a opção dele para tentar continuar com chances de ser reeleito. Como o PDT ficou enfraquecido, corria sério risco de não garantir a legenda suficiente.
Mas Firmino foi eleito em 2008 numa coligação proporcional com o PPS, PTB e PR. Partidos que na majoritária integraram a coligação do prefeito eleito Manoel Bertoncini do PSDB. O PMDB foi adversário em todos os cenários. Ele ainda faz parte da atual administração e ocupa o cargo de secretário de Governo.
Em 2010, o vereador também foi candidato. Chegou a ser cotado para ser vice na chapa de Ângela Amin, do PP, mas acabou disputando o cargo de deputado federal, coligado com PP e PT do B. Mesma aliança que deu apoio na disputa pelo governo do Estado. Nos dois cenários o PMDB também foi adversário.
Vale lembrar também que o mesmo PMDB que foi adversário do PSDB em nível municipal, foi aliado dos tucanos em nível estadual e adversário novamente nas eleições presidenciais.
É uma salada muito difícil de entender, mas que é autorizada e permitida pela legislação eleitoral. Não sei nem se dá para entender o que estou escrevendo hoje. Mas diante de tudo isso, dá para criticar alguém que faz uso de todas as possibilidades para continuar se mantendo vivo no jogo político atual? Já que ideologia não vale nada mesmo, os mais espertos se aproveitam das cartas que tem.
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terça-feira, 30 de agosto de 2011
PTdoB e PTC punidos pelo TRE
Os problemas com as prestações de contas continuam entre os partidos em Santa Catarina. Na sessão desta segunda-feira, 29/8 do TRE o PTdoB e o PTC foram punidos com a perda do Fundo Partidário. No caso do PTdoB a decisão manteve punição anterior pela não apresentação das contas de 2009. Já o PTC teve as contas desaprovadas.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
PTdoB sem Fundo Partidário por três meses em 2012
O PTdoB de Santa Catarina voltou a sofrer condenação do TRE. A sigla já havia sofrido condenação semelhante no mês de maio por não ter apresentado as contas. Agora, as contas foram prestadas, mas desaprovadas. O repasse de cotas do Fundo Partidário para o PTdoB foi suspenso por três meses, a partir do próximo ano.
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Corte desaprova contas do comitê financeiro do PTdoB
PTdoB sem Fundo Partidário por um ano
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quinta-feira, 26 de maio de 2011
PTdoB sem Fundo Partidário por um ano
O PTdoB de Santa Catarina não apresentou a prestação de contas e por este motivo ficará sem o repasse do Fundo Partidário por um ano.
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Corte julga não prestadas contas das Eleições 2010 do PTdoB
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Corte julga não prestadas contas das Eleições 2010 do PTdoB
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
TSE aceita recontagem de votos
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aceitou liminar para que a Justiça Eleitoral do Estado do Rio de Janeiro reconte os votos do PT do B para a Câmara dos Deputados. A decisão pode mudar a lista dos eleitos e incluir Cristiano Souza (PTdoB) na vaga de Jean Willys (PSOL). O candidato do PTdoB pediu ao TSE a inclusão dos votos de 18 candidatos do partido que tiveram os registros negados.
Será que a decisão do TSE pode ter reflexos em Santa Catarina? Somente o deputado federal João Pizzolatti (PP) obteve mais 130 mil votos e não se elegeu por causa do registro negado.
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TSE pode tirar vaga de ex-BBB
Será que a decisão do TSE pode ter reflexos em Santa Catarina? Somente o deputado federal João Pizzolatti (PP) obteve mais 130 mil votos e não se elegeu por causa do registro negado.
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TSE pode tirar vaga de ex-BBB
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Tarifa social: consumidores inadimplentes longe do SPC
Passou na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), da Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei que proíbe a inscrição do nome do consumidor inadimplente de água e luz em cadastros de devedores como o Sistema de Proteção ao Crédito (SPC).
A medida restringe-se apenas aos consumidores de baixa renda, incluídos nos critérios da tarifa social de energia elétrica. É uma forma de não restringir o acesso à prestação de serviços essenciais a estas pessoas. O autor do projeto é o do deputado federal Vinícius Carvalho (PTdoB/RJ).
A medida restringe-se apenas aos consumidores de baixa renda, incluídos nos critérios da tarifa social de energia elétrica. É uma forma de não restringir o acesso à prestação de serviços essenciais a estas pessoas. O autor do projeto é o do deputado federal Vinícius Carvalho (PTdoB/RJ).
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