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quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Aeroporto: segundo ministro, só em 2014
As intenções da RDL, empresa que administra o Aeroporto Regional de Jaguaruna, não tem amparo do ministro da Aviação Civil Moreira Franco (PMDB). Segundo o que jornalista Adelor Lessa publicou no jornal A Tribuna, Franco disse ontem ao deputado federal Ronaldo Benedet (PMDB) que falta a resposta do governo do estado a um documento enviado no mês de maio. Depois desta resposta, o trâmite deve durar pelo menos 120 dias. Ou seja, segundo o ministro, nada de operação do aeroporto antes de 2014. E agora?
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Cimolai vem para o Sul, mas não para Tubarão
A informação abaixo está no coluna de Adelor Lessa, no jornal A Tribuna, desta quarta-feira.
"Governador Colombo anunciou que assinará na segunda-feira os compromissos para instalação da indústria italiana Cimolai no Sul catarinense. O fato novo é que ela não vai mais para Tubarão. O governador não confirmou, mas admitiu que ela pode estar indo para Imbituba. Mas um representante do presidente da Cimolai que estava na posse de Acic ontem confirmou que está definido. A Cimolai vai para Imbituba."
Há menos de uma semana, em conversa com o prefeito de Imbituba Beto Martins (PSDB), ele me disse que se fosse questionado sobre o assunto, negaria tudo. Mas de fato ele havia tido conversa com os representantes da empresa e disse que não haveria doação de terreno e apresentou as condições da cidade para receber o empreendimento. Beto falou também que negociou com a Votorantim por quase dois anos até que a instalação da empresa na cidade fosse confirmada e tornada pública. Em outras palavras, considerou a manobra tubaronense de ir à Europa e China e divulgar o acerto antes de algo definido como 'amadora'. Dá para dizer também que a pressa em capitalizar os méritos da conquista deixa os envolvidos um pouco desmoralizados.
"Governador Colombo anunciou que assinará na segunda-feira os compromissos para instalação da indústria italiana Cimolai no Sul catarinense. O fato novo é que ela não vai mais para Tubarão. O governador não confirmou, mas admitiu que ela pode estar indo para Imbituba. Mas um representante do presidente da Cimolai que estava na posse de Acic ontem confirmou que está definido. A Cimolai vai para Imbituba."
Há menos de uma semana, em conversa com o prefeito de Imbituba Beto Martins (PSDB), ele me disse que se fosse questionado sobre o assunto, negaria tudo. Mas de fato ele havia tido conversa com os representantes da empresa e disse que não haveria doação de terreno e apresentou as condições da cidade para receber o empreendimento. Beto falou também que negociou com a Votorantim por quase dois anos até que a instalação da empresa na cidade fosse confirmada e tornada pública. Em outras palavras, considerou a manobra tubaronense de ir à Europa e China e divulgar o acerto antes de algo definido como 'amadora'. Dá para dizer também que a pressa em capitalizar os méritos da conquista deixa os envolvidos um pouco desmoralizados.
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quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Som Maior FM estreia programas experimentais
A semana reserva mais novidades no meio radiofônico de Tubarão. Primeiro foi a jornalista Vera Mendonça que deixará a Rádio Tubá AM para atuar na Bandeirantes 1090 Tabajara AM. Agora a novidade é em FM com o início efetivo das operações da Central de Produção da Som Maior em Tubarão. Os primeiros programas jornalísticos estreiam nesta quinta-feira. Às 12 horas será o Debate Aberto e às 18 horas o Última Edição. A frequência da emissora é 95,9 FM que está no ar em caráter experimental.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
A indignação virou apatia?
Texto do jornalista Adelor Lessa, publicado no jornal A Tribuna, expressa muito bem o momento atual que vivemos em nossa sociedade. Parece que nos acostumamos e acomodamos com as coisas ruins. Transcrevo o texto abaixo e gostaria de ler outras opiniões sobre o assunto
"Onde foi parar a disposição de se indignar do cidadão comum pagador de impostos?
Tenho usado uma "pauta" para alimentar discussões, na informalidade, até para tentar entender. É uma discussão de política. É o que costumo "batizar" como um "certo estado de letargia" que parece ter contaminado a sociedade. Ou de "anestesia coletiva".
Não se vê mais aquela indignação necessária diante de falcatruas, denúncias, escândalos e situações absurdas, que antes produziriam manifestações iradas.
E não se trata de uma questão local, coisa de Criciúma, ou do Sul catarinense. Nem do estado. É do país.
Em alguns momentos, dá a impressão até que estamos voltando ao tempo em que valia a tese do "rouba, mas faz".
Nesta semana, quando falei sobre isso na rádio Som Maior, recebi de um ouvinte o seguinte e-mail:
"O grande problema é que a grande imprensa nunca faturou tanto com publicidade com um Governo como vem faturando com o atual. Porque quem chama o povo pra rua é a mídia nacional. Ou não é?".
É de pensar a respeito!
Mas não esquecendo que as maiores manifestações de rua da história, desde a ditadura militar, não estouraram com apoio da grande mídia nacional. A campanha das Diretas Já é um exem-plo. A mídia só passou a dar informações do movimento quando uma multidão parou São Paulo no memorável comício na Praça da Sé.
Sendo assim, o e-mail pode ter apenas registrado uma opinião de quem trabalha a ideia, e até pode ser inconscientemente, de sempre passar a bola. A culpa é do "vizinho".
De um empresário do centro de Criciúma, ouvi ontem no Café do Rubinho outra explicação:
"Está assim porque as pessoas estão vendo que os grandes escândalos não dão em nada. Se este político está envolvido em falcatrua, o outro também esteve e não aconteceu com ele, e se ele sair, o outro que virá também vai fazer igual, ou pior, e nada vai acontecer".
Tudo o que ele disse pode ser resumido numa palavra: "impunidade".
Parece-me mais próximo do real.
De qualquer forma, sendo por causa disso ou daquilo, o importante é que não se pode perder a disposição de reagir, e de se indignar. Não faz bem nem para quem está errando."
"Onde foi parar a disposição de se indignar do cidadão comum pagador de impostos?
Tenho usado uma "pauta" para alimentar discussões, na informalidade, até para tentar entender. É uma discussão de política. É o que costumo "batizar" como um "certo estado de letargia" que parece ter contaminado a sociedade. Ou de "anestesia coletiva".
Não se vê mais aquela indignação necessária diante de falcatruas, denúncias, escândalos e situações absurdas, que antes produziriam manifestações iradas.
E não se trata de uma questão local, coisa de Criciúma, ou do Sul catarinense. Nem do estado. É do país.
Em alguns momentos, dá a impressão até que estamos voltando ao tempo em que valia a tese do "rouba, mas faz".
Nesta semana, quando falei sobre isso na rádio Som Maior, recebi de um ouvinte o seguinte e-mail:
"O grande problema é que a grande imprensa nunca faturou tanto com publicidade com um Governo como vem faturando com o atual. Porque quem chama o povo pra rua é a mídia nacional. Ou não é?".
É de pensar a respeito!
Mas não esquecendo que as maiores manifestações de rua da história, desde a ditadura militar, não estouraram com apoio da grande mídia nacional. A campanha das Diretas Já é um exem-plo. A mídia só passou a dar informações do movimento quando uma multidão parou São Paulo no memorável comício na Praça da Sé.
Sendo assim, o e-mail pode ter apenas registrado uma opinião de quem trabalha a ideia, e até pode ser inconscientemente, de sempre passar a bola. A culpa é do "vizinho".
De um empresário do centro de Criciúma, ouvi ontem no Café do Rubinho outra explicação:
"Está assim porque as pessoas estão vendo que os grandes escândalos não dão em nada. Se este político está envolvido em falcatrua, o outro também esteve e não aconteceu com ele, e se ele sair, o outro que virá também vai fazer igual, ou pior, e nada vai acontecer".
Tudo o que ele disse pode ser resumido numa palavra: "impunidade".
Parece-me mais próximo do real.
De qualquer forma, sendo por causa disso ou daquilo, o importante é que não se pode perder a disposição de reagir, e de se indignar. Não faz bem nem para quem está errando."
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Indicação de Stüpp esbarra no TCE
A indicação do ex-prefeito de Tubarão, Carlos Stüpp (PSDB), para assumir a Secretaria Estadual de Planejamento ruiu antes mesmo de ganhar corpo. Condenação do TCE por irregularidades em contrato de coleta de lixo veio no mesmo dia em que foi cogitado para o cargo, como forma de solucionar o impasse ao veto do filho do deputado federal eleito Jorginho Mello (PSDB). O assunto repercutiu entre os colunistas políticos.
"Azarado!
Exatamente no dia em que foi indicado para ser secretário de Planejamento do futuro governo, Carlos Stupp, PSDB, foi condenado, ontem, pelo Tribunal de Contas do Estado a devolver recursos públicos por irregularidades cometidas no período em que foi prefeito de Tubarão. Com a sentença, foi fritado na hora."
Adelor Lessa, A Tribuna
"O ex-prefeito de Tubarão Carlos Stüpp foi condenado a devolver R$ 1,4 milhão aos cofres públicos, por denúncia de irregularidade em contrato de coleta de lixo estabelecido com a Retrans entre 2001 e 2005.
Segundo o TCE, o contrato previa a coleta de 2,5 mil toneladas/mês de lixo, mas a média recolhida foi de apenas 1,7 mil toneladas mensais. O valor a ser devolvido refere-se aos 32% que poderiam ser economizados e o ex-prefeito tem 30 dias para fazer o pagamento, embora ainda caiba recurso."
Matheus Madeira, Diário do Sul
"Azarado!
Exatamente no dia em que foi indicado para ser secretário de Planejamento do futuro governo, Carlos Stupp, PSDB, foi condenado, ontem, pelo Tribunal de Contas do Estado a devolver recursos públicos por irregularidades cometidas no período em que foi prefeito de Tubarão. Com a sentença, foi fritado na hora."
Adelor Lessa, A Tribuna
"O ex-prefeito de Tubarão Carlos Stüpp foi condenado a devolver R$ 1,4 milhão aos cofres públicos, por denúncia de irregularidade em contrato de coleta de lixo estabelecido com a Retrans entre 2001 e 2005.
Segundo o TCE, o contrato previa a coleta de 2,5 mil toneladas/mês de lixo, mas a média recolhida foi de apenas 1,7 mil toneladas mensais. O valor a ser devolvido refere-se aos 32% que poderiam ser economizados e o ex-prefeito tem 30 dias para fazer o pagamento, embora ainda caiba recurso."
Matheus Madeira, Diário do Sul
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Mandaram avisar que vão sair
Passada a eleição, vitoriosos comemoram, e os derrotados avaliam o que deu errado. Muito comum nessa época também o anúncio de afastamento da vida pública. Ontem a assessoria do candidato a deputado estadual Acélio Casagrande (PMDB) informou que ele está com disposição de deixar as atividades políticas.
- Comunique minha disposição de deixar definitivamente a vida pública. Ainda não sei qual caminho a tomar mas com certeza continuarei conservando minhas amizades e quando poder fazer o bem, não olharei a quem...forte abraço.. - escreveu Casagrande.
Hoje na coluna de Adelor Lessa, no jornal A Tribuna, a informação é de que o deputado Décio Góes (PT), que não conseguiu se reeleger também abandonará a política para se dedicar ao escritório de arquitetura.
Até quando eles manterão as posições não se sabe. O que se sabe é que tem um monte de gente que gostaríamos que largassem o osso, mas não largam.
- Comunique minha disposição de deixar definitivamente a vida pública. Ainda não sei qual caminho a tomar mas com certeza continuarei conservando minhas amizades e quando poder fazer o bem, não olharei a quem...forte abraço.. - escreveu Casagrande.
Hoje na coluna de Adelor Lessa, no jornal A Tribuna, a informação é de que o deputado Décio Góes (PT), que não conseguiu se reeleger também abandonará a política para se dedicar ao escritório de arquitetura.
Até quando eles manterão as posições não se sabe. O que se sabe é que tem um monte de gente que gostaríamos que largassem o osso, mas não largam.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Mais um sinal para Deka?
O vereador de Criciúma Giovanni Zappellini (PP) pode desistir da candidatura a deputado federal. A informação foi publicada na coluna do jornalista Adelor Lessa, no jornal A Tribuna de hoje.
Será que a desistência não pode ser a senha para o vereador de Tubarão André May (PP), o Deka, assumir a candidatura. Até o momento Deka não desistiu oficialmente, apesar de ter se licenciado da Câmara para se dedicar a coordenação das campanhas de Joares Ponticelli e Ângela Amin.
Será que a desistência não pode ser a senha para o vereador de Tubarão André May (PP), o Deka, assumir a candidatura. Até o momento Deka não desistiu oficialmente, apesar de ter se licenciado da Câmara para se dedicar a coordenação das campanhas de Joares Ponticelli e Ângela Amin.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Candidatura de Deka May: cadê o registro?
A indefinição da candidatura de Deka May (PP) a deputado federal foi comentada nos jornais diários de Tubarão ontem e hoje. O argumento é de que ele e Edson Firmino (PDT), também candidato ao mesmo cargo, aguardam as definições dos partidos para saber se seguem em frente ou não. O curioso é que a candidatura do pepista ainda não foi registrada pelo TRE. Ele tem até amanhã para fazer o registro de forma individual.
Ainda na quarta-feira, o jornalista Adelor Lessa, cita que Deka foi impedido de ser candidato pelo presidente estadual do PP e deputado estadual Joares Ponticelli, para preservar o espaço para o deputado federal João Pizzolatti (PP), que agora pode ficar de fora por causa da ficha suja.
Caso Pizzolatti fique mesmo fora da eleição, perderam a chance de ser candidatos Deka e o secretário nacional de Saneamento Ambiental Leodegar Tiscoski (PP), que havia desistido de disputar o pleito pelo mesmo motivo.
Ainda na quarta-feira, o jornalista Adelor Lessa, cita que Deka foi impedido de ser candidato pelo presidente estadual do PP e deputado estadual Joares Ponticelli, para preservar o espaço para o deputado federal João Pizzolatti (PP), que agora pode ficar de fora por causa da ficha suja.
Caso Pizzolatti fique mesmo fora da eleição, perderam a chance de ser candidatos Deka e o secretário nacional de Saneamento Ambiental Leodegar Tiscoski (PP), que havia desistido de disputar o pleito pelo mesmo motivo.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Primeiro debate da campanha
Primeiro debate entre os candidatos ao governo de Santa Catarina foi realizado hoje em Criciúma, pela rádio Som Maior Premium. A condução foi do jornalista Adelor Lessa. Compareceram quatro candidatos: Ângela Amin (PP), Ideli Salvatti (PT), Raimundo Colombo (DEM) e Valmir Martins (PSol). Rogério Novaes (PV) justificou a ausência e Gilmar Salgado (PSTU) não foi convidado.
Pude ouvir algumas partes do debate. Ideli e Colombo se enfrentaram mais e Ângela preferiu perguntar para Valmir. Pelas redes sociais a repercussão dos simpatizantes de cada candidato é de que todos se saíram bem.
Como a campanha só começa oficialmente amanhã, no debate de hoje ninguém pediu votos.
Pude ouvir algumas partes do debate. Ideli e Colombo se enfrentaram mais e Ângela preferiu perguntar para Valmir. Pelas redes sociais a repercussão dos simpatizantes de cada candidato é de que todos se saíram bem.
Como a campanha só começa oficialmente amanhã, no debate de hoje ninguém pediu votos.
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quinta-feira, 27 de maio de 2010
Um mês para definir
Os partidos entram no último mês de prazo para negociar coligações e definir os candidatos nas eleições deste ano. O cenário ainda pode mudar muito até o dia 30 de junho que é o prazo final para as convenções. Mas os movimentos mais recentes permitem uma leitura do momento.
O PT realiza um encontro estadual neste sábado, dia 29, e a pauta é a definição dos candidatos. Seria uma pré-convenção. E com um quadro pré-definido fica difícil para o partido compor na chapa majoritária sem abrir mão do que for decidido.
O que se tem certeza é de que o PT não vai coligar com PSDB, DEM e PPS que são os partidos que vão apoiar José Serra para presidente. Este partidos inclusive argumentam que qualquer composição que venha a ser feita tem como condição o apoio ao candidato tucano.
Com isso sobra para o PT o PP e o PMDB. Estes dois partidos andam na balança no quesito Serra. O partido de Ângela Amim faz parte do Governo Lula, mas acena ficar do lado tucano. O PMDB nacional já decidiu que vai estar com Lula, mas em Santa Catarina existe resistência.
O próprio candidato peemedebista disse ontem (26/5), em entrevista ao jornalista Adelor Lessa, que vai tratar do assunto com Michel Temer (PMDB), o vice de Dilma Roussef e não com o PT catarinense.
Na tríplice aliança os partidos conversam de olho nos adversários. Se houver união entre PP e PT fica mais próxima a manutenção da coligação. E assim pode variar de acordo com as conversas que vão se alongar durante o mês.
Entre o que já está definido, o que parece mais concreto é a estratégia do PT catarinense que tratou de firmar alianças com partidos menores e já garantiu dobrar o tempo que terá na televisão. Caso não coligue com algum deles os petistas contam com o apoio de partidos como o PR que pode estar com outro candidato, mas é certa a participação na base de apoio de Dilma.
O mesmo ocorre com o PPS que está fechado com Serra, mas esta semana já conversou com PP e PMDB.
Como se vê, o jogo é complicado e nebuloso e os próximos 30 dias prometem colocar cada peça em seu lugar.
O PT realiza um encontro estadual neste sábado, dia 29, e a pauta é a definição dos candidatos. Seria uma pré-convenção. E com um quadro pré-definido fica difícil para o partido compor na chapa majoritária sem abrir mão do que for decidido.
O que se tem certeza é de que o PT não vai coligar com PSDB, DEM e PPS que são os partidos que vão apoiar José Serra para presidente. Este partidos inclusive argumentam que qualquer composição que venha a ser feita tem como condição o apoio ao candidato tucano.
Com isso sobra para o PT o PP e o PMDB. Estes dois partidos andam na balança no quesito Serra. O partido de Ângela Amim faz parte do Governo Lula, mas acena ficar do lado tucano. O PMDB nacional já decidiu que vai estar com Lula, mas em Santa Catarina existe resistência.
O próprio candidato peemedebista disse ontem (26/5), em entrevista ao jornalista Adelor Lessa, que vai tratar do assunto com Michel Temer (PMDB), o vice de Dilma Roussef e não com o PT catarinense.
Na tríplice aliança os partidos conversam de olho nos adversários. Se houver união entre PP e PT fica mais próxima a manutenção da coligação. E assim pode variar de acordo com as conversas que vão se alongar durante o mês.
Entre o que já está definido, o que parece mais concreto é a estratégia do PT catarinense que tratou de firmar alianças com partidos menores e já garantiu dobrar o tempo que terá na televisão. Caso não coligue com algum deles os petistas contam com o apoio de partidos como o PR que pode estar com outro candidato, mas é certa a participação na base de apoio de Dilma.
O mesmo ocorre com o PPS que está fechado com Serra, mas esta semana já conversou com PP e PMDB.
Como se vê, o jogo é complicado e nebuloso e os próximos 30 dias prometem colocar cada peça em seu lugar.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Só Goetten negocia em nome do PR. Ideli acompanha
O secretário geral do PR, Sérgio Faust, contesta duas informações publicadas pelos jornais Diário Catarinense e A Tribuna de que o PR está negociando com o PDT o ingresso na aliança com o PP. Roberto Azevedo, do DC, escreve que o PDT vai conversar com o PR de Péricles Prade. Adelor Lessa, de A Tribuna, escreve que Manoel Dias (PDT) foi autorizado a procurar o PR e oferecer uma vaga para o Senado.
Faust diz que o PR está fechado com o PT há um bom tempo e que a coligação vem crescendo com o ingresso do PRB e PCdoB. Não está descartada nenhuma conversa com PP, PDT e PMDB, mas se elas acontecerem serão feitas somente pelo presidente do partido, deputado federal Nelson Goetten, com a presença da pré-candidata do PT, senadora Ideli Salvatti.
Faust diz que o PR está fechado com o PT há um bom tempo e que a coligação vem crescendo com o ingresso do PRB e PCdoB. Não está descartada nenhuma conversa com PP, PDT e PMDB, mas se elas acontecerem serão feitas somente pelo presidente do partido, deputado federal Nelson Goetten, com a presença da pré-candidata do PT, senadora Ideli Salvatti.
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sexta-feira, 26 de março de 2010
Poder de Stupp sobre Manoel Bertoncini
Definitivamente, a influência do ex-prefeito de Tubarão Carlos Stupp não está restrita às articulações na Câmara de Vereadores. O jornalista Adelor Lessa, do jornal A Tribuna, de Criciúma, descreveu na coluna de ontem (25/3) um dos fatos que representa o poder do ex-prefeito sobre a administração municipal.
“Quem manda
Em Tubarão, a oposição acusa o atual governo, do prefeito Manoel Bertoncini, de ainda ser comandado pelo ex-prefeito Carlos Stupp. Circula, inclusive, que chegou ao ponto de um secretário ter sido demitido por Bertoncini, mas voltou à função no dia seguinte por ordem de Stupp. Prefeito Bertoncini teria sido comunicado em casa que o "demitido" reassumiria no outro dia.”
O secretário em questão teria sido o secretário de Finanças Wilson Beckhauser. O fato teria acontecido há cerca de um mês.
“Quem manda
Em Tubarão, a oposição acusa o atual governo, do prefeito Manoel Bertoncini, de ainda ser comandado pelo ex-prefeito Carlos Stupp. Circula, inclusive, que chegou ao ponto de um secretário ter sido demitido por Bertoncini, mas voltou à função no dia seguinte por ordem de Stupp. Prefeito Bertoncini teria sido comunicado em casa que o "demitido" reassumiria no outro dia.”
O secretário em questão teria sido o secretário de Finanças Wilson Beckhauser. O fato teria acontecido há cerca de um mês.
quinta-feira, 4 de março de 2010
Candidatura de Tiscoski ainda é questionada
O jornalista Adelor Lessa, publicou na coluna que escrever no Jornal A Tribuna, de Criciúma, que o secretário nacional de Saneamento Ambiental, Leodeogar Tiscoski (PP), estaria desistindo de ser candidato a deputado federal este ano. A informação foi publicada na edição de ontem (3/3) e repercutida na edição de hoje (4/4).
Enquanto isso, conforme publicado aqui, Leodegar Tiscoski concedia entrevista a Arilton Barreiros, da Rádio Santa Catarina AM, confirmando a condição de pré-candidato.
E agora? Será que dentro do partido tem gente querendo que ele desista? Ou Tiscoski está apenas prorrogando a decisão? De qualquer jeito perde o PP, pois quanto mais fica indefinida a situação mais difícil fica consolidar um novo nome.
Enquanto isso, conforme publicado aqui, Leodegar Tiscoski concedia entrevista a Arilton Barreiros, da Rádio Santa Catarina AM, confirmando a condição de pré-candidato.
E agora? Será que dentro do partido tem gente querendo que ele desista? Ou Tiscoski está apenas prorrogando a decisão? De qualquer jeito perde o PP, pois quanto mais fica indefinida a situação mais difícil fica consolidar um novo nome.
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