Comitiva de Jaguaruna gastou sapato pelos corredores de Brasília esta semana. Prefeito Luís Napoli (PP) e lideranças visitaram 13 deputados e três senadores com o objetivo de viabilizar recursos para o município. Eles também tiveram audiências com a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvati (PT) e com o secretário nacional de Acessibilidade e Programas Urbanos, Leodegar Tiscoski (PP).
Na lista dos pedidos levados a Brasília estão o projeto do acesso secundário à BR-101, aprovação do PAC2, contemplando a pavimentação de 18 ruas, pavimentação do acesso do centro da cidade ao Aeroporto Regional e liberação de recursos para o sistema de esgoto sanitário.
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sexta-feira, 12 de abril de 2013
domingo, 31 de julho de 2011
PP de SC emite nota de apoio a Tiscoski
O diretório estadual do PP manifestou por meio de uma nota oficial apoio ao secretário nacional de Saneamento, Leodegar Tiscoski, que foi envolvido em denúncia da revista Isto É. Confira a integra do texto:
"Partido Progressista SC
O Partido Progressista de Santa Catarina vem a público manifestar o seu total apoio ao Secretário Nacional de Saneamento, Leodegar Tiscoski, citado em denúncia na imprensa nacional. Leodegar Tiscoski tem um histórico político ilibado e de relevantes serviços prestados ao Estado de Santa Catarina, sem jamais ter sofrido qualquer condenação ou fato que desabonasse a sua conduta. Por tudo isso, Leodegar Tiscoski, merece a nossa total confiança e solidariedade.
Joares Ponticelli / Aldo da Rosa
Presidente / Secretário Geral"
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Tiscoski e Pizzolatti envolvidos em denúncia
"Partido Progressista SC
O Partido Progressista de Santa Catarina vem a público manifestar o seu total apoio ao Secretário Nacional de Saneamento, Leodegar Tiscoski, citado em denúncia na imprensa nacional. Leodegar Tiscoski tem um histórico político ilibado e de relevantes serviços prestados ao Estado de Santa Catarina, sem jamais ter sofrido qualquer condenação ou fato que desabonasse a sua conduta. Por tudo isso, Leodegar Tiscoski, merece a nossa total confiança e solidariedade.
Joares Ponticelli / Aldo da Rosa
Presidente / Secretário Geral"
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Tiscoski e Pizzolatti envolvidos em denúncia
sábado, 30 de julho de 2011
Tiscoski e Pizzolatti envolvidos em denúncia
Depois dos escândalos envolvendo o PR no Ministério dos Transportes é a vez do PP e dos Ministério das Cidades. Reportagem da revista Isto É denuncia esquema do partido dentro do ministério e envolve diretamento os catarinenses Leodegar Tiscoski, secretário de Saneamento Ambiental, e do deputado federal João Pizzolatti, que recém assumiu o mandato por causa de problemas com a ficha suja, quero dizer, Lei da Ficha Limpa.
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O esquema do PP no Ministério das Cidades
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O esquema do PP no Ministério das Cidades
terça-feira, 5 de julho de 2011
Tiscoski volta a falar em “projetos inconsistentes”
O Secretário Nacional de Saneamento Ambiental, Leodegar Tiscoski (PP) disse que Tubarão pode sim buscar recursos para o desassoreamento do Rio Tubarão, macro-drenagem, Rio da Madre entre outros, e ser atendido, mas é preciso ter um projeto consistente. “As propostas apresentadas por Tubarão ano passado foram inconsistentes, e por isso os recursos não foram liberados”, disse o secretário ontem durante participação na sessão da Câmara de Vereadores de Tubarão. A referência direta ao ex-correligionário foi ouvida pela ala governista.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Tiscoski visita Câmara de Tubarão
O Secretário Nacional de Saneamento Ambiental, Leodegar Tiscoski (PP) também participa da sessão da Câmara de Vereadores de Tubarão nesta segunda-feira (4/7). O objetivo da visita é apresentar aos vereadores as ações e metas da pasta, principalmente as que beneficiam a região e o município de Tubarão.
sexta-feira, 11 de março de 2011
28 anos, quatro meses e 23 dias de espera
O secretário nacional de Saneamento Ambiental Leodegar Tiscoski (PP) deverá ser convidado pela Câmara de Vereadores de Tubarão para apresentar os programas de apoio oferecidos pela pasta. O pedido foi feito pelo vereador Dionísio Bressan (PP) que quer esclarecer o que ele descreveu como ‘(des)informação’ sobre o apoio do Governo Federal ao município.
Na semana passada, durante a troca de farpas entre o vice-prefeito Pepê Collaço, presidente do partido em Tubarão, e o deputado estadual Joares Ponticelli, presidente do partido no Estado, insinuou-se que parte da novela do projeto da macrodrenagem foi causada por problemas no projeto, que teria sido mal elaborado.
Vale lembrar que no requerimento apresentado Bressan cita também a necessidade de redragagem do Rio Tubarão, obra realizada pela última vez há 28 anos, quatro meses e 23 dias!
Na semana passada, durante a troca de farpas entre o vice-prefeito Pepê Collaço, presidente do partido em Tubarão, e o deputado estadual Joares Ponticelli, presidente do partido no Estado, insinuou-se que parte da novela do projeto da macrodrenagem foi causada por problemas no projeto, que teria sido mal elaborado.
Vale lembrar que no requerimento apresentado Bressan cita também a necessidade de redragagem do Rio Tubarão, obra realizada pela última vez há 28 anos, quatro meses e 23 dias!
quinta-feira, 10 de março de 2011
Em ritmo de campanha
A ex-candidata ao Senado Beth Tiscoski (PP) não perde tempo e já trabalha visando as eleições de 2014. Só que desta vez ela será candidata a deputada estadual. Beth está de olho nas lacunas que serão deixadas por Joares Ponticelli, que já antecipou que não disputará mais o cargo, e pelo falecido deputado Lício Silveira. No Carnaval, ela e o marido, secretário nacional de Saneamento Ambiental Leodegar Tiscoski, receberam amigos e convidados para uma feijoada em Laguna.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Pepê Collaço sai otimista de reunião no Ministério das Cidades
O vice-prefeito de Tubarão Felipe Luiz Collaço (PP), o Pepê, apresentou esta tarde em Brasília os projetos do município para obter recursos de R$ 42 milhões junto ao Ministério das Cidades. Pelo Twitter, ele relatou o encontro que avaliou como muito bom.
- Dividimos os R$ 42 milhões em quatro obras. Desassoriamento do rio: R$ 17 milhões, drenagem margem direita: R$ 13 milhões, drenagem Humaitá de Cima: R$ 6 milhões e recuperaçao das margens do rio: R$ 5 milhões. Os tecnicos parabenizaram nossa apresentaçao. Faltou-nos a entrega das plantas. Teremos que entregar até a próxima quarta-feira (24/11). Com o Ministro e Leodegar Tiscoski (PP) as indicações de aprovação foram promissoras. Esse sem duvida é um dia feliz na minha vida pública - escreveu no microblog.
Ainda pela manhã, Pepê informou que visitou os deputados federais Odacir Zonta (PP) e João Pizzolatti (PP) e também o senador Raimundo Colombo (DEM). O objetivo foi verificar o andamento de emendas parlamentares. Em Brasília, o vice-prefeito também acabou se encontrando com o deputado estadual Joares Ponticelli (PP).
- Dividimos os R$ 42 milhões em quatro obras. Desassoriamento do rio: R$ 17 milhões, drenagem margem direita: R$ 13 milhões, drenagem Humaitá de Cima: R$ 6 milhões e recuperaçao das margens do rio: R$ 5 milhões. Os tecnicos parabenizaram nossa apresentaçao. Faltou-nos a entrega das plantas. Teremos que entregar até a próxima quarta-feira (24/11). Com o Ministro e Leodegar Tiscoski (PP) as indicações de aprovação foram promissoras. Esse sem duvida é um dia feliz na minha vida pública - escreveu no microblog.
Ainda pela manhã, Pepê informou que visitou os deputados federais Odacir Zonta (PP) e João Pizzolatti (PP) e também o senador Raimundo Colombo (DEM). O objetivo foi verificar o andamento de emendas parlamentares. Em Brasília, o vice-prefeito também acabou se encontrando com o deputado estadual Joares Ponticelli (PP).
domingo, 11 de julho de 2010
Deka registra candidatura a deputado federal
Apesar do fogo amigo dentro do próprio partido, o vereador Deka May (PP) registrou no sábado (10/7) de forma individual a candidatura a deputado federal. Esta condição de ser ou não candidato ficou em dúvida nas últimas semanas por diversos interesses. A vontade de Deka era concorrer, mas sempre tinha um 'mas' para esperar.
No cenário atual, o vereador tubaronense será a única opção dos pepistas no sul para a Câmara dos Deputados. Leodegar Tiscoski desistiu de concorrer em favor de João Pizzolatti, que teve o registro impugnado pela Lei Ficha Limpa. Mesmo motivo que barrou o também já impugnado, suplente de vereador de Criciúma, Giovanni Zappellini.
Se terá chances ou não se eleger é outra história, mas dependendo do desempenho de Deka May nas urnas em 2010, o cenário político para 2012 poderá ser totalmente turbinado. Afinal de contas se Deka for bem, tornaria-se mais um nome forte dentro do PP para a sucessão de Manoel Bertoncini (PSDB).
Por aí se entende porque tantos 'mas' para garantir o nome do vereador na listas dos candidatos de 2010.
No cenário atual, o vereador tubaronense será a única opção dos pepistas no sul para a Câmara dos Deputados. Leodegar Tiscoski desistiu de concorrer em favor de João Pizzolatti, que teve o registro impugnado pela Lei Ficha Limpa. Mesmo motivo que barrou o também já impugnado, suplente de vereador de Criciúma, Giovanni Zappellini.
Se terá chances ou não se eleger é outra história, mas dependendo do desempenho de Deka May nas urnas em 2010, o cenário político para 2012 poderá ser totalmente turbinado. Afinal de contas se Deka for bem, tornaria-se mais um nome forte dentro do PP para a sucessão de Manoel Bertoncini (PSDB).
Por aí se entende porque tantos 'mas' para garantir o nome do vereador na listas dos candidatos de 2010.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Candidatura de Deka May: cadê o registro?
A indefinição da candidatura de Deka May (PP) a deputado federal foi comentada nos jornais diários de Tubarão ontem e hoje. O argumento é de que ele e Edson Firmino (PDT), também candidato ao mesmo cargo, aguardam as definições dos partidos para saber se seguem em frente ou não. O curioso é que a candidatura do pepista ainda não foi registrada pelo TRE. Ele tem até amanhã para fazer o registro de forma individual.
Ainda na quarta-feira, o jornalista Adelor Lessa, cita que Deka foi impedido de ser candidato pelo presidente estadual do PP e deputado estadual Joares Ponticelli, para preservar o espaço para o deputado federal João Pizzolatti (PP), que agora pode ficar de fora por causa da ficha suja.
Caso Pizzolatti fique mesmo fora da eleição, perderam a chance de ser candidatos Deka e o secretário nacional de Saneamento Ambiental Leodegar Tiscoski (PP), que havia desistido de disputar o pleito pelo mesmo motivo.
Ainda na quarta-feira, o jornalista Adelor Lessa, cita que Deka foi impedido de ser candidato pelo presidente estadual do PP e deputado estadual Joares Ponticelli, para preservar o espaço para o deputado federal João Pizzolatti (PP), que agora pode ficar de fora por causa da ficha suja.
Caso Pizzolatti fique mesmo fora da eleição, perderam a chance de ser candidatos Deka e o secretário nacional de Saneamento Ambiental Leodegar Tiscoski (PP), que havia desistido de disputar o pleito pelo mesmo motivo.
sábado, 3 de julho de 2010
Por e-mail: Deputado estadual Valmir Comin (PP)
Nesta troca de mensagens o deputado estadual Valmir Comin (PP) avalia os três mandatos na Assembleia, fala sobre renovação e rodízio com os suplentes, entre outros assuntos
BLOG DO RAFAEL MATOS – O senhor encerra em 2010 o terceiro mandato na Alesc. Qual avaliação pode ser feita em relação aos dois primeiros?
VALMIR COMIN – Uma avaliação positiva, mas bastante frustrada por estarmos na oposição há oito anos e com muitas dificuldades na concretização de projetos. Eu tenho percorrido várias regiões catarinenses conhecendo um pouco mais das necessidades e anseios da população. Percebemos em todo lugar que é fundamental acontecer a descentralização de verdade, possibilitando às secretarias regionais uma autonomia orçamentária. Para isso precisamos enxugar a máquina e potencializar os serviços. É preciso pensar o Sul como um todo, buscando cada vez mais a integração das três microrregiões (Amurel, Amrec e Amesc), e o envolvendo no processo das universidades e das associações comerciais. Temos que pensar o macro. Lembro que a arrecadação no ano 2000 era de pouco mais de R$ 150 milhões, e hoje está em R$ 1,1 bilhão. Isso mostra que somos um Estado pujante, e com condições de melhorar muito a qualidade de vida do cidadão.
BRM – É difícil escolher um, mas entre os projetos de sua autoria, qual considera mais importante?
VC – Nós temos vários projetos que ajudaram a mudar a qualidade de vida da população catarinense, e como você frisou, é difícil escolher um. Então vou destacar três. Um é o projeto de lei que garante a cirurgia de redução de estômago pelo SUS para as pessoas consideradas obesas. O outro é relacionado a reconstituição da mama para as mulheres acometidas pelo câncer. Projeto de alcance social elevado, e que tem devolvido a auto estima aquelas mulheres que foram surpreendidas pela doença. Esses dois projetos trouxeram novamente a essas pessoas a auto-imagem e a vontade de viver. O terceiro é a Lei que prevê nova distribuição do ICMS aos municípios catarinenses, beneficiando mais de 95% das cidades. Isso vai significar mais dinheiro para os prefeitos de pequenas cidades, que sofrem com o aumento de serviços e a diminuição cada vez mais dos recursos. A partir de agora o imposto ficará na cidade onde o serviço é prestado, e não mais na sede da empresa.
BRM – O senhor há muito tempo discute a implantação de parques eólicos no estado. O que deve ser feito para que elas saiam do papel?
VC – Atualmente já são cinco parques eólicos no Estado de Santa Catarina. A primeira torre foi construída em Bom Jardim da Serra, onde agora está sendo construído um parque. É uma parceria público privada, e que, portanto, envolve capital externo, e que vai melhorar a geração de energia renovável. O caminho é esse. Além disso, um dado aponta que as correntes de ar existentes em Santa Catarina tem maior intensidade entre 18h e 24h, diferentemente do nordeste. Ou seja, exatamente no horário de pico. É preciso cada vez mais buscar esse tipo de investimento, para tornarmos viável o desenvolvimento sustentável a partir da energia limpa, pois temos que ter também a preocupação com o meio ambiente.
BRM – O PP tem dificuldades para encontrar candidatos a deputado federal. O senhor acha que isso pode prejudicar os candidatos a deputado estadual?
VC – Infelizmente nós não teremos nessa eleição a participação do ex-deputado federal Leodegar Tiscoski, que a pedido do presidente nacional do PP, Senador Francisco Dornelles, permaneceu no comando da secretaria nacional de saneamento, em Brasília. No entanto, essa brecha será preenchida com novos candidatos. Os vereadores André May, Deka, de Tubarão, e Giovani Zapellini, de Criciúma, já se inscreveram e provavelmente serão candidatos a Câmara Federal, sob pena de vermos os votos do partido progressista migrarem para outros partidos. É fundamental a representatividade da região sul na eleição de outubro. E a presença de palanque próprio com a nossa candidata Ângela Amin tende a fortalecer as candidaturas proporcionais.
BRM – Muito se fala em renovar na política, mas o senhor acha que está mais difícil encontrar novas lideranças que aceitem se candidatar?
VC – Está sim, principalmente pela descrença que há com uma parte da classe política. No entanto, em cada visita que faço tenho ratificado o meu orgulho de ser político. Sou deputado estadual no terceiro mandato, mas iniciei minha carreira política ainda na década de 1980, quando fui eleito vereador em Siderópolis. Hoje fala-se muito no projeto Ficha Limpa, e eu quero dizer que nesses mais de 20 anos de atuação, nunca recebi um processo que colocasse em suspeição o meu trabalho. O jovem tem que entrar na vida pública ao invés de desanimar na busca de um político perfeito. De vez em quando eles alegam não gostar de política e dizem que todos os políticos são iguais, e pode ser que dentro deles esteja um político perfeito.
BRM – O custo das campanhas assusta quem deseja entrar na política? Como a reforma política pode mudar isso?
VC – Com certeza. Na resposta anterior poderíamos acrescentar que esse fator também tem assustado quem tem alguma vontade de concorrer. A reforma política é fundamental para a continuidade da democracia no Brasil. Para isso é necessária uma mudança que permita orçamento de campanha público. Hoje em dia o gasto com mídia, por exemplo, é exorbitante. Além do mais não podemos permitir que existam tantos partidos no país. É preciso acabar com essa comercialização de siglas que servem apenas para negociação do tempo de televisão.
BRM – O que o senhor acha do revezamento entre eleitos e suplentes? Como isso é discutido dentro do PP?
VC – O Partido Progressista está há quase oito anos fora do Governo do Estado. E eu confesso que não é fácil fazer oposição atualmente numa administração onde a base governista tem poder de decisão e nós apenas assistimos a distribuição de recursos. Por todos esses fatores o PP decidiu realizar o rodízio da bancada como forma de oportunizarmos aos suplentes, e que também fizeram parte da nossa eleição, uma chance na Assembléia Legislativa. É muito importante esse relacionamento, principalmente para quem está na oposição. Eu tenho repetido por onde passo que quero voltar a ser deputado, mas na condição de situação. E a perspectiva é muito boa nesse sentido com a nossa candidata Ângela Amin. A convenção mostrou que o PP ainda é muito forte e que está pronto para voltar a administrar Santa Catarina.
BLOG DO RAFAEL MATOS – O senhor encerra em 2010 o terceiro mandato na Alesc. Qual avaliação pode ser feita em relação aos dois primeiros?
VALMIR COMIN – Uma avaliação positiva, mas bastante frustrada por estarmos na oposição há oito anos e com muitas dificuldades na concretização de projetos. Eu tenho percorrido várias regiões catarinenses conhecendo um pouco mais das necessidades e anseios da população. Percebemos em todo lugar que é fundamental acontecer a descentralização de verdade, possibilitando às secretarias regionais uma autonomia orçamentária. Para isso precisamos enxugar a máquina e potencializar os serviços. É preciso pensar o Sul como um todo, buscando cada vez mais a integração das três microrregiões (Amurel, Amrec e Amesc), e o envolvendo no processo das universidades e das associações comerciais. Temos que pensar o macro. Lembro que a arrecadação no ano 2000 era de pouco mais de R$ 150 milhões, e hoje está em R$ 1,1 bilhão. Isso mostra que somos um Estado pujante, e com condições de melhorar muito a qualidade de vida do cidadão.
BRM – É difícil escolher um, mas entre os projetos de sua autoria, qual considera mais importante?
VC – Nós temos vários projetos que ajudaram a mudar a qualidade de vida da população catarinense, e como você frisou, é difícil escolher um. Então vou destacar três. Um é o projeto de lei que garante a cirurgia de redução de estômago pelo SUS para as pessoas consideradas obesas. O outro é relacionado a reconstituição da mama para as mulheres acometidas pelo câncer. Projeto de alcance social elevado, e que tem devolvido a auto estima aquelas mulheres que foram surpreendidas pela doença. Esses dois projetos trouxeram novamente a essas pessoas a auto-imagem e a vontade de viver. O terceiro é a Lei que prevê nova distribuição do ICMS aos municípios catarinenses, beneficiando mais de 95% das cidades. Isso vai significar mais dinheiro para os prefeitos de pequenas cidades, que sofrem com o aumento de serviços e a diminuição cada vez mais dos recursos. A partir de agora o imposto ficará na cidade onde o serviço é prestado, e não mais na sede da empresa.
BRM – O senhor há muito tempo discute a implantação de parques eólicos no estado. O que deve ser feito para que elas saiam do papel?
VC – Atualmente já são cinco parques eólicos no Estado de Santa Catarina. A primeira torre foi construída em Bom Jardim da Serra, onde agora está sendo construído um parque. É uma parceria público privada, e que, portanto, envolve capital externo, e que vai melhorar a geração de energia renovável. O caminho é esse. Além disso, um dado aponta que as correntes de ar existentes em Santa Catarina tem maior intensidade entre 18h e 24h, diferentemente do nordeste. Ou seja, exatamente no horário de pico. É preciso cada vez mais buscar esse tipo de investimento, para tornarmos viável o desenvolvimento sustentável a partir da energia limpa, pois temos que ter também a preocupação com o meio ambiente.
BRM – O PP tem dificuldades para encontrar candidatos a deputado federal. O senhor acha que isso pode prejudicar os candidatos a deputado estadual?
VC – Infelizmente nós não teremos nessa eleição a participação do ex-deputado federal Leodegar Tiscoski, que a pedido do presidente nacional do PP, Senador Francisco Dornelles, permaneceu no comando da secretaria nacional de saneamento, em Brasília. No entanto, essa brecha será preenchida com novos candidatos. Os vereadores André May, Deka, de Tubarão, e Giovani Zapellini, de Criciúma, já se inscreveram e provavelmente serão candidatos a Câmara Federal, sob pena de vermos os votos do partido progressista migrarem para outros partidos. É fundamental a representatividade da região sul na eleição de outubro. E a presença de palanque próprio com a nossa candidata Ângela Amin tende a fortalecer as candidaturas proporcionais.
BRM – Muito se fala em renovar na política, mas o senhor acha que está mais difícil encontrar novas lideranças que aceitem se candidatar?
VC – Está sim, principalmente pela descrença que há com uma parte da classe política. No entanto, em cada visita que faço tenho ratificado o meu orgulho de ser político. Sou deputado estadual no terceiro mandato, mas iniciei minha carreira política ainda na década de 1980, quando fui eleito vereador em Siderópolis. Hoje fala-se muito no projeto Ficha Limpa, e eu quero dizer que nesses mais de 20 anos de atuação, nunca recebi um processo que colocasse em suspeição o meu trabalho. O jovem tem que entrar na vida pública ao invés de desanimar na busca de um político perfeito. De vez em quando eles alegam não gostar de política e dizem que todos os políticos são iguais, e pode ser que dentro deles esteja um político perfeito.
BRM – O custo das campanhas assusta quem deseja entrar na política? Como a reforma política pode mudar isso?
VC – Com certeza. Na resposta anterior poderíamos acrescentar que esse fator também tem assustado quem tem alguma vontade de concorrer. A reforma política é fundamental para a continuidade da democracia no Brasil. Para isso é necessária uma mudança que permita orçamento de campanha público. Hoje em dia o gasto com mídia, por exemplo, é exorbitante. Além do mais não podemos permitir que existam tantos partidos no país. É preciso acabar com essa comercialização de siglas que servem apenas para negociação do tempo de televisão.
BRM – O que o senhor acha do revezamento entre eleitos e suplentes? Como isso é discutido dentro do PP?
VC – O Partido Progressista está há quase oito anos fora do Governo do Estado. E eu confesso que não é fácil fazer oposição atualmente numa administração onde a base governista tem poder de decisão e nós apenas assistimos a distribuição de recursos. Por todos esses fatores o PP decidiu realizar o rodízio da bancada como forma de oportunizarmos aos suplentes, e que também fizeram parte da nossa eleição, uma chance na Assembléia Legislativa. É muito importante esse relacionamento, principalmente para quem está na oposição. Eu tenho repetido por onde passo que quero voltar a ser deputado, mas na condição de situação. E a perspectiva é muito boa nesse sentido com a nossa candidata Ângela Amin. A convenção mostrou que o PP ainda é muito forte e que está pronto para voltar a administrar Santa Catarina.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Encontro regional do PP
Sábado, o PP encerra a série de encontros regionais na Amurel com evento em Tubarão. Os pepistas esperam pelas presenças da pré-candidata ao governo do estado Ângela Amin, do presidente estadual do PP, deputado estadual Joares Ponticelli, e dos deputados federais Odacir Zonta e João Pizzolatti, além do secretário nacional de Saneamento Ambiental Leodegar Tiscoski. Prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, lideranças e simpatizantes também estarão presentes. O evento será no Salão Paroquial da Igreja Nossa Senhora de Fátima, no bairro Humaitá, às 9 horas. Os questionários com propostas para o plano de governo, que foram preenchidos nos encontros anteriores, serão entregues à pré-candidata.
sábado, 29 de maio de 2010
Por e-mail: Deputado estadual Joares Ponticelli (PP)
Na troca de e-mails desta semana o presidente estadual do PP (foto de Carlos Kilian) fala sobre a prevenção da violência, eleições 2010 e garante que o partido terá candidato a prefeito em Tubarão em 2012
JOARES PONTICELLI - O crescimento da violência, que infelizmente é uma tendência mundial, exige do poder público atenção às causas dela. Não podemos atacar as consequências, precisamos atacar no nascedouro da violência. E no caso do bullying, que durante muito tempo foi considerado uma brincadeira de criança, a estatística mundial de crescimento deste tipo de violência chama a atenção pelo aperfeiçoamento da crueldade. O objetivo de criar a lei foi justamente de atacar as causas, o nascedouro desta fonte silenciosa e geradora de violência.
BRM - Que outras iniciativas do seu mandato considera que ficarão marcadas?
JP - Deste agora, o cumprimento permanente de uma das principais missões do parlamentar, que é fiscalizar. Na repartição dos poderes e da democracia, quem perde tem a principal missão de fiscalizar as ações do governo, se está cumprido o que prometeu durante a campanha e fiscalizar a correta aplicação transparente e eficaz dos recursos. Como um dos principais líderes da oposição, além de apresentar as falhas, apresento as saídas, como no caso da terceirização da merenda, que desmonta a tese da descentralização, e da entrega dos uniformes apenas de 2 em 2 anos, que são fabricados em São Paulo e Pernambuco e nem ao menos em Santa Catarina. Descentralizar de verdade é comprar merenda nos próprios bairros das cidades, fabricar o uniforme todo ano nas malharias locais. Isso aquece a economia e gera emprego para os municípios. Além disso, também empreendi diversas leis, como a de gerenciamento costeiro, que o Estado não tinha. Quando fui deputado de governo, de 1998 a 2002, fiquei conhecido como 'trem pagador', pelas obras, convênios e subvenções que trouxe para a Amurel. Espero que esse tempo retorne.
BRM - Fala-se que o fato de ter o nome estadualizado o deixa numa situação confortável para a reeleição. Isso é bom ou perigoso?
JP - Não existe eleição ganha nem perdida pra ninguém, cada voto tem que ser conquistado como a primeira eleição. Nenhum voto está nas urnas, nem o meu próprio. Evidente que o serviço prestado e o nome estadualizado facilita, mas tem que ser com muito trabalho e dedicação, prestação de contas e ações reais até aqui, além das propostas apresentadas e que serão colocadas em prática se virarmos governo, que voltarei com com mais experiência e crédito por estes oito anos como oposição.
BRM - O senhor chegou a cogitar a possibilidade de ser candidato a deputado federal, ocupando o espaço deixado por Leodegar Tiscoski?
JP - Não, o meu projeto é definido, sou candidato à reeleição. Como presidente do partido, experiência de três mandados, líder de governo no primeiro e da oposição nestes dois, a minha convivência e articulação dentro da Assembleia são mais importantes para Ângela, para o governo e para Santa Catarina se eu permanecer na Assembleia, melhorando a governabilidade, efetivando ações que a região não ganhou nestes oito anos. Acredito que tenha crédito, experiência e confiabilidade para pleitear estas ações se formos governo.
BRM - O senhor gostaria de ser prefeito de Tubarão algum dia?
JP - Todo político sonha ser prefeito de sua cidade, eu seria hipócrita se disser que não sonhei com isso. Mas acho que pulei essa etapa, depois de vereador comecei meus mandatos como deputado. O espaço que ocupei, a estadualização do meu nome e, principalmente, no próximo ano, se for governo, estarei a passos largos pela liderança e de uma composição majoritária. Muitas regiões têm o entendimento sobre minha eleição majoritária de 2014. Claro que seria uma honra ser prefeito de Tubarão, mas temos hoje um espaço estadual que a região conquistou e não posso e nem devo deixar este espaço vazio. Há outros importantes companheiros no partido que podem ser candidatos a prefeito.
BRM - O que é fato e o que é boato no relacionamento do PP com o PSDB na administração de Tubarão?
JP - Nós assumimos compromissos durante a campanha, participamos do governo e procuramos colaborar em todas as ações que somos chamados. Temos responsabilidade. De todos os partidos, o PP foi o que mais viabilizou recursos neste um ano e meio, como as emendas dos deputados Odacir Zonta, João Pizzolatti e Ângela Amin, além do secretário Leodegar Tiscoski. O próprio prefeito Manoel reconheceu isto publicamente.
BRM - Ainda é cedo para dizer que o PP terá candidato próprio em 2012 ou essa ideia já vem sendo trabalhada no partido?
JP - Trabalhamos e não abrimos mão da nossa decisão. Independente das eleições deste ano, teremos candidato a prefeito em 2012. Há quase duas décadas não temos candidato próprio e há entendimento unânime que nas próximas eleições municipais teremos. Estamos firmes e decididos neste propósito, respeitando sempre os outros partidos e ouvindo a população.
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Prefeitura de Tubarão
segunda-feira, 24 de maio de 2010
PP, PSDB e a macrodrenagem
A possibilidade do PP compor com o PSDB, em nível nacional, interessa muito mais do que se imagina para a prefeitura de Tubarão. Se for fechado o acordo entre os dois partidos em torno da pré-candidatura de José Serra (PSDB) a presidente, todos os membros do PP devem desembarcar do Governo Federal.
Entre eles estará o secretário nacional de Saneamento Ambiental Leodegar Tiscoski. É desta pasta, que integra o Ministério das Cidades, que são esperados os R$ 5 milhões de reais para as obras de macrodrenagem na margem esquerda. Os trabalhos deveriam ter começado em abril.
Tiscoski também deixou de disputar a eleição para deputado federal para permanecer no cargo e teve o aval o do partido para tomar esta decisão que manteria no governo um representante do sul. E agora como é fica?
Entre eles estará o secretário nacional de Saneamento Ambiental Leodegar Tiscoski. É desta pasta, que integra o Ministério das Cidades, que são esperados os R$ 5 milhões de reais para as obras de macrodrenagem na margem esquerda. Os trabalhos deveriam ter começado em abril.
Tiscoski também deixou de disputar a eleição para deputado federal para permanecer no cargo e teve o aval o do partido para tomar esta decisão que manteria no governo um representante do sul. E agora como é fica?
quarta-feira, 31 de março de 2010
PP define pré-candidatos a federal até o dia 10 de abril
O Partido Progressista deve reunir os representantes dos 43 municípios do Sul do Estado até o dia 10 de abril para definir as pré-candidaturas para deputado federal na vaga aberta pela desistência do secretário nacional de Saneamento Ambiental Leodegar Tiscoski.
O presidente estadual do PP, deputado Joares Ponticelli reafirmou que a desistência de Tiscoski foi baseada na importância da permanência na Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades, atendendo ao pedido do presidente nacional do partido, senador Francisco Dorneles (RJ). Segundo ele ainda não há nomes definidos.
Até amanhã, o prefeito de Siderópolis, Douglas Warmling, o Guinga, define se renuncia ao cargo para disputar as eleições. A ideia do partido é ter dois candidatos na região Sul. Em Tubarão, a opção discutida até agora é o vereador André May, o Deka.
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A oportunidade de renovação
O presidente estadual do PP, deputado Joares Ponticelli reafirmou que a desistência de Tiscoski foi baseada na importância da permanência na Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades, atendendo ao pedido do presidente nacional do partido, senador Francisco Dorneles (RJ). Segundo ele ainda não há nomes definidos.
Até amanhã, o prefeito de Siderópolis, Douglas Warmling, o Guinga, define se renuncia ao cargo para disputar as eleições. A ideia do partido é ter dois candidatos na região Sul. Em Tubarão, a opção discutida até agora é o vereador André May, o Deka.
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A oportunidade de renovação
terça-feira, 30 de março de 2010
O que fizeram com a batimetria?
O secretário nacional de Saneamento Básico, Leodegar Tiscoski (PP), falou esta manhã na rádio Bandeirantes 1090 Tabajara AM, que desconhece qualquer projeto na região sobre a redragagem do Rio Tubarão. Ele afirmou que com o lançamento do PAC 2 é possível obter recursos para a obra mas, para isso, ele disse que é preciso apresentar um projeto.
Tiscoski chegou a dizer quem não sabe nem se já foi feita batimetria no rio, situação que é necessária para se fazer o projeto de redragagem.
Diante disso pergunto quem está mal informado nessa história? A batimetria do Rio Tubarão foi feita em 2009. Mas não informaram o secretário? Ainda não fizeram o projeto de redragagem? Estão esperando uma enchente para acelerar o processo? Fala-se tanto em prevenção, e onde fica a ação?
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Prazo para garantir projetos e recursos
Tiscoski chegou a dizer quem não sabe nem se já foi feita batimetria no rio, situação que é necessária para se fazer o projeto de redragagem.
Diante disso pergunto quem está mal informado nessa história? A batimetria do Rio Tubarão foi feita em 2009. Mas não informaram o secretário? Ainda não fizeram o projeto de redragagem? Estão esperando uma enchente para acelerar o processo? Fala-se tanto em prevenção, e onde fica a ação?
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A oportunidade de renovação
Até junho quando termina o prazo para as convenções muito pode mudar, mas esta semana, quem não deixar os cargos fica impossibilitado de ser candidato
Na semana passada, duas desistências de candidaturas deixaram dois partidos em busca de nomes para disputar as eleições de 2010. No PMDB, o deputado estadual Genésio Goulart, anunciou que não vai disputar a reeleição. No PP o ex-deputado federal e atual secretário nacional de Saneamento Básico, Leodegar Tiscoski, também anunciou que não disputa as eleições e que vai continuar no Ministério das Cidades.
Preencher as vagas com nomes em condições de se eleger é muito importante para a região manter e ampliar a representatividade. Mas as desistências abrem uma outra grande oportunidade para os partidos: a renovação de lideranças.
O PMDB busca dentro de suas bases um nome que possa despontar para a recuperação da hegemonia na cidade. Com a vitória de Eduardo Moreira nas prévias do último sábado ganham força os nomes ligados a esta ala. O professor Valter Schmitz da Unisul é um dos preferidos, mas já descartou a possibilidade. Outro que representa uma virada é o secretario de saúde de Tubarão Roger Augusto, que ainda é filiado ao PMDB de Treze de Maio. Mas ele mesmo acha muito difícil ser indicado. Com isso ganha força o advogado Alexandre Moraes. Uma coisa é certa, o PMDB escolhe um nome para 2010 pensando nas eleições de 2012.
No PP, o vereador mais votado em Tubarão em 2008, Deka May, colocou-se à disposição para disputar as eleições para deputado federal. Pode ser também uma escolha visando 2012. Outros nomes da região Sul se ofereceram para a indicação. O vereador Giovanni Zappellini, de Criciúma e o prefeito de Siderópolis Douglas Warmling, o Guinga, aceitam o desafio.
O prazo esta semana é curto e deve apresentar novidades antes da páscoa chegar.
Na semana passada, duas desistências de candidaturas deixaram dois partidos em busca de nomes para disputar as eleições de 2010. No PMDB, o deputado estadual Genésio Goulart, anunciou que não vai disputar a reeleição. No PP o ex-deputado federal e atual secretário nacional de Saneamento Básico, Leodegar Tiscoski, também anunciou que não disputa as eleições e que vai continuar no Ministério das Cidades.
Preencher as vagas com nomes em condições de se eleger é muito importante para a região manter e ampliar a representatividade. Mas as desistências abrem uma outra grande oportunidade para os partidos: a renovação de lideranças.
O PMDB busca dentro de suas bases um nome que possa despontar para a recuperação da hegemonia na cidade. Com a vitória de Eduardo Moreira nas prévias do último sábado ganham força os nomes ligados a esta ala. O professor Valter Schmitz da Unisul é um dos preferidos, mas já descartou a possibilidade. Outro que representa uma virada é o secretario de saúde de Tubarão Roger Augusto, que ainda é filiado ao PMDB de Treze de Maio. Mas ele mesmo acha muito difícil ser indicado. Com isso ganha força o advogado Alexandre Moraes. Uma coisa é certa, o PMDB escolhe um nome para 2010 pensando nas eleições de 2012.
No PP, o vereador mais votado em Tubarão em 2008, Deka May, colocou-se à disposição para disputar as eleições para deputado federal. Pode ser também uma escolha visando 2012. Outros nomes da região Sul se ofereceram para a indicação. O vereador Giovanni Zappellini, de Criciúma e o prefeito de Siderópolis Douglas Warmling, o Guinga, aceitam o desafio.
O prazo esta semana é curto e deve apresentar novidades antes da páscoa chegar.
domingo, 28 de março de 2010
Tiscoski confirma que não será candidato
O secretário nacional de Saneamento Ambiental, Leodegar Tiscoski (PP), confirmou no fim de semana o que já se especulava desde o início de março: não será candidato a deputado federal nas eleições de 2010.
A decisão foi apresentada em Içara, em uma reunião com lideranças do Sul do Estado e com a presença dos pré-candidatos a deputado estadual do Partido Progressita pelo sul, Joares Ponticelli, Walmir Comin e José Milton Scheffer. Na ocasião, Tiscoski apresentou a carta enviada a ele pelo presidente nacional do PP, senador Franscisco Dorneles (RJ), pedindo que se mantivesse no cargo de secretário executivo no Ministério das Cidades.
Com a desistência de Tiscoski, dois grandes partidos, PP e PMDB, tem duas vagas para preencher na região. A vereador de Tubarão, André May, o Deka, pode ser a opção dos progressistas da Amurel.
Já o PMDB, a partir da definição do pré-candidato ao governo do Estado, agora vai buscar um nome que esteja afinado com a ala de Eduardo Moreira, o vencedor das prévias.
Tempo para fazer campanha não será problema. Vale lembrar que em 2000, Genésio Goulart fez uma campanha de 56 dias e elegeu-se deputado estadual. Agora ainda faltam seis meses para as eleições.
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Eduardo Moreira vence prévia do PMDB com 58% dos votos
Um nome novo, ou nem tanto
Candidatura de Tiscoski ainda é questionada
A decisão foi apresentada em Içara, em uma reunião com lideranças do Sul do Estado e com a presença dos pré-candidatos a deputado estadual do Partido Progressita pelo sul, Joares Ponticelli, Walmir Comin e José Milton Scheffer. Na ocasião, Tiscoski apresentou a carta enviada a ele pelo presidente nacional do PP, senador Franscisco Dorneles (RJ), pedindo que se mantivesse no cargo de secretário executivo no Ministério das Cidades.
Com a desistência de Tiscoski, dois grandes partidos, PP e PMDB, tem duas vagas para preencher na região. A vereador de Tubarão, André May, o Deka, pode ser a opção dos progressistas da Amurel.
Já o PMDB, a partir da definição do pré-candidato ao governo do Estado, agora vai buscar um nome que esteja afinado com a ala de Eduardo Moreira, o vencedor das prévias.
Tempo para fazer campanha não será problema. Vale lembrar que em 2000, Genésio Goulart fez uma campanha de 56 dias e elegeu-se deputado estadual. Agora ainda faltam seis meses para as eleições.
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Um nome novo, ou nem tanto
Candidatura de Tiscoski ainda é questionada
quinta-feira, 4 de março de 2010
Candidatura de Tiscoski ainda é questionada
O jornalista Adelor Lessa, publicou na coluna que escrever no Jornal A Tribuna, de Criciúma, que o secretário nacional de Saneamento Ambiental, Leodeogar Tiscoski (PP), estaria desistindo de ser candidato a deputado federal este ano. A informação foi publicada na edição de ontem (3/3) e repercutida na edição de hoje (4/4).
Enquanto isso, conforme publicado aqui, Leodegar Tiscoski concedia entrevista a Arilton Barreiros, da Rádio Santa Catarina AM, confirmando a condição de pré-candidato.
E agora? Será que dentro do partido tem gente querendo que ele desista? Ou Tiscoski está apenas prorrogando a decisão? De qualquer jeito perde o PP, pois quanto mais fica indefinida a situação mais difícil fica consolidar um novo nome.
Enquanto isso, conforme publicado aqui, Leodegar Tiscoski concedia entrevista a Arilton Barreiros, da Rádio Santa Catarina AM, confirmando a condição de pré-candidato.
E agora? Será que dentro do partido tem gente querendo que ele desista? Ou Tiscoski está apenas prorrogando a decisão? De qualquer jeito perde o PP, pois quanto mais fica indefinida a situação mais difícil fica consolidar um novo nome.
quarta-feira, 3 de março de 2010
Tiscoski trabalha para recuperar espaço
O secretário nacional de saneamento ambiental, Leodegar Tiscoski (PP), em entrevista a Arilton Barreiros, na rádio Santa Catarina AM, reforçou a condição de que é pré-candidato a deputado federal em outubro. Tiscoski reconheceu que outros candidatos ganharam espaço na região, inclusive do PP, e que agora trabalha contra o tempo para recuperar as alianças perdidas e consolidar a pré-candidatura.
Tiscoski disse que pretende continuar em Brasília em 2011, mas na condição de deputado federal. Ele descartou a possibilidade de não ser candidato para assumir o Ministério das Cidades. Falou que seria uma possibilidade muito remota.
Com esta confirmação deve ser descartada a possibilidade do vereador de Tubarão, André May (PP), o Deka, de disputar o cargo. Ele havia colocado o nome à disposição para garantir a representação do partido com um candidato da região.
Tiscoski disse que pretende continuar em Brasília em 2011, mas na condição de deputado federal. Ele descartou a possibilidade de não ser candidato para assumir o Ministério das Cidades. Falou que seria uma possibilidade muito remota.
Com esta confirmação deve ser descartada a possibilidade do vereador de Tubarão, André May (PP), o Deka, de disputar o cargo. Ele havia colocado o nome à disposição para garantir a representação do partido com um candidato da região.
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