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sexta-feira, 17 de agosto de 2018

As primeiras pesquisas

As primeiras pesquisas divulgadas nesta sexta-feira (17/8) deram uma ideia de como ficou a disputado ao governo do Estado. Após a desistência de Esperidião Amin (PP) e Paulo Bauer (PSDB), líderes nas pesquisas prévias, estávamos sem um parâmetro para avaliar o cenário. Mauro Mariani (MDB) lidera a pesquisa Mapa e Décio Lima (PT) lidera a pesquisa do Ibope. Gelson Merísio (PSD) ficou em terceiro nas duas. O fato mais curioso e que coloca qualquer comemoração de molho foi o desempenho do candidato do PCO, Ângelo Castro, desconhecido do eleitor, que obteve 4% na pesquisa Ibope, enquanto que Leonel Camasão (PSOL), que aparece nos debates ficou com zero. E antes que alguém diga que é a rejeição ao partido. Os candidatos do PSOL ao Senado obtiveram 5%. Ou seja, dá pra desconfiar de quem foi bem e de quem foi mal.

E a onda Bolsonaro em SC?

Outra incógnita neste cenário é saber qual será a influência do candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) no desempenho dos candidatos do partido em Santa Catarina ao longo da campanha. Diferente do quadro nacional que tem a liderança de Lula (PT) nas pesquisas, aqui no Estado esta liderança é de Bolsonaro. Se conseguisse transferir 100% para os seus correligionários, seria fácil afirmar que o Comandante Moisés estaria no segundo turno e que Lucas Esmeraldino estaria eleito Senador. Só que não é tão simples assim. Ao mesmo tempo, esta influência não pode ser ignorada. O percentual obtido por Moisés e Lucas nas primeiras pesquisas ainda foi bem abaixo disso, mas será que pode crescer e ‘bagunçar’ a disputa?

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Ibope mostra Décio Lima na liderança
Mariani lidera em pesquisa de triplo empate técnico

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Política ainda na frente da Copa

Pesquisa da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV DAPP) aponta que brasileiros ainda não entraram no clima da Copa do Mundo. As menções no Twitter à seleção brasileira e à Copa ainda são pouco menos da metade de referências, no mesmo período, à política do país, que somam menções a pré-candidatos à presidência da República, à greve dos caminhoneiros, ao desemprego, à corrupção e às eleições de outubro. Essa diferença de volume, segundo a FGV, é sintoma de como os sucessivos episódios políticos continuam prendendo a atenção (e a preocupação) dos brasileiros, apesar do interesse nacional na seleção e no hexa. Será que esse desinteresse resiste à estreia da Seleção?

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Rodrigues pré-candidato

O deputado federal João Rodrigues (PSD) não figurou em pesquisa eleitoral com a intenção de volto para o Governo de Santa Catarina (MAPA, contratada pela RIC, ADI e SC Portais), divulgada na semana passada. Para ele a ausência foi normal, já que a pré-candidatura foi lançada somente no sábado em Braço do Norte. Mas o parlamentar não concordou com a ausência dos deputados federais Esperidião Amin (PP), num dos cenários, e Jorginho Mello (PR), que para ele já são pré-candidatos a mais tempo de veriam ser citados.

Agora com a pré-candidatura na rua, Rodrigues (PSD) espera sim, aparecer em novas consultas, alternando os cenários entre ele e o deputado estadual Gelson Merísio (PSD). Dessa forma, será possível comparar as chances de cada um nessa corrida.

Este é um dos assuntos que Rodrigues falou na primeira entrevista para uma emissora de televisão após o lançamento da pré-candidatura. O programa foi ao ar hoje, às 7h30min, na Unisul TV. Na entrevista o deputado também falou sobre o que pretende defender na futura campanha e de alguns assuntos polêmicos que vez outra ganham atenção no mandato do parlamentar.



Garcia no PSD
Segundo João Rodrigues, o evento de sábado em Braço do Norte, que além do apoio recebido por ele, também promoveu as pré-candidaturas de Júlio Garcia para deputado estadual e Ricardo Guidi para deputado federal foi inteiramente idealizado pelo ex-conselheiro do TCE. A filiação de Garcia ao PSD é apenas questão de tempo e provavelmente organização de um novo evento para marcar a assinatura da ficha.

Sem repetição de voto

Uma outra pesquisa realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas indica que 71,6% dos eleitores não repetiriam em 2018 o voto de 2014 para a Câmara dos Deputados. Isso não significa que teria uma renovação na mesma proporção, pois o voto pode mudar de um candidato que disputa a reeleição para outra na mesma condição, mas demonstra a insatisfação do eleitor. Outro problema para seria as poucas novidades que surgem entre os candidatos. Mas e você leitor? Você repetiria o seu voto de 2014 em 2018?

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Consulta após o debate

A primeira pesquisa eleitoral sobre a intenção de voto dos tubaronenses saiu nesta quinta-feira, 25/8. A consulta encomendada pelo Jornal Noticom, junto a Alô-Brasil Pesquisas, foi elaborada na última segunda, terça e quarta-feira, portanto deve ter medido a reação dos eleitores também após o primeiro debate realizado na segunda. Na consulta estimulada, aquela em que o nome dos candidatos é apresentado, Carlos Stüpp (PSDB) aparece em primeiro com 34%, seguido por Joares Ponticelli (PP) com 22%, Olavio (PT) com 16% e Edi da Farmácia (PSC) com quase 8%. Indecisos, brancos e nulos somam 19%. Como não se publicou nenhuma pesquisa antes do início da campanha fica difícil avaliar se alguem subiu ou desceu, mas é certo dizer que a disputa promete.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Maioria acha que nada mudou

A consulta feita pela Confederação Nacional dos Transportes indica que o governo do presidente interino Michel Temer (PMDB) tem avaliação positiva de 11% dos entrevistados, contra 28% de avaliação negativa. Para 30%, a avaliação é regular e outros 30% não souberam opinar. A aprovação do desempenho pessoal do presidente atinge quase 34% contra 40% de desaprovação. Quase 55% disseram que o governo de Temer está igual ao de Dilma Rousseff (PT) e que não se percebe nenhuma mudança no país. Para 20%, está melhor, e para outros 15% está pior. Além disso, para 46%, a corrupção no governo Temer será igual ao do governo Dilma. 28% acreditam que vai ser menor e 18% consideram que vai ser maior.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Contra ou a favor das pesquisas?

A realização de pesquisas é importante. No campo dos negócios podem indicar tendências e necessidades do mercado. Na comunicação demonstram as preferências do telespectador/leitor/ouvinte e na política a tendência de voto do eleitor. E neste momento estas são as pesquisas mais contestadas.

As pesquisas movimentam a campanha política, geram notícia, mas os erros registrados no primeiro turno novamente colocam em dúvida a capacidade delas de reproduzir a vontade do eleitor. Agora se fala novamente em aprovar leis que proíbam a divulgação durante o período eleitoral.

Tem sido assim nas últimas eleições. Sempre que termina a apuração surgem as reclamações sobre os erros. A grande pergunta é por que os políticos ainda não tomaram nenhuma atitude?

As consultas são válidas, mas deveriam ser divulgadas somente até a definição das candidaturas. Depois disso, só deveriam servir para consumo interno, para avaliações dos envolvidos nas campanhas. Durante a período eleitoral, já passou o tempo!

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Pé nas costas?

As eleições em Santa Catarina apresentam um quadro um tanto curioso. O atual governador Raimundo Colombo (PSD) lidera as pesquisas com folga e ao que tudo indica deve vencer novamente no primeiro turno. O detalhe é que a campanha dele está basicamente no rádio e televisão.

Com problemas de saúde ele praticamente não fez campanhas nas ruas. A agenda tem sido bastante limitada. Ele chegou a se licenciar do governo estadual para se dedicar à campanha, mas ainda não foi liberado pelos médicos. Não participa dos diversos debates realizados pelo interior do estado. Não está presente nos eventos partidários. Mesmo assim, não para de subir nas pesquisas.

A última consulta do Ibope mostra que ele subiu seis pontos percentuais e chega a 49%. O segundo colocado Paulo Bauer (PSDB) caiu de 19 para 17% e Cláudio Vignatti (PT) manteve-se com 7%.

Qual é a explicação deste fenômeno? Por que os adversários políticos não decolam? É a vantagem de quem disputa a reeleição? Ele realmente teve um bom mandato ou o eleitor está desinteressado da campanha eleitoral?

Voto a voto

A disputa para o Senado está cada vez mais acirrada. A rivalidade entre Paulo Bornhausen (PSB) e Dário (PMDB) no debate realizado pela Unisul TV não foi à toa. Os dois vão disputar voto a voto até o final da campanha. A mesma pesquisa do Ibope indica um empate técnico entre os dois. Bornhausen manteve os 25% que tinha, mas Dário subiu de 15 para 22%. Milton Mendes (PT) manteve-se com 7%. Pelo menos no Senado vamos ter emoção até cinco de outubro.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Mais de 60% sem voto definido

O período oficial das campanhas eleitorais ainda nem começou e as pesquisas já começam a dar polêmica. Os números divulgados pela consulta contratada pelo Grupo RBS confirmam a óbvia liderança do governador Raimundo Colombo (PSD) e põem em risco a efetivação de algumas pré-candidaturas.

Colombo está na mídia nos últimos três anos e meio e esta lembrança ajuda a coloca-lo como provável vencedor no primeiro turno, com quaisquer adversários. Para os outros nomes que aparecem distantes do primeiro colocado, a pesquisa serve como um ponto de partida e motivação para crescer.

Mas o fraco resultado na consulta também pode prejudicar quem tem aspirações maiores. Os nomes do PMDB , por exemplo, enfrentam dificuldades num momento em que tentam convencer as bases de que devem ter uma candidatura própria.

Outro resultado preocupante é o do deputado estadual Joares Ponticelli (PP) que busca uma vaga na chapa majoritária. Na pesquisa estimulada ele obteve apenas 1% das preferências. Ficou abaixo de nomes como o dos deputados Sargento Amauri Soares (PSOL), Décio Lima e Jailson Lima (PT) e do outro pré-candidato do PP, João Pizzolatti.

Mas a informação mais relevante da pesquisa e que neste momento ganha pouco destaque é o número de eleitores que ainda não sabem em quem votar. Mais de 60% dos pesquisados estão nesta situação, o que significa que com a campanha de verdade na rua muita coisa pode mudar.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Indicadores para agir

Poucas opções de cultura, lazer e esporte, problemas com segurança pública, com a despoluição do rio e dificuldades para empreender um negócio próprio e com telefonia. Estas são as principais preocupações dos tubaronenses indicadas por uma pesquisa encomendada pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina.

O projeto Indicadores de Qualidade de Vida envolveu outras quatro cidades catarinenses e teve o objetivo de identificar as fragilidades do Estado e servir de guia para os investimentos necessários.

O estudo não traz muitas novidades, mas dá números a certas insatisfações que crescem nos últimos tempos. Em Tubarão, outras áreas apresentaram resultados apenas regulares como transporte, trânsito e mobilidade urbana, educação e saúde.

A pesquisa é novamente uma constatação de que muita coisa precisa ser feita para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Espera-se que ela não seja vista como mera estatística e sirva como um norte para que os gestores públicos atuem onde a população realmente precisa.

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Instituto Mapa apresenta Indicador de Qualidade de Vida em alguns municípios catarinenses

terça-feira, 29 de outubro de 2013

O (des)crédito das pesquisas

A credibilidade dos institutos de pesquisas eleitorais anda arranhada há um bom tempo. Só nas eleições do ano passado foram identificados erros nos números divulgados na véspera em 21 das 26 capitais. É muita coisa.

A quantidade de erros é um dos argumentos do senador catarinense Luiz Henrique da Silveira (PMDB) que propõe proibir a divulgação das pesquisas nos 15 dias anteriores à eleição. Seria esta a solução? Proibir? A medida seria quase sem efeito, pois muita gente vai pagar para esta pesquisa sair num jornal do Paraguai, Argentina ou Uruguai e depois repercutir por aqui.

O deputado federal Esperidião Amin (PP) também faz criticas a esta situação, mas considera que deveria ser feito um ranking sobre a credibilidade dos institutos de pesquisa para o eleitor saber quem acerta mais do que erra.

Como esta discussão sobre as pesquisas não é nova e a reclamação sobre os erros parece choro de perdedor a discussão deveria ser mais ampla. Incluindo até questionamentos sobre a metodologia. Dá para estimar o comportamento de 100 milhões de eleitores, ouvindo só duas mil pessoas?

As pesquisas até podem influenciar uma parcela do eleitorado, mas elas servem mesmo é para os partidos e candidatos arrecadarem recursos para as campanhas. Eles é que têm interesse na fabricação de números favoráveis para convencer não só o eleitor mas também quem pode contribuir financeiramente. Afinal de contas, ninguém quer botar dinheiro numa candidatura derrotada.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Vítimas do próprio veneno

Há três dias das eleições proliferam-se a publicação de enquetes, camufladas em forma de pesquisas, com o objetivo de confundir o eleitor, de colocar este ou aquele em primeiro ou segundo lugar e até fazer com que alguém desista. A cada eleição é a mesma coisa e voltamos a nos perguntar: por que permitem a publicação de tais absurdos? A resposta é simples: os políticos insistem em legislar em causa própria. Os que reclamam hoje, já usaram ou um dia vão usar dos mesmos artifícios para confundir o eleitor. Eles têm o antídoto, mas preferem ser vítimas do próprio veneno.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Briga pelo segundo lugar

Na guerra contra a pesquisas e pela desmoralização ao trabalho feito pelos jornais diários de Tubarão fica evidente que ninguém discorda da liderança do candidato do PT, Olavio Falchetti, nas intenções de voto. A divergência é quanto ao número dado a ele, e principalmente pelo segundo lugar.

Mas se não temos segundo turno em Tubarão, por que tanta disputa por esta posição? A explicação dada pelos palpiteiros é que o segundo colocado teria chances de receber o apoio do terceiro com o famoso ‘descarrego’ de votos na reta final. Daí a pergunta muda. Será que dá tempo de combinar com o eleitor?

O fato é que depois desta última pesquisa do Notisul a disputa eleitoral permite a manutenção de um cenário aberto e sujeito a uma votação extremamente apertada. A vitória não virá fácil para ninguém.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Contra os números e o tempo

A divulgação de mais uma pesquisa eleitoral no sábado consolidou o quadro atual em Tubarão. Durante a semana foram publicadas outras pesquisas com o claro objetivo de confundir o eleitor e desacreditar o trabalho realizado pelos jornais. Mas os números do Diário do Sul, semelhantes aos dos Notisul, confirmam a situação do momento: liderança de Olavio Falchetti (PT) acima dos 40%, empate técnico entre Carlos Stupp (PSDB) e Edinho Bez (PMDB) na faixa de 17% e Pepê Collaço (PSD) com 9%.

Se há algum número para ser contestado a dúvida é apenas com o segundo colocado. Na pesquisa IPC, do jornal Notisul, Edinho é o segundo com seis pontos de vantagem, e na pesquisa Mapa, do Diário do Sul, Stupp figura em segundo com menos de dois pontos de diferença.

Mas a pergunta que fica após este fim de semana é se a quinze dias da eleição ainda há espaço para uma virada do quadro. Desde que os nomes dos candidatos ficaram definidos a preferência do eleitor, manifestada nas pesquisas, não mudou. O número de indecisos vai diminuindo e o tempo também.

Números altíssimos de rejeição também poderiam explicar as dificuldades que as candidaturas tem revelado para mudar a situação. Em média, Edinho, Stupp e Pepê tem índices acima de 20%.

Interessante mesmo, seria saber porque o eleitor não quer de volta o ex-prefeito, não quer votar num parlamentar de seis mandatos ou ainda não quer manter o atual prefeito. Teria sido uma estratégia equivocada a divisão dos partidos que integram a tríplice aliança em nível estadual? Como ninguém ganha antes da hora, os próximos dias prometem ser de muito trabalho para as equipes de campanha.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Prefeitura pode pagar por pesquisa eleitoral?

Moradora de região conta que foi abordada em casa por um pesquisador. Ela perguntou quem estava pagando pela pesquisa e depois de certa relutância o rapaz disse que era a prefeitura do município.

A pesquisa começou com perguntas sobre a avaliação da cidade: satisfação com o município, se percebeu progresso, etc, e até aí, tudo bem. Em seguida vieram perguntas sobre as eleições de 2012 e apresentação dos nomes dos pré-candidatos discutidos até agora.

Foi então que a desconfiança bateu nesta cidadã. Se a pesquisa tinha sido encomendada pela prefeitura, poderia também buscar dados eleitorais? “Pode-se fazer pesquisa de intenção de voto com o dinheiro público?”, questionou.

Não quero acreditar que tal desvio tenha ocorrido, e se não foi, o entrevistador estaria então, mentindo. Ainda segundo a moradora, o pesquisador usava um crachá da empresa Interagir em cujo endereço de Rio do Sul, também consta a empresa Central de Pesquisas e Marketing (CPM), que em 2009 já prestou serviços para uma prefeitura da região. De qualquer forma, acho que se esta cidadã levasse os fatos ao Ministério Público, valeria, no mínimo, um pedido de informações sobre os serviços encomendados. Só para esclarecer!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

O que dizem as pesquisas internas?

Os partidos tem o mês de junho como prazo final para definir os candidatos de 2012. O tempo que antecede esta data tem sido usado para tentar construir alianças. De fato, se conversa muito, mas a definições ainda devem demorar.

O que muitos procuram nesta hora é deixar amarrada uma coligação que garanta desde tempo nos programas de rádio e televisão até o que mais interessa que são reais chances de vitória.

Todos procuram estar ao lado do candidato que melhor aparece nas pesquisas que nesta hora não são divulgadas e tem seus resultados usados somente para o planejamento.

O que se percebeu neste período de verão é que tem muita gente interessada em fazer o único pré-candidato a prefeito definido a mudar de ideia. Olávio Falchetti, do PT, anuncia há um bom tempo que será novamente candidato com chapa pura. Aceitará apoios, mas sem coligações.

Mas nos jornais e emissoras de rádios o que mais se leu e se ouviu foi de que é impossível ganhar uma eleição sem uma coligação. E que a ‘teimosia’ de Olávio é conversa de quem não quer ganhar.

Será que é isso mesmo? Em geral, sem coligação fica muito mais difícil, mas o que será que as pesquisas internas andam dizendo? Porque há um esforço tão grande para tentar fazer o petista mudar de ideia?

Olávio foi o candidato a deputado estadual mais votado em Tubarão nas eleições de 2010. O cenário era diferente e o número de candidatos também. Será que está tendência se confirma para 2012?

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Nota 5

Instituto de pesquisa que avalia periodicamente o desempenho de prefeituras indica que no momento a nota dada pela população ao governo de Tubarão é 5. Dentro da prefeitura sabe-se que esta nota já esteve em 4, mas acredita-se que com as obras previstas, chegarão ao final do ano com nota 6.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Inovação tecnológica aliada a preservação de recursos naturais

Assim como o Aeroporto de Jaguaruna deve trazer desenvolvimento para a região. Outro projeto em fase de implantação também promete ser um marco no crescimento de Tubarão. O projeto vem com um novo conceito: Inovação tecnológica aliada a preservação de recursos naturais

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