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terça-feira, 4 de setembro de 2018

Candidatos a governador avaliam o debate em Laguna

O debate entre os candidatos a governador de Santa Catarina, realizado em Laguna no sábado (1º/9) continua repercutindo. Pedimos aos quatro candidatos presentes que nos enviassem uma avaliação sobre o programa. Três responderam. Confira abaixo o que eles disseram:

Comandante Moisés (PSL)
“Fiquei muito satisfeito com o debate em Laguna, região em que trabalhei por mais de vinte anos. Por isso, conheço as demandas da região e acredito que o debate contribui com o amadurecimento, a democracia e a possibilidade dos eleitores avaliarem o conteúdo de cada candidato e fazer a sua livre escolha pelo melhor de Santa Catarina e pelo Brasil.”








“O debate foi uma grande oportunidade para apresentarmos nossas propostas pra saúde, segurança, educação e para a região sul. Lamentamos apenas a ausência dos dois candidatos que representam o atual governo, um verdadeiro desrespeito ao povo do Sul do Estado.”

Portanova (Rede)

“O debate, que mobilizou toda a região Sul de Santa Catarina, foi um grande passo dado pela Rádio Difusora e Amurel. Acredito que quando os candidatos apresentam suas ideais é possível comparar e ver exatamente quem pode modificar o país e o estado, sem retrocessos e nem reproduções das práticas que nos trouxeram à situação atual. Neste sentido, o cidadão e o eleitor da região Sul pode ver a diferenças da Rede SC, que traz projetos baseados na democracia, sustentabilidade e ética.”


Fotos de Elvis Palma

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segunda-feira, 3 de setembro de 2018

O Sul no centro do debate

Os quatro candidatos a governador que compareceram ao debate realizado no sábado (1º/9) em Laguna, transmitido por um pool de oito emissoras de rádio e quatro jornais, deixaram um recado de que respeitam a região e que vão olhar para o Sul do Estado caso sejam eleitos. Na abertura do programa, eles responderam a um mesmo questionamento sobre a desigualdade econômica em relação a outras regiões de Santa Catarina.
Décio Lima (PT), Camasão (PSOL), Comandante Moisés (PSL) e Portanova (Rede)
participaram do debate realizado em Laguna e retransmitido por um pool de emissoras do Sul
Foto de Elvis Palma
Décio Lima (PT): disse que pretende ser um governador itinerante, renovar os processos e que virá à região para discutir com as lideranças locais as melhores alternativas.

Camasão (PSOL): disse que está preocupado com o desemprego na região, especialmente na região de Criciúma, e o setor carbonífero. Entende que a atividade dever ser repensada, aproveitando toda a estrutura das instituições existentes para buscar novas formas de geração de energia.

Comandante Moisés (PSL): disse que conhece as demandas da região e as dificuldades. Pretende criar parcerias para melhorar as condições de infraestrutura e garantir que seja possível o desenvolvimento. Quer também dar segurança jurídica para os investimentos no litoral.

Portanova (Rede): disse que a saída passa pelos investimentos em inovação tecnológica, pois os empregos que se conhecem atualmente vão desaparecer ou se transformar radicalmente. Para ele o equilíbrio ambiental e o desenvolvimento vão caminhar juntos.

Temas de sobra para debater

O formato do debate e a participação dos parceiros, permitiu abordar assuntos que interessam diretamente ao eleitor do Sul, como não se viu em nenhum espaço de discussão eleitoral até o momento. Entre outros assuntos abordados nas duas horas do debate, tivemos perguntas sobre o Porto de Imbituba, segurança, desenvolvimento, gestão do Estado, economia, APA da Baleia Franca, Terminal Pesqueiro de Laguna, futuro das ADRs e Hospital São José de Criciúma. E mesmo assim muitos temas importantes acabaram ficando de fora. Para os lagunenses, por exemplo, faltou abordar o acesso norte. Prova de que o Sul ainda precisa ter novas oportunidades de contato com os candidatos.

Convite foi para todos 

Todos os nove candidatos ao cargo de governador de Santa Catarina foram convidados para o debate, mas cinco deles não compareceram. Os motivos foram desde a adoção de critérios de só participar dos debates promovidos pela Acaert (Mauro Mariani-MDB e Gelson Merísio-PSD), outras agendas Ângelo Castro (PCO) e Ingrid Assis (PSTU) ou falta de recursos financeiros (Jessé Pereira). Mas para o público que acompanhou, a impressão que ficou mesmo foi de descaso com a região sul.

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sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Debate reunirá candidatos ao governo de SC em Laguna

A cidade de Laguna, umas das mais antigas de Santa Catarina, recebe neste sábado, 1º/9, os candidatos a Governador do Estado em 2018 para a realização de um debate eleitoral. A Rádio Difusora 91.5 FM lidera a formação de um pool de emissoras de rádio e jornais que realizam a transmissão pelo rádio e internet a partir das 9h30min. Além dela participam as rádios Bandeirantes 1010 AM (Imbituba), Litoral (Imaruí), Santa Catarina 1210 AM (Tubarão), Stylo 102.1 FM (Braço do Norte) e Hulha Negra 1450 AM (Criciúma), Mampituba 99.5 FM (Sombrio) e Integração 91.7 FM (Jacinto Machado) e Jornal de Laguna, Farol da Ilha (Laguna), Folha do Vale (Braço do Norte) e Diário do Sul (Tubarão).

Todos os nove candidatos ao governo foram convidados para o programa que será realizado no Salão Garibaldi, nas dependências do Laguna Tourist Hotel. São eles: Ângelo Castro (PCO), Comandante Moisés (PSL), Camasão (PSOL), Décio Lima (PT), Gelson Merísio (PSD), Ingrid Assis (PSTU), Jessé Pereira (Patriota), Mauro Mariani (MDB) e Portanova (Rede).

O debate foi formatado em cinco blocos. No primeiro, os candidatos vão se apresentar e responder a uma mesma questão. Nos blocos dois e quatro, será o momento do perguntas entre os candidatos. E nos blocos três e cinco, representantes dos veículos de comunicação que integram o pool farão perguntas aos candidatos. Um deles será sorteado para responder a questão e outro para fazer um comentário.

A avaliação de eventuais pedidos de direito de resposta será feita por uma comissão indicada pela subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Laguna.

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terça-feira, 28 de agosto de 2018

Debate será uma oportunidade para falar de nossas propostas, afirma Comandante Moisés (PSL)

Com apenas sete segundos de propaganda eleitoral no rádio e televisão, o candidato a governador de Santa Catarina, Comandante Moisés (PSL) quer aproveitar o debate do próximo sábado (1º/9), em Laguna, para se tornar mais conhecido do eleitor. "Precisamos destes espaços para poder esclarecer e levar nossas propostas. Como temos pouco espaço na mídia, todas as oportunidades devem ser bem utilizadas", disse Moisés que é um dos convidados para o programa que está sendo organizado pela Rádio Difusora e que resultou num pool de emissoras de rádio e jornais de todo o Sul do Estado.

Daniela, Lucas e Moisés, durante bandeiraço em Tubarão
Nesta terça-feira (28/8), Moisés realizou a primeira atividade da campanha nas ruas de Tubarão, cidade onde comandou o Corpo de Bombeiros, por mais de 15 anos. Ele estava acompanhado da candidata a vice-governadora Daniela Reinehr, do candidato a senador Lucas Esmeraldino, do candidato a deputado estadual Daniel Freitas e do candidato a deputado estadual Felipe Estevão.

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segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Mariani ouve demandas do setor pesqueiro

A agenda do candidato do MDB ao governo do Estado, Mauro Mariani, nesta segunda-feira, 27/8, foi em Itajaí. Por lá comprometeu-se com as demandas do setor pesqueiro e disse que será um parceiro do segmento caso seja eleito em outubro. O compromisso foi firmado ao lado do vice, o tucano Napoleão Bernardes, em uma reunião na sede do SINDIPI (Sindicato dos Armadores e das Indústrias de Pesca de Itajai e Região).

O emedebista ouviu os apelos de representantes de todos os elos da cadeia, incluindo os pedidos por uma maior segurança jurídica e a presença de um interlocutor de peso dentro do Governo Estadual. 

No próximo sábado, Mariani é um dos candidatos convidados para o debate da Rádio Difusora de Laguna, no Laguna Tourist Hotel. O programa é resultado de um pool de nove emissoras de rádio e quatro jornais que garantem a transmissão e cobertura em todas as três microrregiões do Sul do Estado.

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Debate no Sul e sobre o Sul

Debate no Sul e sobre o Sul

Entramos na semana do Debate entre os candidatos a governador de Santa Catarina que vai ser realizado em Laguna, no sábado, dia 1º/9. Será um momento de movimentar a campanha eleitoral por aqui e buscar o envolvimento e interesse do eleitor. Sem nomes do Sul entre os postulantes ao cargo, é importante saber e cobrar dos candidatos o que eles propõem para o desenvolvimento da região. Todos os nove candidatos foram convidados para o programa que será transmitido do Laguna Tourist Hotel. A organização é da Rádio Difusora e o pool de veículos de comunicação inclui mais sete emissoras de rádio e quatro jornais, que representam as três microrregiões do Sul Amurel, Amrec e Amesc.

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Laguna terá debate eleitoral em setembro
Cresce o pool para o debate de Laguna

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Gelson Merísio quer investir na modernização do estado

Candidato a Governador de SC
Gelson Merísio - PSD
O candidato a governador do PSD, deputado estadual Gelson Merísio, quer modernizar as práticas do governo para desta forma garantir recursos para áreas que considera prioritárias como a segurança, por exemplo. Saiba mais sobre o que ele pensa:

O senhor conseguiu fechar uma grande aliança, mas a definição de PP e DEM ficou para o limite do prazo final das convenções. Como foi esse período de construção dessa candidatura ao governo? 

Gelson Merísio – Sempre que se tem um aliança numerosa, partidos que têm toda legitimidade em pleitear todas as posições de qualquer disputa eleitoral, há sempre dificuldade no fechamento, como foi nesta eleição. O que prevaleceu ao final foi a compreensão de todos de que este projeto seria o melhor para Santa Catarina. Pessoas que pensam de forma semelhante no enfrentamento que deveremos ter na máquina pública, de rompimento de um modelo de construção de processo mais enxuto com a extinção das regionais, com mais policiais, com mais médicos e mais enfermeiros nos postos de saúde. Esta é a visão que nos uniu e por isso mesmo superamos as dificuldades na construção da aliança que é vigorosa e que tem toda condição não apenas de ganhar a eleição mas também depois de fazer um trabalho que dê resposta as pessoas que moram em Santa Catarina.

Fechada a chapa, é o momento de seguir para a campanha. Qual é a principal mensagem que o senhor pretende levar ao eleitor catarinense?

Gelson Merísio – Compromisso com a verdade, compromisso de tratarmos de todos os temas com absoluta transparência. Compromisso de fazermos transformações que precisam ser feitas, olhando para a frente. Reconhecendo os avanços que tivemos no passado, mas também compreendendo que o modelo que nós temos está exaurido. Nós temos que ter um novo processo administrativo, mais enxuto, que permita mais recursos para obras, mais recursos especialmente para a segurança pública, que na minha visão a grande demanda da sociedade catarinense neste momento. Agora nós temos uma decisão para tomar. Ou nós enfrentamos o crime organizado, nós temos mais policiais na rua, nós temos um envolvimento da sociedade ou nós acabamos perdendo esta condição de um estado com qualidade de vida, um estado seguro para viver e para morar. Esta é a conta que nós queremos implementar e para isso, termos pessoas que pensam de forma semelhante é vital neste processo de construção de um novo momento.

A reorganização administrativa do Estado com o redirecionamento dos recursos é a garantia para que o senhor consiga colocar em prática estas propostas?

Gelson Merísio – Nós vamos extinguir entre 1.200 e 1.400 cargos comissionados. Nós vamos trazer tecnologia em todos os processos. Especialmente em segurança pública, com investimento de R$ 2 bilhões nos próximos três anos em tecnologia de monitoramento, em tecnologia de Inteligência, e permita uma resposta melhor dos efetivos. Nós vamos reconvocar 5 mil policiais da reserva e vamos fazer concurso público na polícia civil e no IGP, de forma a termos um aparato policial numeroso, eficiente para com a tecnologia que vamos dispor. Fazendo um enfrentamento muito forte, duro e definitivo contra o crime organizado. Retomando aqueles indicadores que nós tínhamos a 10, 15 anos atrás. Essa tem que ser a nossa missão e pra isso vamos trabalhar.



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Merísio confirmado, mas ata fica aberta

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Jessé Pereira: “queremos acabar com a polarização dos grandes partidos em SC”

Candidato a Governador de Santa Catarina
Jessé Pereira - Patriota
O presbítero da Assembleia de Deus, Jessé Pereira, surge como uma das novidades de última hora nas eleições de Santa Catarina. Ele é o candidato do Patriota. Confira o que ele pensa:

Inicialmente a convenção do partido havia aprovado coligação com o PSL. O que mudou e como foi definida a sua candidatura ao governo do estado?

Jessé Pereira – Aqui em Santa Catarina, vendo que essa situação caótica, em todas as instituições políticas, e as demais, nós não poderíamos ficar inertes a tudo isto. Decidimos então sair da zona de conforto e lutar por uma renovação. Afinal nosso Estado está sob uma polarização de grandes partidos há décadas. E algo precisa mudar. Com isso começamos a procurar os partidos, que vinham alinhados com a renovação, como nós, decididos a fazer diferente de tudo quanto foi feito até agora. Fechamos uma parceria com o PMN, que indicou o candidato ao Senado, o jornalista Roberto Salum. E a outra vaga ao Senado estava sendo reservada à minha pessoa. E após várias conversas chegamos a convenção do partido no dia 4/8, decididos a lançar apenas Salum. E nos iriamos com as vagas de deputados estaduais e federais, para reforçar esse time que eu creio que vai ser um time vencedor. Porém no dia seguinte, no último dia de selar as atas partidárias, no dia 5/8. Foi aberta uma conversa com o PSL. A gente sabendo já que eles tinham os candidatos ao governo e vice, mesmo assim fomos até eles para conversar. E lá também já tínhamos ciência que eles tinham candidato ao Senado, que era o presidente atual da sigla. Então nos restava pelo menos uma vaga à suplência no Senado do então presidente do PSL. Sendo que estávamos vindo com um grupo de 80 candidatos entre deputados federais e estaduais. Mais o nosso candidato ao Senador, Roberto Salum. Assim era um forte exército para a renovação. Mas infelizmente não foi aceita a nossa proposta. O PSL queria apenas fechar em chapa pura. Eles já estavam fechados tanto para governo, como vice, senado e também as vagas de suplência, não quiseram ceder para a gente. Então não nos restou outra alternativa a não ser abrirmos o nosso próprio espaço junto com o PMN e tomar o nosso caminho que eu creio que vai ser um caminho vencedor. Temos um grupo forte, unido e com condições de seguir nossa caminhada. E foi dada a largada para este projeto. Onde após várias reuniões e conversas o partido decidiu lançar a minha candidatura ao governo. Vendo meu nome como uma aposta na renovação, até porque venho de uma família cristã, tenho uma vida limpa, pura, nada que condene meus atos. Sou um patriota de coração. Há pouco tempo estávamos lutando em favor de formar o Partido Militar Brasileiro (PMBR), e hoje, até pelo fato de eu estar chegando a candidatura ao governo, deixo minha gratidão ao presidente do PMBR, o nosso amigo Lenilso Machado, que foi um homem que me ensinou muita coisa. Um homem humilde, que me ajudou muito nas horas que eu mais precisei.

Fechada a chapa, é o momento de seguir para a campanha. Qual é a principal mensagem que o senhor pretende levar ao eleitor catarinense?

Jessé Pereira – Vamos lutar por uma nova Santa Catarina. Vamos lutar por um novo momento. E você catarinense, a mensagem que eu deixo é que é momento de mudança, é momento de agir. Porque se nós ficarmos em casa dizendo ‘não, tô revoltado, não vou votar em ninguém’ isso não vai ajudar em nada na democracia. Você tem que ir lá fazer a sua parte como um cidadão e votar. Faça a sua parte. Só dou um conselho. Procure votar em pessoas que estão para renovar o atual cenário. Não permita que essa polarização dos grandes partidos continue no poder. Vamos em frente. Vamos lutar por uma Santa Catarina decente.
 

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Patriota com Jessé Pereira

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Décio Lima: “queremos um governo que valorize o cidadão catarinense”

O candidato a governador de Santa Catarina pelo PT, Décio Lima, afirma que representa ser a renovação no processo político estadual. Confira mais sobre o que ele pensa:
Candidato a Governador de SC
Décio Lima - PT

O PT disputa o governo do estado com chapa pura. Como foi a construção desta candidatura?

Décio Lima – A nossa candidatura é uma produção de causa e de valores que se somaram ao longo das trajetórias e das lutas do povo de Santa Catarina. Dos movimentos sociais e das feridas que a nossa gente carrega, infelizmente, em vários processos de exclusão. Neste momento a candidatura também representa com a possibilidade clara de um processo de renovação da política de Santa Catarina. É por isso que me coloco nesta condição de trazer a possibilidade histórica, real, de um processo de renovação na política de Santa Catarina. Fechada a composição da chapa, é o momento de seguir para a campanha.

Qual é a principal proposta que o senhor pretende levar ao eleitor catarinense?

Décio Lima – Eu acredito que a grande indagação neste momento, sobretudo que o povo catarinense haverá de fazer, é pra que que serve o Estado? Eu quero um Estado que resolva o meio de milhão de catarinenses nas filas, hoje infelizmente, aguardando um atendimento da alta complexidade. Um Estado que não cresce na forma como o Brasil cresce. Nós verificamos que o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro no período de 2010 a 2016 obteve um incremento de 37% e aqui em Santa Catarina foi de 31%, o que revela o atraso que o nosso Estado vive, justamente porque não temos um governo que acredite nas vocações próprias do povo catarinense. O Estado de Santa Catarina, ele tem uma receita de R$ 26 bilhões e ao mesmo tempo, R$ 6 bilhões que poderiam incrementar esta receita são generosamente entregues, historicamente nas últimas quatro décadas aos mesmos empresários. Uma Santa Catarina que paga R$ 406 mil, quase meio milhão, para criar um emprego no nosso Estado, porque não aposta nas vocações regionais e naturais do nosso povo, que é a agricultura familiar, que é o pequeno empreendedor. O pequeno empreendedor é o que mais emprega e é o que menos é protegido pelo governo de Santa Catarina, historicamente. É com esta motivação que nós queremos renovar. E para renovar precisa, sobretudo, ter biografia. Ou seja, aquele que passa a impulsionar um processo com pessoas que não estão contaminadas pelos agrupamentos econômicos e pelos agrupamentos políticos que nas últimas quatro décadas dominam o Estado de Santa Catarina e em nosso ver, em detrimento de uma possibilidade real de sermos um Estado de aumento da qualidade de vida do nosso povo.



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PT com Décio Lima

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Comandante Moisés: “Estado deve focar em suas atividades básicas”

Candidato a Governador de SC
Comandante Moisés - PSL
O candidato do PSL, Comandante Moisés, é uma das novidades na disputa pelo governo de Santa Catarina. Esta vai ser a primeira participação numa eleição, depois de uma carreira no Corpo de Bombeiros do Estado. Saiba mais sobre o que ele pensa:

O seu partido, nessa trajetória de pré-campanha, buscou aliados que pudessem dar espaço para a candidatura presidencial da sigla, depois foi procurado por partidos e no fim acabou decidindo por uma candidatura própria e em chapa pura. Como se deu a construção dessa candidatura do PSL ao governo do estado e que culminou com o seu nome sendo o escolhido?

Comandante Moisés - Essa é uma demanda, na verdade, de toda a nossa militância do PSL, por candidatura própria. Nós entendemos internamente e a sociedade também já pensa assim, que esses grandes blocos partidários acabam trazendo para o estado muitas pessoas que depois vão procurar se acomodar em posições estratégicas, secretarias e você acaba tendo que atender uma série de pessoas. Com isso não consegue ter foco na atividade que o estado precisa entregar ao cidadão, que é o serviço público de qualidade, basicamente na saúde, na segurança e na educação. Então quando você cria grandes blocos, em possíveis coligações, você acaba atraindo essa dificuldade de gestão posteriormente.

E durante a campanha, qual a mensagem que o partido vai levar ao eleitor de Santa Catarina? 

Comandante Moisés - Esse recado que a gente entrega ao eleitor é o compromisso de política públicas sérias, o compromisso com a justiça, o compromisso com o enxugamento da máquina pública. São tantas bandeiras partidárias, do livre comércio, da entrega de fato dos serviços de qualidade ao cliente, o nosso maior usuário, do serviço público, que é quem paga tributos. Então essa é a ideia. Você trazer uma esperança, você trazer o desejo das pessoas de permanecerem no país. Uma mudança nacional, um encaminhamento contra a corrupção, apoiando as entidades e instituições de Estado, que combatem a corrupção. Trazendo uma tranquilidade a quem empreende. Uma segurança jurídica a quem está empreendendo. Especialmente nas premissas básicas do Estado que são a segurança, saúde e educação. Se você não consegue entregar essas três tarefas adequadamente, você não pode atuar em outras esferas. O Estado muitas vezes abarca várias atividades que não são exclusivas do Estado e acabam comprometendo a vida do cidadão, e de quem recolhe seus tributos e não recebe a efetividade na devolução dos serviços que lhe são cabíveis.

O senhor tem uma carreira profissional no Corpo de Bombeiros de Santa Catarina, a adaptação para a vida política tem muita diferença?

Comandante Moisés - Eminentemente, quando você faz gestão de processos, em qualquer ambiente seja público ou privado você já adquire alguma experiência tanto de lidar com pessoas quanto também as instituições. E ao longo de mais de trinta anos de vida pública, a gente vai aprendendo muitas coisas. Então tem algumas diferenças. Basicamente porque a minha atividade sempre foi uma atividade muito técnica. Não se trabalhava politicamente e a ideia é continuar sendo técnico. Porque me parece que à política falta este conteúdo técnico, falta este conteúdo de compromisso com os objetivos republicanos. E não simplesmente atrair pessoas para ficar mantendo o poder. Essa é a ideia, de um compromisso com o serviço e com o cidadão.



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PSL com Carlos Moisés

Cresce o pool para o debate de Laguna

O primeiro debate entre os candidatos ao governo de Santa Catarina foi realizado no sábado, em Criciúma, pela Rádio Som Maior FM, e teve a participação de cinco candidatos. O clima cordial marcou o programa. O próximo no Sul deve ser o debate que está sendo organizado pela Rádio Difusora FM de Laguna, que foi remarcado para o dia 1º/9. Para esse, os nove candidatos foram convidados e a lista de parceiros na formação do pool também cresceu. As rádios Mampituba FM (Sombrio) e Integração FM (Jacinto Machado) e o jornal Diário do Sul (Tubarão) se somaram aos demais veículos que representam as três microrregiões do Sul do Estado.

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Laguna terá debate eleitoral em setembro

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Mariani quer buscar mais eficiência do serviço público

Candidato a Governador do MDB
Mauro Mariani
O candidato a governador pelo MDB, Mauro Mariani, entende que é preciso diminuir a máquina pública para poder entregar melhores serviços ao cidadão. “A sociedade não aguenta mais pagar uma conta e não receber nada em troca”, afirma. Confira mais o que ele pensa:

Como foi a construção da coligação que definiu a sua candidatura ao governo do estado pelo MDB? 

Mauro Mariani - Foi uma construção com muita paciência, tranquilidade, serenidade e respeitando o tempo de cada partido. Ao final conseguimos construir uma aliança muito forte com partidos com grande capilaridade no estado. Formamos uma aliança bastante importante com plenas condições de fazer uma bela eleição em Santa Catarina. O Napoleão Bernardes (PSDB) que é o nosso candidato a vice-governador, é um jovem político, promissor, e com experiência. Foi prefeito de Blumenau por duas vezes. Penso que vamos fazer uma boa dupla nesse momento importante que a política vive e que também quer novas soluções, uma gestão mais moderna, mais eficiente. Então eu estou muito contente e feliz, certo de que fizemos as melhores escolhas. Essa coligação é autoexplicável, MDB com PSDB. Estivemos juntos desde 2002 com nosso saudoso Luiz Henrique da Silveira. Depois nas eleições municipais, fizemos grandes parcerias e não tenho dúvida que faremos uma boa dupla para enfrentar os desafios de Santa Catarina.

O tempo, até agora, foi usado na construção das alianças, mas em termos de propostas o senhor pretende levar ao eleitor catarinense nesta campanha?

Mauro Mariani - Primeiro eu já tenho dito ao longo dessa nossa caminhada que devemos buscar eficiência no serviço publico. A sociedade não aguenta mais pagar uma conta e não receber nada em troca. Na verdade, se criou uma estrutura de governo gigantesca que tem fim em si mesmo. Ela consome praticamente todos os recursos públicos para fazer com que a máquina ande. Então nós temos que trabalhar para diminuir a máquina pública e entregar serviço na ponta. Não podemos mais admitir, por exemplo, 70 mil crianças fora da sala de aula, crianças em idade de ensino médico. Nós não podemos mais admitir um irmão nosso ter que esperar seis meses pra iniciar um tratamento a uma doença ou ficar numa fila por conta da ineficiência, especialmente dos hospitais de Santa Catarina, especialmente os hospitais públicos. Nós temos que combater isso no dia a dia. Então é por ai que nós vamos caminhar. Vamos ter muito tempo pra falar sobre isso. Discorrer sobre o plano de governo que nós estamos construindo já há bastante tempo. Percorremos todo o estado indo à sociedade, com um evento denominado ’15 em movimento’, ouvindo, visitando, entendendo o que é relevante para cada região e certamente temos um diagnóstico perfeito e entendemos e sabemos aquilo que é importante para Santa Catarina.
 

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MDB e DEM decidem candidaturas, mas aguardam PSDB

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Portanova defenderá o desenvolvimento com sustentabilidade

Candidato a Governador de SC
Rogério Portanova - Rede Sustentabilidade
A campanha do candidato a governador da Rede Sustentabilidade, Rogério Portanova, será baseada em três princípios que fundamentam uma proposta de desenvolvimento sustentável. Na conversa abaixo ele explica um pouco sobre suas ideias.

Como é que foi a construção da sua candidatura a governador pela Rede Sustentabilidade?

Rogério Portanova – Essa é uma construção que seu deu já em 2010, a primeira vez que Marina Silva foi candidata a presidente da República. E no ano passado a Rede foi legalizada, ou melhor, há três anos que existe a Rede Sustentabilidade. Essa é a primeira eleição que nós participamos como partido desse processo. Então nós não poderíamos, em Santa Catarina, deixar de dar a nossa contribuição de entrar em campo para ajudar Marina Silva, presidente da República, e trazer uma alternativa para Santa Catarina. Uma alternativa que tenha a democracia aprofundada, a ética na política, a sustentabilidade e principalmente uma diversidade cultural que é a marca do nosso estado. Com isso a gente acredita que vamos poder se afastar dos mesmos de sempre que estão apresentando as mesmas propostas e que levaram o país a esta situação. Quem nos trouxe até esta condição não vai fazer nós sairmos da crise. Essa é a bandeira que nós estamos levantando. Essa é a alternativa fora de todo os partidos do sistema que ora se apresentam aqui em Santa Catarina.

Essa é realmente a principal bandeira que o senhor pretende levar aos catarinenses durante a campanha eleitoral?

Rogério Portanova – A principal bandeira, como eu falei, está baseada em três princípios: democracia aprofundada, ética na política e sustentabilidade. Com isso nós vamos apresentar uma alternativa ao modelo energético que nós temos altamente poluente, concentrador de renda. Por outro lado um novo modal de transporte que inclua tanto o transporte de cabotagem quanto o transporte ferroviário, que infelizmente foi abandonado, por uma visão rodoviarista que causa tantos problemas. Uma profunda reforma no Estado, que acabe com as secretarias regionais e ao mesmo tempo que a gente traga o equilíbrio das contas para o Estado, fazendo com que haja um estado necessário, nem grande, nem pequeno, mas que a gente valorize os servidores seja da educação, seja na saúde e não os penalize com os processos de privatização. A nossa principal bandeira está baseada na sustentabilidade em todas as áreas, seja na saúde, seja na segurança, seja na educação. Esse é o grande diferencial que nós vamos apresentar nessa eleição, das quais, infelizmente, nenhum outro partido, ou candidato incorporou.
 

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Rede com Portanova

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Isenções de impostos para grandes empresas serão revistas, diz Camasão

O candidato a governador de Santa Catarina pelo PSOL, Leonel Camasão, quer discutir a situação econômica do Estado durante a campanha eleitoral. Ele entende que a dívida do governo pode ser amenizada com a revisão das isenções de impostos que hoje são concedidas para grandes empresas. Confira um pouco mais sobre o que ele pensa.

Como é que se construiu essa candidatura do PSOL ao governo de Santa Catarina?


Candidato a Governador de SC
Leonel Camasão (PSOL)
Leonel Camasão – A nossa candidatura foi construída ao longo desse semestre junto com os militantes do PSOL e do PCB a partir de seminários programados que nós fizemos em todas as regiões do Estado. No sul nosso seminário foi em Araranguá. E a gente construiu o programa de governo ouvindo ativistas, militantes, intelectuais, povo da universidade, líderes sindicais, pra gente ter um programa de governo mais aberto à participação popular. Este é um dos nossos princípios. E foi assim que construímos esta candidatura também como um instrumento pra nossa candidatura presidencial ao redor do Guilherme Boulos e da Sônia Guajajara, nossos candidatos. E assim estamos construindo, viajando o estado, conversando com as pessoas, buscando apresentar uma alternativa aos 40 anos de PP e PMDB, basicamente os partidos que se revezam no poder aqui no nosso Estado e os seus avatares.

E desse programa que vocês construíram o que você pode destacar, qual a principal mensagem que você pretende levar ao eleitor catarinense nessa campanha?

Leonel Camasão – Um elemento principal, que a gente vem trazendo para a discussão é a questão das finanças do Estado. O atual governo está entregando Santa Catarina com uma dívida de R$ 3 bilhões. Entregando o Estado prestes a quebrar. Mas o mesmo Estado deixa de cobrar em impostos dos super-ricos o dobro desse valor. Então isso é um problema muito sério. Porque o Governo de Santa Catarina isenta de impostos um conjunto de empresas numa lista secreta, que ninguém sabe qual é, que ninguém sabe quem recebe isenção e por que recebe isenção e qual é a contrapartida social. O pequeno empresário, o microempreendedor individual, o cidadão comum paga impostos em níveis muito altos. A tributação brasileira é sobre o consumo e sobre a renda, basicamente. E os grandes empresários, e os grandes grupos econômicos pagam muito pouco ou não pagam nada. Então nós precisamos rever esta situação, abrir esta lista das isenções fiscais de Santa Catarina, e com certeza cortar muita coisa, porque se o valor que se deixa de arrecadar em impostos é o dobro do que Santa Catarina tem de dívidas, imagina o que nós podemos fazer com este recurso para atender naquilo que realmente é importante e fundamental e que é papel do Governo do Estado: saúde, educação e segurança pública gratuita e de qualidade para todo o povo catarinense. Então isso é um tema central que a gente precisa abrir essa caixa preta e revelar porque que tantos empresários grandes que financiavam campanhas até ontem recebem isenções fiscais e não pagam impostos em nossa Estado.
 

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PSOL com Leonel Camasão

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Ingrid Assis questionará o pagamento da dívida pública de SC

Candidata a governadora de SC
Ingrid Assis (PSTU)
Um dos temas que será defendido pela candidata a governadora de Santa Catarina Ingrid Assis (PSTU) será o não pagamento da dívida pública do Estado. Para ela a dívida não existe mais e os recursos devem ser investidos em saúde, educação e segurança. Confira um pouco mais sobre o que ela pensa:

O PSTU tem participado das últimas eleições ao Governo do Estado e estará presente também em 2018. Como foi a construção da sua candidatura?

Ingrid Assis – Nós do PSTU temos apresentado sempre chapa para concorrer às eleições e usar este espaço para tentar conscientizar as pessoas sobre o nosso projeto. O PSTU este ano vem com o lema ‘Chamado à Rebelião’ e ressaltando que não devemos ter nenhuma confiança neste sistema eleitoral e nos projetos que são apresentados pela maioria dos partidos, porque a gente sabe e tem várias experiências de que não vão resolver os problemas da população de Santa Catarina e do país.

Você é a única candidata mulher e também a primeira indígena a disputar o cargo. Que propostas pretende destacar junto ao eleitor?

Ingrid Assis - Em nossas candidaturas, não só aqui em Santa Catarina, mas por todo o país, tentamos colocar este quadro: pessoas que moram na periferia, que atuam nos movimentos populares e nas ações que a gente defende. Os trabalhadores e a população pobre, oprimida, em seus locais de trabalho, de estudo e de moradia, devem se organizar pra fazer uma grande luta contra esse sistema que tem nos atacados todos os dias. Dentro disso, nossas principais propostas são contra esse sistema que interfere na precarização da educação, da saúde, da segurança e dos serviços públicos em geral. A grande questão é a dívida pública. Aqui em Santa Catarina, tivemos no mês de junho um decreto do atual governador Eduardo Pinho Moreira (MDB), que tirou R$ 217 milhões da educação, para fazer o pagamento de uma dívida que nunca tem uma explicação de por que ela não acaba, se há tantos anos vem sendo paga. Então nossa proposta é que essa dívida pública ela pare de ser paga, e se, por acaso, vieram falar que nós estamos dando calote nessa dívida, que o Estado apresente provas de que essa dívida não foi paga. Porque a gente tem que parar, a gente tem que inverter as prioridades. E as prioridades dos pobres e oprimidos de Santa Catarina são a educação, a saúde, serviços públicos se segurança de qualidade. Hoje é impossível se ter, com a retirada desses investimentos desse setor pra pagar uma dívida que não existe.


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PSTU com Ingrid Assis

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Candidaturas próximas de definições

Esta semana será marcada pelo início de um período importante no calendário eleitoral. A partir da próxima sexta-feira, 20/7, os partidos políticos podem realizar as Convenções Partidárias que definem os candidatos e as alianças (coligações). Algumas siglas devem realizar os eventos logo no início do prazo, outros vão deixar para fazer só no último dia permitido, 5/8, a tendência seria de adiantar o que for possível para sair na frente dos adversários e evitar surpresas. Mas na prática pouco se sabe ainda sobre as datas.

O quadro atual tem os seguintes pré-candidatos em SC:
MDB – Mauro Mariani – convenção sem data informada
PT – Décio Lima – pré-agendada para 4/8
DEM – João Paulo Kleinubing – convenção sem data informada
PSDB – Paulo Bauer – convenção sem data informada
PP – Esperidião Amin – convenção sem data informada
PSTU – Ingrid Assis – convenção sem data informada
PSL – candidato e convenção sem informação
PSOL – Leonel Camasão – convenção em 4/8
PR – Jorginho Mello – convenção sem data informada
PSD – Gelson Merísio – convenção sem data informada
Rede – Rogério Portanova – convenção sem data informada

E para Presidente

MDB – Henrique Meirelles – convenção em 2/8
PDT – Ciro Gomes – convenção em 20/7
PT – Lula – convenção sem data informada
DEM – Rodrigo Maia – convenção sem data informada
PCdoB – Manuella D’Avila – convenção em 1º/8
PSDB – Geraldo Alckmin – convenção sem data informada
PSC – Paulo Rabello de Castro – convenção sem data informada
PSTU – Vera Lúcia – convenção sem data informada
PRTB – Levy Fidelix – convenção sem data informada
Democracia Cristã – Eymael – convenção sem data informada
Podemos – Álvaro Dias – convenção sem data informada
PSL – Jair Bolsonaro – convenção sem data informada
PRB – Flávio Rocha – convenção sem data informada
PSOL – Guilherme Boulos – convenção sem data informada
PPL – João Goulart Filho – convenção sem data informada
Solidariedade – Aldo Rebelo – convenção sem data informada
Novo – João Amoedo – convenção sem data informada
Rede – Marina Silva – convenção sem data informada

Debates nacionais

As redes nacionais de TV aberta já teriam definido um calendário de debates entre os candidatos a presidente do Brasil em 2018 para o primeiro turno da campanha. O calendário teria sido formado da seguinte forma: Band (16/8), Rede TV! (24/8), Cultura (17/09) SBT (26/09), Record (1º/10) e Globo (4/10). Quase um por semana.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Laguna terá debate eleitoral em setembro

A cidade de Laguna, umas das mais antigas de Santa Catarina, será sede de um debate entre os candidatos a Governador do Estado em 2018. A Rádio Difusora 91.5 FM lidera a formação de um pool de emissoras de rádio e jornais. Além dela já confirmaram a participação as rádios Bandeirantes 1010 AM (Imbituba), Litoral 90.9 FM (Imaruí), Santa Catarina 1210 AM (Tubarão), Stylo 102.1 FM (Braço do Norte) e Hulha Negra 1450 AM (Criciúma), e Jornal de Laguna, Farol da Ilha (Laguna) e Folha do Vale (Braço do Norte).

A data definida pelos organizadores é 1º de setembro, um sábado. Numa campanha eleitoral oficial de apenas 45 dias, os candidatos não terão muito tempo para percorrer todas as cidades do estado. Isso reforça a necessidade de participar de debates que reúnam diversos veículos de comunicação e de diferentes mídias e tenham um grande alcance. Até agora, a formação deste pool garante audiência nas regiões da Amurel e Amrec, sem contar a internet, pois também haverá transmissão pelas redes sociais.

Por meio de convite feito pela Difusora, terei a responsabilidade de integrar a organização e fazer a mediação do programa que será transmitido, ao vivo, do Salão Garibaldi, nas dependências do Laguna Tourist Hotel. Os convites oficiais serão enviados a partir das definições das convenções partidárias, mas assessorias de pré-candidatos e partidos já foram avisadas sobre o debate.

No âmbito nacional, alguns candidatos já disseram que não participarão de debates, mas até o momento em Santa Catarina não tivemos um posicionamento negativo semelhante. Isso deixa aberta a expectativa de que todos os candidatos a governador participem.

Receitas perdidas

O debate poder ser uma oportunidade para cobrar e ouvir dos candidatos o que eles têm de propostas para o Sul do Estado. Relatório produzido por técnicos da Associação dos Municípios da Região do Carvão (Amrec), e divulgado pelo jornalista Adelor Lessa, revela que as três microrregiões do Sul perderam mais de R$ 61 milhões em receitas nos últimos 17 anos. Só na Amurel a redução foi de R$ 18 milhões. E a culpa disso não pode ser colocada só na conta da crise. Regiões como Joinville, Chapecó e Itajaí tiveram crescimento. Esta última de R$ 200 milhões. Diante dos números, tirem suas conclusões.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Bateram em quem não é candidato

Os candidatos a prefeito de Capivari de Baixo perderam uma grande oportunidade de dizer o que vão fazer par melhorar a situação da cidade. No debate realizado no domingo pela Unisul TV criticaram a atual gestão do município, mas não disseram nada de novo. Repetiram o que os moradores já estão cansados de saber, falaram dos problemas, mas pouco falaram sobre como resolver.

Debate dos vices

O debate entre os candidatos a vice-prefeito de Tubarão hoje, na Unisul TV, às 22h, deve ser um termômetro do clima eleitoral bem no meio da campanha. Deve ser o primeiro encontro com representantes das quatro candidaturas. Além disso, a semana ainda reserva outros encontros. Também hoje à noite tem debate com os candidatos a prefeito promovido pelo Sintermut e amanhã pelo DCE da Unisul.

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