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segunda-feira, 11 de março de 2013
Brazil Rice Cooperativa
A Sede Cooperativista de Arroz que está sendo discutida há 15 anos chegou na fase final de viabilidade e será construída em Imbituba. O projeto envolve cinco cooperativas. Com a nova estrutura, os rizicultores da região esperam melhorar as condições de trabalho. Além de trazer economia para a categoria
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Agricultura: alternativas para os problemas
Uma importante reunião do setor agrícola será realizada logo mais em Tubarão, às 13h30min. O secretário estadual da Agricultura João Rodrigues (DEM-PSD) participa de um seminário com os secretários dos municípios que integram a SDR de Tubarão.
O evento será a oportunidade de ouvir e ser ouvido. Todos deverão apresentar relatos sobre o setor com objetivo de encontrar alternativas. Algumas áreas estão com sérios problemas.
Os rizicultores não conseguem sequer cobrir os custos com a produção do arroz. Os fumageiros atuam numa área que está em decadência e sendo vencida pela saúde. Os agricultores precisam de alternativas para continuar sobrevivendo da atividade rural.
Na região são mais de cinco mil famílias que trabalham na área. Os agricultores sabem todo ano o quanto plantam, mas não tem a garantia do que vão colher e nem do que vão receber. Estas pessoas merecem sim é que merecem uma assinatura de reconhecimento.
O evento será a oportunidade de ouvir e ser ouvido. Todos deverão apresentar relatos sobre o setor com objetivo de encontrar alternativas. Algumas áreas estão com sérios problemas.
Os rizicultores não conseguem sequer cobrir os custos com a produção do arroz. Os fumageiros atuam numa área que está em decadência e sendo vencida pela saúde. Os agricultores precisam de alternativas para continuar sobrevivendo da atividade rural.
Na região são mais de cinco mil famílias que trabalham na área. Os agricultores sabem todo ano o quanto plantam, mas não tem a garantia do que vão colher e nem do que vão receber. Estas pessoas merecem sim é que merecem uma assinatura de reconhecimento.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Mais problemas para os rizicultores
Os rizicultores não param de contabilizar prejuízos e novos obstáculos à atividade. Com o preço nos calcanhares o problema agora é a exigência de licenciamento ambiental feita pela Fundação do Meio Ambiente (Fatma) em Santa Catarina para o plantio de arroz irrigado que está impedindo que os agricultores habilitem-se ao crédito para o plantio de arroz na Safra 2011/2012.
terça-feira, 21 de junho de 2011
Rizicultores debatem alternativas de plantio
A má fase por que vem passando a rizicultura tem exigido dos produtores da região a tomada de algumas providências para evitar uma crise no setor. O tema foi debatido em um seminário em Tubarão
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Políticas de comercialização do arroz
Uma audiência pública mobilizada pelos Sindicatos Rurais, Cooperativas e lideranças do extremo sul de Santa Catarina para debater sobre as políticas públicas de comercialização do arroz no estado será realizada nesta quinta-feira (28/4) na sede da Cersul em Turvo a partir das 14 horas. O encontro contará com a participação de representantes do Ministério da Agricultura, Conab, Banco do Brasil, Secretára da Agricultura, rizicultores e industriais.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Isenção do ICMS sobre o arroz
O deputado estadual José Milton Scheffer (PP) solicitou ao governo do Estado isenção do ICMS sobre o arroz, pelo menos por alguns meses. Ele defendeu, hoje na Alesc, os produtores, que enfrentam problemas de comercialização devido ao baixo preço. A saca do produto está sendo vendida por R$ 21, quando o custo de produção é de R$ 30. Cerca de 13 mil famílias catarinenses sobrevivem dessa atividade e produzem o equivalente a 9% da produção nacional.
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Deputado José Milton fala em defesa dos rizicultores
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Deputado José Milton fala em defesa dos rizicultores
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Produtores de arroz protestam
Produtores de arroz da região fecharam esta manhã parte da BR-101. Eles pedem melhorias no assoreamento do Rio Urussanga e também ajuste do preço comercial do produto que está abaixo do custo.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Queda no consumo de arroz prejudica rizicultores
O consumo do arroz no Brasil cai a cada ano de acordo com pesquisas divulgadas recentemente. Para se ter uma ideia, somente no mês de janeiro o brasileiro comprou 12% a menos do produto em comparação com o mesmo mês no ano passado. Com isso quem leva o prejuízo são os rizicultores que precisam achar alternativas para escoar o produto
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Imaruí aprova projeto que proíbe uso de avião na agricultura
O Projeto de Lei nº.004/2010, de 7 de maio de 2010 que trata da proibição do lançamento de agrotóxicos e produtos congêneres por aeronaves, nas lavouras cultivadas em imóveis na área territorial de Imaruí foi aprovado por unanimidade na sessão desta segunda-feira (4/10) da Câmara de Vereadores. Agora falta a sanção do prefeito Amarildo Souza (DEM).
A vereadora Elina Roussenq (PMDB), que voltou ao trabalho na mesma sessão depois de licença, informou pelo Twitter que o próximo passo, será visitar câmaras e prefeituras das cidades vizinhas e levar a proposta de projeto de lei para aprovação também.
Na semana passada, pescadores de Imaruí realizaram um protesto pedindo providências quanto a poluição da lagoa. O entendimento é de que a forma de cultivo atual tem contribuído com o problema. Situação que é negada pela rizicultores que argumentam que o uso de agrotóxicos é controlado e feito dentro das normas vigentes.
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Rizicultores e vereadores discutem projeto em Imaruí
Pescadores fazem mobilização contra poluição da lagoa de Imaruí
A vereadora Elina Roussenq (PMDB), que voltou ao trabalho na mesma sessão depois de licença, informou pelo Twitter que o próximo passo, será visitar câmaras e prefeituras das cidades vizinhas e levar a proposta de projeto de lei para aprovação também.
Na semana passada, pescadores de Imaruí realizaram um protesto pedindo providências quanto a poluição da lagoa. O entendimento é de que a forma de cultivo atual tem contribuído com o problema. Situação que é negada pela rizicultores que argumentam que o uso de agrotóxicos é controlado e feito dentro das normas vigentes.
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Rizicultores e vereadores discutem projeto em Imaruí
Pescadores fazem mobilização contra poluição da lagoa de Imaruí
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Rizicultura em discussão na Câmara de Imaruí
A manifestação de pescadores de Imaruí na semana passada motivou o retorno do Projeto de Lei nº. 4/2010, de 07 de maio de 2010 à sessão da Câmara de Vereadores. Eles protestaram contra a poluição da lagoa e exigiram alguma providência das autoridades. O projeto que está na pauta da sessão desta segunda-feira (4/10) trata da proibição do lançamento de agrotóxicos e produtos congêneres por aeronaves, nas lavouras cultivadas em imóveis na área territorial do município e dá outras providências.
Em reuniões realizadas na semana passada ficou acertado retorno do projeto à Câmara para aprovação e que depois será sancionado pelo prefeito. Outras discussões realizadas, no mês de junho, entre pescadores e rizicultores não resultaram em consenso.
A sessão desta segunda-feira também marca o retorno da vereadora Elina Roussenq (PMDB), que estava licenciada, e é uma das mais fortes opositoras ao governo municipal.
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Rizicultores e vereadores discutem projeto em Imaruí
Pescadores fazem mobilização contra poluição da lagoa de Imaruí
Em reuniões realizadas na semana passada ficou acertado retorno do projeto à Câmara para aprovação e que depois será sancionado pelo prefeito. Outras discussões realizadas, no mês de junho, entre pescadores e rizicultores não resultaram em consenso.
A sessão desta segunda-feira também marca o retorno da vereadora Elina Roussenq (PMDB), que estava licenciada, e é uma das mais fortes opositoras ao governo municipal.
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Pescadores fazem mobilização contra poluição da lagoa de Imaruí
quinta-feira, 1 de julho de 2010
O que poluí a lagoa?
O que começou com um debate sobre as formas de plantio do arroz pode estar contribuindo para se levantar as principais fontes poluidoras da Lagoa Mirim, em Imaruí. Vereadores e rizicultores vem discutindo o Projeto de Lei nº 4/2010, que proíbe o lançamento de agrotóxicos e produtos congêneres por aeronaves, nas lavouras cultivadas em imóveis na área territorial de Imaruí há cerca de um mês. A ideia do projeto é reduzir o impacto ambiental causado pela agricultura, enquanto que os produtores rurais argumentam que o uso do avião gera mais controle sobre o que é usado nas lavouras.
Só que diante das queixas apresentadas pela comunidade e pescadores sobre a qualidade da água da lagoa surgiram outros fatores que podem não ter origem na atividade rural. Por isso o problema pede uma discussão mais ampliada.
Reunião realizada esta manhã (1º/7) entre representantes da Associação dos Rizicultores do Vale do Rio D’Una (Arivale) e vereadores teve a participação de especialistas. Técnicos da Epagri falaram sobre as vantagens do uso do avião nas lavouras e argumentaram em favor dos produtores. Do outro lado, ouviram argumentos de que o dano ambiental causado pelo lançamento de agrotóxicos por aviões é maior do que o feito por tratores.
Uma das propostas apresentas é que seja realizado um estudo para esclarecer a situação. Uma das divergência está em quando fazer e quando aprovar a Lei. Uns defendem que só vote a Lei após a realização do estudo. Outros defendem que a aprovação da Lei e depois a realização do estudo e, se necessário, se volte atrás.
De um jeito, ou de outro, é preciso descobrir o que polui as águas da lagoa, causa o surgimento de manchas e mortandade de peixes. Essa quem sabe, poderá ser a maior contribuição deste debate.
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Imaruí discute o uso de aviões na agricultura
Só que diante das queixas apresentadas pela comunidade e pescadores sobre a qualidade da água da lagoa surgiram outros fatores que podem não ter origem na atividade rural. Por isso o problema pede uma discussão mais ampliada.
Reunião realizada esta manhã (1º/7) entre representantes da Associação dos Rizicultores do Vale do Rio D’Una (Arivale) e vereadores teve a participação de especialistas. Técnicos da Epagri falaram sobre as vantagens do uso do avião nas lavouras e argumentaram em favor dos produtores. Do outro lado, ouviram argumentos de que o dano ambiental causado pelo lançamento de agrotóxicos por aviões é maior do que o feito por tratores.
Uma das propostas apresentas é que seja realizado um estudo para esclarecer a situação. Uma das divergência está em quando fazer e quando aprovar a Lei. Uns defendem que só vote a Lei após a realização do estudo. Outros defendem que a aprovação da Lei e depois a realização do estudo e, se necessário, se volte atrás.
De um jeito, ou de outro, é preciso descobrir o que polui as águas da lagoa, causa o surgimento de manchas e mortandade de peixes. Essa quem sabe, poderá ser a maior contribuição deste debate.
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Imaruí discute o uso de aviões na agricultura
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Comunidade discute nucleação e rizicultura
Moradores da comunidade de Aratingaúba, em Imaruí, voltam a discutir a nucleação das escolas do município. A secretaria de educação do município já anunciou que a partir do mês de julho apenas cinco das 19 escolas do município continuarão funcionando.
O encontro será realizado nesta quinta-feira (24/6) às 19 horas e a comunidade, que alega não ter sido consultada sobre o tema, vai definir como vai agir daqui pra frente.
Além da nucleação também será discutido o Projeto de Lei nº 4/2010, que proíbe o lançamento de agrotóxicos e produtos congêneres por aeronaves, nas lavouras cultivadas em imóveis na área territorial do município.
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Nucleação de escolas em Imaruí está prevista para julho
Rizicultores e vereadores discutem projeto em Imaruí
O encontro será realizado nesta quinta-feira (24/6) às 19 horas e a comunidade, que alega não ter sido consultada sobre o tema, vai definir como vai agir daqui pra frente.
Além da nucleação também será discutido o Projeto de Lei nº 4/2010, que proíbe o lançamento de agrotóxicos e produtos congêneres por aeronaves, nas lavouras cultivadas em imóveis na área territorial do município.
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Nucleação de escolas em Imaruí está prevista para julho
Rizicultores e vereadores discutem projeto em Imaruí
terça-feira, 18 de maio de 2010
Rizicultores vão procurar vereadores de Imaruí
O presidente da Associação dos Rizicultores do Vale do Rio D’Una (Arivale), Amílcar Feuerschuette, pretende procurar os vereadores de Imaruí para obter informações sobre o Projeto de Lei nº 4/2010, que proíbe o lançamento de agrotóxicos e produtos congêneres por aeronaves, nas lavouras cultivadas em imóveis na área territorial do município.
O PL deu entrada na semana passada e agora está sendo discutido nas comissões da Câmara. Se for aprovado, os rizicultores serão envolvidos e terão que mudar as práticas no cultivo do arroz. No município, 68 produtores plantam em mais de 3,5 mil hectares.
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Projeto dos agrotóxicos aguarda votação em Imaruí
O PL deu entrada na semana passada e agora está sendo discutido nas comissões da Câmara. Se for aprovado, os rizicultores serão envolvidos e terão que mudar as práticas no cultivo do arroz. No município, 68 produtores plantam em mais de 3,5 mil hectares.
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Projeto dos agrotóxicos aguarda votação em Imaruí
terça-feira, 11 de maio de 2010
Imaruí discute o uso de aviões na agricultura
Um Projeto de Lei deu entrada ontem na Câmara de Vereadores de Imaruí e promete polêmica. O proposta, dos vereadores Elina Roussenq e Vanderlei Cunha, o Vand, ambos do PMDB, proibe o lançamento de agrotóxicos por aeronaves nas lavouras cultivadas em imóveis na área territorial do município.
A principal cultura atingida pela lei seria a rizicultura. Em Imaruí, 68 produtores plantam arroz em 3.500 hectares, principalmente na localidade de Vale do Rio D’una. A produção estimada para este ano é de 490 mil sacas de arroz.
Desta localidade sai parte da água que abastece os municípios de Imbituba e Garopaba e a água descartada pelas lavouras desemboca na Lagoa de Imaruí.
Um dos argumentos é também que os agricultores são de fora da cidade, levam os lucros e os moradores ficam com os prejuízos. Então o conflito entre os pescadores e os produtores de arroz é grande.
Os produtos lançados pelos aviões são geralmente inseticidas e fungicidas, mas as aeronaves também são utilizadas para semeadura e aplicação de uréia, que não causam nenhum dano. A quantidade é receitada por técnicos e controlada.
Se não for feita por meio aéreo pode ser feito pela forma costal que usa máquinas terrestres. De forma aérea, argumentam os produtores, é mais rápida, não expõe o agricultor aos produtos e é mais controlada. Somente produtos das classes 3 e 4, que são as menos poluentes são permitidas.
Uma outra alternativa seria o investimento na agricultura orgânica, mais aí a produtividade é menor. Portanto o assunto é complicado e mexe com a cultura das pessoas. Para os produtores seria um erro optar pela proibição. Já para os pescadores seria uma forma de proteger a lagoa e a atividade pesqueira.
É um assunto isolado no município de Imaruí, mas que merece uma discussão ampliada. Não é apenas um tema econômico, mas ambiental.
A principal cultura atingida pela lei seria a rizicultura. Em Imaruí, 68 produtores plantam arroz em 3.500 hectares, principalmente na localidade de Vale do Rio D’una. A produção estimada para este ano é de 490 mil sacas de arroz.
Desta localidade sai parte da água que abastece os municípios de Imbituba e Garopaba e a água descartada pelas lavouras desemboca na Lagoa de Imaruí.
Um dos argumentos é também que os agricultores são de fora da cidade, levam os lucros e os moradores ficam com os prejuízos. Então o conflito entre os pescadores e os produtores de arroz é grande.
Os produtos lançados pelos aviões são geralmente inseticidas e fungicidas, mas as aeronaves também são utilizadas para semeadura e aplicação de uréia, que não causam nenhum dano. A quantidade é receitada por técnicos e controlada.
Se não for feita por meio aéreo pode ser feito pela forma costal que usa máquinas terrestres. De forma aérea, argumentam os produtores, é mais rápida, não expõe o agricultor aos produtos e é mais controlada. Somente produtos das classes 3 e 4, que são as menos poluentes são permitidas.
Uma outra alternativa seria o investimento na agricultura orgânica, mais aí a produtividade é menor. Portanto o assunto é complicado e mexe com a cultura das pessoas. Para os produtores seria um erro optar pela proibição. Já para os pescadores seria uma forma de proteger a lagoa e a atividade pesqueira.
É um assunto isolado no município de Imaruí, mas que merece uma discussão ampliada. Não é apenas um tema econômico, mas ambiental.
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