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segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Comandante Moisés: “Estado deve focar em suas atividades básicas”

Candidato a Governador de SC
Comandante Moisés - PSL
O candidato do PSL, Comandante Moisés, é uma das novidades na disputa pelo governo de Santa Catarina. Esta vai ser a primeira participação numa eleição, depois de uma carreira no Corpo de Bombeiros do Estado. Saiba mais sobre o que ele pensa:

O seu partido, nessa trajetória de pré-campanha, buscou aliados que pudessem dar espaço para a candidatura presidencial da sigla, depois foi procurado por partidos e no fim acabou decidindo por uma candidatura própria e em chapa pura. Como se deu a construção dessa candidatura do PSL ao governo do estado e que culminou com o seu nome sendo o escolhido?

Comandante Moisés - Essa é uma demanda, na verdade, de toda a nossa militância do PSL, por candidatura própria. Nós entendemos internamente e a sociedade também já pensa assim, que esses grandes blocos partidários acabam trazendo para o estado muitas pessoas que depois vão procurar se acomodar em posições estratégicas, secretarias e você acaba tendo que atender uma série de pessoas. Com isso não consegue ter foco na atividade que o estado precisa entregar ao cidadão, que é o serviço público de qualidade, basicamente na saúde, na segurança e na educação. Então quando você cria grandes blocos, em possíveis coligações, você acaba atraindo essa dificuldade de gestão posteriormente.

E durante a campanha, qual a mensagem que o partido vai levar ao eleitor de Santa Catarina? 

Comandante Moisés - Esse recado que a gente entrega ao eleitor é o compromisso de política públicas sérias, o compromisso com a justiça, o compromisso com o enxugamento da máquina pública. São tantas bandeiras partidárias, do livre comércio, da entrega de fato dos serviços de qualidade ao cliente, o nosso maior usuário, do serviço público, que é quem paga tributos. Então essa é a ideia. Você trazer uma esperança, você trazer o desejo das pessoas de permanecerem no país. Uma mudança nacional, um encaminhamento contra a corrupção, apoiando as entidades e instituições de Estado, que combatem a corrupção. Trazendo uma tranquilidade a quem empreende. Uma segurança jurídica a quem está empreendendo. Especialmente nas premissas básicas do Estado que são a segurança, saúde e educação. Se você não consegue entregar essas três tarefas adequadamente, você não pode atuar em outras esferas. O Estado muitas vezes abarca várias atividades que não são exclusivas do Estado e acabam comprometendo a vida do cidadão, e de quem recolhe seus tributos e não recebe a efetividade na devolução dos serviços que lhe são cabíveis.

O senhor tem uma carreira profissional no Corpo de Bombeiros de Santa Catarina, a adaptação para a vida política tem muita diferença?

Comandante Moisés - Eminentemente, quando você faz gestão de processos, em qualquer ambiente seja público ou privado você já adquire alguma experiência tanto de lidar com pessoas quanto também as instituições. E ao longo de mais de trinta anos de vida pública, a gente vai aprendendo muitas coisas. Então tem algumas diferenças. Basicamente porque a minha atividade sempre foi uma atividade muito técnica. Não se trabalhava politicamente e a ideia é continuar sendo técnico. Porque me parece que à política falta este conteúdo técnico, falta este conteúdo de compromisso com os objetivos republicanos. E não simplesmente atrair pessoas para ficar mantendo o poder. Essa é a ideia, de um compromisso com o serviço e com o cidadão.



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PSL com Carlos Moisés

Senado: figurões vão sobrar

Com duas vagas em disputa, podia-se imaginar que a eleição para Senador em Santa Catarina seria mais tranquila. Ocorre que após as convenções e definições das candidaturas a disputa mostra-se acirrada e com nomes de peso e histórico na política do Estado. O que significa que ‘figurões’ irão sobrar. Do jeito que ficou a corrida ao Senado se mostra mais difícil que a própria disputa ao cargo de governador.

Entre os 14 candidatos, temos três ex-senadores tentando voltar ao cargo e um disputando a reeleição. É indiscutível que Esperidião Amin (PP), Paulo Bauer (PSDB) Raimundo Colombo (PSD), e Ideli Salvatti (PT) levem alguma vantagem sobre os demais por já serem mais conhecidos do eleitor. A eles também pode se somar Jorginho Mello (PR), conhecido pelos mandatos de deputado estadual e federal.

Correndo por fora, e como novidades vêm Lédio Rosa de Andrade (PT) e Lucas Esmeraldino (PSL). Seguidos por Andréa Carvalho (PCO), Antônio Campos (PSOL), Diego Mezzogiorno (Rede), Miriam Prochnow (Rede), Pedro Cabral (PSOL), Roberto Salum (PMN) e Ricardo Lautert (PSTU).

Amarração do segundo voto

Como são dois votos para o Senado, as coligações também estão tratando de garantir que o segundo voto não escape para uma coligação adversária. A principal tática foi escolher suplentes dos partidos aliados. E nesta história, o Sul entrou com três nomes. O ex-senador Geraldo Althoff (PSD) é o primeiro suplente de Amin (PP). O ex-prefeito de Imbituba Beto Martins (PSDB) é o segundo suplente de Jorginho (PR) e o vice-prefeito de Içara Sandro Giassi (MDB) é o segundo suplente de Bauer (PSDB).

Saiba mais sobre os candidatos

Cresce o pool para o debate de Laguna

O primeiro debate entre os candidatos ao governo de Santa Catarina foi realizado no sábado, em Criciúma, pela Rádio Som Maior FM, e teve a participação de cinco candidatos. O clima cordial marcou o programa. O próximo no Sul deve ser o debate que está sendo organizado pela Rádio Difusora FM de Laguna, que foi remarcado para o dia 1º/9. Para esse, os nove candidatos foram convidados e a lista de parceiros na formação do pool também cresceu. As rádios Mampituba FM (Sombrio) e Integração FM (Jacinto Machado) e o jornal Diário do Sul (Tubarão) se somaram aos demais veículos que representam as três microrregiões do Sul do Estado.

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Laguna terá debate eleitoral em setembro

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Mariani quer buscar mais eficiência do serviço público

Candidato a Governador do MDB
Mauro Mariani
O candidato a governador pelo MDB, Mauro Mariani, entende que é preciso diminuir a máquina pública para poder entregar melhores serviços ao cidadão. “A sociedade não aguenta mais pagar uma conta e não receber nada em troca”, afirma. Confira mais o que ele pensa:

Como foi a construção da coligação que definiu a sua candidatura ao governo do estado pelo MDB? 

Mauro Mariani - Foi uma construção com muita paciência, tranquilidade, serenidade e respeitando o tempo de cada partido. Ao final conseguimos construir uma aliança muito forte com partidos com grande capilaridade no estado. Formamos uma aliança bastante importante com plenas condições de fazer uma bela eleição em Santa Catarina. O Napoleão Bernardes (PSDB) que é o nosso candidato a vice-governador, é um jovem político, promissor, e com experiência. Foi prefeito de Blumenau por duas vezes. Penso que vamos fazer uma boa dupla nesse momento importante que a política vive e que também quer novas soluções, uma gestão mais moderna, mais eficiente. Então eu estou muito contente e feliz, certo de que fizemos as melhores escolhas. Essa coligação é autoexplicável, MDB com PSDB. Estivemos juntos desde 2002 com nosso saudoso Luiz Henrique da Silveira. Depois nas eleições municipais, fizemos grandes parcerias e não tenho dúvida que faremos uma boa dupla para enfrentar os desafios de Santa Catarina.

O tempo, até agora, foi usado na construção das alianças, mas em termos de propostas o senhor pretende levar ao eleitor catarinense nesta campanha?

Mauro Mariani - Primeiro eu já tenho dito ao longo dessa nossa caminhada que devemos buscar eficiência no serviço publico. A sociedade não aguenta mais pagar uma conta e não receber nada em troca. Na verdade, se criou uma estrutura de governo gigantesca que tem fim em si mesmo. Ela consome praticamente todos os recursos públicos para fazer com que a máquina ande. Então nós temos que trabalhar para diminuir a máquina pública e entregar serviço na ponta. Não podemos mais admitir, por exemplo, 70 mil crianças fora da sala de aula, crianças em idade de ensino médico. Nós não podemos mais admitir um irmão nosso ter que esperar seis meses pra iniciar um tratamento a uma doença ou ficar numa fila por conta da ineficiência, especialmente dos hospitais de Santa Catarina, especialmente os hospitais públicos. Nós temos que combater isso no dia a dia. Então é por ai que nós vamos caminhar. Vamos ter muito tempo pra falar sobre isso. Discorrer sobre o plano de governo que nós estamos construindo já há bastante tempo. Percorremos todo o estado indo à sociedade, com um evento denominado ’15 em movimento’, ouvindo, visitando, entendendo o que é relevante para cada região e certamente temos um diagnóstico perfeito e entendemos e sabemos aquilo que é importante para Santa Catarina.
 

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MDB e DEM decidem candidaturas, mas aguardam PSDB

Patriota com Jessé Pereira

Após decidir em convenção partidária, realizada no sábado (4/8), em Palhoça, coligação com o PMN e indicativo de que iria coligar também com o PSL para o Governo do Estado, o Patriota acabou decidindo lançar candidatura própria. O escolhido foi o pastor Jessé Pereira, de Camboriú.

Convenção do Patriota definiu coligação com o PMN
No Sul o Patriota também terá a candidatura a deputado federal do médico Edivaldo Machado, de Criciúma.

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PCO com Ângelo Castro
PT com Décio Lima
PSL com Carlos Moisés
PSOL com Leonel Camasão
MDB e DEM decidem candidaturas, mas aguardam PSDB
PSDB confirma Bauer e mantém ata aberta
PP confirma Amin, mas também deixa ata aberta
Merísio confirmado, mas ata fica aberta
PSTU com Ingrid Assis
Rede com Portanova

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Portanova defenderá o desenvolvimento com sustentabilidade

Candidato a Governador de SC
Rogério Portanova - Rede Sustentabilidade
A campanha do candidato a governador da Rede Sustentabilidade, Rogério Portanova, será baseada em três princípios que fundamentam uma proposta de desenvolvimento sustentável. Na conversa abaixo ele explica um pouco sobre suas ideias.

Como é que foi a construção da sua candidatura a governador pela Rede Sustentabilidade?

Rogério Portanova – Essa é uma construção que seu deu já em 2010, a primeira vez que Marina Silva foi candidata a presidente da República. E no ano passado a Rede foi legalizada, ou melhor, há três anos que existe a Rede Sustentabilidade. Essa é a primeira eleição que nós participamos como partido desse processo. Então nós não poderíamos, em Santa Catarina, deixar de dar a nossa contribuição de entrar em campo para ajudar Marina Silva, presidente da República, e trazer uma alternativa para Santa Catarina. Uma alternativa que tenha a democracia aprofundada, a ética na política, a sustentabilidade e principalmente uma diversidade cultural que é a marca do nosso estado. Com isso a gente acredita que vamos poder se afastar dos mesmos de sempre que estão apresentando as mesmas propostas e que levaram o país a esta situação. Quem nos trouxe até esta condição não vai fazer nós sairmos da crise. Essa é a bandeira que nós estamos levantando. Essa é a alternativa fora de todo os partidos do sistema que ora se apresentam aqui em Santa Catarina.

Essa é realmente a principal bandeira que o senhor pretende levar aos catarinenses durante a campanha eleitoral?

Rogério Portanova – A principal bandeira, como eu falei, está baseada em três princípios: democracia aprofundada, ética na política e sustentabilidade. Com isso nós vamos apresentar uma alternativa ao modelo energético que nós temos altamente poluente, concentrador de renda. Por outro lado um novo modal de transporte que inclua tanto o transporte de cabotagem quanto o transporte ferroviário, que infelizmente foi abandonado, por uma visão rodoviarista que causa tantos problemas. Uma profunda reforma no Estado, que acabe com as secretarias regionais e ao mesmo tempo que a gente traga o equilíbrio das contas para o Estado, fazendo com que haja um estado necessário, nem grande, nem pequeno, mas que a gente valorize os servidores seja da educação, seja na saúde e não os penalize com os processos de privatização. A nossa principal bandeira está baseada na sustentabilidade em todas as áreas, seja na saúde, seja na segurança, seja na educação. Esse é o grande diferencial que nós vamos apresentar nessa eleição, das quais, infelizmente, nenhum outro partido, ou candidato incorporou.
 

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Rede com Portanova

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Isenções de impostos para grandes empresas serão revistas, diz Camasão

O candidato a governador de Santa Catarina pelo PSOL, Leonel Camasão, quer discutir a situação econômica do Estado durante a campanha eleitoral. Ele entende que a dívida do governo pode ser amenizada com a revisão das isenções de impostos que hoje são concedidas para grandes empresas. Confira um pouco mais sobre o que ele pensa.

Como é que se construiu essa candidatura do PSOL ao governo de Santa Catarina?


Candidato a Governador de SC
Leonel Camasão (PSOL)
Leonel Camasão – A nossa candidatura foi construída ao longo desse semestre junto com os militantes do PSOL e do PCB a partir de seminários programados que nós fizemos em todas as regiões do Estado. No sul nosso seminário foi em Araranguá. E a gente construiu o programa de governo ouvindo ativistas, militantes, intelectuais, povo da universidade, líderes sindicais, pra gente ter um programa de governo mais aberto à participação popular. Este é um dos nossos princípios. E foi assim que construímos esta candidatura também como um instrumento pra nossa candidatura presidencial ao redor do Guilherme Boulos e da Sônia Guajajara, nossos candidatos. E assim estamos construindo, viajando o estado, conversando com as pessoas, buscando apresentar uma alternativa aos 40 anos de PP e PMDB, basicamente os partidos que se revezam no poder aqui no nosso Estado e os seus avatares.

E desse programa que vocês construíram o que você pode destacar, qual a principal mensagem que você pretende levar ao eleitor catarinense nessa campanha?

Leonel Camasão – Um elemento principal, que a gente vem trazendo para a discussão é a questão das finanças do Estado. O atual governo está entregando Santa Catarina com uma dívida de R$ 3 bilhões. Entregando o Estado prestes a quebrar. Mas o mesmo Estado deixa de cobrar em impostos dos super-ricos o dobro desse valor. Então isso é um problema muito sério. Porque o Governo de Santa Catarina isenta de impostos um conjunto de empresas numa lista secreta, que ninguém sabe qual é, que ninguém sabe quem recebe isenção e por que recebe isenção e qual é a contrapartida social. O pequeno empresário, o microempreendedor individual, o cidadão comum paga impostos em níveis muito altos. A tributação brasileira é sobre o consumo e sobre a renda, basicamente. E os grandes empresários, e os grandes grupos econômicos pagam muito pouco ou não pagam nada. Então nós precisamos rever esta situação, abrir esta lista das isenções fiscais de Santa Catarina, e com certeza cortar muita coisa, porque se o valor que se deixa de arrecadar em impostos é o dobro do que Santa Catarina tem de dívidas, imagina o que nós podemos fazer com este recurso para atender naquilo que realmente é importante e fundamental e que é papel do Governo do Estado: saúde, educação e segurança pública gratuita e de qualidade para todo o povo catarinense. Então isso é um tema central que a gente precisa abrir essa caixa preta e revelar porque que tantos empresários grandes que financiavam campanhas até ontem recebem isenções fiscais e não pagam impostos em nossa Estado.
 

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PSOL com Leonel Camasão

Morre o ex-prefeito de São Martinho, José Schotten

O ex-prefeito de São Martinho, José Schotten, faleceu nesta quarta-feira, 8/8, aos 67 anos. Ele estava hospitalizado após uma cirurgia de coração.

Schotten, ou Zecão como era conhecido era filiado ao PP e foi vice-prefeito entre 1997 e 2000, e depois prefeito por três mandatos: 2001-2004, 2005-2008 e 2013-2016. Também foi presidente da Amurel – Associação dos Municípios da Região de Laguna por onze meses o ano de 2008 (26/02/2008 a 31/12/2008).

Ele deixa a esposa Laura Loch Schotten e três filhos, Clayton (In Memorian), Maria Jucélia e Zenóbio e cinco netas.

A missa de corpo presente será nesta quinta-feira (9/8), às 9 hroas na Igreja Matriz Cristo Rei, no centro de São Martinho.

O atual prefeito de São Martinho, Robson Back (PSD) decretou luto oficial de três dias e ponto facultativo nesta quinta-feira.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Ingrid Assis questionará o pagamento da dívida pública de SC

Candidata a governadora de SC
Ingrid Assis (PSTU)
Um dos temas que será defendido pela candidata a governadora de Santa Catarina Ingrid Assis (PSTU) será o não pagamento da dívida pública do Estado. Para ela a dívida não existe mais e os recursos devem ser investidos em saúde, educação e segurança. Confira um pouco mais sobre o que ela pensa:

O PSTU tem participado das últimas eleições ao Governo do Estado e estará presente também em 2018. Como foi a construção da sua candidatura?

Ingrid Assis – Nós do PSTU temos apresentado sempre chapa para concorrer às eleições e usar este espaço para tentar conscientizar as pessoas sobre o nosso projeto. O PSTU este ano vem com o lema ‘Chamado à Rebelião’ e ressaltando que não devemos ter nenhuma confiança neste sistema eleitoral e nos projetos que são apresentados pela maioria dos partidos, porque a gente sabe e tem várias experiências de que não vão resolver os problemas da população de Santa Catarina e do país.

Você é a única candidata mulher e também a primeira indígena a disputar o cargo. Que propostas pretende destacar junto ao eleitor?

Ingrid Assis - Em nossas candidaturas, não só aqui em Santa Catarina, mas por todo o país, tentamos colocar este quadro: pessoas que moram na periferia, que atuam nos movimentos populares e nas ações que a gente defende. Os trabalhadores e a população pobre, oprimida, em seus locais de trabalho, de estudo e de moradia, devem se organizar pra fazer uma grande luta contra esse sistema que tem nos atacados todos os dias. Dentro disso, nossas principais propostas são contra esse sistema que interfere na precarização da educação, da saúde, da segurança e dos serviços públicos em geral. A grande questão é a dívida pública. Aqui em Santa Catarina, tivemos no mês de junho um decreto do atual governador Eduardo Pinho Moreira (MDB), que tirou R$ 217 milhões da educação, para fazer o pagamento de uma dívida que nunca tem uma explicação de por que ela não acaba, se há tantos anos vem sendo paga. Então nossa proposta é que essa dívida pública ela pare de ser paga, e se, por acaso, vieram falar que nós estamos dando calote nessa dívida, que o Estado apresente provas de que essa dívida não foi paga. Porque a gente tem que parar, a gente tem que inverter as prioridades. E as prioridades dos pobres e oprimidos de Santa Catarina são a educação, a saúde, serviços públicos se segurança de qualidade. Hoje é impossível se ter, com a retirada desses investimentos desse setor pra pagar uma dívida que não existe.


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PSTU com Ingrid Assis

domingo, 5 de agosto de 2018

E quatro candidaturas viraram duas

Como já era de se imaginar, as definições das chapas para a disputa das eleições ao governo de Santa Catarina ficaram para a última hora. As convenções foram sendo realizadas desde o dia 20 de julho, mas com atas abertas, homologações aprovadas e candidato nomeados, tudo ficou para os últimos minutos do dia 5 de agosto. E a decisão final ainda coube ao PSDB, que com reunião convocada para o domingo de manhã levou o assunto até o final da tarde.

No final, PSD e PP voltaram a se entender e o PSDB coligou com o PMDB. Após diversas reuniões e possiblidades de composição, Gelson Merísio (PSD) será o candidato a governador com João Paulo Kleinubing (DEM) de vice. Para o senado, Raimundo Colombo (PSD) e Esperidião Amin (PP). Já Mauro Mariani (MDB) será candidato a governador, tendo como vice Napoleão Bernardes (PSDB). Disputam o senado Paulo Bauer (PSDB) e Jorginho Mello (PR). O PT vai de chapa pura com Décio Lima para o governo, Kiko de vice, e Lédio Rosa e Ideli Salvatti para o senado.

Desta forma teremos oito candidatos na disputa pelo governo de Santa Catarina. Além dos já citados acima, teremos ainda: Ângelo Castro (PCO), Carlos Moises da Silva (PSL), Ingrid Assis (PSTU), Leonel Camasão (PSOL), e Rogério Portanova (Rede).

Boeira fora

Para a região Sul, além da falta de representatividade nas chapas majoritárias, ainda terá a baixa do deputado federal Jorge Boeira (PP), que tentou ser candidato ao senado e sem conseguir, não vai disputar a reeleição.

Alianças sem projetos

Com as negociações até o fim do prazo legal, fica mais uma vez evidente que os partidos procuram se acertar nos nomes, e o projeto político fica em segundo plano. O tempo de televisão conta mais. Vemos alianças com siglas de histórico socialista com outras liberais. As chapas puras se formaram muito mais por isolamento do que por ideologia. E isso não é um problema só em nosso estado. As formações das chapas para presidente seguiram quase o mesmo ritual. Enquanto o eleitor se deixar iludir dessa forma, assim será.

PT com Décio Lima

O deputado federal Décio Lima foi confirmado como candidato a governador de Santa Catarina pelo PT. A homologação veio na convenção realizada neste domingo (5/8), em Blumenau. Para o senado foram confirmadas as candidaturas de Lédio Rosa e Ideli Salvati. A vaga de vice ficou indefinida, numa tentativa do partido de atrair o PCdoB para a aliança.
Décio Lima foi confirmado como o candidato do PT ao governo de Santa Catarina
Na Amurel, o partido terá apenas duas candidaturas, o ex-prefeito de Tubarão Olavio Falchetti volta ser candidato a deputado estadual, e o suplente de vereador de Tubarão Claudemir da Rosa será candidato a deputado federal. O gravatalense Vânio dos Santos, hoje residente em Florianópolis também poder ser candidato a suplente de Senador.

Ainda pelo Sul do Estado são candidatos a deputado estadual, o vereador Lauro Nogueira (Içara) e Sayonara Araújo Pessoa (Araranguá). Para deputado federal, o vereador de Forquilhinha Célio Elias também foi homologado.

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PSL com Carlos Moisés
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PSTU com Ingrid Assis
Rede com Portanova

PSL com Carlos Moisés

A convenção do PSL catarinense que o partido disputará as eleições com chapa pura. O comandante Carlos Moisés da Silva será o candidato a governador de Santa Catarina pela sigla. A advogada de Chapecó Daniela Cristina Reinerh será a candidata a vice-governadora.
Daniela, Lucas e Moisés formam a chapa majoritária do PSL de SC
A convenção também homologou o vereador de Tubarão Lucas Esmeraldino como candidato a Senador. Para o legislativo, foram homologados o candidato a deputado federal Daniel Freitas (Criciúma), e os candidatos a deputado estadual Felipe Estevão (Laguna), Jessé Lopes (Criciúma) e Rodrigo Turatti (Araranguá).

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Rede com Portanova

sábado, 4 de agosto de 2018

PSOL com Leonel Camasão

A convenção conjunta da coligação PSOL e PCB de Santa Catarina, neste sábado (4/8), em Florianópolis, confirmou a coligação entre os dois partidos e homologou a candidatura do jornalista Leonel Camasão (PSOL) ao governo, e Carol Bellaguarda (PCB), como vice. Os professores Antônio Campos, de Chapecó, e Pedro Cabral, de Florianópolis, candidatos ao senado, além de seus suplentes, também foram homologados.
Camasão e Bellaguarda foram confirmados por PSOL e PCB
Foto de Hermínio Nunes
No sul do estado, a coligação será como candidatos a deputado federal Rodrigo Lima (PCB) e Max Amaral (PSOL). Como candidatos a deputado estadual foram homologados Gilmar Axé e Maria Aparecida Rocha, ambos do PSOL.

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MDB e DEM decidem candidaturas, mas aguardam PSDB

A convenção do MDB definiu a candidatura a governador do deputado federal Mauro Mariani. Mas ao contrário do que se imaginava, e a exemplo do que já fizeram PSD, PP e PSDB, a ata seguiu aberta com as demais vagas da chapa majoritária indefinidas. A vaga de vice, que seria de Carmen Zanotto (PPS) e uma candidatura ao Senado, de Jorginho Mello (PR), seguem abertas e sendo discutidas até este domingo.

MDB aprova Mariani para o governo, mas cargos de vice e senado seguem abertos

Situação parecida foi tomada pelo DEM, que aprovou a participação do deputado federal João Paulo Kleinubing como candidato a vice-governador em coligação com o PP. No sábado passado os progressistas definiram o também deputado federal Esperidião Amin como candidato a governador, mas ao longo da semana se falou em novo acordo com o PSD. Amin compareceu à convenção dos democratas e ratificou a candidatura, mas a ata segue aberta até este domingo.

Ao que parece, todos os partidos citados aguardam o encontro da executiva do PSDB, convocado para este domingo de manhã. A posição final dos tucanos, que definiram o senador Paulo Bauer como candidato a governador, é aguardada por todos e pode decidir se as quatro siglas seguirão separadas ou não.

Nomes confirmados

Nas candidaturas proporcionais, da região Sul, foram confirmados pelo MDB as candidaturas a deputado estadual de Luiz Fernando Vampiro (Criciúma) e Volnei Weber (São Ludgero). Para deputado federal, Ronaldo Benedet (Criciúma) e Edinho Bez (Tubarão).

No DEM, o único nome de que se tem informação é a candidatura a deputada estadual de Liziane Tuon.

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Rede com Portanova

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Em nota, PSL reforça chapa pura, mas deixa uma porta aberta para coligação

Por meio de uma nota oficial da Executiva Estadual, enviada pela assessoria de imprensa, o PSL descartou a coligação com o PSD como foi cogitada nesta quinta-feira e reafirmou que a prioridade é lançar chapa pura. O texto porém deixa aberta a possibilidade "se surgir a necessidade de um palanque maior em Santa Catarina para o um grande desempenho da candidatura do presidenciável Jair Bolsonaro no Estado". Confira abaixo a íntegra da nota:

"A Executiva Estadual do PSL, diante de notícias veiculadas pela imprensa indicando supostos acordos políticos, reitera que a prioridade absoluta do partido em Santa Catarina é de lançar chapa pura nas eleições deste ano, conforme encaminhamentos anteriores. Em menos de quatro meses, a sigla, sob a liderança de Jair Bolsonaro e seu exército, valorizando sempre a segurança e a família, cresce a cada dia, com um projeto claro de mudança para o Estado e para o Brasil.

O PSL catarinense é hoje referência no país, isto dito por dirigentes nacionais e o próprio Jair Bolsonaro. Nestes 120 dias de atuação do partido, são mais de 140 executivas municipais, mérito de toda a família PSL catarinense. Estamos dialogando com a nossa base, com os partidos que nos procuram para tratar sobre o pleito eleitoral.

A tese de chapa pura deve prevalecer. Só deixará de prevalecer se surgir a necessidade de um palanque maior em Santa Catarina para o um grande desempenho da candidatura do presidenciável Jair Bolsonaro no Estado. Este projeto é a nossa prioridade. Ouviremos as bases, presidentes municipais, candidatos a deputado até este sábado, dia 4. Sairemos unidos, fortes com o Brasil acima de tudo e Deus acima de todos!

Executiva estadual
Lucas Esmeraldino
Presidente Estadual do PSL e pré-candidato ao Senado"

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Falta de acordo entre PSD e PSDB pode ajudar candidato de Tubarão
Mariani garante que MDB não terá candidato a senador. Dois do sul na majoritária

Falta de acordo entre PSD e PSDB pode ajudar candidato de Tubarão

O pré-candidato a senador pelo PSL, vereador licenciado de Tubarão Lucas Esmeraldino, aguarda com atenção e ansiedade as negociações entre PSD e PSDB sobre a composição da chapa majoritária para a disputa do governo.

Em caso de desacerto entre as duas siglas, o PSD teria como vice um representante do PRB (Hélio Costa) e para o senado, a chapa teria o ex-governador Raimundo Colombo (PSD) e Esmeraldino (PSL). Seria a virada na última hora e tão esperada pelos apoiadores do candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Entre PSD e PSL este acordo já estaria selado e será homologado na convenção do próximo sábado, 4 de agosto. Desta forma, o partido de Esmeraldino também não terá mais candidato a governador.

Agora, se PSD e PSDB se entenderem, uma provável chapa poderá ter o ex-prefeito de Blumenau Napolão Bernandes (PSDB) como candidato a governador e o deputado estadual Gelson Merísio (PSD) como vice. Para o Senado, Paulo Bauer (PSDB) e Colombo (PSD). E neste caso, o PSL volta a sobrar.

terça-feira, 31 de julho de 2018

Líder indígena é candidato a deputado federal pela REDE-SC

Leopardo Sales da etnia Huni Kuin
Se o PSTU tem uma indígena e única mulher, Ingrid Assis, até agora na disputa pelo Governo do Estado, a REDE catarinense tem também o líder indígena Leopardo Sales como candidato a deputado federal. Ele é originário da etnia Huni Kuin, chamada de Kaxinawá na documentação da Funai. Nasceu numa reserva às margens do rio Jordão, no sudoeste do Acre próximo à fronteira com o Peru. Em 2003, Leopardo deixou a aldeia no Acre para estudar em São Paulo, onde se formou em Ciências Sociais pela PUC e desde 2008, por meio de palestras no meio acadêmico, vem advogando em Santa Catarina pela preservação do meio ambiente e divulgando saberes originários em saúde, nutrição e espiritualidade.

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PSTU com Ingrid Assis
Rede com Portanova

Déficit do HNSC deve cair 20% em 2018

O déficit orçamentário do Hospital Nossa Senhora da Conceição no primeiro semestre de 2018 passou dos R$ 4 milhões. Apesar do resultado ruim, o saldo final deste ano deve ser menor do que os R$ 10,4 milhões de 2017. Estes foram alguns dos números informados pela diretora executiva Patrícia de Toledo, durante a sessão da Câmara de Vereadores de Tubarão, desta segunda-feira, 30/7. Ela informou ainda que o déficit não inclui os investimentos que até 2019, se confirmados, podem chegar a R$ 15 milhões.

Diretora-executiva também relatou que número de cirurgias caiu devido ao
incentivo para realização de partos normais - Foto de Mariane Mendes
Quase metade do déficit do HNSC é gerado pelos custos do setor de emergência que ficam negativos entre R$ 300 e 330 mil por mês com quase 8 mil atendimentos. “Esse número era pior ainda, mais com o aumento do repasse do município de Tubarão para a manutenção da emergência a situação amenizou um pouco”, acrescenta Patrícia.

Ainda segundo a diretora, os números do HNSC só fecham porque a Associação Congregação de Santa Catarina (ACSC), entidade mantenedora, consegue remanejar recursos de outros hospitais que administra. No total a Associação controla quinze hospitais nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Santa Catarina e Mato Grosso. Alguns prestam atendimento exclusivamente privado.

O vereador Maurício da Silva (PPS) saiu em defesa da ACSC. “Diante destes números a gente faz a pergunta. O que seria do Hospital Nossa Senhora da Conceição sem uma associação para cobrir este rombo? Nossa cidade e região viveria a dificuldade que a gente vê em outras regiões quando o assunto saúde depende apenas dos recurso públicos”.

Médicos que pediram 500% de aumento serão demitidos

Outra conta do HNSC é com o pagamento de honorários médicos. O diretor-clínico, o médico Cristiano Alexandre Ferreira, informou que por mês isso custa cerca de R$ 3 milhões. Para piorar a situação, ele surpreendeu aos vereadores ao revelar que o corporativismo da classe médica tem gerado outros problemas no Hospital. “Nós fomos pressionados pela equipe médica da Hemodinâmica (cateterismo) que suspenderam o sobreaviso enquanto não tivessem o pedido de aumento de 500%. Nós não vamos aceitar este tipo de pressão e vamos trocar toda a equipe”, garantiu. Ainda em 2017, treze médicos foram afastados pela instituição.

UTI Neonatal

Ao final do encontro, os representantes do HNSC foram surpreendidos pelo anuncio do repasse de mais R$ 300 mil pela Câmara de Vereadores de Tubarão. O presidente do legislativo, vereador Pepê Collaço (PP), assinou a devolução dos recursos para a Prefeitura Municipal de Tubarão, com um ofício ao executivo de que o dinheiro seja usado na reforma da UTI Neonatal. Esta obra está orçada em R$ 600 mil.

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Prefeitura renova e reajusta convênio com HNSC em mais de meio milhão de reais

Esmeraldino tira licença para se dedicar à campanha ao Senado

Dois vereadores de Tubarão solicitaram licença de um mês na Câmara Municipal. Os pedidos foram aprovados na sessão desta segunda-feira, 30/7, e passam a valer a partir do dia primeiro de agosto. 

Esmeraldino vai se dedicar à
campanha do Senado
Lucas Esmeraldino (agora no PSL) dará espaço para o primeiro suplente do PSDB, Chumbinho (782 votos). Esmeraldino vai se dedicar a campanha para o Senado e a licença deve ser renovada durante o período eleitoral e se obtiver sucesso na eleição, não voltará mais ao legislativo municipal. Mas “mesmo afastado, continuarei defendendo os interesses das famílias tubaronenses”, justificou o agora vereador licenciado.

Jairo Cascaes dará sequência ao rodízio do PSD e sua vaga será ocupada pelo terceiro suplente da coligação, Gago, que nas eleições de 2016 obteve 669 votos.

Contas aprovadas

Ainda na mesma sessão, os vereadores aprovaram o Projeto de Decreto Legislativo N° 023/2018 de autoria da Comissão de Finanças e Orçamentos, sobre a deliberação das contas do exercício de 2016 da Prefeitura Municipal de Tubarão, do ex-prefeito Olavio Falchetti (PT). Foram 15 votos a favor e nenhum voto contrário.

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