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quinta-feira, 15 de agosto de 2013
terça-feira, 26 de março de 2013
Matemática no lugar da ideologia
O secretário estadual de Turismo Beto Martins (PSDB) está desde o último fim de semana respondendo aos questionamentos sobre uma possível mudança de partido. A informação que circula é de que ele estaria trocando o PSDB pelo PP. Alguns até davam a notícia como certa e do litoral ao oeste catarinense surgiram diversas manifestações de parabéns e boas vindas.
Sobre o assunto, o ex-prefeito de Imbituba me disse que não havia tratado formalmente com ninguém, mas como tem muitos e grandes amigos no PP a informação surgiu como brincadeira. Mas percebam, Beto disse que formalmente não tem nada, o que significa que informalmente se fala no assunto.
Mas quem acha que a troca de partido de uma das principais lideranças tucanas no Estado é apenas especulação deve prestar atenção a alguns números que são muito estudados quando se planejam projetos eleitorais. É a matemática no lugar da ideologia.
Beto Martins tem interesse em ser candidato a deputado estadual em 2014 e baseado na votação dos eleitos em 2010 faz as contas. Naquela eleição Marcos Vieira foi o quarto mais votado do PSDB com 38.370 votos. Pela sobra, Dóia Guglielmi conquistou a sexta e última vaga com 34.667 votos. Ou seja, se o PSDB manter o mesmo número de vagas seriam necessários entre 40 a 45 mil votos para se eleger com folga. Mas será que o partido repete o desempenho?
Já entre os deputados eleitos pelo PP, Valmir Comim foi o quinto mais votado com 30.223 votos e pela sobra Reno Caramori ocupou a vaga do falecido Lício da Silveira com 24.198 votos. Uma diferença de 10,5 mil votos para o último eleito do PSDB.
Com uma votação superior a dos progressistas, os tucanos Maurício Escudlark e Daniel Tozzo fizeram 34.093 votos e 27.755 votos respectivamente e ficaram na suplência. O candidato tucano da Amurel mais votado foi Carlos Stüpp que fez 23.404 votos.
Como o presidente da Assembleia Legislativa, Joares Ponticelli, já anunciou que não disputa a reeleição, o PP da Amurel teria uma vaga a ser ocupada e muito provalmente seria o espaço para Beto Martins. Em Imbituba, cidade em que foi prefeito por dois mandatos, o sucessor Jaison Cardoso (PSDB) tem um vice do PP. Então não seria nada constrangedora a mudança. E ainda pela aprovação que deixou a prefeitura, a expectativa seria obter mais de 50% dos votos na cidade e já partiria com a eleição bem encaminhada. Se Ponticelli for candidato a deputado federal, ganharia também um cabo eleitoral de peso.
Ah é claro, o PSDB em 2014 também deve ter o senador Paulo Bauer como candidato ao governo do estado e um dos nomes cotados para vice é também o de Beto Martins. Então a decisão levará outros fatores em conta e o tempo deve valorizar o passe dele ainda mais.
Sobre o assunto, o ex-prefeito de Imbituba me disse que não havia tratado formalmente com ninguém, mas como tem muitos e grandes amigos no PP a informação surgiu como brincadeira. Mas percebam, Beto disse que formalmente não tem nada, o que significa que informalmente se fala no assunto.
Mas quem acha que a troca de partido de uma das principais lideranças tucanas no Estado é apenas especulação deve prestar atenção a alguns números que são muito estudados quando se planejam projetos eleitorais. É a matemática no lugar da ideologia.
Beto Martins tem interesse em ser candidato a deputado estadual em 2014 e baseado na votação dos eleitos em 2010 faz as contas. Naquela eleição Marcos Vieira foi o quarto mais votado do PSDB com 38.370 votos. Pela sobra, Dóia Guglielmi conquistou a sexta e última vaga com 34.667 votos. Ou seja, se o PSDB manter o mesmo número de vagas seriam necessários entre 40 a 45 mil votos para se eleger com folga. Mas será que o partido repete o desempenho?
Já entre os deputados eleitos pelo PP, Valmir Comim foi o quinto mais votado com 30.223 votos e pela sobra Reno Caramori ocupou a vaga do falecido Lício da Silveira com 24.198 votos. Uma diferença de 10,5 mil votos para o último eleito do PSDB.
Com uma votação superior a dos progressistas, os tucanos Maurício Escudlark e Daniel Tozzo fizeram 34.093 votos e 27.755 votos respectivamente e ficaram na suplência. O candidato tucano da Amurel mais votado foi Carlos Stüpp que fez 23.404 votos.
Como o presidente da Assembleia Legislativa, Joares Ponticelli, já anunciou que não disputa a reeleição, o PP da Amurel teria uma vaga a ser ocupada e muito provalmente seria o espaço para Beto Martins. Em Imbituba, cidade em que foi prefeito por dois mandatos, o sucessor Jaison Cardoso (PSDB) tem um vice do PP. Então não seria nada constrangedora a mudança. E ainda pela aprovação que deixou a prefeitura, a expectativa seria obter mais de 50% dos votos na cidade e já partiria com a eleição bem encaminhada. Se Ponticelli for candidato a deputado federal, ganharia também um cabo eleitoral de peso.
Ah é claro, o PSDB em 2014 também deve ter o senador Paulo Bauer como candidato ao governo do estado e um dos nomes cotados para vice é também o de Beto Martins. Então a decisão levará outros fatores em conta e o tempo deve valorizar o passe dele ainda mais.
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segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Efetivados na Alesc
Com a realização do segundo turno das eleições municipais, dois deputados estaduais eleitos em 2010 deixam a Assembleia no próximo dia 31 de dezembro. Cesar Souza Junior (PSD) assumirá a Prefeitura de Florianópolis, enquanto Elizeu Mattos (PMDB) comandará Lages. As vitórias abrem vagas para suplentes da coligação DEM-PMDB-PSDB-PTB-PTC-PSL-PRP-PSC, que obteve 24 das 40 vagas do Parlamento catarinense na eleição de 2010.
Maurício Eskudlark (PSD) e Mauro de Nadal (PMDB), que já exercem o mandato de deputado, serão efetivados.
Dois suplentes poderão assumir uma cadeira na Assembleia em 2013: Daniel Tozzo (PSDB) e Paulo França (PMDB). A vinda deles, no entanto, depende do afastamento de outros parlamentares ou da permanência dos deputados do PMDB que atualmente estão no primeiro escalão do governo estadual: Ada Faraco de Luca, secretária de Justiça e Cidadania; Valdir Cobalchini, secretário de Infraestrutura; e Renato Hinning, secretário de Desenvolvimento Regional da Grande Florianópolis.
O suplente de deputado estadual Carlos Stüpp (PSDB) sobe duas posições e agora passa a ser o sétimo suplente da coligação.
Dois suplentes poderão assumir uma cadeira na Assembleia em 2013: Daniel Tozzo (PSDB) e Paulo França (PMDB). A vinda deles, no entanto, depende do afastamento de outros parlamentares ou da permanência dos deputados do PMDB que atualmente estão no primeiro escalão do governo estadual: Ada Faraco de Luca, secretária de Justiça e Cidadania; Valdir Cobalchini, secretário de Infraestrutura; e Renato Hinning, secretário de Desenvolvimento Regional da Grande Florianópolis.
O suplente de deputado estadual Carlos Stüpp (PSDB) sobe duas posições e agora passa a ser o sétimo suplente da coligação.
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quinta-feira, 4 de agosto de 2011
PSDB vai pedir cargo de suplente
Situação que já foi comentada aqui no blog está agora sendo confirmada pela direção estadual do PSDB. Partido quer buscar a vaga do suplente Maurício Eskudlark que está de saída para o PSD. O assunto foi tratado na reunião da bancada tucana na Alesc e divulgada pelo colunista político do Diário Catarinense, Roberto Azevedo.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
PSDB vai buscar vagas
Lideranças e suplentes de deputado do PSDB decidiram que vão pedir na justiça as vagas dos deputados que estão ingressando no PSD. Com base na decisão do STF de que as vagas pertencem às coligações, eles vão pedir as vagas dos deputados do DEM e do suplente Maurício Eskudlark, ex-PSDB. Como o PSD está sendo criado, não pertence a nenhuma das coligações vigentes e que disputaram as eleições de 2008 e 2010. Se prevalecer esta tese, até o ex-prefeito de Tubarão, Carlos Stüpp, poderá assumir uma cadeira na Assembleia Legislativa.
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Infidelidade à coligação
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Infidelidade à coligação
terça-feira, 10 de maio de 2011
Infidelidade à coligação
A Lei da Infidelidade Partidária deixou uma série de brechas que agora estão sendo exploradas pelos partidos. E como são brechas, sujeitas a interpretações, também vão dar margem para uma boa discussão.
A dúvida sobre a quem pertence o mandato e sobre a fragilidade da lei engrossa diante da recente decisão do STF sobre a quem pertence o mandato. No caso ficou definido que ele pertence à coligação. Então um partido recém criado, como o futuro partido novo do Kassab, o PSD e não PGK, não tem nenhum mandato, pois não participou ainda de nenhuma eleição e muito menos de alguma coligação. Tanto é que na próxima eleição, terá direito somente ao tempo mínimo da propaganda eleitoral.
Se não participou de eleição, se não participou de coligação, portanto não terá direito aos mandatos dos novos filiados, que deixaram siglas que participaram de eleições e coligações passadas.
Por esta lógica estariam em discussão em Santa Catarina, pelo menos sete mandatos de deputado estadual e três suplentes. Todos os seis mandatos dos deputados do DEM e mais um do PP e ainda o do suplente do PSDB Maurício Eskudlark que atualmente exerce o mandato e outros dois suplentes do DEM que ao mudar de sigla também não poderiam ocupar uma das vagas da coligação.
Com essa reviravolta toda, que ninguém sabe como vai acabar, seria criada uma condição para que o ex-prefeito de Tubarão Carlos Stüpp assumisse uma vaga na assembléia legislativa. De uma hora para outra ele deixaria de ser o nono suplente para ser o segundo ou até primeiro suplente.
Na Câmara de Vereadores de Tubarão, situação semelhante ocorreria com o suplente do PMDB Vanor Rosa, que ganharia o direito de assumir o mandato na vaga que hoje é ocupada por Jairo Cascaes, que está saindo do DEM para entrar no PSD.
Tudo isso, porque a Lei de Infidelidade Partidária permite a troca de partidos quando um novo é criado ou quando ocorre uma fusão, mas contradiz a decisão do STF de que o mandato pertence à coligação.
Se alguém vai cobrar na justiça este direito eu não sei. Mas que é uma discussão que pode frustrar os planos de quem quer aproveitar esta brecha, isso pode.
A dúvida sobre a quem pertence o mandato e sobre a fragilidade da lei engrossa diante da recente decisão do STF sobre a quem pertence o mandato. No caso ficou definido que ele pertence à coligação. Então um partido recém criado, como o futuro partido novo do Kassab, o PSD e não PGK, não tem nenhum mandato, pois não participou ainda de nenhuma eleição e muito menos de alguma coligação. Tanto é que na próxima eleição, terá direito somente ao tempo mínimo da propaganda eleitoral.
Se não participou de eleição, se não participou de coligação, portanto não terá direito aos mandatos dos novos filiados, que deixaram siglas que participaram de eleições e coligações passadas.
Por esta lógica estariam em discussão em Santa Catarina, pelo menos sete mandatos de deputado estadual e três suplentes. Todos os seis mandatos dos deputados do DEM e mais um do PP e ainda o do suplente do PSDB Maurício Eskudlark que atualmente exerce o mandato e outros dois suplentes do DEM que ao mudar de sigla também não poderiam ocupar uma das vagas da coligação.
Com essa reviravolta toda, que ninguém sabe como vai acabar, seria criada uma condição para que o ex-prefeito de Tubarão Carlos Stüpp assumisse uma vaga na assembléia legislativa. De uma hora para outra ele deixaria de ser o nono suplente para ser o segundo ou até primeiro suplente.
Na Câmara de Vereadores de Tubarão, situação semelhante ocorreria com o suplente do PMDB Vanor Rosa, que ganharia o direito de assumir o mandato na vaga que hoje é ocupada por Jairo Cascaes, que está saindo do DEM para entrar no PSD.
Tudo isso, porque a Lei de Infidelidade Partidária permite a troca de partidos quando um novo é criado ou quando ocorre uma fusão, mas contradiz a decisão do STF de que o mandato pertence à coligação.
Se alguém vai cobrar na justiça este direito eu não sei. Mas que é uma discussão que pode frustrar os planos de quem quer aproveitar esta brecha, isso pode.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Ficantes e saintes
O deputado federal Jorginho Mello decidiu no sábado que fica no PSDB. Já o deputado estadual Maurício Eskudlark decidiu que vai sair para ingressar no futuro partido novo do Kassab, o PSD e não PGK. O prefeito de Imbituba Beto Martins ficou feliz pela decisão do primeiro, pois trabalhou para ele na campanha de 2010 e agora também para mantê-lo no partido. Em Tubarão, será que o vereador João Fernandes segue a decisão, pois antes dizia que sairia junto com Jorginho? E o delegado regional Renato Poeta. Será que também segue Eskudlark?
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Suplente do PSD terá direito a assumir mandato?
Na discussão sobre se a vaga de suplente pertence ao partido ou à coligação, sempre entendi o que ficou decido pelo STF: as vagas são da coligação. Mas agora com a criação do futuro novo partido do Gilberto Kassab cuja sigla é PSD, e não PGK, passei a repensar a situação.
O PSD não participou das eleições de 2010, portanto não teve candidatos e não elegeu ninguém. Mas agora deverá receber filiados de todos os lados, com e sem mandato. Alguns deles, como deputado estadual Maurício Eskudlark (PSDB) exercem o mandato como suplente.
Ao migrar para o PSD, Eskudlark também estaria pulando fora da coligação? E como fica a situação dos deputados do DEM que também mudarão de partido? Estou começando a concordar com a tese de que coligação não vale nada mesmo.
O PSD não participou das eleições de 2010, portanto não teve candidatos e não elegeu ninguém. Mas agora deverá receber filiados de todos os lados, com e sem mandato. Alguns deles, como deputado estadual Maurício Eskudlark (PSDB) exercem o mandato como suplente.
Ao migrar para o PSD, Eskudlark também estaria pulando fora da coligação? E como fica a situação dos deputados do DEM que também mudarão de partido? Estou começando a concordar com a tese de que coligação não vale nada mesmo.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Espaço para os suplentes
A nomeação do primeiro escalão do governo de Raimundo Colombo (DEM) deve alterar pelo menos 10% da composição da 17º Legislatura, já que quatro dos deputados estaduais reeleitos foram anunciados para o secretariado. Pelo número de votos obtidos, segundo o critério vigente de coligação partidária, os primeiros suplentes da coligação são Mauricio Eskudlark (PSDB), Mauro de Nadal (PMDB), Dirce Heiderscheidt (PMDB) e Edison Andrino (PMDB). Pelo menos três deles deverão assumir o Parlamento já no dia 2 de fevereiro, nas vagas de Valdir Cobalchini (PMDB), Secretário de Infraestrutura; Cesar Souza Júnior (DEM), Secretário de Turismo, Esporte e Cultura, e Serafim Venzon (PSDB), Secretário de Assistência Social, Trabalho e Habitação. A deputada Ada Faraco de Luca (PMDB), uma das representantes da Amurel, permanece no Legislativo e só deverá assumir a pasta da Justiça e Cidadania nos próximos dias.
Com informações da AI/Alesc
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Dado Cherem será o líder da bancada do PSDB na Alesc
O deputado estadual reeleito Luiz Eduardo Cherem (PSDB), o Dado, foi escolhido para liderar a bancada tucana na Alesc. Ele foi o mais votado do PSDB nas eleições de outubro e quinto do estado e seguirá para o terceiro mandato. Dado sucederá Serafim Venzon (PSDB) que assumirá a Secretaria Estadual de Assistência Social no futuro governo.
A bancada tucana terá seis parlamentares para a legislatura 2011-2014: Dado, Gilmar Knaesel, Marcos Vieira, Nilson Gonçalves – todos reeleitos – e o novato Adilor Guglielmi, o Dóia. Com a ascensão de deputados da Tríplice Aliança em secretarias de Estado, o primeiro suplente Maurício Eskudlark também integrará a bancada tucana.
A bancada tucana terá seis parlamentares para a legislatura 2011-2014: Dado, Gilmar Knaesel, Marcos Vieira, Nilson Gonçalves – todos reeleitos – e o novato Adilor Guglielmi, o Dóia. Com a ascensão de deputados da Tríplice Aliança em secretarias de Estado, o primeiro suplente Maurício Eskudlark também integrará a bancada tucana.
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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Polícia Civil e Militar unem-se para coibir possível invasão do MST em área do Estado
Após participarem ontem em Florianópolis de uma reunião convocada pelo Governador do Estado, Luiz Henrique da Silveira (PMDB), o prefeito José Roberto Martins (PSDB), o Beto, e toda cúpula estadual da Polícia Militar e Civil, como também do Município de Imbituba, reuniram-se hoje na Prefeitura para planejar uma ação integrada entre as polícias e o Poder Executivo e Legislativo quanto à repetida ameaça de invasão do MST no Município (Movimento dos trabalhadores sem terra).
O prefeito expôs todo cenário acerca do terreno que é alvo do movimento (área da ZPE e BRDE), e disse que não se tratam de locais para realização de atividade agrícola.
- Estas terras do estado não estão à deriva e existe sim já um processo solidificado para as mesmas.
Beto destacou também que o objetivo não é e nunca será de repressão a qualquer movimento social, desde que este esteja dentro da legalidade.
Para o Subcomandante Geral da PMSC, Coronel Luiz da Silva Maciel, o momento é de integração das duas corporações que irão estar juntas para coibir qualquer ato que incite a violência.
- O que fazemos é tomar medidas preventivas que promovam a segurança dos cidadãos - enfatizou Maciel.
O Delegado Geral da Polícia Civil do Estado, Maurício José Eskudlark, também presente no encontro, se colocou a inteira disposição do Município para dar todo o aparato necessário no caso de alguma ação de conflito.
- As polícias irão trabalhar juntas para manter a ordem social.
Com informações da AI/PMI
O prefeito expôs todo cenário acerca do terreno que é alvo do movimento (área da ZPE e BRDE), e disse que não se tratam de locais para realização de atividade agrícola.
- Estas terras do estado não estão à deriva e existe sim já um processo solidificado para as mesmas.
Beto destacou também que o objetivo não é e nunca será de repressão a qualquer movimento social, desde que este esteja dentro da legalidade.
Para o Subcomandante Geral da PMSC, Coronel Luiz da Silva Maciel, o momento é de integração das duas corporações que irão estar juntas para coibir qualquer ato que incite a violência.
- O que fazemos é tomar medidas preventivas que promovam a segurança dos cidadãos - enfatizou Maciel.
O Delegado Geral da Polícia Civil do Estado, Maurício José Eskudlark, também presente no encontro, se colocou a inteira disposição do Município para dar todo o aparato necessário no caso de alguma ação de conflito.
- As polícias irão trabalhar juntas para manter a ordem social.
Com informações da AI/PMI
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terça-feira, 14 de abril de 2009
Polícia Civil recebe novos equipamentos
O secretário de Segurança Pública Ronaldo Benedet vem ao sul do Estado nesta quarta-feira (15/4) para entregar equipamentos paras as policias de Araranguá, Criciúma, Tubarão e Laguna. O Delegado Geral da Polícia Civil, Maurício Eskudlark, acompanha o secretário nas visitas.
Segundo Benedet, o governo investiu mais de R$ 3,9 milhões na aquisição dos equipamentos. Foram adquiridos mil computadores e mil uniformes táticos, além de um investimento em R$ 400 mil na compra das armas Teaser.
Segundo Benedet, o governo investiu mais de R$ 3,9 milhões na aquisição dos equipamentos. Foram adquiridos mil computadores e mil uniformes táticos, além de um investimento em R$ 400 mil na compra das armas Teaser.
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