Dilma Roussef (PT) não deveria ter sido a vencedora das eleições de 2014. O projeto político do PT já estava com o prazo de validade vencido, mas a oposição foi incompetente em apresentar um nome que pudesse representar novidade e esperança. Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB) não conseguiram convencer o eleitor. Ficou na história daquela eleição, o talvez, caso Eduardo Campos (PSB) não tivesse perdido a vida num desastre de avião.
Só que Dilma venceu, mas nunca mais convenceu. Uma série de escândalos e decisões políticas a levaram a perder o apoio popular, que um dia chegou a superar a casa dos 70%, e também de toda a sua base política. O resultado foi a aprovação de um processo de Impeachment com votações expressivas, e ao que tudo indica um afastamento definitivo. Pois só esta madrugada no Senado já foram 55 votos contra ela, número que supera os 54 que vão ser preciso para a segunda votação após a investigação do STF.
Mas o vice-presidente Michel Temer (PMDB) assume o cargo de forma interina cercado de muita desconfiança. Não é a esperança e sim o que temos para hoje. E a forma como montou este governo provisório indica que ele segue usando dos mesmos artifícios do governo petista. Troca ministérios por apoio político. O bolo segue sendo fatiado conforme as conveniências.
Pior ainda é que entre os nomes já divulgados como Ministros estão deputados e senadores investigados pela Operação Lava-Jato, um dos pivôs da crise política. Temer promete ações no campo econômico para ajudar o Brasil a reagir, mas deveria ter como premissa básica, começar uma história livre da corrupção. Ou seja, investigados na Lava-Jato, ficha sujas e outros de reputação suspeita deveriam ficar longe!
Mostrando postagens com marcador Aécio Neves. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Aécio Neves. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 12 de maio de 2016
O bolo continua loteado
Marcadores:
Aécio Neves,
Corrupção,
Dilma Roussef,
Eduardo Campos,
Eleições 2014,
Governo Federal,
Impeachment,
Marina Silva,
Michel Temer,
PMDB,
PSB,
PSDB,
PT,
STF
segunda-feira, 18 de abril de 2016
Em nome dos meus
A última eleição indireta para presidente da República ocorreu em 15 de janeiro de 1985. Foi quando Tancredo Neves foi eleito por um colégio eleitoral de 660 parlamentares. Pra quem não era nascido nesta época ou não lembrava como era, a votação sobre o impeachment da presidente Dilma Roussef de ontem foi algo bem parecido.
Mas o grande circo armado nos últimos dias tem algo de bom para ser avaliado. Como a votação foi nominal, a população pode acompanhar um por um como justificou e votou cada deputado. A grande maioria evocou poderes divinos e agradecimentos aos familiares, confirmando que o mandato vem para interesses próprios e não os públicos. Teve deputado que até tentou fazer o filho votar em seu lugar. Também deu para conhecer aqueles que estão por lá há quarenta anos e nunca se ouviu falar.
O fato da votação de ontem também significar o desejo de mudanças, deixou uma grande brecha e necessidade para sejam feitas outras reformas, principalmente do sistema político. Adotar o parlamentarismo seria um dos principais meios para se trocar um governo que não está dando certo, sem traumas e julgamentos meramente políticos.
Mas o circo também deixa pontos a serem lamentados. O principal deles é que os deputados ignoraram o resultado das eleições de 2014 e seguiram as vontades próprias para aprovar o encaminhamento do processo ao Senado. Desde o dia seguinte à reeleição de Dilma, a grande mídia fala em país dividido e de fato ela não conseguiu governar até agora e não vai governar. Mas se venceu as eleições com 54,5 milhões de votos contra 51 milhões de Aécio, a vontade da maioria tinha de ser respeitada.
Mas o grande circo armado nos últimos dias tem algo de bom para ser avaliado. Como a votação foi nominal, a população pode acompanhar um por um como justificou e votou cada deputado. A grande maioria evocou poderes divinos e agradecimentos aos familiares, confirmando que o mandato vem para interesses próprios e não os públicos. Teve deputado que até tentou fazer o filho votar em seu lugar. Também deu para conhecer aqueles que estão por lá há quarenta anos e nunca se ouviu falar.
O fato da votação de ontem também significar o desejo de mudanças, deixou uma grande brecha e necessidade para sejam feitas outras reformas, principalmente do sistema político. Adotar o parlamentarismo seria um dos principais meios para se trocar um governo que não está dando certo, sem traumas e julgamentos meramente políticos.
Mas o circo também deixa pontos a serem lamentados. O principal deles é que os deputados ignoraram o resultado das eleições de 2014 e seguiram as vontades próprias para aprovar o encaminhamento do processo ao Senado. Desde o dia seguinte à reeleição de Dilma, a grande mídia fala em país dividido e de fato ela não conseguiu governar até agora e não vai governar. Mas se venceu as eleições com 54,5 milhões de votos contra 51 milhões de Aécio, a vontade da maioria tinha de ser respeitada.
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
Votar deixou de ser prioridade?
As novas pesquisas desta semana botaram o tempero final nesta disputa presidencial. Dilma Roussef (PT) apareceu na frente de Aécio Neves (PSDB) pela primeira vez neste segundo turno e os próximos três dias vão ser de muita expectativa em torno do resultado final.
Uma das avaliações em torno dos números divulgados até agora é o impacto que eles podem ter na redução das abstenções. Muita gente que pensava em ficar sem votar pode ter mudado de ideia.
É a grande esperança já que no primeiro turno foram mais de 27 milhões de ausentes. Somados aos 11 milhões de votos brancos e nulos, tivemos mais votos que o segundo colocado. É muita gente desinteressada pelo processo.
Neste segundo turno a situação tende a piorar, pois em muitos estados, como Santa Catarina, a eleição para governador já foi definida. A esse desinteresse também se deve acrescentar o baixo nível da campanha que não ajudou em nada para cativar os eleitores.
Mas a grande impressão que fica é de que o processo político atual está esgotado. Candidatos fazem campanha sem apresentar propostas. O eleitor que já sabe disso nem prefere acompanhar. Os partidos políticos seguem desmoralizados e ninguém aguenta mais falar em eleições a cada dois anos.
E desse jeito vamos para mais um dia de votação, se der tempo é claro, porque do jeito que está o cidadão sempre acha algo mais importante pra fazer.
Uma das avaliações em torno dos números divulgados até agora é o impacto que eles podem ter na redução das abstenções. Muita gente que pensava em ficar sem votar pode ter mudado de ideia.
É a grande esperança já que no primeiro turno foram mais de 27 milhões de ausentes. Somados aos 11 milhões de votos brancos e nulos, tivemos mais votos que o segundo colocado. É muita gente desinteressada pelo processo.
Neste segundo turno a situação tende a piorar, pois em muitos estados, como Santa Catarina, a eleição para governador já foi definida. A esse desinteresse também se deve acrescentar o baixo nível da campanha que não ajudou em nada para cativar os eleitores.
Mas a grande impressão que fica é de que o processo político atual está esgotado. Candidatos fazem campanha sem apresentar propostas. O eleitor que já sabe disso nem prefere acompanhar. Os partidos políticos seguem desmoralizados e ninguém aguenta mais falar em eleições a cada dois anos.
E desse jeito vamos para mais um dia de votação, se der tempo é claro, porque do jeito que está o cidadão sempre acha algo mais importante pra fazer.
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
Olhar pra frente
Até a próxima semana ainda vamos ter mais três debates com os candidatos a presidente. Até lá se espera que tenhamos melhores discussões entre os candidatos. O que se viu no primeiro programa realizado pela TV Bandeirantes foi lamentável. Parecia uma discussão para escolher o síndico do prédio e não o presidente da sétima maior economia do mundo.
Dilma Roussef (PT) e Aécio Neves (PSDB) trocaram ataques e acusações durante quase todo o debate. O tempo inteiro ficaram olhando para trás e fazendo comparações. A conclusão que ficou é que os dois têm muita roupa suja para lavar.
Até se entende que algumas verdades precisam ser ditas e máscaras precisam cair. Tudo para ajudar a esclarecer e informar o que o eleitor não sabe. Mas também é preciso e importante olhar para frente e projetar o futuro.
Escândalos e desvios devem ser esclarecidos pela justiça e candidatos devem se preocupar em apresentar projetos viáveis e sintonizados com as necessidades do país. Estamos que a reta final da campanha tenha menos baixaria e mais esperanças de um futuro melhor.
Dilma Roussef (PT) e Aécio Neves (PSDB) trocaram ataques e acusações durante quase todo o debate. O tempo inteiro ficaram olhando para trás e fazendo comparações. A conclusão que ficou é que os dois têm muita roupa suja para lavar.
Até se entende que algumas verdades precisam ser ditas e máscaras precisam cair. Tudo para ajudar a esclarecer e informar o que o eleitor não sabe. Mas também é preciso e importante olhar para frente e projetar o futuro.
Escândalos e desvios devem ser esclarecidos pela justiça e candidatos devem se preocupar em apresentar projetos viáveis e sintonizados com as necessidades do país. Estamos que a reta final da campanha tenha menos baixaria e mais esperanças de um futuro melhor.
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Candidatos a presidente em debate
A Unisul TV retransmite o debate entre os candidatos a presidente organizado pela TV Aparecida a partir das 21h30min. A mediação vai ser do jornalista Rodolpho Gamberini e os principais candidatos foram convidados. Aécio Neves (PSDB), Dilma (PT), Eduardo Jorge (PV), Pastor Everaldo (PSC), Levy Fidelix (PRTB), Eymael (PSDC), Luciana Genro (PSOL) e Marina Silva (PSB). É mais uma oportunidade de conferir o que eles propõem para o país.
Marcadores:
Aécio Neves,
Debates,
Dilma Roussef,
Eduardo Jorge,
José Maria Eymael,
Levy Fidélix,
Luciana Genro,
Marina Silva,
Pastor Everaldo,
TV Aparecida,
Unisul TV
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Marcha do passo lento
Todos os anos os gestores municipais se reúnem em Brasília na chamada Marcha dos Prefeitos e entre as principais discussões está a revisão do Pacto Federativo. Até agora eles não conseguiram exercer pressão suficiente para mudar a divisão dos recursos arrecadados por meio dos impostos e outros tributos.
Na programação de quarta-feira, os prefeitos ouviram quatro pré-candidatos a presidente. Dilma Roussef (PT) também foi convidada, mas não compareceu. De Aécio Neves (PSDB), Eduardo Campos (PSB), Pastor Everaldo (PSC) e Randolfe Rodrigues (PSOL), tiveram os compromissos de que haverá mais aproximação entre o governo federal e municípios e de que será feita a reforma tributária e revisto o pacto federativo.
Resta saber se estes compromissos serão mesmo mantidos depois das eleições, já que o discurso tem sido bem parecido nas últimas campanhas.
A situação atual é semelhante a um balão cheio de ar, prestes a estourar. O cidadão que mora nas cidades espera por diversas melhorias no serviço público. Os prefeitos agonizam para tentar cumprir as promessas que fizeram durante as campanhas.
As prefeituras dependem e muito de convênios federais e estaduais para realizar alguma obra. Dizem que tem dinheiro sobrando em Brasília, mas sem contrapartida municipal nada é aprovado. É nesse ponto que a situação precisa ser revisada. Algo precisa ser feito para tirar os municípios da paralisia que só atrasa o crescimento e as perspectivas de um futuro melhor.
Na programação de quarta-feira, os prefeitos ouviram quatro pré-candidatos a presidente. Dilma Roussef (PT) também foi convidada, mas não compareceu. De Aécio Neves (PSDB), Eduardo Campos (PSB), Pastor Everaldo (PSC) e Randolfe Rodrigues (PSOL), tiveram os compromissos de que haverá mais aproximação entre o governo federal e municípios e de que será feita a reforma tributária e revisto o pacto federativo.
Resta saber se estes compromissos serão mesmo mantidos depois das eleições, já que o discurso tem sido bem parecido nas últimas campanhas.
A situação atual é semelhante a um balão cheio de ar, prestes a estourar. O cidadão que mora nas cidades espera por diversas melhorias no serviço público. Os prefeitos agonizam para tentar cumprir as promessas que fizeram durante as campanhas.
As prefeituras dependem e muito de convênios federais e estaduais para realizar alguma obra. Dizem que tem dinheiro sobrando em Brasília, mas sem contrapartida municipal nada é aprovado. É nesse ponto que a situação precisa ser revisada. Algo precisa ser feito para tirar os municípios da paralisia que só atrasa o crescimento e as perspectivas de um futuro melhor.
terça-feira, 23 de julho de 2013
Cenário pressionado
Em ano de véspera de eleições o governador Raimundo Colombo (PSD) anda pressionado pelos partidos aliados. A todo momento surgem informações de que este ou aquele partido vai pular fora do governo para trabalhar em outro projeto para as eleições de 2014. O governador já disse que não pode antecipar o ano eleitoral para 2013, pois precisa governar, e no que está correto, mas certamente vive pensando em alternativas para o caso de ficar na mão.
A única certeza que deve prevalecer para o próximo ano é o afastamento do PSDB. Colombo afirma a todo o momento que irá apoiar a reeleição da presidente Dilma Roussef (PT) por causa de toda atenção que o Estado tem recebido do Governo Federal. Fala-se até na integração do PT na aliança, possibilidade que é rejeitada pelos petistas catarinenses.
Com esta posição, o PSDB definiu que terá candidatura própria para dar palanque ao candidato a presidente. O senador mineiro Aécio Neves é o pré-candidato nacional e o senador Paulo Bauer, o pré-candidato ao governo estadual.
Na semana passada se falou na possibilidade do PP, que até agora demonstra aproximação com Colombo, coligar com o PSDB e indicar o candidato a vice-governador. Esta semana, a composição mais falada seria a adesão do PMDB ao projeto tucano, somando-se ainda o PSB que é inexpressivo no Estado, mas deve ganhar força com a chegada do deputado federal Paulo Bornhausen, hoje no PSD. A condição para isso seria que o candidato a presidente do PSDB tivesse como vice o governador pernambucano Eduardo Campos, do PSB. O deputado federal Mauro Mariani e o vice-governador Eduardo Moreira seriam os nomes do PMDB para encabeçar a chapa, tendo o ex-prefeito de Imbituba, Beto Martins, como vice.
PP e PT voltariam a ser as alternativas de Raimundo Colombo. Mas ainda falta um ano para tudo ser decidido e muitas situações vão influir nas decisões. Inclusive situações de cunho pessoal. Na sexta-feira, o vice-governador Eduardo Moreira perdeu a esposa, a tubaronense, Ivane Fretta Moreira, em complicações após uma cirurgia. Ontem, em entrevista à rádio Hulha Negra, de Criciúma, o ele disse que pode repensar o seu futuro político.
A única certeza que deve prevalecer para o próximo ano é o afastamento do PSDB. Colombo afirma a todo o momento que irá apoiar a reeleição da presidente Dilma Roussef (PT) por causa de toda atenção que o Estado tem recebido do Governo Federal. Fala-se até na integração do PT na aliança, possibilidade que é rejeitada pelos petistas catarinenses.
Com esta posição, o PSDB definiu que terá candidatura própria para dar palanque ao candidato a presidente. O senador mineiro Aécio Neves é o pré-candidato nacional e o senador Paulo Bauer, o pré-candidato ao governo estadual.
Na semana passada se falou na possibilidade do PP, que até agora demonstra aproximação com Colombo, coligar com o PSDB e indicar o candidato a vice-governador. Esta semana, a composição mais falada seria a adesão do PMDB ao projeto tucano, somando-se ainda o PSB que é inexpressivo no Estado, mas deve ganhar força com a chegada do deputado federal Paulo Bornhausen, hoje no PSD. A condição para isso seria que o candidato a presidente do PSDB tivesse como vice o governador pernambucano Eduardo Campos, do PSB. O deputado federal Mauro Mariani e o vice-governador Eduardo Moreira seriam os nomes do PMDB para encabeçar a chapa, tendo o ex-prefeito de Imbituba, Beto Martins, como vice.
PP e PT voltariam a ser as alternativas de Raimundo Colombo. Mas ainda falta um ano para tudo ser decidido e muitas situações vão influir nas decisões. Inclusive situações de cunho pessoal. Na sexta-feira, o vice-governador Eduardo Moreira perdeu a esposa, a tubaronense, Ivane Fretta Moreira, em complicações após uma cirurgia. Ontem, em entrevista à rádio Hulha Negra, de Criciúma, o ele disse que pode repensar o seu futuro político.
Marcadores:
Aécio Neves,
Beto Martins,
Dilma Roussef,
Eduardo Moreira,
Eleições 2014,
Mauro Mariani,
Paulo Bauer,
PMDB,
PP,
PSD,
PSDB,
PT,
Raimundo Colombo
segunda-feira, 29 de abril de 2013
“A quem interessa a divisão do PSDB?”
O PSDB de Santa Catarina ficou de fora do roteiro de convenções estaduais que estavam previstas para este domingo em mais de dez estados. A intervenção do diretório nacional, anunciada no meio da semana, gerou notas oficiais do deputado estadual Marcos Vieira e do presidente da sigla e ex-governador Leonel Pavan.
Deixaram evidente o clima de divisão e insatisfação entre os envolvidos. Quem não se manifestou oficialmente também está preocupado com os rumos do PSDB a partir de agora. Chegou-se a comentar até numa debandada geral dos deputados estaduais e do único federal, mas não há alternativa a não ser tentar juntar os cacos.
Para um tucano influente, a principal pergunta que deve ser feita é “a quem interessa esta divisão do partido?” Para ele a resposta é o governador Raimundo Colombo (PSD).
Diante das discussões que culminaram com o cancelamento da convenção é quase certo que o partido estará dividido nas eleições de 2014. Um grupo, comprometido com o pré-candidato a presidente Aécio Neves e com uma candidatura a governador. Outro, pode estar livre para apoiar quem quiser, leia-se Colombo. Ou seja, o estrago está feito e o reparo com poucas perspectivas.
Leia mais...
"Partido estava dividido", diz Pavan
Convenção estadual do PSDB é suspensa
Deixaram evidente o clima de divisão e insatisfação entre os envolvidos. Quem não se manifestou oficialmente também está preocupado com os rumos do PSDB a partir de agora. Chegou-se a comentar até numa debandada geral dos deputados estaduais e do único federal, mas não há alternativa a não ser tentar juntar os cacos.
Para um tucano influente, a principal pergunta que deve ser feita é “a quem interessa esta divisão do partido?” Para ele a resposta é o governador Raimundo Colombo (PSD).
Diante das discussões que culminaram com o cancelamento da convenção é quase certo que o partido estará dividido nas eleições de 2014. Um grupo, comprometido com o pré-candidato a presidente Aécio Neves e com uma candidatura a governador. Outro, pode estar livre para apoiar quem quiser, leia-se Colombo. Ou seja, o estrago está feito e o reparo com poucas perspectivas.
Leia mais...
"Partido estava dividido", diz Pavan
Convenção estadual do PSDB é suspensa
segunda-feira, 11 de março de 2013
A hora certa do desembarque
O PSDB de Santa Catarina avalia a possibilidade de desembarcar da Tríplice Aliança e por consequência do Governo Estadual. O principal motivo seria incentivar uma candidatura própria do partido nas eleições de 2014 e garantir espaço ao pré-candidato a presidente da sigla, o senador Aécio Neves.
O senador Paulo Bauer tem se apresentando como esta alternativa dos tucanos e já realiza um roteiro pelo estado para discutir a situação com os filiados. A região sul ainda não foi visitada pelo senador e pelo ex-governador Leonel Pavan e espera-se que isso ocorra em breve, antes até das convenções municipais que devem ser realizadas até o dia 24 de março.
O desembarque do PSDB do governo pode ser uma manobra parecida a que realizou o Democratas em 2010. A diferença é que Raimundo Colombo tinha como objetivo manter a triplice aliança e ser o candidato da coligação, o que conseguiu.
Desta vez, Colombo será candidato à reeleição e não há espaço para esta discussão. Os tucanos também não estão satisfeitos com o interesse de integrar o PP na composição e também no apoio que o PSD, partido atual do governador, deve dar à candidatura de Dilma Roussef à reeleição. Por isso a alternativa de candidatura e palanque próprio.
Mas será que o desembarque do governo interessa também às base do partido? Esta ruptura significaria deixar para trás cargos em secretaria estaduais e nas secretarias de desenvolvimento regional. O PSDB da região tem hoje duas SDRs, Tubarão e Braço do Norte, e ainda o secretário estadual de Turismo, Beto Martins, apenas para citar os exemplos locais.
E ainda, o Democratas deixou o governo e todos os cargos em março de 2010. Não seria cedo demais para o PSDB tomar esta posição e ficar sem a visibilidade de suas lideranças há mais de um ano e meio das eleições? São respostas que os encontros regionais e as convenções podem dar. Toda posição tem um preço e resta saber se os tucanos estão dispostos a pagar por ela?
O senador Paulo Bauer tem se apresentando como esta alternativa dos tucanos e já realiza um roteiro pelo estado para discutir a situação com os filiados. A região sul ainda não foi visitada pelo senador e pelo ex-governador Leonel Pavan e espera-se que isso ocorra em breve, antes até das convenções municipais que devem ser realizadas até o dia 24 de março.
O desembarque do PSDB do governo pode ser uma manobra parecida a que realizou o Democratas em 2010. A diferença é que Raimundo Colombo tinha como objetivo manter a triplice aliança e ser o candidato da coligação, o que conseguiu.
Desta vez, Colombo será candidato à reeleição e não há espaço para esta discussão. Os tucanos também não estão satisfeitos com o interesse de integrar o PP na composição e também no apoio que o PSD, partido atual do governador, deve dar à candidatura de Dilma Roussef à reeleição. Por isso a alternativa de candidatura e palanque próprio.
Mas será que o desembarque do governo interessa também às base do partido? Esta ruptura significaria deixar para trás cargos em secretaria estaduais e nas secretarias de desenvolvimento regional. O PSDB da região tem hoje duas SDRs, Tubarão e Braço do Norte, e ainda o secretário estadual de Turismo, Beto Martins, apenas para citar os exemplos locais.
E ainda, o Democratas deixou o governo e todos os cargos em março de 2010. Não seria cedo demais para o PSDB tomar esta posição e ficar sem a visibilidade de suas lideranças há mais de um ano e meio das eleições? São respostas que os encontros regionais e as convenções podem dar. Toda posição tem um preço e resta saber se os tucanos estão dispostos a pagar por ela?
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Aécio no programa do PSDB
Líderes estudais e nacionais estão aparecendo nos programas da propaganda eleitoral dos candidatos a prefeito de Tubarão. O governador Raimundo Colombo (PSD) já apareceu pedindo voto para Pepê Collaço (PSD), o ex-deputado federal Cláudio Vignati (PT) gravou depoimento para Olavio Falchetti (PT) e a senadora gaúcha Ana Amélia Lemos (PP-RS) surgiu pedindo voto para o 15 de Edinho Bez (PMDB) por causa do 11 do vice Deka May (PP).
A próxima personalidade a surgir por aqui será o senador mineiro Aécio Neves (PSDB) que cumprirá roteiro em Santa Catarina nos próximos dias. Conduzido pelo senador Paulo Bauer (PSDB) ele passará por Joinville, Blumenau, Balneário Camboriú e Criciúma. Ao passar pelo Sul vai gravar depoimento para Carlos Stüpp (PSDB).
A próxima personalidade a surgir por aqui será o senador mineiro Aécio Neves (PSDB) que cumprirá roteiro em Santa Catarina nos próximos dias. Conduzido pelo senador Paulo Bauer (PSDB) ele passará por Joinville, Blumenau, Balneário Camboriú e Criciúma. Ao passar pelo Sul vai gravar depoimento para Carlos Stüpp (PSDB).
Marcadores:
Aécio Neves,
Ana Amélia Lemos,
Carlos Stüpp,
Claudio Vignati,
Deka May,
Edinho Bez,
Eleições 2012,
Olávio Falchetti,
Paulo Bauer,
Pepê Collaço,
Raimundo Colombo,
Tubarão
terça-feira, 22 de março de 2011
Reforma aprovada. Fica o compromisso
A aprovação da criação das Fundações Municipais pela Câmara de Vereadores conclui mais uma etapa da Reforma Administrativa da Prefeitura de Tubarão. O que se pode esperar a partir de agora?
O que mais se fala é em economia e fôlego para realizar investimentos na cidade. São tantos projetos por parte da prefeitura de Tubarão que já se fala no PAT 1 e 2, o Programa Avança Tubarão.
Mas o fato é que a aprovação da reforma administrativa na Câmara de Vereadores, incluindo aí a criação de cinco fundações, coloca a administração municipal num grande compromisso. Ficou a impressão de que todos os problemas serão resolvidos a partir da reforma. Só que a briga contra o calendário será muito grande.
Resta a Manoel Bertoncini (PSDB) e Pepê Collaço (PP) pouco mais de um ano de prazo para trabalhar. Com eleições em 2012, muitas ações serão interrompidas no meio do próximo ano por força da campanha e da legislação eleitoral.
Lá na frente espero que isso não seja usado como desculpa. De que não houve tempo suficiente para fazer tudo. Se isso ocorrer, vão dar razão para os que dizem que tudo foi muito lento, demorado até agora. Esta reforma administrativa, por exemplo, é discutida há mais de um ano.
O governador Raimundo Colombo (DEM), que assumiu o cargo no início de 2011 já apresentou uma minirreforma, que atualmente é discutida na Assembleia Legislativa. Será que Bertoncini já não deveria ter apresentado a sua reforma também lá atrás, em 2009?
O ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves, conhecida liderança do PSDB, destacou-se com a aplicação do Choque de Gestão no início do mandato em 2003. O projeto tinha o objetivo também de reduzir custos do governo e dar condições de aumentar os investimentos na área social e em infraestrutura.
O projeto mineiro conquistou resultados e reconhecimento por excelência. Resta torcer agora que o projeto tubaronense alcance sucesso aproximado. O tempo de esperar já passou.
O que mais se fala é em economia e fôlego para realizar investimentos na cidade. São tantos projetos por parte da prefeitura de Tubarão que já se fala no PAT 1 e 2, o Programa Avança Tubarão.
Mas o fato é que a aprovação da reforma administrativa na Câmara de Vereadores, incluindo aí a criação de cinco fundações, coloca a administração municipal num grande compromisso. Ficou a impressão de que todos os problemas serão resolvidos a partir da reforma. Só que a briga contra o calendário será muito grande.
Resta a Manoel Bertoncini (PSDB) e Pepê Collaço (PP) pouco mais de um ano de prazo para trabalhar. Com eleições em 2012, muitas ações serão interrompidas no meio do próximo ano por força da campanha e da legislação eleitoral.
Lá na frente espero que isso não seja usado como desculpa. De que não houve tempo suficiente para fazer tudo. Se isso ocorrer, vão dar razão para os que dizem que tudo foi muito lento, demorado até agora. Esta reforma administrativa, por exemplo, é discutida há mais de um ano.
O governador Raimundo Colombo (DEM), que assumiu o cargo no início de 2011 já apresentou uma minirreforma, que atualmente é discutida na Assembleia Legislativa. Será que Bertoncini já não deveria ter apresentado a sua reforma também lá atrás, em 2009?
O ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves, conhecida liderança do PSDB, destacou-se com a aplicação do Choque de Gestão no início do mandato em 2003. O projeto tinha o objetivo também de reduzir custos do governo e dar condições de aumentar os investimentos na área social e em infraestrutura.
O projeto mineiro conquistou resultados e reconhecimento por excelência. Resta torcer agora que o projeto tubaronense alcance sucesso aproximado. O tempo de esperar já passou.
Marcadores:
Aécio Neves,
Câmara de Tubarão,
Manoel Bertoncini,
Pepê Collaço,
Prefeitura de Tubarão,
Raimundo Colombo,
Reforma Administrativa,
Vereadores
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
PSB de SC segue movimentos de Ciro Gomes
O PSB de Santa Catarina programa discutir nesta quinta-feira (19/11) as candidaturas para as eleições de 2010, mas as declarações do deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) e pré-candidato à presidência sobre abrir mão em favor do governador de Minas Gerais Aécio Neves (PSDB), pode mudar o rumo da conversa.
É que o lançamento de um candidato do PSB em Santa Catarina estaria diretamente ligado ao fato de Ciro disputar a sucessão de Lula. O desempenho dele nas pesquisas reforçaria e motivaria a intenção de disputar o governo do estado.
Em todo caso o partido segue traçando estratégias. O presidente estadual, Djalma Berger, é o principal nome da sigla, mas não deve renunciar ao mandato de prefeito de São José para disputar o governo. Adir Gentil e Mário Cavalazzi surgem como possibilidades assim como o ex-vereador de Florianópolis Márcilio Ávila.
Na disputa proporcional a estratégia do PSB não muda e nem precisa esperar por Ciro. O partido deve coligar e apresentar um único candidato para federal. O nome pode sair da mesma lista que aparece para o governo.
Para deputado estadual a orientação é ter o maior número de candidatos possíveis para conquistar pelo menos três vagas na Alesc. Do Sul surgem como possibilidades o vereador de Criciúma e ex-candidato ao senado, Ízio Inácio, o Hulk, a vereadora de Laguna Jussalva da Silva Matos, a Nega, e o ex-prefeito de Imaruí Odmar Pires Pacheco (1997-2000).
O presidente do PSB de Tubarão Henrique Melo participa da reunião marcada para às 14 horas na sede do diretório.
Leia mais...
Por Aécio, Ciro desiste
É que o lançamento de um candidato do PSB em Santa Catarina estaria diretamente ligado ao fato de Ciro disputar a sucessão de Lula. O desempenho dele nas pesquisas reforçaria e motivaria a intenção de disputar o governo do estado.
Em todo caso o partido segue traçando estratégias. O presidente estadual, Djalma Berger, é o principal nome da sigla, mas não deve renunciar ao mandato de prefeito de São José para disputar o governo. Adir Gentil e Mário Cavalazzi surgem como possibilidades assim como o ex-vereador de Florianópolis Márcilio Ávila.
Na disputa proporcional a estratégia do PSB não muda e nem precisa esperar por Ciro. O partido deve coligar e apresentar um único candidato para federal. O nome pode sair da mesma lista que aparece para o governo.
Para deputado estadual a orientação é ter o maior número de candidatos possíveis para conquistar pelo menos três vagas na Alesc. Do Sul surgem como possibilidades o vereador de Criciúma e ex-candidato ao senado, Ízio Inácio, o Hulk, a vereadora de Laguna Jussalva da Silva Matos, a Nega, e o ex-prefeito de Imaruí Odmar Pires Pacheco (1997-2000).
O presidente do PSB de Tubarão Henrique Melo participa da reunião marcada para às 14 horas na sede do diretório.
Leia mais...
Por Aécio, Ciro desiste
Marcadores:
Adir Gentil,
Aécio Neves,
Ciro Gomes,
Djalma Berger,
Eleições 2010,
Henrique Melo,
Hulk,
Marcílio Ávila,
Mário Cavalazzi,
Nega,
Odmar Pacheco,
PSB
terça-feira, 31 de março de 2009
As pesquisas já começaram
As eleições de 2010 ainda estão longe, mas as pesquisas já ditam os rumos dos partidos e norteiam as indicações de possíveis candidatos.
No PT por exemplo, o diretório nacional divulga números da ministra chefe da Casa Civil Dilma Roussef encostando em José Serra (PSDB) e até em primeiro lugar, no caso do adversário ser o governador mineiro Aécio Neves (PSDB).
Em Santa Catarina, os números dos Partido dos Trabalhadores, indicam a senadora Ideli Salvati com cerca de 15% das intenções de voto, o que lhe renderiam segundo e terceiro lugar, dependendo dos adversários. Em todas as simulações a deputada federal Ângela Amin (PP) aparece em primeiro com o dobro de pontos percentuais.
Até 2010 muita água e pesquisas ainda vão rolar, mas o jogo dos números já começa a jogar a favor daqueles que querem ser candidatos.
No PT por exemplo, o diretório nacional divulga números da ministra chefe da Casa Civil Dilma Roussef encostando em José Serra (PSDB) e até em primeiro lugar, no caso do adversário ser o governador mineiro Aécio Neves (PSDB).
Em Santa Catarina, os números dos Partido dos Trabalhadores, indicam a senadora Ideli Salvati com cerca de 15% das intenções de voto, o que lhe renderiam segundo e terceiro lugar, dependendo dos adversários. Em todas as simulações a deputada federal Ângela Amin (PP) aparece em primeiro com o dobro de pontos percentuais.
Até 2010 muita água e pesquisas ainda vão rolar, mas o jogo dos números já começa a jogar a favor daqueles que querem ser candidatos.
Assinar:
Postagens (Atom)
Categories
A Hora do Voto
Acit
Ada De Luca
Aeroporto Regional Sul
Alesc
Amurel
Arena Multiuso
Armazém
BR-101
Brasília
Braço do Norte
CDL
CDR
Capivari de Baixo
Carlos Stüpp
Charge
Câmara Capivari de Baixo
Câmara de Braço do Norte
Câmara de Criciúma
Câmara de Gravatal
Câmara de Grão-Pará
Câmara de Imaruí
Câmara de Imbituba
Câmara de Jaguaruna
Câmara de Laguna
Câmara de Sangão
Câmara de São Martinho
Câmara de Tubarão
Câmara dos Deputados
DEM
DNIT
Debates
Deputados
Desenvolvimento
Dilma Roussef
Diário do Sul
Economia
Edinho Bez
Educação
Eleições 1982
Eleições 1985
Eleições 1986
Eleições 1989
Eleições 1990
Eleições 1992
Eleições 1996
Eleições 1998
Eleições 2000
Eleições 2002
Eleições 2004
Eleições 2006
Eleições 2008
Eleições 2010
Eleições 2012
Eleições 2014
Eleições 2016
Eleições 2018
Eleições 2020
Facisc
Governo Estadual
Gravatal
IPTU
Imaruí
Imbituba
Impostos
Indústria e Comércio
JBGuedes
Jaguaruna
Joares Ponticelli
Jorge Boeira
José Nei Ascari
Justiça
Justiça Eleitoral
Laguna
Leis
Meio Ambiente
Obras
Olávio Falchetti
PCB
PCO
PCdoB
PDS
PDT
PEN
PHS
PL
PMDB
PMDB Mulher
PMN
PP
PPA
PPB
PPL
PPS
PR
PRB
PRP
PRTB
PSB
PSC
PSD
PSDB
PSDC
PSL
PSOL
PSPB
PSTU
PT
PTB
PTC
PTN
PTdoB
PV
Partidos
Pedras Grandes
Pepê Collaço
Pesca
Pescaria Brava
Pesquisas
Política
Porto de Imbituba
Prefeitos
Prefeitura de Capivari de Baixo
Prefeitura de Gravatal
Prefeitura de Jaguaruna
Prefeitura de Laguna
Prefeitura de São Martinho
Prefeitura de Tubarão
Prefeituras
Presídio
Prona
Propaganda partidária
Raimundo Colombo
Rede Sustentabilidade
Reforma Administrativa
Reforma Eleitoral
Reforma Política
Reforma Tributária
Reforma Universitária
Rhumor
Rio Tubarão
Rizicultura
SDR de Braço do Norte
SDR de Laguna
SDR de Tubarão
SDRs
STF
Salários
Saúde
Segurança
Senado
Senadores
Sociedade
TCE
TJ-SC
TRE
TSE
Treze de Maio
Trânsito
Tubarão
Turismo
Unisul
Unisul TV
Vereadores