Em eleições passadas algumas entidades de classe tentaram movimentos para discutir a representatividade política da região. Tivemos o Voto pela Amurel, liderado pela Acit, e encontros com candidatos a deputado estadual, organizado pela CDL de Tubarão, para citar alguns exemplos. Será que eles tiveram algum resultado prático?
Em termos de representatividade, é certo que podemos dizer que ela caiu. A região que já teve três deputados estaduais, e dois federais, elegeu apenas um estadual em 2014, e atualmente não tem nenhum.
Para 2018, mais uma vez a região precisa discutir alguma forma de mobilização para reverter este enfraquecimento. Além disso, também precisa definir prioridades para poder cobrar algum compromisso dos candidatos que vão se apresentar. Não somente daqueles que vão disputar algum cargo legislativo, mas também dos executivos.
A campanha eleitoral deste ano vai ser curta como foi a de 2016. A diferença desta vez é que os candidatos têm que percorrer um Estado inteiro e não apenas um município. É quase certo que alguns deles não vão passar nem perto de Tubarão e região. Por isso o momento de se mobilizar e cobrar já começou.
O exemplo da fraqueza
O que acontece no Aeroporto Regional de Jaguaruna é um exemplo da fraqueza política regional. Uma empresa recebe uma boa quantia por mês para administrar o local, sem se preocupar se ele vai ter voos que interessem à demanda regional, se o que arrecada com taxas será suficiente para cobrar os custos? As empresas aéreas, que ganham incentivos públicos para pousar ali mudam horários, cortam o número de voos e não dão satisfação a ninguém? Não tem ninguém para brigar pela região mesmo.
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segunda-feira, 19 de março de 2018
terça-feira, 24 de outubro de 2017
Plano diretor do Aeroporto
O Plano Diretor específico do Aeroporto de Jaguaruna foi discutido na semana passada em reunião do prefeito Edenilson da Costa (PMDB) na secretaria estadual de Infraestrutura. O objetivo é definir logo as regras para evitar que construções futuras comprometam o desenvolvimento do Aeroporto. Aliás, isso já deveria ter sido há muito tempo, pois também são fartos os exemplos de aeroportos que ficaram comprometidos por causa da vizinhança que cresceu em seus arredores.
quinta-feira, 2 de junho de 2016
Aeroporto: governo pode economizar com a Infraero
O Governo do Estado discute com a Infraero a gestão dos dois aeroportos do Sul do Estado. Com a privatização de alguns aeroportos brasileiros, o órgão federal está ficando com um quadro de servidores ociosos e por isso existe o interesse na operação de novos locais no interior do Brasil. Em Santa Catarina o principal interesse seria em Chapecó e Jaguaruna.
Para o Governo Estadual este movimento pode ser um bom negócio. Atualmente só com o Aeroporto de Jaguaruna são pagos R$ 250 mil por mês para a RDL administrar o local. Com a Infraero este valor seria válido para operar Jaguaruna e também Forquilhinha. Uma economia de pelo menos 50%.
Estas informações foram passadas pelo ex-secretário-executivo da ADR, Caio Tokarski, que disse ter acompanhado junto ao governo esta movimentação. Ele disse que não acredita no fechamento do Aeroporto de Jaguaruna, que atualmente tem uma ocupação de 80%, mas por via das dúvidas, as lideranças locais devem redobrar a atenção sobre o assunto.
Para o Governo Estadual este movimento pode ser um bom negócio. Atualmente só com o Aeroporto de Jaguaruna são pagos R$ 250 mil por mês para a RDL administrar o local. Com a Infraero este valor seria válido para operar Jaguaruna e também Forquilhinha. Uma economia de pelo menos 50%.
Estas informações foram passadas pelo ex-secretário-executivo da ADR, Caio Tokarski, que disse ter acompanhado junto ao governo esta movimentação. Ele disse que não acredita no fechamento do Aeroporto de Jaguaruna, que atualmente tem uma ocupação de 80%, mas por via das dúvidas, as lideranças locais devem redobrar a atenção sobre o assunto.
quarta-feira, 20 de abril de 2016
Aeroporto: de volta ao início
Já a redução do número de voos no Aeroporto de Jaguaruna acende um sinal de alerta. Já se falou aqui o quanto este equipamento é importante para desenvolver a região. Mas o que aconteceu até agora, um ano depois de sua inauguração? Até hoje por exemplo, não se tem uma linha regular de transporte público que ligue Tubarão e Jaguaruna ao Aeroporto. Tivemos um bom movimento no verão, mas ainda não temos operadoras de turismo que vendam pacotes para a região. Em certas datas é mais barato voar de Florianópolis do que de Jaguaruna, mesmo que seja por outras empresas, e também se levando em conta também a infraestrutura. Então a volta de cinco voos semanais precisa ser encarada como um momento de atenção.
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Um estado de contrastes
O estado de Santa Catarina apresenta números contrastantes para o turismo que ao mesmo tempo deixam o setor otimista e preocupado. Nos últimos nove anos o estado foi escolhido oito vezes como o melhor destino turístico do país. O título é dado pelos leitores de uma das revistas de maior prestígio na área. Ou seja, os turistas gostam daqui e continuam vindo.
Mas a pergunta que fica é até quando. As rodovias estaduais estão em péssimas condições e as federais precisam de ampliação. Elas seriam importantes para o turista conhecer outras regiões do estado. Mas quem é que se aventura por elas? Sem falar que as estradas também são fundamentais para o escoamento da produção agrícola e industrial do estado, já que as ferrovias e hidrovias não atendem à todas necessidades. Boas estradas interessam a muita gente.
No quesito aeroporto a situação também é preocupante. É a porta de entrada para boa parte de quem visita o estado, e o quadro que se apresenta é bem ruim. O Aeroporto Hercílio Luz, de Florianópolis, está entre os sete mais saturados do país. Ou seja, já atende um número de passageiros maior do que a capacidade instalada.
Outros aeroportos como o de Jaguaruna poderiam ser uma alternativa para a venda de pacotes turísticos para todo o litoral sul. De Garopaba a Passo de Torres, os visitantes que chegam ao estado por via área poderiam ter este equipamento como opção. Mas do jeito que anda, com a dependência de tempo bom para fazer a operação funcionar e ainda com uma única opção de voo são poucos os atrativos para que ele seja utilizado. Só com as chuvas de outubro, o Aeroporto ficou nove dias sem operar. Teve semana que só um dos cinco voos previstos foi realizado.
Os empresários do setor, com certeza, devem andar angustiados com tamanha inércia do setor público que não consegue fazer a parte que lhe cabe. É tudo muito devagar, burocrático, ineficiente e totalmente desconectado das necessidades da sociedade e do setor produtivo.
Mas a pergunta que fica é até quando. As rodovias estaduais estão em péssimas condições e as federais precisam de ampliação. Elas seriam importantes para o turista conhecer outras regiões do estado. Mas quem é que se aventura por elas? Sem falar que as estradas também são fundamentais para o escoamento da produção agrícola e industrial do estado, já que as ferrovias e hidrovias não atendem à todas necessidades. Boas estradas interessam a muita gente.
No quesito aeroporto a situação também é preocupante. É a porta de entrada para boa parte de quem visita o estado, e o quadro que se apresenta é bem ruim. O Aeroporto Hercílio Luz, de Florianópolis, está entre os sete mais saturados do país. Ou seja, já atende um número de passageiros maior do que a capacidade instalada.
Outros aeroportos como o de Jaguaruna poderiam ser uma alternativa para a venda de pacotes turísticos para todo o litoral sul. De Garopaba a Passo de Torres, os visitantes que chegam ao estado por via área poderiam ter este equipamento como opção. Mas do jeito que anda, com a dependência de tempo bom para fazer a operação funcionar e ainda com uma única opção de voo são poucos os atrativos para que ele seja utilizado. Só com as chuvas de outubro, o Aeroporto ficou nove dias sem operar. Teve semana que só um dos cinco voos previstos foi realizado.
Os empresários do setor, com certeza, devem andar angustiados com tamanha inércia do setor público que não consegue fazer a parte que lhe cabe. É tudo muito devagar, burocrático, ineficiente e totalmente desconectado das necessidades da sociedade e do setor produtivo.
terça-feira, 29 de setembro de 2015
Aeroporto precisa ser confiável
O gerente da TAM participou na última semana de uma reunião na ACIT onde fez um balanço positivo da operação da empresa no Aeroporto Regional de Jaguaruna. Apresentou números e dados que mostram que a empresa está satisfeita e surpreendia com o movimento apresentado até agora.
Pareceu tudo muito bom, só que não é bem assim. Existem alguns pontos sobre o Aeroporto Regional de Jaguaruna que precisam ser acertados para não correr o risco de perder todo o empenho feito até agora. Faltam alguns equipamentos serem autorizados a funcionar. O principal deles é o que garante a operação por instrumentos e por consequência, pousos e decolagens em dias de tempo ruim.
Na semana passada, por exemplo, nos três dias seguintes ao da reunião na ACIT, não houve voos. Num dos dias, o tempo inclusive era bom. No mesmo dia, a operação da Azul, no Aeroporto de Forquihinha seguia normalmente. E aí a justificativa é de que o avião da TAM nem chegou a Jaguaruna porque não decolou por problemas com o tempo no local de origem. Pelos menos foi o que os passageiros ficaram sabendo.
Porque a falta de comunicação é a parte que precisa ser aprimorada pela empresa. A reclamação dos passageiros é de que as informações sobre manutenção dos voos e eventuais atrasos nem sempre fica clara. Nem na fila do check-in tem alguém para dar a certeza sobre o assunto.
Corrigir estas situações é importante para dar confiança aos passageiros de que eles podem usar o Aeroporto de Jaguaruna para as suas viagens. O cumprimento de horários é importante para quem está passeando ou fazendo negócios. Boa parte precisa do transporte aéreo para cumprir compromissos profissionais com hora marcada ou ainda fazer conexões com outros voos.
O sucesso do Aeroporto é um circulo que precisa ser bem fechado. Sem a garantia dos voos, os passageiros vão escolher outro local. Aí vai cair o movimento e a viabilidade do negócio. Portanto não dá para deixar estes problemas para depois, tem que resolver logo.
Pareceu tudo muito bom, só que não é bem assim. Existem alguns pontos sobre o Aeroporto Regional de Jaguaruna que precisam ser acertados para não correr o risco de perder todo o empenho feito até agora. Faltam alguns equipamentos serem autorizados a funcionar. O principal deles é o que garante a operação por instrumentos e por consequência, pousos e decolagens em dias de tempo ruim.
Na semana passada, por exemplo, nos três dias seguintes ao da reunião na ACIT, não houve voos. Num dos dias, o tempo inclusive era bom. No mesmo dia, a operação da Azul, no Aeroporto de Forquihinha seguia normalmente. E aí a justificativa é de que o avião da TAM nem chegou a Jaguaruna porque não decolou por problemas com o tempo no local de origem. Pelos menos foi o que os passageiros ficaram sabendo.
Porque a falta de comunicação é a parte que precisa ser aprimorada pela empresa. A reclamação dos passageiros é de que as informações sobre manutenção dos voos e eventuais atrasos nem sempre fica clara. Nem na fila do check-in tem alguém para dar a certeza sobre o assunto.
Corrigir estas situações é importante para dar confiança aos passageiros de que eles podem usar o Aeroporto de Jaguaruna para as suas viagens. O cumprimento de horários é importante para quem está passeando ou fazendo negócios. Boa parte precisa do transporte aéreo para cumprir compromissos profissionais com hora marcada ou ainda fazer conexões com outros voos.
O sucesso do Aeroporto é um circulo que precisa ser bem fechado. Sem a garantia dos voos, os passageiros vão escolher outro local. Aí vai cair o movimento e a viabilidade do negócio. Portanto não dá para deixar estes problemas para depois, tem que resolver logo.
terça-feira, 7 de julho de 2015
Táxi salgado
A semana começou no Aeroporto de Jaguaruna com o funcionamento oficial do serviço de táxi. Doze dos dezessete veículos autorizados já estão atendendo o público. O valor das corridas entre Tubarão e Jaguaruna é de R$ 83,50 e de Jaguaruna e Criciúma R$ 115,00. Levando em conta que as primeiras passagens da TAM foram vendidas a R$ 75,00, estava mais barato ir de avião para São Paulo do que pegar um táxi por aqui.
terça-feira, 28 de abril de 2015
Etapa vencida
A chegada e partida do voo inaugural da TAM no Aeroporto Regional de Jaguaruna foi um evento para ficar na história da região. Ninguém esperava que tanta gente fosse até lá para ver o que estava acontecendo. Depois de décadas a região volta a ter uma ligação aérea regular com o grande centro do país. Mais do que um avanço, é a recuperação de um equipamento de logística para recolocar o sul do estado nos trilhos do desenvolvimento.
A implantação desta primeira linha, de segunda a sexta-feira, é uma etapa vencida e outras ainda precisam de cobrança e atenção. O término da duplicação da BR-101, a duplicação do acesso ao Porto de Imbituba, conclusão da rodovia Serra-Mar, com uma ligação entre Tubarão e Laguna, via rodovia Aggeu Medeiros, atração de investimentos industriais e consolidação de roteiros turísticos, são alguns dos itens desta lista. Nosso potencial é muito grande.
A implantação desta primeira linha, de segunda a sexta-feira, é uma etapa vencida e outras ainda precisam de cobrança e atenção. O término da duplicação da BR-101, a duplicação do acesso ao Porto de Imbituba, conclusão da rodovia Serra-Mar, com uma ligação entre Tubarão e Laguna, via rodovia Aggeu Medeiros, atração de investimentos industriais e consolidação de roteiros turísticos, são alguns dos itens desta lista. Nosso potencial é muito grande.
Um protesto melhor
A festa de ontem só não foi mais completa porque as manifestações da Central Unificada dos Trabalhadores e Sindicato dos Professores tiveram repercussões negativas entre o público. As principais bandeiras, contra a Lei da Terceirização e o fim da greve dos professores, são reivindicações legítimas dos trabalhadores. Mas o comentário geral entre o público foi de que a forma como ocorreram não foi a melhor. Podiam ter espalhado faixas sobre os custos da obra que chegaram a R$ 16 milhões. Sobre os mais de R$ 200 mil reais por mês que o estado paga desde o ano passado para manter o aeroporto funcionando e os valores que ainda vão ser aplicados para subsidiar a operação da TAM. Mas ao contrário, preferiram prejudicar o trabalho da imprensa. Profissionais foram ofendidos e sobrou até spray de pimenta para alguns. Sobre o local e o momento também houve discórdia, mas ninguém vai fazer manifestação em lugar vazio. E aí faltou previsão dos organizadores.
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Progresso pelos ares
Há dez dias do início dos voos entre Jaguaruna e São Paulo a questão do transporte do Aeroporto Regional até as cidades vizinhas ainda é uma dúvida. Uma empresa de Içara já decidiu por uma linha executiva experimental a partir de Criciúma. De Tubarão existe uma expectativa.
Se de ônibus temos estas tratativas, não se pode dizer o mesmo dos táxis. O Aeroporto vai ser inaugurado sem um ponto oficial. O que se sabe é que o processo de licitação feito pela prefeitura não foi pra frente. Será que estão querendo beneficiar alguém? ou com medo de que o serviço seja feito por profissionais de fora da cidade? Não se sabe, mas parece que a torcida contra o progresso é grande.
Como o Aeroporto está localizado no território do município, Jaguaruna tem muita expectativa sobre ele, mas neste ritmo, pouco deve acontecer. Sem um acesso direto do centro da cidade, nada vai passar por ali. Quem usar o aeroporto, vai entrar e sair pela BR-101/ Vai tomar o caminho do sul ou do norte e nem vai saber onde fica a sede do município. Do jeito que anda, sem o planejamento devido o jaguarunense vai ver o progresso passar pelos ares.
Se de ônibus temos estas tratativas, não se pode dizer o mesmo dos táxis. O Aeroporto vai ser inaugurado sem um ponto oficial. O que se sabe é que o processo de licitação feito pela prefeitura não foi pra frente. Será que estão querendo beneficiar alguém? ou com medo de que o serviço seja feito por profissionais de fora da cidade? Não se sabe, mas parece que a torcida contra o progresso é grande.
Como o Aeroporto está localizado no território do município, Jaguaruna tem muita expectativa sobre ele, mas neste ritmo, pouco deve acontecer. Sem um acesso direto do centro da cidade, nada vai passar por ali. Quem usar o aeroporto, vai entrar e sair pela BR-101/ Vai tomar o caminho do sul ou do norte e nem vai saber onde fica a sede do município. Do jeito que anda, sem o planejamento devido o jaguarunense vai ver o progresso passar pelos ares.
Só vai sobrar um aeroporto
E pra quem não bota fé no sucesso do Aeroporto de Jaguaruna, deve lembrar que o governador Raimundo Colombo (PSD) bota. O Estado repassa mais de R$ 200 mil reais por mês para a empresa que administra o terminal. Agora também vai repassar 100 mil para o Aeroporto de Forquilhinha, mas só por um ano, para manter a Infraero no comando por lá. Palavras do governador. “Nesse intervalo vamos ver o que vai acontecer. Não tem sentido a gente ficar pagando por dois aeroportos e eu entendo que vai deslocar muito movimento para Jaguaruna”. Ou seja só vai sobrar um, e este um será Jaguaruna.
segunda-feira, 13 de abril de 2015
Aeroporto
Santa Catarina é o Estado que figura entre os mais cobiçados pelas principais companhias aéreas brasileiras do setor de viagens corporativas. Este mercado responde por mais de 70% de todas as operações de embarques e desembarques, hospedagens, aluguel de veículos, refeições em restaurantes e a realização de grandes eventos. Está aí mais uma das áreas que pode ganhar impulse na região com o Aeroporto Regional de Jaguaruna. Alguém já está pensando nisso?
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Aereoporto: quase lá?
A nova vistoria de técnicos da TAM reforça as esperanças da região de ver o Aeroporto Regional Humberto Ghizzo Bortoluzzi funcionar. Eles estiveram ontem em Jaguaruna e segundo as informações que foram repassadas, as possibilidades da empresa atuar por aqui estão bem próximas de 100%.
O governo estadual se envolveu diretamente na questão e tem procurado atender as exigências necessárias para colocar o Aeroporto em funcionamento. Há muitos recursos investidos no negócio e hoje já se paga para que uma empresa faça a gestão do Aeroporto.
Ontem mesmo, um episódio vivenciado por passageiros aqui do Sul do Estado reforça o quanto um aeroporto moderno, com condições de receber grandes aeronaves e operar sob condições climáticas adversas faz falta para a região.
O voo da empresa Avianca, que saiu de Campinas com destino a Criciúma voltou a ter problemas. O pouso previsto para às 22h30min da noite acabou não acontecendo. O avião teve que arremeter na pista do Aeroporto Diomício Freitas por causa das condições climáticas desfavoráveis. Aos passageiros o piloto disse que não era a primeira vez que recebia informações fora da realidade. O avião acabou retornando a Campinas, São Paulo. Os passageiros passaram algumas horas num hotel e depois foram colocados num voo para o Aeroporto Hercílio Luz, em Florianópolis. Só chegaram a Criciúma, agora de manhã, e de ônibus.
É nestas horas que todos perguntam: quanto tempo mais vai demorar para o Aeroporto funcionar?
O governo estadual se envolveu diretamente na questão e tem procurado atender as exigências necessárias para colocar o Aeroporto em funcionamento. Há muitos recursos investidos no negócio e hoje já se paga para que uma empresa faça a gestão do Aeroporto.
Ontem mesmo, um episódio vivenciado por passageiros aqui do Sul do Estado reforça o quanto um aeroporto moderno, com condições de receber grandes aeronaves e operar sob condições climáticas adversas faz falta para a região.
O voo da empresa Avianca, que saiu de Campinas com destino a Criciúma voltou a ter problemas. O pouso previsto para às 22h30min da noite acabou não acontecendo. O avião teve que arremeter na pista do Aeroporto Diomício Freitas por causa das condições climáticas desfavoráveis. Aos passageiros o piloto disse que não era a primeira vez que recebia informações fora da realidade. O avião acabou retornando a Campinas, São Paulo. Os passageiros passaram algumas horas num hotel e depois foram colocados num voo para o Aeroporto Hercílio Luz, em Florianópolis. Só chegaram a Criciúma, agora de manhã, e de ônibus.
É nestas horas que todos perguntam: quanto tempo mais vai demorar para o Aeroporto funcionar?
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Presente e futuro para o turismo
Pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio) comprova mais uma vez o potencial turístico do sul do Estado, em especial Laguna. Apesar do gasto médio dos visitantes ter diminuído cerca de 25%, em Laguna foi registrado um crescimento superior a 100%.
O secretário de Turismo e Lazer do município, João Carlos Moares, disse esta manhã no programa Café Com Notícias, que em 2013 o gasto médio diário dos visitantes foi de R$ 86,00 e agora em 2014 este número subiu para R$ 189,00. Laguna foi a única cidade no Estado que registrou crescimento neste patamar.
As perspectivas para os próximos anos ficam ainda maiores com a efetiva operação do Aeroporto Regional Sul, em Jaguaruna. Se a temporada de verão já foi positiva com uma BR-101 em obras e congestionada, imagine com a possibilidade de encurtar caminhos pelo ar.
A serra catarinense tem registrado investimentos nos últimos anos para receber turistas com alto poder aquisitivo. Os resultados na economia local já estão aparecendo. O litoral sul, distante a menos de 100 km da serra, e ainda com a proximidade das águas termais, apresenta condições para aproveitar de vez este crescimento.
O secretário de Turismo e Lazer do município, João Carlos Moares, disse esta manhã no programa Café Com Notícias, que em 2013 o gasto médio diário dos visitantes foi de R$ 86,00 e agora em 2014 este número subiu para R$ 189,00. Laguna foi a única cidade no Estado que registrou crescimento neste patamar.
As perspectivas para os próximos anos ficam ainda maiores com a efetiva operação do Aeroporto Regional Sul, em Jaguaruna. Se a temporada de verão já foi positiva com uma BR-101 em obras e congestionada, imagine com a possibilidade de encurtar caminhos pelo ar.
A serra catarinense tem registrado investimentos nos últimos anos para receber turistas com alto poder aquisitivo. Os resultados na economia local já estão aparecendo. O litoral sul, distante a menos de 100 km da serra, e ainda com a proximidade das águas termais, apresenta condições para aproveitar de vez este crescimento.
terça-feira, 8 de abril de 2014
Cargas para o Aeroporto
A liberação do Aeroporto de Jaguaruna para operar voos e decolagens ainda repercute na região. A atenção do momento está voltada para a atração de empresas aéreas que tenham interesse em trabalhar por aqui.
Toda a sociedade organizada que se mobilizou para a construção do aeroporto também deve manter a pressão para a definição sobre o modelo de gestão. Atualmente ele é feito por uma empresa privada, que recebe os recursos do governo do estado para a manutenção. Segundo o que foi proposto no início, este formato é temporário até que se escolha um modelo definitivo.
Além das empresas aéreas para voos de passageiros, esta empresa também precisa explorar o potencial para o transporte de cargas. Este setor, inclusive, poderá garantir o equilíbrio financeiro do Aeroporto Regional Sul, já que a movimentação de passageiros não deve render o necessário.
Segundo dados da Infraero, a movimentação de cargas em todos os aeroportos do Brasil no mês de fevereiro teve um crescimento de 16% em relação ao ano anterior. Navegantes e Florianópolis registram recordes com mais de 280 toneladas cada um. A projeção para 2014 é chegar a quase 500 mil toneladas entre importações e exportações. É sem dúvida um setor em expansão. Os aeroportos dos grandes centros estão sobrecarregados e quem movimenta as cargas procura por opções.
Alguns especialistas na área entendem que o Aeroporto Regional está numa posição privilegiada para atender certas demandas. Tem proximidade com um porto e uma linha férrea. Tem potencial para se tornar um grande ponto de distribuição, evitando grandes deslocamentos rodoviários.
Transformar este potencial em realidade é um dos grandes compromissos de quem lidera o processo de implantação do Aeroporto Regional Sul e por isso a atenção da comunidade regional precisa ser permanente.
Toda a sociedade organizada que se mobilizou para a construção do aeroporto também deve manter a pressão para a definição sobre o modelo de gestão. Atualmente ele é feito por uma empresa privada, que recebe os recursos do governo do estado para a manutenção. Segundo o que foi proposto no início, este formato é temporário até que se escolha um modelo definitivo.
Além das empresas aéreas para voos de passageiros, esta empresa também precisa explorar o potencial para o transporte de cargas. Este setor, inclusive, poderá garantir o equilíbrio financeiro do Aeroporto Regional Sul, já que a movimentação de passageiros não deve render o necessário.
Segundo dados da Infraero, a movimentação de cargas em todos os aeroportos do Brasil no mês de fevereiro teve um crescimento de 16% em relação ao ano anterior. Navegantes e Florianópolis registram recordes com mais de 280 toneladas cada um. A projeção para 2014 é chegar a quase 500 mil toneladas entre importações e exportações. É sem dúvida um setor em expansão. Os aeroportos dos grandes centros estão sobrecarregados e quem movimenta as cargas procura por opções.
Alguns especialistas na área entendem que o Aeroporto Regional está numa posição privilegiada para atender certas demandas. Tem proximidade com um porto e uma linha férrea. Tem potencial para se tornar um grande ponto de distribuição, evitando grandes deslocamentos rodoviários.
Transformar este potencial em realidade é um dos grandes compromissos de quem lidera o processo de implantação do Aeroporto Regional Sul e por isso a atenção da comunidade regional precisa ser permanente.
Empregabilidade
Durante o discurso no Aeroporto Regional Sul, o governador Raimundo Colombo (PSD) anunciou a instalação da Escola de Aviação do Sul e também comemorou o nível de empregabilidade do Estado. Segundo Colombo, Santa Catarina tem a segunda melhor taxa do mundo, só perdendo para Cingapura.
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Depois da Anac, o esforço deve continuar
A homologação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), para o Aeroporto Regional Sul de Jaguaruna surge como a grande notícia da semana para a região. É o reconhecimento de um trabalho de uma década para que o equipamento virasse realidade.
O efetivo funcionamento do Aeroporto com a conquista de uma empresa que tenha interesse em operar em Jaguaruna será mais um passo a ser dado. Mas será um dos menores diante de toda a demora que foi para conseguir a construção da pista, do terminal de passageiros, do acesso pavimentado, da instalação dos bombeiros, e obter as autorizações da Anac.
O pouso do governador Raimundo Colombo (PSD) amanhã marcará o início das operações, mas o significado para a região será bem mais amplo. Com o funcionamento do Aeroporto a região sul terá um reforço importante na atração de investimentos.
O turismo tem potencial para ser uma das áreas mais beneficiadas. O esforço regional será mais uma vez importante para atrair a atenção das grandes operadoras turísticas que podem trazer muitos turistas para a região.
O trabalho não acabou, mas esta conquista precisa ser comemorada pela grande importância que tem.
O efetivo funcionamento do Aeroporto com a conquista de uma empresa que tenha interesse em operar em Jaguaruna será mais um passo a ser dado. Mas será um dos menores diante de toda a demora que foi para conseguir a construção da pista, do terminal de passageiros, do acesso pavimentado, da instalação dos bombeiros, e obter as autorizações da Anac.
O pouso do governador Raimundo Colombo (PSD) amanhã marcará o início das operações, mas o significado para a região será bem mais amplo. Com o funcionamento do Aeroporto a região sul terá um reforço importante na atração de investimentos.
O turismo tem potencial para ser uma das áreas mais beneficiadas. O esforço regional será mais uma vez importante para atrair a atenção das grandes operadoras turísticas que podem trazer muitos turistas para a região.
O trabalho não acabou, mas esta conquista precisa ser comemorada pela grande importância que tem.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Anac homologa Aeroporto de Jaguaruna
O Diário Oficial da União desta quarta-feira publica a portaria 773 de 1º de abril de 2014 que inscreve o Aeroporto Regional Sul, em Jaguaruna, no cadastro de aeródromos. A inscrição tem validade de 10 anos. O trabalho agora é garantir o interesse das empresas aéreas em operar no Aeroporto. Ainda bem que a publicação saiu em 2 de abril, pois se fosse ontem muita gente iria achar que era ‘pegadinha’.
terça-feira, 18 de março de 2014
2018 em 2014?
Entre as possíveis articulações para a campanha de reeleição do governador Raimundo Colombo (PSD) já se fala que os acordos de 2014 estariam sendo ampliados para 2018. O governador disse que tem intenção de voltar ao Senado, mas que isso é impossível de se garantir agora, com tanto tempo de antecedência.
Este tema que envolve as eleições de 2014 foi apenas um dos assuntos tratados em entrevista realizada na semana passada, em Florianópolis, para a Unisul TV. O programa Grandes Temas, conduzido pelo jornalista Ildo Silva da Silva, e que teve a minha participação, será exibido nesta terça-feira, 18/3, às 21 horas.
Raimundo Colombo também falou sobre as ações do governo na região com os recursos do Pacto por Santa Catarina, Fundam, entre outros. Ele antecipou também a informação de que hoje de manhã estaria descentralizando os recursos para a construção da ponte do Camacho, entre Jaguaruna e Tubarão. A responsabilidade da obra ficará por conta da SDR.
O governador também disse que está angustiado com a demora do Aeroporto de Jaguaruna e que não vê a hora do equipamento funcionar. Entende que será importante para o desenvolvimento regional e que está empenhado em tirar do papel outros projetos como a rodovia Ivane Fretta Moreira, conclusão da Arena Multiuso e da UPA 24 horas.
Sem tem o que mostrar, o governador sabe que terá um 2014 difícil e mais complicado ainda de se pensar num distante 2018.
Este tema que envolve as eleições de 2014 foi apenas um dos assuntos tratados em entrevista realizada na semana passada, em Florianópolis, para a Unisul TV. O programa Grandes Temas, conduzido pelo jornalista Ildo Silva da Silva, e que teve a minha participação, será exibido nesta terça-feira, 18/3, às 21 horas.
Raimundo Colombo também falou sobre as ações do governo na região com os recursos do Pacto por Santa Catarina, Fundam, entre outros. Ele antecipou também a informação de que hoje de manhã estaria descentralizando os recursos para a construção da ponte do Camacho, entre Jaguaruna e Tubarão. A responsabilidade da obra ficará por conta da SDR.
O governador também disse que está angustiado com a demora do Aeroporto de Jaguaruna e que não vê a hora do equipamento funcionar. Entende que será importante para o desenvolvimento regional e que está empenhado em tirar do papel outros projetos como a rodovia Ivane Fretta Moreira, conclusão da Arena Multiuso e da UPA 24 horas.
Sem tem o que mostrar, o governador sabe que terá um 2014 difícil e mais complicado ainda de se pensar num distante 2018.
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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Aeroporto: quanta espera
Entre os assuntos parcialmente resolvidos em nossa região está o Aeroporto de Jaguaruna. A obra que é vista como extremamente importante para alavancar o desenvolvimento está concluída, mas ainda não tem as autorizações da Anac para o efetivo funcionamento.
O aeroporto já foi inaugurado algumas vezes, diversas datas foram fixadas para o voo inaugural e a estrutura está praticamente pronta, só esperando para funcionar. Desde o ano passado uma empresa administra o local e todo mês são pagos R$ 250 mil por este serviço.
Em abril do ano passado comentei aqui que a presença do Criciúma na primeira divisão do Campeonato Brasileiro era a grande esperança para fazer o aeroporto funcionar. O ano passou, o Tigre quase foi rebaixado para a segunda divisão e nada de um avião decolar. Felizmente o Criciúma não caiu, mas o Brasileirão 2014 logo vai começar e será que a situação vai continuar? Há dez meses eu pensava que a pressão dos grandes clubes como Corinthians e Flamengo para não encarar a BR-101 seria grande o bastante para acelerar o processo. Mas não deu.
Esta semana, o governador Raimundo Colombo (PSD) deve ir a Brasília para resolver algumas questões sobre as obras no Aeroporto Hercílio Luz, de Florianópolis, e também deve falar sobre o Aeroporto de Jaguaruna. Será que virá com boas notícias? Porque do jeito que está não dá mais. O atraso é grande e a conta cada vez maior.
O aeroporto já foi inaugurado algumas vezes, diversas datas foram fixadas para o voo inaugural e a estrutura está praticamente pronta, só esperando para funcionar. Desde o ano passado uma empresa administra o local e todo mês são pagos R$ 250 mil por este serviço.
Em abril do ano passado comentei aqui que a presença do Criciúma na primeira divisão do Campeonato Brasileiro era a grande esperança para fazer o aeroporto funcionar. O ano passou, o Tigre quase foi rebaixado para a segunda divisão e nada de um avião decolar. Felizmente o Criciúma não caiu, mas o Brasileirão 2014 logo vai começar e será que a situação vai continuar? Há dez meses eu pensava que a pressão dos grandes clubes como Corinthians e Flamengo para não encarar a BR-101 seria grande o bastante para acelerar o processo. Mas não deu.
Esta semana, o governador Raimundo Colombo (PSD) deve ir a Brasília para resolver algumas questões sobre as obras no Aeroporto Hercílio Luz, de Florianópolis, e também deve falar sobre o Aeroporto de Jaguaruna. Será que virá com boas notícias? Porque do jeito que está não dá mais. O atraso é grande e a conta cada vez maior.
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