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segunda-feira, 15 de outubro de 2018

O exemplo do eleitor do Vale

A representação da Amurel na Assembleia Legislativa cresceu nestas eleições de 2018, mas poderia ter sido ainda melhor. Pode ser válido dizer que prevaleceu o voto regional, e que garantiu as eleições de Felipe Estevão (PSL), Volnei Weber (MDB) e Ada Faraco de Luca (MDB). Mas uma avaliação dos números também mostra que não foi bem assim para todos eles.

O grande exemplo de valorizar os candidatos locais veio mais uma vez da região do Vale do Braço do Norte. Numa situação semelhante que já beneficiou o ex-deputado José Nei Ascari (PSD) nas eleições de 2010 e 2014.

Proporcionalmente Weber fez 78% dos votos em São Ludgero, sua cidade de origem, 47% em Braço do Norte, 40% em Rio Fortuna, 39% em Grão Pará, 38% em Santa Rosa de Lima e 38% em São Martinho. Em quantidade de votos não foi suficiente para garantir a eleição, mas pode-se dizer que ele foi valorizado em casa. Com uma boa base, foi buscar o que faltava em outros municípios.

Se a cidade de Tubarão tivesse um candidato com um desempenho semelhante poderia garantir também um representante na Alesc. O mais votado por aqui foi Pepê Collaço (PP) com 18% dos votos. Nas vizinhas Capivari de Baixo e Jaguaruna obteve 12% e 7%, respectivamente. Em Sangão 15% e Treze de Maio 2%. Mas se tivesse obtido apenas 56% dos votos válidos em Tubarão (30.598 votos) já teria sido vencedor na eleição. Ou seja, a cidade sozinha pode eleger um deputado estadual, mas é claro que para isso, os partidos políticos precisam apresentar um nome que consiga atrair esta maioria. Será que um dia conseguirá?

Exemplos estaduais

A questão do convencimento do eleitor local em torno de um nome vem garantindo a eleição para diversos deputados nos últimos anos. Mas vale lembrar especificamente neste pleito de 2018 quem se beneficiou disso. O deputado estadual mais votado foi Alba (PSL) de Blumenau. Lá ele obteve 36.373 votos (mais da metade do total de 62.762) e garantiu a vitória. Em Chapecó, Luciane Carminatti (PT) obteve 18.946 (de um total de 61.271) e também garantiu em casa a reeleição. Em Lages, Marcius Machado (PR) obteve 23.474 (do total de 30.277). Em Joinville Fernando Krelling (MDB) fez 36.802 (do total de 44.356).

terça-feira, 31 de julho de 2018

Déficit do HNSC deve cair 20% em 2018

O déficit orçamentário do Hospital Nossa Senhora da Conceição no primeiro semestre de 2018 passou dos R$ 4 milhões. Apesar do resultado ruim, o saldo final deste ano deve ser menor do que os R$ 10,4 milhões de 2017. Estes foram alguns dos números informados pela diretora executiva Patrícia de Toledo, durante a sessão da Câmara de Vereadores de Tubarão, desta segunda-feira, 30/7. Ela informou ainda que o déficit não inclui os investimentos que até 2019, se confirmados, podem chegar a R$ 15 milhões.

Diretora-executiva também relatou que número de cirurgias caiu devido ao
incentivo para realização de partos normais - Foto de Mariane Mendes
Quase metade do déficit do HNSC é gerado pelos custos do setor de emergência que ficam negativos entre R$ 300 e 330 mil por mês com quase 8 mil atendimentos. “Esse número era pior ainda, mais com o aumento do repasse do município de Tubarão para a manutenção da emergência a situação amenizou um pouco”, acrescenta Patrícia.

Ainda segundo a diretora, os números do HNSC só fecham porque a Associação Congregação de Santa Catarina (ACSC), entidade mantenedora, consegue remanejar recursos de outros hospitais que administra. No total a Associação controla quinze hospitais nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Santa Catarina e Mato Grosso. Alguns prestam atendimento exclusivamente privado.

O vereador Maurício da Silva (PPS) saiu em defesa da ACSC. “Diante destes números a gente faz a pergunta. O que seria do Hospital Nossa Senhora da Conceição sem uma associação para cobrir este rombo? Nossa cidade e região viveria a dificuldade que a gente vê em outras regiões quando o assunto saúde depende apenas dos recurso públicos”.

Médicos que pediram 500% de aumento serão demitidos

Outra conta do HNSC é com o pagamento de honorários médicos. O diretor-clínico, o médico Cristiano Alexandre Ferreira, informou que por mês isso custa cerca de R$ 3 milhões. Para piorar a situação, ele surpreendeu aos vereadores ao revelar que o corporativismo da classe médica tem gerado outros problemas no Hospital. “Nós fomos pressionados pela equipe médica da Hemodinâmica (cateterismo) que suspenderam o sobreaviso enquanto não tivessem o pedido de aumento de 500%. Nós não vamos aceitar este tipo de pressão e vamos trocar toda a equipe”, garantiu. Ainda em 2017, treze médicos foram afastados pela instituição.

UTI Neonatal

Ao final do encontro, os representantes do HNSC foram surpreendidos pelo anuncio do repasse de mais R$ 300 mil pela Câmara de Vereadores de Tubarão. O presidente do legislativo, vereador Pepê Collaço (PP), assinou a devolução dos recursos para a Prefeitura Municipal de Tubarão, com um ofício ao executivo de que o dinheiro seja usado na reforma da UTI Neonatal. Esta obra está orçada em R$ 600 mil.

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sábado, 28 de julho de 2018

PP confirma Amin, mas também deixa ata aberta

Pepê Collaço fala durante a convenção do PP
Foto de Priscila Loch
A convenção do Partido Progressista confirmou o deputado federal Esperidião Amin como candidato a governador e encaminhou coligação com DEM, que vai indicar o também deputado federal João Paulo Kleinubing como vice. A convenção foi realizada neste sábado (28/7), na Alesc. Para o Senado, o deputado federal Jorge Boeira colocou o nome à disposição. A ata da convenção ficou aberta, aguardando a posição oficial do DEM, e permitindo a discussão com outras siglas, sobre as outras posições da chapa majoritária. Outro partido desta coligação seria o PV.

Os candidatos do PSD, Gelson Merísio (Governo), e Raimundo Colombo (Senado) não participaram da convenção. Merísio havia sido comunicado por Amin sobre a candidatura progressista na sexta-feira. Na semana passada, a convenção do PSD deixou a vaga de vice-governador e uma de senador aberta, esperando as conversações com o PP.

Para a região da Amurel, foi confirmada a candidatura do presidente da Câmara de Vereadores de Tubarão, Pepê Collaço. No Sul, o partido ainda terá Lei Alexandre e os candidatos a reeleição Valmir Comin e José Milton Scheffer. Para federal, além de Boeira (caso não vá ao senado), também foi homologada Dalvânia Cardoso.

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Merísio confirmado, mas ata fica aberta
PSTU com Ingrid Assis
Rede com Portanova

quinta-feira, 26 de julho de 2018

Boeira tem apoio do Sul para integrar chapa majoritária

A participação do Sul do Estado numa possível vaga na chapa majoritária foi o principal tema do encontro realizado nesta quarta-feira (25/7) em Tubarão. Os principais líderes progressistas da região estiveram reunidos com o objetivo de reivindicar esta espaço na convenção do próximo sábado (28/7), a partir das 9 horas, na Assembleia Legislativa. O nome do deputado federal Jorge Boeira é unanimidade, caso haja uma segunda vaga na composição.

As movimentações dos últimos dias indicam que o atual pré-candidato a governador, o deputado federal Esperidião Amin, deve recuar e ser candidato ao Senado. Se a convenção apoiar a coligação com o PSD, que já tem Gelson Merísio como candidato ao Governo, o PP poderia indicar o vice-governador.
Ponticelli defendeu a indicação de Boeira para
eventual vaga na chapa majoritária
Foto de Priscila Loch

Apesar da discussão e do que vai ser levado para a convenção, as lideranças reforçam que não haverá nenhum tipo de enfrentamento. A ideia é justamente promover a unidade e evitar divergências. “Sou defensor de coligação. Mas ter espaço na majoritária está a nosso alcance. O que queremos é que, se o partido tiver mais de um espaço na chapa, o sul do estado tem condições de participar e ajudar a governar o estado. E Boeira reúne todas as condições para ocupar qualquer espaço”, avaliou o prefeito de Tubarão, Joares Ponticelli, ex-presidente estadual do partido.

O deputado Jorge Boeira lembrou que em nenhuma das chapas já cogitadas para o governo do estado existe representante do sul, e destacou que o pré-candidato a governador Esperidião Amin está acima de qualquer disputa regional. “O que buscamos é unidade. Vamos levar um posicionamento conjunto para a convenção. A nossa região é onde o partido tem mais força, e não podemos ficar fora da chapa majoritária”, declarou Boeira.

O presidente da Câmara de Vereadores de Tubarão e pré-candidato a deputado estadual Pepê Collaço ressaltou que o período eleitoral este ano será extremamente rápido e que vence o pleito quem consegue perceber antes o que o eleitor quer. “Diante dessa força que nosso partido tem no sul, podemos fazer a diferença na eleição. Queremos estar na mesa de conversa”, afirmou.​

Com informações da AI/PP.

segunda-feira, 25 de junho de 2018

A hora de Amin

Amin é aclamado como pré-candidato ao governo pelo PP
O lançamento da pré-candidatura ao Governo do Estado de Esperidião Amin (PP) foi o evento político de destaque do fim de semana e deixou a impressão de que PP e PSD vão estar juntos na disputa de outubro. Gelson Merísio (PSD), passou pelo evento do PP em Criciúma e reafirmou que também é pré-candidato, mas que isso não impedirá um entendimento entre eles.

O evento do PP não foi tão pomposo como fez Merísio em Chapecó. Não teve aviões buscando apoiadores e jornalistas pelos quatro cantos do Estado. Mas cresceu em participação e ao que parece deu destaque para Amin num momento chave das negociações entre os partidos. Com PP e PSD alinhados ficará mais fácil atrair o PSDB e isolar de vez o MDB, agora com Mauro Mariani como pré-candidato.

Para Amin, a participação de pré-candidatos de outros partidos fortalece a construção de um projeto de oposição ao atual governo.

De Tubarão participaram o presidente da Câmara de Vereadores e pré-candidato a deputado estadual Pepê Collaço e o prefeito Joares Ponticelli, que discursou em nome de todos os prefeitos presentes.

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Sem previsão de Marginal na 101

O Dnit respondeu ao requerimento do presidente da Câmara de Vereadores de Tubarão, Pepê Collaço (PP), sobre a construção da marginal da BR-101 entre a entrada da rodovia Ivane Fretta Moreira e o Posto Presidente. Segundo o órgão no momento não há recursos para fazer a obra e a solução é fazer o pedido à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) na audiência pública a ser marcada para tratar do modelo de concessão da rodovia. Ou seja, vai demorar.

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Duas ideias

Duas ideias foram apresentadas ontem na sessão da Câmara de Veredaores de Tubarão e que merecem melhor discussão para avançarem. O presidente da mesa, Pepê Collaço (PP) pediu que a prefeitura coloque um ônibus gratuito para quem precisa atravessar o rio Tubarão nas proximidades da Unisul caso a construção da passarela de concreto não fique pronta até o início do próximo ano letivo. Esta proposta já deveria estar em vigor.

Já o vereador Cascão (PMDB) pediu que se faça estudos para implantar estacionamento em um único lado das ruas que tem menos de nove metros de largura e que tem mão dupla. Isso também já deveria ter sido feito há um bom tempo. E além dessa proposta, acho que outras ruas com mão única deveriam ser avaliadas. A expedicionário José Pedro Coelho, por exemplo, poderia ter mão única desde a avenida Tancredo Neves, no bairro Revoredo, até a entrada da Unisul, no bairro Dehon. E a beira-rio, dividida pelos nomes de José Acácio Moreira e Presidente Getúlio Vargas poderia também ter sentido único desde a Unisul até a ponte Orlando Francalaci.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Os nomes do PP

Com a definição do diretório do PP de Tubarão, que manteve Marcelo Chicago na presidencia, os progressistas agora devem definir logo quem vai ser o candidato a deputado estadual para as eleições de 2018. Quatro nomes buscam esta indicação que deve sair ainda no mês de setembro:

Pepê Collaço: vereador no terceiro mandato tem a seu favor a experiência, já foi vice-prefeito, e tem cumprido agenda na região para garantir apoio também fora de Tubarão. Sabe que precisa garantir votos fora da cidade para ter chances.

Gelson Bento: vereador no segundo mandato e hoje presidente da Cergal, pode repetir o que o ex-vereador, ex-prefeito e também ex-presidenta da Cergal Genésio Goulart fez quando também seu elegeu deputado estadual.

Laércio Menegaz: dos quatro é o único que nunca disputou uma eleição como candidato, mas a experiência na coordenação de campanhas não pode ser subestimada. Um exemplo foi a eleição de Ricardo Guidi pelo PPS em 2014. Tinha no currículo a coordenação de campanhas do pai Altair Guidi e acabou superando a votação dele.

Deka May: entre os postulantes tem a tradição de ser campeão de votos em Tubarão. Foi o mais votado para a câmara de vereadores em 2008 (2.557 votos), e o mais votado para deputado estadual em Tubarão em 2014 (12.234 votos). Mas a desistência na campanha municipal de 2016 ainda pesa entre os progressistas.

A importância de Deka
Se ainda existe a indefinição sobre o nome do PP, um outro assunto é unanimidade. Caso o nome não seja Deka May, é fundamental que o pré-candidato escolhido o tenha ao seu lado durante a campanha. Como citei no texto acima, ele sempre teve boas votações, e até por isso é cobiçado por outras siglas.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Enquanto isso...

Paralelamente a isso ocorrem as primeiras discussões sobre a presidência da Câmara de Vereadores. Pelo resultado das urnas, o governo não precisa de aliados para garantir esta eleição. Tem nove vereadores contra seis da oposição. Por experiência de mandatos anteriores, Pepê Collaço (PP) e Jairo Cascaes (PSD) despontam como principais interessados. Um acordo envolvendo um mandato de dois anos para cada um aparenta ser o caminho mais fácil, mas outros nomes também estariam se apresentando como opção. Por isso, neste momento, o que parece é que os envolvidos nas discussões procuram manter o grupo unido, pois uma aliança dos descontentes com a oposição pode virar o jogo de forma bem mais simples do que se imagina.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Equilíbrio

O ex-prefeito Pepê Collaço, era o nome mais esperado pelo PMDB de Tubarão como novidade para este período de filiações. Mas como até agora não houve confirmação, os peemedebistas avaliam que montarão uma nominata de candidatos equilibrada e motivada. Os cálculos mais otimistas giram em torno de 10 a 12 mil votos, o que poderá garantir de 5 a 6 vagas na Câmara de Vereadores. A expectativa é de que candidatos com 800 votos possam estar entre os eleitos.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Brunel e Pepê

O ex-prefeito de Capivari de Baixo, Luiz Carlos Brunel Alves (PMDB), ainda é o principal nome do partido para disputar a eleição municipal de 2016. Já o genro, Pepê Collaço (PSD), tem sido incentivado por partidos menores a mudar o domicílio eleitoral para ser candidato a prefeito em Capivari de Baixo. Se ficar em Tubarão, Pepê será candidato a vereador.

segunda-feira, 30 de março de 2015

Merísio quer candidato em Tubarão

O presidente da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, e também presidente estadual do PSD, deputado estadual Gelson Merísio deve fazer um roteiro de visitas à região Sul nesta semana. Na pauta, discussões sobre a organização do partido para as eleições de 2016.

Merísio disse que vai se licenciar da direção do partido em 2015 para se dedicar à Assembleia. Em 2016 fará o caminho inverso, licenciando-se do cargo na Alesc para se dedicar às eleições municipais. Ele afirmou que o PSD de Tubarão deve ter candidato a prefeito, como forma de liderar o processo de candidaturas pessedistas nos outros municípios da Amurel.

Como o possível candidato do PSD, não deve ser o ex-prefeito de Tubarão Pepê Collaço, a saída dele do partido é dada como quase certa. Nos bastidores da Alesc especula-se que o destino de Pepê seria o PMDB, ou ainda se manteria o domicílio eleitoral em Tubarão ou mudaria para Capivari de Baixo. Esta última possibilidade, porém, quase improvável.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Pré-PPS

Outro partido de Tubarão que também têm pré-candidato a prefeito é o PPS. A sigla aposta no nome do radialista Paulo Garcia, que já foi candidato a deputado federal e vereador. Em 2012, o PPS indicou o vice na chapa composta com Pepê Collaço, do PSD.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Depende do coração

Com a redução na representação parlamentar da região da Amurel ficou ainda maior a expectativa em torno da reforma administrativa que deverá ser feita pelo governador reeleito Raimundo Colombo. As Secretarias de Desenvolvimento Regional vão continuar? Se forem mantidas, vão ter suas funções revistas e melhor definidas? A Amurel vai continuar com três SDRs?

Destas discussões dependem também as possíveis indicações para os eventuais cargos de secretários. A especulação até agora, se mantidas a estrutura atual, é de que PMDB e PSD dividam as indicações, ficando Braço do Norte para os peemedebistas e Tubarão e Laguna para os pessedistas.

Em Tubarão, é certo que Jairo Cascaes (PSD) deixa o cargo para assumir a presidência da Câmara de Vereadores em 2015. Outro vereador, Caio Tokarski, estaria na linha de sucessão com o objetivo de ganhar projeção para as eleições municipais de 2016. Correndo por fora estaria o ex-prefeito Pepê Collaço.

Mesmo que involuntariamente, o governador Raimundo Colombo deve deixar todo mundo esperando um pouco mais por estas definições. Desde ontem ele está em São Paulo para passar por exames e procedimentos cardíacos. O vice-governador Eduardo Moreira (PMDB) assumiu os compromissos da agenda, mas que não incluem a reforma administrativa e montagem do futuro governo.

sexta-feira, 7 de março de 2014

Presente de grego

O ISS dos bancos que um dia foi um sonho do tipo ‘galinha dos ovos de ouro’ agora vira um pesadelo. Lembro bem do dia seguinte a vitória eleitoral de Manoel Bertoncini (PSDB) e Pepê Collaço (ex-PP) e dos projetos que eles faziam para a utilização dos recursos. Os recursos vieram, o mandato se foi e agora vem a dívida.

No segundo semestre de 2012 o vereador Evandro Almeida (PMDB) cobrou na Câmara a informação de onde a prefeitura teria gasto os cerca de R$ 30 milhões recebidos de ISS. Na época tudo foi tratado como intriga de campanha e a resposta não teve nada de específico. Os recursos teriam sido diluídos em gastos e obras diversas.

A decisão do STF cai como uma bomba na atual gestão que terá o desgaste de se virar em recursos judiciais para adiar o máximo possível este pagamento. Vai tentar parcelar em 20 anos e até mesmo buscar uma anistia. No fim da história quem tem para receber, vai suar mais um bocado.

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terça-feira, 30 de julho de 2013

A saúde, ainda

Ao criar uma Comissão Especial para verificar as condições dos Postos de Saúde, os vereadores de Tubarão deixaram a zona de conforto que se encontravam e partiram para uma ação prática. É uma atitude diferente do que se viu nos últimos anos quando muita coisa também não funcionou da maneira adequada, mas o silêncio prevaleceu.

Os vereadores que integraram a Comissão prometem divulgar um relatório completo até o dia 15 de agosto, mas já adiantaram que constataram uma situação crítica. Aparelhos quebrados, falta de funcionários, de remédios e problemas estruturais que têm uma única vítima: o cidadão que paga impostos e espera pelo atendimento.

A área da saúde é o principal problema apontado pelos brasileiros em qualquer pesquisa que seja feita. É o calo no sapato dos governos federal, estadual e municipal. Mas por que ninguém dá um jeito nisso? O que falta para a população ser tratada com respeito?

A situação de Tubarão não é nova e vem se arrastando por algum tempo e alguém precisa resolver. O ex-prefeito Pepê Collaço (PSD) disse durante a campanha eleitoral que dinheiro não era problema, que não havia falta de recursos. Se esta é a verdade o que deve faltar é a gestão correta destes valores para oferecer ao cidadão um atendimento digno.

A partir deste relatório dos vereadores espera-se que tenhamos soluções práticas para os problemas da saúde. A atuação deles não pode parar no levantamento apenas. Devem agir e contribuir para melhorar a situação.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Ainda sobre o Fundasa

Na câmara de vereadores de Tubarão, Caio Tokarski (PSD), voltou a ocupar a tribuna para esclarecer a declaração que deu na semana passada sobre o Projeto de Lei que transferiu recursos do Fundasa para trabalhos de recuperação de ruas da cidade e da coleta do lixo. Disse que não acusou o ex-prefeito Pepê Collaço (PSD) de nada e que apenas não concordava com o encaminhamento que havia sido dado.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Recursos do Fundasa

A presença do superintendente da Agência Reguladora das Águas de Tubarão, Afonso Furghesti, na Câmara de Vereadores expôs uma grande divergência entre o vereador Caio Tokarski e o ex-prefeito Pepê Collaço, ambos do PSD. Tokarski disse que a cidade havia sido vitima de um estelionato por conta de projeto de Lei aprovado em 2012 que previa a utilização de recursos da Fundo de Águas e Saneamento (Fundasa) para outros fins. Disse que na condição de líder do governo, na época, havia sido enganado sobre o projeto e pediu desculpas aos demais vereadores pelo pedido de aprovação. Tokarski saiu antes do final da sessão, mas agora fica o compromisso de apresentar mais detalhes sobre a situação. Ele ou mais alguém precisa explicar melhor o tal estelionato.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Dívida compromete a prefeitura?

O prefeito de Tubarão Olavio Falchetti (PT) apresentará nesta quinta-feira a situação financeira e administrativa da prefeitura municipal. Ele fará o relato durante uma entrevista coletiva que está sendo convocada para ser realizada na Sala de Atos, do Paço Municipal. Os números reais sobre a situação financeira e outras informações administrativas vem sendo discutidos desde que o ex-prefeito Pepê Collaço (PSD) assumiu o cargo na metade de 2012.

Foi também numa entrevista coletiva na mesma Sala de Atos que Collaço disse em agosto do ano passado que a dívida era de quase R$ 12 milhões, o equivalente a um mês da arrecadação. Ele falou na época que a contabilidade do município estava atrasada desde janeiro e teve de ser colocada em dia para se conseguir apurar os números e que pretendia economizar R$ 5 milhões até o final do ano.

Bom, ainda não se sabe quais números serão revelados por Falchetti mas é certo que já se conseguiu redução na folha de pagamento de janeiro para fevereiro. Ninguém confirma, mas fala-se em R$ 1 milhão. Vale lembrar que a ordem neste início de mandato era manter a máquina administrativa enxuta e só preencher os cargos estritamente necessários.

O que deve ficar devidamente esclarecido nesta apresentação do prefeito é se a situação financeira do município está comprometida e impedirá novos investimentos. Sem um esclarecimento deste tipo, corre-se o risco de ficar apenas caçando culpados.

Dívidas de governos podem ser consideradas normais se considerarmos os grandes valores que envolvem obras. Governo que não gasta, também não investe. O que não se pode aceitar é o desleixo administrativo e a má gestão dos recursos públicos.

A população quer ver os seus problemas resolvidos, quem trabalha quer os salários em dia e quem presta serviços também quer receber o que foi contratado.

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