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segunda-feira, 26 de março de 2018
Obras e paciência
As obras de pavimentações e agora a primeira etapa das obras para captação e tratamento do esgoto residencial vão exigir um bocado de paciência dos tubaronenses. Todos têm que lembrar que para ter a melhoria, será preciso conviver com os transtornos. Com isso o jeito é torcer para que os prazos sejam cumpridos. No caso do esgoto, as obras vão até maio de 2019. Quando concluídas, a cidade terá 8,8% de esgoto tratado. É um avanço, pois hoje não se tem nada, mas também é uma lembrança de que ainda vão faltar mais de 90%. Ou seja, tem muita obra pela frente.
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Água demais em tempo de menos
Mesmo com uma seca de quase dois meses, uma chuva intensa de cinco horas foi capaz de deixar grandes alagamentos pela região. Tudo bem que foi muita água e não há rede fluvial suficiente para dar vazão, mas a situação reforça o alerta permanente para a manutenção e limpeza do sistema. Prefeituras e população precisam colaborar.
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Uma irresponsabilidade
Um capítulo da novela que envolve o pagamento pelo fornecimento da água ao município de Capivari de Baixo teve fim ontem com a sentença do Juiz Antônio Carlos Ângelo, que determinou o valor de R$ 1,23 por metro cúbico. A cidade vizinha argumentava R$ 0,41. Esta divergência de valores deixa até agora, uma dívida de mais de R$ 3,2 milhões e que ainda pode aumentar.
Eu escrevi que um capítulo terminou porque outros deverão começar e sem prazo para se conhecer o fim. Há chances de recursos e quando esta dívida de Capivari de Baixo com a Fundasa e Prefeitura de Tubarão será paga ninguém sabe. O prefeito Moacir Rabelo (PP) já disse que não tem como e muito provavelmente os precatórios para saldar estes valores deverão durar décadas.
Além de definir o valor a ser pago, a justiça também deveria intervir no futuro da municipalização da água de Capivari de Baixo. O prazo para que a Tubarão Saneamento forneça água ao município vizinho se encerra em 31 de dezembro. Como vai ficar esta situação? A população de Capivari ficará dependendo de liminares que garantam o fornecimento de água? E como fica a responsabilidade dos gestores públicos que municipalizaram o sistema e não demonstram preocupação com o futuro?
O que parece hoje é que a única estratégia é jogar os tubaronenses contra os capivarienses, quase que numa briga entre irmãos. A justiça obviamente irá garantir a água da população, mas os responsáveis por algumas respostas precisam ser cobrados.
Eu escrevi que um capítulo terminou porque outros deverão começar e sem prazo para se conhecer o fim. Há chances de recursos e quando esta dívida de Capivari de Baixo com a Fundasa e Prefeitura de Tubarão será paga ninguém sabe. O prefeito Moacir Rabelo (PP) já disse que não tem como e muito provavelmente os precatórios para saldar estes valores deverão durar décadas.
Além de definir o valor a ser pago, a justiça também deveria intervir no futuro da municipalização da água de Capivari de Baixo. O prazo para que a Tubarão Saneamento forneça água ao município vizinho se encerra em 31 de dezembro. Como vai ficar esta situação? A população de Capivari ficará dependendo de liminares que garantam o fornecimento de água? E como fica a responsabilidade dos gestores públicos que municipalizaram o sistema e não demonstram preocupação com o futuro?
O que parece hoje é que a única estratégia é jogar os tubaronenses contra os capivarienses, quase que numa briga entre irmãos. A justiça obviamente irá garantir a água da população, mas os responsáveis por algumas respostas precisam ser cobrados.
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terça-feira, 18 de junho de 2013
O copo transbordou
Um médico alergista costuma explicar ao paciente que ao longo da vida é como se fosse enchendo um copo com as coisas que causam a alergia. Mas chega um dia, este copo transborda e as reações alérgicas se manifestam no corpo do doente.
Seria mais ou menos o que está acontecendo com a sociedade brasileira e com os protestos que se espalham pelo país. Os vinte centavos das passagens dos ônibus seriam o que fez transbordar o copo da paciência.
Falta de recursos para a educação, para a saúde, para reajustar a tabela do SUS, para construir hospitais, para dar segurança, respeito aos aposentados, saneamento básico, os escândalos de corrupção, superfaturamento de obras, impunidade, reformas na legislação que nunca saem como a política, a penal e a tributária, PEC 37, auxílio-alimentação do judiciário, auxílio-moradia de deputados, controle da inflação, gastos excessivos com os estádios para a Copa, ufa! É uma lista que pode ser quase interminável, mas que é suficiente para transbordar qualquer copo.
Os protestos vão crescer mais? Até onde isso vai chegar? Teremos conquistas?
Como em todo tratamento médico, a vigilância tem que ser permanente. A classe política precisa ser lembrada diariamente que tem que agir em sintonia com as necessidades da população.
Seria mais ou menos o que está acontecendo com a sociedade brasileira e com os protestos que se espalham pelo país. Os vinte centavos das passagens dos ônibus seriam o que fez transbordar o copo da paciência.
Falta de recursos para a educação, para a saúde, para reajustar a tabela do SUS, para construir hospitais, para dar segurança, respeito aos aposentados, saneamento básico, os escândalos de corrupção, superfaturamento de obras, impunidade, reformas na legislação que nunca saem como a política, a penal e a tributária, PEC 37, auxílio-alimentação do judiciário, auxílio-moradia de deputados, controle da inflação, gastos excessivos com os estádios para a Copa, ufa! É uma lista que pode ser quase interminável, mas que é suficiente para transbordar qualquer copo.
Os protestos vão crescer mais? Até onde isso vai chegar? Teremos conquistas?
Como em todo tratamento médico, a vigilância tem que ser permanente. A classe política precisa ser lembrada diariamente que tem que agir em sintonia com as necessidades da população.
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quinta-feira, 18 de abril de 2013
Comunidade pede agilidade e informação sobre obras de saneamento
A situação sobre as obras de saneamento de Laguna foi tema de discussão da Câmara de Vereadores. Representantes da construtora que realiza as obras, prefeitura e Casan prestaram esclarecimentos aos vereadores e comunidade. A demora na realização dos trabalhos e os transtornos causados pela obra estão entre as principais queixas da população.
Existe a compreensão geral de que a obra é importante e necessária, mas também se entende que está faltando agilidade e informação para orientar os moradores. Cronograma de realização dos trabalhos, fechamento de ruas, mudanças dos horários de ônibus foram algumas das solicitações feitas na audiência pública.
O tema já foi assunto de outras reuniões, onde o prefeito Everaldo dos Santos (PMDB) cobrou a necessidade da empresa refazer o trabalho em pontos críticos como Vila Vitória, Progresso e Magalhães. A demora para reestruturar os locais, com pavimentação precária, com falta de reparos e os problemas com a rede pluvial após a passagem da equipe da empresa também está entre as queixas.
Os representantes da empresa justificaram que a antiga drenagem do município, juntamente, com o terreno arenoso a o grande número de redes clandestinas prejudicam o andamento dos trabalhos. A obra está prevista para ser concluída até o início do próximo ano e os lagunenses esperam que até lá, os transtornos sejam reduzidos.
Existe a compreensão geral de que a obra é importante e necessária, mas também se entende que está faltando agilidade e informação para orientar os moradores. Cronograma de realização dos trabalhos, fechamento de ruas, mudanças dos horários de ônibus foram algumas das solicitações feitas na audiência pública.
O tema já foi assunto de outras reuniões, onde o prefeito Everaldo dos Santos (PMDB) cobrou a necessidade da empresa refazer o trabalho em pontos críticos como Vila Vitória, Progresso e Magalhães. A demora para reestruturar os locais, com pavimentação precária, com falta de reparos e os problemas com a rede pluvial após a passagem da equipe da empresa também está entre as queixas.
Os representantes da empresa justificaram que a antiga drenagem do município, juntamente, com o terreno arenoso a o grande número de redes clandestinas prejudicam o andamento dos trabalhos. A obra está prevista para ser concluída até o início do próximo ano e os lagunenses esperam que até lá, os transtornos sejam reduzidos.
quinta-feira, 7 de março de 2013
Funasa fará projeto para Capivari
Capivari de Baixo terá o projeto da Estação de Tratamento de Água feito gratuitamente pela Funasa (Fundação Nacional de Saúde). Pelo menos, este foi acordo firmado entre prefeito Moacir Rabelo da Silva e o engenheiro Milton Shiratori, representante da Funasa, em reunião ocorrida esta semana no gabinete do prefeito. O engenheiro visitou alguns locais da cidade para fazer uma avaliação preliminar dos prováveis locais de captação e de tratamento de água e outros aspectos do sistema. O município repassou todas as informações solicitadas pelo engenheiro da Funasa, que se empenhará a partir de agora para aprovar a elaboração do projeto. Depois desta fase o município buscará recursos junto ao governo federal ou outras instituições para a execução da obra da Estação de Tratamento de Água.
Com informações da AI/PMCB
Com informações da AI/PMCB
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Saneamento: 70% até 2022
As tão sonhadas obras de ampliação e melhorias no sistema de captação e distribuição de água e de coleta e tratamento de esgoto sanitário começam a sair do papel em 2013. Foi o que garantiram ontem diretores da Tubarão Saneamento ao anunciar o investimento de R$ 14 milhões este ano. É só o começo, é verdade, pois serão necessários R$ 228 milhões para fazer tudo o que está previsto no contrato de concessão, mas já é um começo.
Numa das questões mais graves, que é a falta de coleta e tratamento de esgoto, Tubarão não tem nada. A concessionária tem o dever de pular de zero para 70% nos próximos nove anos. Como existe uma grande diferença financeira no que vai ser gasto este ano e no que vai ser preciso, os diretores também garantiram ontem que a partir de março iniciam o processo para obter financiamento junto ao BNDES. Desta forma acreditam que terão o financiamento aprovado de acordo com a necessidade do cronograma de obras previstas.
Outra garantia dada ontem pelo gestores da Tubarão Saneamento é que o consumidor só vai pagar a conta quando tiver a residência atendida pelo sistema. Todos devem ter consciência de que haverá aumento, mas só quando o serviço estiver disponível lá por 2015-2016.
O prefeito Olavio Falchetti (PT) compareceu à divulgação dos investimentos e pediu para discutir com a concessionária os limites urbanos que determinam as áreas que devem ser atendidas pelo sistema. Também soube lá que os dados são referentes ao Plano Diretor de 2002 e que todo o levantamento das redes de distribuição teve de ser refeito, porque a Casan, antiga concessionária, não apresentou os documentos alegando desaparecimento deles.
Tubarão já tem hoje 95% das residências de área urbana abastecidas pelo sistema. A falta total de captação e tratamento de esgoto, infelizmente, não é um problema exclusivo da cidade e nesse ponto Santa Catarina está entre os piores do Brasil. Por isso o assunto é tão importante.
Nos próximos anos, as ruas da cidades terão de ser abertas para as obras, a população deve ter paciência e mais do que tudo, consciência, de que o trabalho e o custo disso, só vão ajudar a melhorar a qualidade de vida atual e das próximas gerações.
ASSISTA REPORTAGEM DA UNISUL TV
Numa das questões mais graves, que é a falta de coleta e tratamento de esgoto, Tubarão não tem nada. A concessionária tem o dever de pular de zero para 70% nos próximos nove anos. Como existe uma grande diferença financeira no que vai ser gasto este ano e no que vai ser preciso, os diretores também garantiram ontem que a partir de março iniciam o processo para obter financiamento junto ao BNDES. Desta forma acreditam que terão o financiamento aprovado de acordo com a necessidade do cronograma de obras previstas.
Outra garantia dada ontem pelo gestores da Tubarão Saneamento é que o consumidor só vai pagar a conta quando tiver a residência atendida pelo sistema. Todos devem ter consciência de que haverá aumento, mas só quando o serviço estiver disponível lá por 2015-2016.
O prefeito Olavio Falchetti (PT) compareceu à divulgação dos investimentos e pediu para discutir com a concessionária os limites urbanos que determinam as áreas que devem ser atendidas pelo sistema. Também soube lá que os dados são referentes ao Plano Diretor de 2002 e que todo o levantamento das redes de distribuição teve de ser refeito, porque a Casan, antiga concessionária, não apresentou os documentos alegando desaparecimento deles.
Tubarão já tem hoje 95% das residências de área urbana abastecidas pelo sistema. A falta total de captação e tratamento de esgoto, infelizmente, não é um problema exclusivo da cidade e nesse ponto Santa Catarina está entre os piores do Brasil. Por isso o assunto é tão importante.
Nos próximos anos, as ruas da cidades terão de ser abertas para as obras, a população deve ter paciência e mais do que tudo, consciência, de que o trabalho e o custo disso, só vão ajudar a melhorar a qualidade de vida atual e das próximas gerações.
ASSISTA REPORTAGEM DA UNISUL TV
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Plano de saneamento na campanha
No Dia Mundial do Meio Ambiente, um evento realizado pelo curso de Agronomia da Unisul chamou a atenção para os problemas de drenagem urbana de Tubarão. Um dos convidados do seminário, foi o engenheiro civil Luiz Alberto Duarte que falou sobre o Plano Municipal de Água e Esgoto (PMAE), aprovado na última semana pela Câmara Municipal de Tubarão. Ele é o responsável pela empresa que venceu a licitação para elaborar o trabalho e disse que a situação é uma das mais críticas de Santa Catarina.
O engenheiro não fez críticas a nenhuma gestão específica da cidade. Não culpou nenhum ex-prefeito ou atual, mas lembrou que o assunto foi ignorado ao longo dos anos, sem uma cobrança mais efetiva da sociedade.
Sim, porque se os políticos não tratam o assunto como deveriam, a sociedade em geral deveria cobrar uma ação para resolver e prevenir problemas maiores.
Por exemplo, ao se falar em drenagem urbana, deve-se ligar o assunto diretamente a enchentes e alagamentos. A cidade não pode esquecer a tragédia de 1974. Mas infelizmente, muitas das áreas que ficaram submersas na grande enchente hoje estão urbanizadas e habitadas sem o devido cuidado para que os mesmos problemas não aconteçam.
Duarte disse que alguns bairros foram construídos sobre zonas de acomodação de águas e que é preciso conhecer de fato o território da cidade refazendo os levantamentos topográficos, considerados por ele como falhos.
O plano de saneamento compreende ainda as áreas de água, esgoto e resíduos sólidos. Para a elaboração dele foram realizadas reuniões comunitárias e audiências públicas. Foram oito meses de trabalho e agora após concluído e aprovado caberá ao governo municipal colocá-lo em prática. Provavelmente o próximo prefeito. A estimativa de investimento para a execução do plano é de R$ 78 milhões.
Este é um assunto que precisa estar na pauta da campanha eleitoral. Quem pretende administrar a cidade e prepará-la para o futuro precisa apresentar uma proposta concreta de como fazer e o eleitor precisa cobrar isso.
O engenheiro não fez críticas a nenhuma gestão específica da cidade. Não culpou nenhum ex-prefeito ou atual, mas lembrou que o assunto foi ignorado ao longo dos anos, sem uma cobrança mais efetiva da sociedade.
Sim, porque se os políticos não tratam o assunto como deveriam, a sociedade em geral deveria cobrar uma ação para resolver e prevenir problemas maiores.
Por exemplo, ao se falar em drenagem urbana, deve-se ligar o assunto diretamente a enchentes e alagamentos. A cidade não pode esquecer a tragédia de 1974. Mas infelizmente, muitas das áreas que ficaram submersas na grande enchente hoje estão urbanizadas e habitadas sem o devido cuidado para que os mesmos problemas não aconteçam.
Duarte disse que alguns bairros foram construídos sobre zonas de acomodação de águas e que é preciso conhecer de fato o território da cidade refazendo os levantamentos topográficos, considerados por ele como falhos.
O plano de saneamento compreende ainda as áreas de água, esgoto e resíduos sólidos. Para a elaboração dele foram realizadas reuniões comunitárias e audiências públicas. Foram oito meses de trabalho e agora após concluído e aprovado caberá ao governo municipal colocá-lo em prática. Provavelmente o próximo prefeito. A estimativa de investimento para a execução do plano é de R$ 78 milhões.
Este é um assunto que precisa estar na pauta da campanha eleitoral. Quem pretende administrar a cidade e prepará-la para o futuro precisa apresentar uma proposta concreta de como fazer e o eleitor precisa cobrar isso.
domingo, 31 de julho de 2011
PP de SC emite nota de apoio a Tiscoski
O diretório estadual do PP manifestou por meio de uma nota oficial apoio ao secretário nacional de Saneamento, Leodegar Tiscoski, que foi envolvido em denúncia da revista Isto É. Confira a integra do texto:
"Partido Progressista SC
O Partido Progressista de Santa Catarina vem a público manifestar o seu total apoio ao Secretário Nacional de Saneamento, Leodegar Tiscoski, citado em denúncia na imprensa nacional. Leodegar Tiscoski tem um histórico político ilibado e de relevantes serviços prestados ao Estado de Santa Catarina, sem jamais ter sofrido qualquer condenação ou fato que desabonasse a sua conduta. Por tudo isso, Leodegar Tiscoski, merece a nossa total confiança e solidariedade.
Joares Ponticelli / Aldo da Rosa
Presidente / Secretário Geral"
Leia mais...
Tiscoski e Pizzolatti envolvidos em denúncia
"Partido Progressista SC
O Partido Progressista de Santa Catarina vem a público manifestar o seu total apoio ao Secretário Nacional de Saneamento, Leodegar Tiscoski, citado em denúncia na imprensa nacional. Leodegar Tiscoski tem um histórico político ilibado e de relevantes serviços prestados ao Estado de Santa Catarina, sem jamais ter sofrido qualquer condenação ou fato que desabonasse a sua conduta. Por tudo isso, Leodegar Tiscoski, merece a nossa total confiança e solidariedade.
Joares Ponticelli / Aldo da Rosa
Presidente / Secretário Geral"
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Tiscoski e Pizzolatti envolvidos em denúncia
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Tecnologia social de preservação ambiental
Leitor Eraldo Nazário recomenda um olhar sobre o projeto de Fossas Sépticas Biodigestoras. É uma boa forma de contribuir com o meio ambiente e diminuir os impactos da urbanização. Envolve também saúde, saneamento básico e aproveitamento do bio-gás na geração de calor e combustíveis. Confira mais informações aqui.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Amurel cria Consórcio Intermunicipal de Saneamento
O saneamento básico é um fator fundamental nos municípios, mas custa caro para as prefeituras investir. Pensando nisso a Associação dos Municípios da Região de Laguna (Amurel), criou o Consórcio Intermunicipal de Saneamento, para facilitar a busca de recursos do Governo Federal na execução dos serviços como tratamento de água, redes de esgoto, coleta de lixo e educação ambiental
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Plano de Saneamento Básico de Capivari
Audiência pública em Capivari de Baixo serviu para a divulgação dos estudos do Plano de Saneamento Básico, relativo aos serviços de abastecimento de água potável e esgotamento sanitário do município
terça-feira, 5 de julho de 2011
Tiscoski volta a falar em “projetos inconsistentes”
O Secretário Nacional de Saneamento Ambiental, Leodegar Tiscoski (PP) disse que Tubarão pode sim buscar recursos para o desassoreamento do Rio Tubarão, macro-drenagem, Rio da Madre entre outros, e ser atendido, mas é preciso ter um projeto consistente. “As propostas apresentadas por Tubarão ano passado foram inconsistentes, e por isso os recursos não foram liberados”, disse o secretário ontem durante participação na sessão da Câmara de Vereadores de Tubarão. A referência direta ao ex-correligionário foi ouvida pela ala governista.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Consórcio de Saneamento Básico
O prefeito de Santa Rosa de Lima, Celso Heidemann (PP), pediu e foi autorizado pelo presidente da Amurel, prefeito de Tubarão Manoel Bertoncini (PSDB), a liderar o processo de criação do Consórcio Intermunicipal de Saneamento Básico. A ideia é seguir o modelo do Consórcio Intermunicipal de Saúde (CIS-Amurel) que integra os municípios em busca de melhores preços para os serviços de saúde.
No caso do Saneamento, a união dos municípios visará à participação em programas do governo. Atualmente a faixa populacional dos municípios os impede de participar de determinados programas federais. Com uma representação acima de 150 mil habitantes a expectativa é ser contemplados com projetos do PAC 2.
No caso do Saneamento, a união dos municípios visará à participação em programas do governo. Atualmente a faixa populacional dos municípios os impede de participar de determinados programas federais. Com uma representação acima de 150 mil habitantes a expectativa é ser contemplados com projetos do PAC 2.
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