Desde 2008 quando Barack Obama obteve sucesso nas redes sociais nas eleições para presidente do Estados Unidos que a repetição do fenômeno é esperada por aqui. Foi assim em 2010 e havia esta expectativa para 2012. Mas até agora nem perto se chegou do que ocorreu por lá.
Como não há propaganda gratuita na campanha americana, Obama utilizou a internet para primeiro arrecadar milhões de dólares em doações e segundo para conquistar cabos eleitorais voluntários. O sucesso de arrecadação foi tremendo e o resultado das urnas também foi satisfatório.
Por aqui, a internet e as chamadas redes sociais ainda não tiveram o sucesso esperado nos quesitos doações e conquista de eleitores. A internet tem sim ajudado muitos candidatos a divulgarem ideias e quando querem a se aproximar do eleitor. Mas em geral, o maior impacto da internet até o momento é na divulgação de informações com fontes anônimas. Em alguns casos com acusações gravíssimas que apenas trocaram o meio. Saiu de cena a distribuição de panfletos na madrugada e entrou o disparo de e-mails ou mensagens em redes sociais. Tem sido assim desde 2010 em diversos pontos do pais.
É muito difícil apontar qual seria a forma de se evitar tudo isso. Uns vão dizer que deveríamos ter o financiamento público de campanha, outros que a internet precisa ser controlada, e mais um outro tanto de sugestões.
Escândalos, denúncias e tentativas de desmoralizar o adversário sempre vão existir. Até nos Estados Unidos. O que eleitor deve fazer mesmo é tiras as dúvidas por conta própria e não se deixar levar pelas ondas.
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terça-feira, 18 de setembro de 2012
sexta-feira, 15 de abril de 2011
A inusitada honestidade
Os casos são mais comuns do que se imagina. Numa simples busca na internet encontramos os relatos: no interior de São Paulo, trabalhadores encontram dinheiro num envelope e procuram o dono para devolver; na Bahia, casal de agricultores endividado encontra uma carteira recheada de notas de R$ 100, suficientes para pagar um terço das contas vencidas. Procuram o dono e devolvem tudo; ainda em São Paulo, cobrador de ônibus encontra num dos bancos mais do que o salário que recebe por mês. O valor, suficiente para pagar três meses de aluguel é totalmente devolvido ao dono.
Nada disso foi inventado. Está tudo contado na web, em forma de notícias e com um bom destaque. Afinal de contas, exemplos de honestidade são raros e merecem o reconhecimento. Merecem servir de exemplo.
Mas será que a honestidade está tão em falta assim. Ao ponto de obrigatoriamente virar notícia o fato de um cidadão devolver ao outro o que não era seu? Infelizmente parece que está.
A própria tragédia que atingiu ao Japão nos surpreendeu, é claro que pela força da tsunami, mas também pela paciência e educação do povo japonês. Foi notícia por aqui o fato de não terem ocorrido saques a lojas e supermercados. Mesmo desolados com toda a catástrofe os japoneses aguardaram pacientemente em fila para receber algum tipo de ajuda. Realmente, algo surpreendente que até virou notícia.
Mas, como eu já escrevi logo na primeira linha deste texto, os exemplos de honestidade estão por aí e são muito mais comuns do que a gente imagina. Muito, talvez, seja por causa da natureza humana de primeiro ver os defeitos e só depois a qualidade.
Vejamos a internet. Tem muito coisa ruim, é claro, e por consequência, muitos trapaceiros desonestos se aproveitam dos recursos que ela oferece para lograr as pessoas.
Só que esta mesma internet tem ajudado a despertar, ou recuperar, a honestidade perdida. Muitos negócios feitos através da net são baseados quase que exclusivamente na confiança.
Pela web dá para comprar pacote turístico sem nunca ter pisado no hotel ou na agência que lhe vendeu as passagens, comprar um livro, DVD, computador, entre outros objetos, por um preço mais justo do que se encontra presencialmente, ou combinar uma viagem numa excursão com um sujeito que você só conheceu pela internet. Dá até para atravessar o país em busca de um caminhão que se encontrou pelo preço que se queria pagar.
É claro que temos muitos exemplos de trapaças, mas acredito que temos muito mais casos de honestidade. Sem ela, negócios deste tipo não seguem em frente. É uma questão de comportamento e relacionamento social.
É um sonho, é verdade. Mas quem sabe chegaremos num dia em que as histórias de honestidade nem sejam mais contadas em jornais, porque tenham virado prática comum. Tão comum que até a falta dela também deixará de ser notícia.
(*) texto publicado na edição de abril da Revista Alternativa
Nada disso foi inventado. Está tudo contado na web, em forma de notícias e com um bom destaque. Afinal de contas, exemplos de honestidade são raros e merecem o reconhecimento. Merecem servir de exemplo.
Mas será que a honestidade está tão em falta assim. Ao ponto de obrigatoriamente virar notícia o fato de um cidadão devolver ao outro o que não era seu? Infelizmente parece que está.
A própria tragédia que atingiu ao Japão nos surpreendeu, é claro que pela força da tsunami, mas também pela paciência e educação do povo japonês. Foi notícia por aqui o fato de não terem ocorrido saques a lojas e supermercados. Mesmo desolados com toda a catástrofe os japoneses aguardaram pacientemente em fila para receber algum tipo de ajuda. Realmente, algo surpreendente que até virou notícia.
Mas, como eu já escrevi logo na primeira linha deste texto, os exemplos de honestidade estão por aí e são muito mais comuns do que a gente imagina. Muito, talvez, seja por causa da natureza humana de primeiro ver os defeitos e só depois a qualidade.
Vejamos a internet. Tem muito coisa ruim, é claro, e por consequência, muitos trapaceiros desonestos se aproveitam dos recursos que ela oferece para lograr as pessoas.
Só que esta mesma internet tem ajudado a despertar, ou recuperar, a honestidade perdida. Muitos negócios feitos através da net são baseados quase que exclusivamente na confiança.
Pela web dá para comprar pacote turístico sem nunca ter pisado no hotel ou na agência que lhe vendeu as passagens, comprar um livro, DVD, computador, entre outros objetos, por um preço mais justo do que se encontra presencialmente, ou combinar uma viagem numa excursão com um sujeito que você só conheceu pela internet. Dá até para atravessar o país em busca de um caminhão que se encontrou pelo preço que se queria pagar.
É claro que temos muitos exemplos de trapaças, mas acredito que temos muito mais casos de honestidade. Sem ela, negócios deste tipo não seguem em frente. É uma questão de comportamento e relacionamento social.
É um sonho, é verdade. Mas quem sabe chegaremos num dia em que as histórias de honestidade nem sejam mais contadas em jornais, porque tenham virado prática comum. Tão comum que até a falta dela também deixará de ser notícia.
(*) texto publicado na edição de abril da Revista Alternativa
Site próprio
O vereador Evandro Almeida (PMDB) estreou esta semana um site próprio na internet http://www.evandroalmeida.com.br/. Divulga agenda, ações, fotos e propões um contato mais direto com o eleitor interessado e ligado na grande rede.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Breve recesso
O tempo anda tão curto, que nem sobra tempo para explicar a falta de tempo. Mas a situação do momento é que o Blog terá uma pausa de pelo menos três semanas. Minha previsão é voltar depois do Carnaval. Calma, não estou ensaiando e nem costurando nenhuma fantasia. São outros compromissos mesmo e um deadline para cumprir. Como não dá para atirar para todos os lados, tive de tomar esta decisão. Se der volto antes e quem sabe até com layout renovado. Conto com a compreensão de todos.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Convocando os blogueiros
A previsão era de que a internet faria muita diferença na campanha eleitoral 2010. A expectativa era de que ela ajudasse a arrecadar recursos, como ocorreu com Barack Obama nos Estados Unidos, mas até agora serviu apenas para ajudar a espalhar os velhos e antigos boatos. E isso ocorre dos dois lados.
Esta semana porém a campanha de José Serra (PSDB) lançou uma estratégia para ganhar o apoio de blogueiros. A ideia é usar nomes com mais credibilidade para divulgar as notícias que quando chegam por e-mail vão direito para a caixa do lixo eletrônico.
Nos mensagens, enviadas pela marqueteira digital Ana Reczek, é informado o endereço de um blog, que reune informações para serem republicadas e utilizadas por quem quiser. A quem interessar beber direto da fonte, pode acessar http://voudeserra45.wordpress.com/.
O meu blog não republicará mensagens deste tipo de nenhum dos dois candidatos.
Esta semana porém a campanha de José Serra (PSDB) lançou uma estratégia para ganhar o apoio de blogueiros. A ideia é usar nomes com mais credibilidade para divulgar as notícias que quando chegam por e-mail vão direito para a caixa do lixo eletrônico.
Nos mensagens, enviadas pela marqueteira digital Ana Reczek, é informado o endereço de um blog, que reune informações para serem republicadas e utilizadas por quem quiser. A quem interessar beber direto da fonte, pode acessar http://voudeserra45.wordpress.com/.
O meu blog não republicará mensagens deste tipo de nenhum dos dois candidatos.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Candidatos com novos sites e blogs
Nesta sexta-feira os candidatos a deputado estadual e federal José Nei Ascari (DEM) e Edinho Bez (PMDB), respectivamente, estrearam novas ferramentas de contato com os eleitores.
Os passos Ascari podem ser acompanhados pela internet. O site www.joseneiascari.com.br traz informações sobre a campanha, mas nele também é possível se conhecer mais sobre a trajetória do candidato. Os materiais de campanha, como santinhos e adesivos também podem ser visualizados, além dos jingles de campanha e o vídeo institucional. O site também tem um blog, onde o candidato vai postar as próprias impressões sobre a campanha eleitoral.
Bez um blog eleitoral. No endereço http://edinhobez1515.blog.br/ podem ser acessadas notícias das atividades parlamentares, material de campanha, fotos e novidades da campanha, além dedepoimentos de amigos e eleitores.
Os passos Ascari podem ser acompanhados pela internet. O site www.joseneiascari.com.br traz informações sobre a campanha, mas nele também é possível se conhecer mais sobre a trajetória do candidato. Os materiais de campanha, como santinhos e adesivos também podem ser visualizados, além dos jingles de campanha e o vídeo institucional. O site também tem um blog, onde o candidato vai postar as próprias impressões sobre a campanha eleitoral.
Bez um blog eleitoral. No endereço http://edinhobez1515.blog.br/ podem ser acessadas notícias das atividades parlamentares, material de campanha, fotos e novidades da campanha, além dedepoimentos de amigos e eleitores.
terça-feira, 20 de julho de 2010
Internet: espaço para o debate de ideias
O horário político no rádio e televisão só começa na segunda quinzena de agosto e talvez por isso as campanhas eleitorais ainda apareçam pouco nas mídias mais tradicionais.
Como é também no rádio e na televisão que as regras são mais rígidas e controladas os candidatos procuram pelos espaços onde há mais liberdade. E este ano este espaço é a internet, onde quase tudo é liberado.
Os candidatos poderão ter sites próprios, usar as mídias sociais, pedir voto e ficar mais próximo do eleitor.
Diferente do que foram as últimas eleições nos Estados Unidos, onde o candidato vitorioso Barack Obama se destacou pelo uso da internet e arrecadou milhares de dólares para a campanha, por aqui a rede mundial deve ser usada mais na propagação de ideias e pedidos de votos.
Infelizmente a internet também será o campo para as baixarias, que por sinal já começaram. O eleitor deve ficar atento a tudo isso e também não deve dar ouvidos a todo tipo de boato que surgir pela grande rede mundial.
Os insultos e absurdos publicados de forma livre na internet acabam prejudicando aqueles que tem credibilidade para realmente informar e opinar sobre o andamento das eleições.
O eleitor deve aproveitar esta ferramenta para se aproximar e conhecer melhor as propostas dos candidatos. Quem já ouviu falar do Twitter, por exemplo, que é um site onde é possível conversar com os políticos, sabe como a internet pode facilitar os contatos.
Nada disso é claro, vai substituir a campanha nas ruas, mas é bom que todos lembrem, candidatos e eleitores, as boas ideias é que devem prevalecer. Abuso do poder econômico, calúnias, difamações e ataques infundados devem ser repudiados por todos.
Como é também no rádio e na televisão que as regras são mais rígidas e controladas os candidatos procuram pelos espaços onde há mais liberdade. E este ano este espaço é a internet, onde quase tudo é liberado.
Os candidatos poderão ter sites próprios, usar as mídias sociais, pedir voto e ficar mais próximo do eleitor.
Diferente do que foram as últimas eleições nos Estados Unidos, onde o candidato vitorioso Barack Obama se destacou pelo uso da internet e arrecadou milhares de dólares para a campanha, por aqui a rede mundial deve ser usada mais na propagação de ideias e pedidos de votos.
Infelizmente a internet também será o campo para as baixarias, que por sinal já começaram. O eleitor deve ficar atento a tudo isso e também não deve dar ouvidos a todo tipo de boato que surgir pela grande rede mundial.
Os insultos e absurdos publicados de forma livre na internet acabam prejudicando aqueles que tem credibilidade para realmente informar e opinar sobre o andamento das eleições.
O eleitor deve aproveitar esta ferramenta para se aproximar e conhecer melhor as propostas dos candidatos. Quem já ouviu falar do Twitter, por exemplo, que é um site onde é possível conversar com os políticos, sabe como a internet pode facilitar os contatos.
Nada disso é claro, vai substituir a campanha nas ruas, mas é bom que todos lembrem, candidatos e eleitores, as boas ideias é que devem prevalecer. Abuso do poder econômico, calúnias, difamações e ataques infundados devem ser repudiados por todos.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Só funciona para trote
Os problemas com telefones públicos estragados não é exclusividade de Tubarão, conforme mostra a reportagem da Unisul TV (abaixo). O assunto também foi tema na reunião da câmara de Capivari de Baixo de ontem (7/6). Mas a abordagem das reclamações foi diferente.
O vereador Ricardo Arboite (PP) pediu aos órgãos competentes a reforma e manutenção dos equipamentos, pois segundo ele, a maioria encontra-se em péssimo estado. Já o vereador Valmiro da Rosa (PMDB), o Bila, encaminhou ofício ao Comandante da Polícia Militar, solicitando informações sobre a quantidade de telefones públicos e quais os pontos de localização. Bila pediu também os números dos telefones pois alega que os vereadores vem recebendo muitos trotes.
E agora, se os telefones não funcionam, como é que estão sendo utilizados para trotes? E não deveria ser a Oi que deveria prestar informações?
Se os vereadores ligarem para a empresa responsável vão verificar como a população é tratada. Ninguém resolve nada.
Vale lembrar que apesar de muita falação, nem todo mundo tem celular (ou créditos) e internet.
O vereador Ricardo Arboite (PP) pediu aos órgãos competentes a reforma e manutenção dos equipamentos, pois segundo ele, a maioria encontra-se em péssimo estado. Já o vereador Valmiro da Rosa (PMDB), o Bila, encaminhou ofício ao Comandante da Polícia Militar, solicitando informações sobre a quantidade de telefones públicos e quais os pontos de localização. Bila pediu também os números dos telefones pois alega que os vereadores vem recebendo muitos trotes.
E agora, se os telefones não funcionam, como é que estão sendo utilizados para trotes? E não deveria ser a Oi que deveria prestar informações?
Se os vereadores ligarem para a empresa responsável vão verificar como a população é tratada. Ninguém resolve nada.
Vale lembrar que apesar de muita falação, nem todo mundo tem celular (ou créditos) e internet.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Pedido de voto pelo twitter
Pelo que se sabe, até agora, a internet está liberada para os candidatos nas eleições de 2010. Mas será que nos dias que antecederão o pleito será possível pedir voto? Nos Estados Unidos, hoje é dia eleição, e pelo Twitter o governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger pede que os eleitores compareçam às urnas e votem numa proposta específica.
No meu entendimento não tem como controlar o incontrolável. Portanto, acho que só a baixaria e o anonimato devem ser punidos. As demais manifestações, devem ter a garantia de liberdade de expressão.
No meu entendimento não tem como controlar o incontrolável. Portanto, acho que só a baixaria e o anonimato devem ser punidos. As demais manifestações, devem ter a garantia de liberdade de expressão.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Internet e recursos para as campanhas
Palestra com o jornalista e professor Caio Túlio Costa nesta segunda-feira, na Alesc, em Florianópolis foi muito produtiva e informativa. Costa, fundador dos grande portais de internet Uol, iG, entre outros e hoje consultor da área fez um breve balanço do momento atual da posição das mídias no mercado um relato sobre a expectativa do uso de novas mídias nas eleições de 2010. Mas um dos temas mais interessantes foi a tese de reforçar a divulgação sobre quem financia as campanhas políticas como forma de dar transparência ao modelo político atual. Sobre isso, prometo escrever mais em breve. Em tempo, o palestrante não escondeu que presta consultoria para a presidenciável Marina Silva (PV). Por estar participando desde evento ontem, o blog ficou sem atualização. Peço a compreensão dos leitores.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
A internet que ajuda e atrapalha
Ninguém duvida que a internet auxilia e muito a comunicação entre as pessoas. Ontem foi um exemplo. Quem estava longe procurava saber como era a situação na região, que mais uma vez sofreu com as fortes chuvas.
Os parlamentares catarinenses, por exemplo, passaram o dia se atualizado pelos portais de notícias e seguindo as mensagens no Twitter (microblog).
Mas também pela internet se propagaram os boatos e as informações desencontradas. Nas redações, o dia que foi de muito trabalho, também teve muito tempo perdido checando os diversos boatos que chegavam. Um exagero e um desperdício de tempo. Totalmente desnecessário.
Os parlamentares catarinenses, por exemplo, passaram o dia se atualizado pelos portais de notícias e seguindo as mensagens no Twitter (microblog).
Mas também pela internet se propagaram os boatos e as informações desencontradas. Nas redações, o dia que foi de muito trabalho, também teve muito tempo perdido checando os diversos boatos que chegavam. Um exagero e um desperdício de tempo. Totalmente desnecessário.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Cuidado com os e-mails, dos assessores
O deputado federal João Pizzolati (PP) anda meio azarado com os assessores. A última foi um e-mail difamando a pré-candidata do PT, Dilma Roussef, enviado por um funcionário do gabinete. Ele disse que o funcionário, que é de carreira, irá responder a uma sindicância. O procedimento administrativo poderá resultar em exoneração.
No ano passado, outro episódio constrangedor envolveu o filho do deputado, em evento na Amurel.
E ainda para lembrar, outro e-mail também causou confusão essa semana por aqui. Só que na prefeitura de Capivari de Baixo.
Leia mais...
Deputado nega retratação a Dilma por e-mail difamatório
E-mail pode derrubar Brunel?
Pizzolatinho e as pizzollatadas
No ano passado, outro episódio constrangedor envolveu o filho do deputado, em evento na Amurel.
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Pizzolatinho e as pizzollatadas
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Bom uso da internet
No momento em que se fala sobre como a internet será usada nas eleições de 2010, o Senador Raimundo Colombo (DEM) dá um bom exemplo de como ela pode ser usada para o bem, sem ofender a ninguém. Ele está usando o Twitter (microblog) para convidar as pessoas (no caso os seguidores) para participar do lançamento da pré-candidatura ao governo do Estado. O evento será na quarta-feira, no Centro Sul, em Florianópolis, e as mensagens são enviadas de forma privada (DM).
O formato evita o envio de e-mails, que acabam sendo considerados spam, e também pesam a caixa posta de todo mundo. E como para seguir determinado perfil é preciso uma escolha do próprio usuário, também só recebem mensagens aqueles que optaram por isso.
Leia mais...
Democratas mobilizados por Colombo, Serra e Ascari
O formato evita o envio de e-mails, que acabam sendo considerados spam, e também pesam a caixa posta de todo mundo. E como para seguir determinado perfil é preciso uma escolha do próprio usuário, também só recebem mensagens aqueles que optaram por isso.
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Novidades!
Aos tradicionais leitores que acessarem este blogue nas últimas horas devem ter percebido a mudança no visual (layout). Novo topo, nova formação e principalmente mais simplicidade. Agradecimentos mil aos colegas Marco Antonio Mendes (pelo design do topo) e Denise de Medeiros pela foto.
Ainda faltam ajustes em alguns recursos e outras coisas ainda podem mudar. Até o fim de semana teremos mais novidades no conteúdo com postagens também aos sábados. Obrigado a todos pelo acompanhamento até aqui e espero que gostem e continuem participando.
Ainda faltam ajustes em alguns recursos e outras coisas ainda podem mudar. Até o fim de semana teremos mais novidades no conteúdo com postagens também aos sábados. Obrigado a todos pelo acompanhamento até aqui e espero que gostem e continuem participando.
sexta-feira, 26 de março de 2010
Jornal A Tribuna lança portal de notícias na internet
Jornal A Tribuna, de Criciúma, lançou hoje o portal de notícias ClicATribuna. É o segundo jornal impresso da cidade a tentar vida própria na internet, paralelamente à edição on-line. O primeiro foi o jornal Diário de Criciúma. Antes deles, são pioneiros na internet o Portal Engeplus e o Sul Notícias.
Curiosamente ninguém ainda conseguiu na web uma identidade visual que consiga transmitir criatividade e flexibilidade.
Recentemente a reforma feita no portal Estadao.com resultou numa regressão em termos visuais. Na web tudo ainda é fixo, quadro e inflexível.
Em Tubarão, o Hora Notícias tenta angariar leitores e visibilidade sem nunca ter tido uma edição impressa. Os outros veículos das mídias tradicionais (jornal, rádio e televisão) ainda não se arriscaram em produtos para internet e apenas oferecem versões on-line do que publicam.
Curiosamente ninguém ainda conseguiu na web uma identidade visual que consiga transmitir criatividade e flexibilidade.
Recentemente a reforma feita no portal Estadao.com resultou numa regressão em termos visuais. Na web tudo ainda é fixo, quadro e inflexível.
Em Tubarão, o Hora Notícias tenta angariar leitores e visibilidade sem nunca ter tido uma edição impressa. Os outros veículos das mídias tradicionais (jornal, rádio e televisão) ainda não se arriscaram em produtos para internet e apenas oferecem versões on-line do que publicam.
quinta-feira, 11 de março de 2010
Criatividade pelo Twitter
Não são só os políticos que estão aproveitando o microblog Twitter para se aproximar dos eleitores. Na área dos negócios, algumas empresas locais também se utilizam da ferramenta para divulgação entre os clientes.
A Hangar Eventos (@hangareventos) sorteia ingressos entre os seguidores. Já o Top Motel (@topmotel) sorteia cortesias. Como pode-se perceber, tem de tudo!
Leia mais...
Deputado consulta população sobre redução da maioridade penal
Mídias sociais: nem tudo é brincadeira
A Hangar Eventos (@hangareventos) sorteia ingressos entre os seguidores. Já o Top Motel (@topmotel) sorteia cortesias. Como pode-se perceber, tem de tudo!
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Deputado consulta população sobre redução da maioridade penal
Mídias sociais: nem tudo é brincadeira
quarta-feira, 10 de março de 2010
Estouro da bolha da internet completa 10 anos hoje; relembre as maiores besteiras daquela época
ESTÁ NA SUPER
Ah, o ano 2000... Eu me lembro muito bem. A internet era discada, e só se navegava de madrugada e nos fins de semana - únicos horários em que dava pra ficar conectado sem gastar uma fortuna de telefone. Ninguém sabia o que era Google, e todo mundo pesquisava no Altavista: um buscador tão ruim que na época a Folha, onde eu trabalhava, publicava uns guias com os endereços dos sites. Não havia redes sociais, o mensageiro era o ICQ, e os 'blogs' eram páginas do tosco Geocities. E a multimídia, se é que dá pra chamar assim, chegava pelo RealPlayer e seus vídeos - que tinham o tamanho de um selo e sempre davam pau. LEIA MAIS...
Ah, o ano 2000... Eu me lembro muito bem. A internet era discada, e só se navegava de madrugada e nos fins de semana - únicos horários em que dava pra ficar conectado sem gastar uma fortuna de telefone. Ninguém sabia o que era Google, e todo mundo pesquisava no Altavista: um buscador tão ruim que na época a Folha, onde eu trabalhava, publicava uns guias com os endereços dos sites. Não havia redes sociais, o mensageiro era o ICQ, e os 'blogs' eram páginas do tosco Geocities. E a multimídia, se é que dá pra chamar assim, chegava pelo RealPlayer e seus vídeos - que tinham o tamanho de um selo e sempre davam pau. LEIA MAIS...
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Mídias sociais: nem tudo é brincadeira
As mídias sociais estão por todo lado e empresas e políticos aproveitam a onda para ampliar seus horizontes. Na semana passada entrevistei o publicitário Marcelo Berwanger, da Agência Digital, sobre o assunto. Confira:
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Combate ao jabá na internet. Será que é possível?
Você sabe o que e jabá? Jabá é um termo utilizado no meio da comunicação para identificar os brindes e mimos dados aos profissionais para que eles falem bem de algum assunto. A situação é muito conhecida no meio radiofônico onde os comunicadores recebem o tal incentivo para tocar músicas de determinados artistas.
Pois na internet é muito comum nas redes sociais (orkut, blogs, twitter etc) comentários, críticas e avaliações de produtos. Muitos desses autores o fazem por vontade própria e outros são incentivados pela indústria que distribui os produtos para serem (bem) avaliados pelos internautas. É o que se chama de propaganda boca-a-boca, ou até de marketing viral.
Nos Estados Unidos o Federal Trade Commission (Comissão Federal de Comércio) está querendo regular esta prática pedindo que os internautas identifiquem quando os produtos revisados foram recebidos de forma gratuita. Se tiverem sido adquiridos pelos autores dos textos e comentários deverão ser apresentados os recibos. A medida passará a valer em 1º de dezembro.
Será que devemos ter algo por aqui também? E será que é possível realizar este controle?
Leia mais em...
New F.T.C. Rules Have Bloggers and Twitterers Mulling
Pois na internet é muito comum nas redes sociais (orkut, blogs, twitter etc) comentários, críticas e avaliações de produtos. Muitos desses autores o fazem por vontade própria e outros são incentivados pela indústria que distribui os produtos para serem (bem) avaliados pelos internautas. É o que se chama de propaganda boca-a-boca, ou até de marketing viral.
Nos Estados Unidos o Federal Trade Commission (Comissão Federal de Comércio) está querendo regular esta prática pedindo que os internautas identifiquem quando os produtos revisados foram recebidos de forma gratuita. Se tiverem sido adquiridos pelos autores dos textos e comentários deverão ser apresentados os recibos. A medida passará a valer em 1º de dezembro.
Será que devemos ter algo por aqui também? E será que é possível realizar este controle?
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