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segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Eu cansei... me rendo, por Leonardo Haberkorn

Na postagem de hoje, peço licença para publicar o texto de um jornalista e escritor uruguaio que na última semana se despediu das salas de aula. Leonardo Haberkorn desistiu de lecionar aulas no curso de Comunicação na Universidade ORT, em Montevidéu, por meio desta carta que moveu o mundo da educação.

“Eu cansei... me rendo


Depois de muitos, muitos anos, hoje eu lecionei na Universidade pela última vez. Eu me cansei de lutar contra celulares, contra o Whatsapp e o Facebook. Eles me bateram. Me rendo. Eu jogo a toalha. Eu me cansei de falar sobre coisas que eu amo com caras que não podem tirar a visão de um telefone que nunca deixa de receber selfies.

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Claro, é verdade, nem todo mundo é assim. Mas cada vez mais eles são mais. Até três ou quatro anos atrás, o pedido de deixar o telefone de lado por 90 minutos, mesmo que apenas para evitar ser rude, ainda tivesse algum efeito.

Hoje não mais. Pode ser eu. Pode ser que eu tenha me desgastado nesse combate. Ou que esteja fazendo algo errado.

Mas há algo verdadeiro: muitos desses caras não estão cientes de quão ofensivos e irritantes eles são. Além disso, é cada vez mais difícil explicar como o jornalismo funciona diante de pessoas que não consomem ou têm a sensação de estarem sendo informadas.

Esta semana na aula o tema Venezuela saiu. Apenas um estudante em 20 poderia dizer o básico do conflito. O muito básico. O resto não teve a menor ideia. Perguntei-lhes se sabiam quem era o uruguaio que estava no meio daquela tempestade.

Obviamente, nenhum deles sabia.

Eu perguntei se eles sabiam quem é Almagro. Silêncio. Do fundo da sala, uma garota solitária gaguejou: não era o chanceler? Assim, com tudo. O que está acontecendo na Síria? Silêncio. Qual partido é mais liberal, ou é mais para ‘à esquerda’ nos Estados Unidos, os Democratas ou os Republicanos? Silêncio.

Você sabe quem é Vargas Llosa?

"Sim!”

Alguém leu algum de seus livros? Não ninguém. Lamento que os jovens não podem deixar o celular, nem mesmo na aula. Conectar pessoas tão desinformadas com o jornalismo é complicado.

É como ensinar botânica a alguém que vem de um planeta onde os vegetais não existem. Em um exercício em que tiveram que sair para procurar uma notícia na rua, um aluno retornou com a notícia de que jornais e revistas ainda são vendidos nas ruas.

Chega um momento em que ser um jornalista joga contra você. Porque um é treinado para se colocar no lugar do outro, cultiva a empatia como uma ferramenta básica de trabalho.

E então você vê que esses caras que ainda têm a inteligência, a simpatia e o calor comum os enganaram, que a culpa não é apenas deles. Que a ignorância, o desinteresse e a alienação não nasceram sozinhas.

Eles foram mortos pela curiosidade e que, com cada professor que parou de corrigir erros ortográficos, eles aprenderam que tudo dá mais ou menos o mesmo.

Então, quando você entende que eles também são vítimas, quase sem perceber, eles baixam a guarda.

E o ruim acaba sendo aprovado como medíocre; o medíocre passa como bom; e o bom, nas poucas vezes em que chega, é celebrado como se fosse brilhante. Eu não quero fazer parte desse círculo perverso. Eu nunca fui assim e não serei.

O que eu faço sempre gostei de fazer bem. O melhor possível. E não suporto o desinteresse em todas as perguntas que faço e respondem com silêncio. Silêncio. Silêncio. Silêncio.

Eles queriam que a aula terminasse. Eu também.”

Link do texto original

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Fim do jornalismo! Por que isso é um risco para a sociedade?

No artigo de hoje vou logo começando com uma pergunta que tem me incomodado nos últimos tempos. O fim do jornalismo é um risco para a sociedade? E você pode me questionar ‘como assim, você acredita no fim do jornalismo?’. Do jeito que as coisas andam, acredito sim. E do jeito que as coisas andam, entendo também que isso é muito ruim.

Jornais, TVs, rádios e até mesmo os portais de notícias perdem espaço a cada dia para as redes sociais. O que se percebe, é que as pessoas preferem se informar no Facebook, por exemplo, do que ler um jornal ou uma revista. Para alguns a explicação é que preferem beber direto da fonte do que ter que passar por intermediários como os veículos de mídia e seus jornalistas. Para outros é falta de credibilidade e simplesmente uma mudança de comportamento.

E aqui talvez caiba outra pergunta. Será que o que está exposto nas mídias sociais é jornalismo, ou simplesmente uma versão dos fatos? Temos a denúncia, a crítica (uma premissa básica do jornalismo), mas será que temos a reflexão, o contraditório? Seria ingenuidade demais achar que não há interesses subentendidos por ali também.

O jornalismo mal feito já prestou muito desserviço em nossa sociedade. Mas o bom jornalismo, feito com ética, também já contribuiu para o debate de assuntos e fatos importantes e por isso ele segue sendo necessário e importante. O seu fim é um risco para a sociedade.

Ainda em 2013, em artigo no Observatório da Imprensa, Antônio Brasil escreveu: “Mas será que ainda teremos “jornalistas” nesse admirável mundo novo? Se não há mais sequer um consenso sobre a definição de “jornalismo”, tentar prever o que vai acontecer no futuro é ainda mais incerto. Mas pensar no futuro nunca foi tão importante e necessário”.

Frank La Rue, relator especial sobre a Liberdade de Opinião e de Expressão da ONU também advertiu: “É difícil imaginar um mundo sem jornalistas. Sem seu trabalho, a humanidade seria reduzida ao silêncio”.

No momento atual, este silêncio virou gritaria em lados opostos. Todo mundo fala, ninguém escuta. 

Eu sigo pensando junto com o que disse o ex-presidente dos Estados Unidos, Thomas Jefferson: “Se pudesse decidir se devemos ter um governo sem jornais ou jornais sem governo, eu não vacilaria um instante em preferir o último”.

E você, o que prefere ou pensa?

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Jornalismo 25 anos

O curso de Jornalismo da Unisul completa esta semana 25 anos de início das atividades. Se a memória estiver correta, no dia 3 de agosto de 1992, os calouros da primeira turma (incluindo eu) eram recebidos pelo professor Laudelino Santos Neto, primeiro coordenador do curso e principal idealizador do projeto. Ao longo deste semestre o curso vai ter alguns eventos para comemorar este jubileu e também os 20 anos de fundação do curso de Publicidade e Propaganda

sábado, 19 de abril de 2014

Café com Notícias

Nos últimos dias estive ausente aqui do blog devido a um grande projeto que está em andamento. O motivo é que a partir de terça-feira (22/4) estreia novo programa na Unisul TV. Conto com a audiência de vocês.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Mais um projeto em defesa do diploma

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Senado, que tornará obrigatória a exigência de diploma de curso superior para o exercício da profissão de jornalista. Esta é uma luta enfrentada pelos profissionais da área desde junho de 2009, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou a necessidade do diploma para jornalistas. Espera-se que a PEC seja votada logo, pois outras propostas já surgiram, mas até agora não foram aprovadas.

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CCJ aprova exigência de diploma para jornalistas

terça-feira, 2 de julho de 2013

Prêmio Adjori de Jornalismo

A coluna que publico no jornal Folha, de Braço do Norte, recebeu Menção Honrosa por estar entre os três finalistas (segundo lugar) do Prêmio Adjori de Jornalismo, divulgado no último sábado, 29/6, durante o Congresso Estadual realizado em Itapema. Só me resta agradecer por ter sido lembrado pelos jurados, mas principalmente pela oportunidade de fazer parte do jornal e equipe e também aos leitores. Obrigado!

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Só a mente pode libertar o jornalista da sua própria escravidão

Por L.J. Sardá
Jornalista e professor

Quero falar de outra liberdade.

A opressão que sofrem jornalistas em países de convulsões políticas permanentes é histórica, impetuosa e condenável. Mas o que deveriam preocupar também neste terceiro milênio, a era da revolução tecnológica, é a autocensura de jornalistas e a censura escamoteada que se exaure na própria enxurrada da informação diária.

Eu comparo, às vezes, o jovem jornalista com o jovem que acaba de receber o diploma de médico. O jornalista jovem, ainda desprovido de uma ideologia ou, pelo menos, de visão e sentimento social, alimenta-se de um olhar passivo da sociedade e enxerga o fato sob a ótica do espetáculo midiático, o que compõe o teatro da emoção em detrimento da razão. O jovem médico brasileiro, em sua grande maioria, é fruto de uma casta social elevada e dificulta a relação humana entre a saúde e a sociedade. O médico no Brasil ainda vive em pedestal, com algumas exceções. Há poucos dias, um jovem recém-formado em medicina, justificou-se por que ainda não ingressara em uma residência para alcançar uma especialização: “por enquanto estou dando plantão e ganhando R$ 17 mil por mês”.

A censura escamoteada é ignorar fatos que acabam passando despercebidos porque não alcançaram ainda a notabilidade e o delírio midiático. Por exemplo: um evento de tênis reuniu craques do exterior em um hotel de luxo na Ilha. Ótimos e merecidos destaques na mídia. O espetáculo, entretanto, consumiu cerca de R$ 600 mil dos cofres da Secretaria de Turismo, Cultura e Esportes. Por que o dinheiro público tem que ter endereço particular? Agora, se houvesse uma denúncia pública, aí a mídia se sentiria obrigada a correr atrás.

A maior censura que infecciona os meios de comunicação de massa está no olho social do jornalista, tanto de editores quanto de repórteres, setoristas e colunistas.

Por que o Dia das Mães tem sido pautas sucessivas para apenas mensurar os negócios do comércio? Será que mãe é consumo?

Por que jornalistas vêem as concentrações de pobreza sob o olhar a violência? E por que quando sobem o morro estabelecem o divisor nietzschiano entre o bem e o mal? Como observa Nietsche, no que é mal se sente a periculosidade, a força do terrível, enquanto o bom desperta a vivacidade, o prazer. Aliás, jornalista quando sobe o morro é prenúncio de notícias sobre violência humana.

Goethe dizia que digno de liberdade é quem sabe conquistá-la. Sentir liberdade é o mesmo do que viver a liberdade? Ainda hoje se cultua Tim Lopes como referência de coragem contra opressão. Por que não temos a coragem de abrir as cortinas do teatro social brasileiro e acabar com o foco entre o bem e o mal? Por que a nossa liberdade jornalística está escondida atrás dos panos de uma dramaturgia cega, como se tivéssemos medo ou desdouro de mergulhar firme nos equívocos de uma nação enraizada na miséria social?

Por que a mídia se limita a denunciar atos de corrupção e não questiona a ausência de tecnologia moderna no controle de licitações e liberações de recursos? Por que o asfalto de rodovias públicas dura menos de um ano, enquanto nas estradas lotadas de pedágios o novo pavimento é mais resistente?

Por que a greve de professores nos impõe a pauta focada apenas no sacrifício de milhares de alunos sem aula? Por que não se descreve a vida de um professor que leciona em dois períodos com salário de R$ 1.200,00?

Por que a greve na saúde é focada na dor dos doentes? Afinal, a causa dos sérios problemas da saúde está nos doentes ou na decadência de postos, centros e hospitais e de estruturas de pessoais defasadas?

Bem, no dia da liberdade de imprensa é necessário que reflitamos sobre a censura que nós jornalistas impomos em nosso próprio exercício.

Como questiona A. Graf, se não tens liberdade interior, que outra liberdade esperas alcançar?

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Vivian Sipriano vai para a RBS TV

Jornalista Vivian Sipriano trocará a Unisul TV pela RBS TV de Criciúma a partir de dezembro. Formada pelo curso de Jornalismo da Unisul de Tubarão, atuou como estagiária na emissora, como repórter da equipe de esportes e do departamento de jornalismo e manteve as participações no programa Unisul TV Esporte. Em Criciúma deverá voltar à editoria de esportes. Em termos esportivos, dá pra dizer que Vivian trocará a segundona catarinense pela Série B do Brasileirão.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Ênio Batista: amigos e familiares acompanharam despedida

No fim da tarde mais lideranças políticas e amigos compareceram na missa de corpo presente de Enio Batista que aconteceu na paróquia de Morrotes

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Morre jornalista Ênio Batista, aos 43 anos

O jornalista Ênio Batista faleceu esta noite em Tubarão após cinco dias internado no Hospital Socimed. Vítima de um AVC, a situação clínica de Batista complicou-se durante o dia e tornou o quadro irreversível.

No início da noite, amigos, colegas e familiares estiveram reunidos num Culto Ecumênico em oração pela saúde do profissional que atuava na Rádio Bandeirantes 1090 Tabajara AM.

Formado em Jornalismo pela Unisul em 1997, Ênio Batista teve uma carreira destacada no rádio da cidade, mas também com passagens na mídia impressa e assessorias. Polêmico, filiado ao PSDB, tinha o sonho de ser vereador e seu nome era cogitado nas lista de pré-candidatos de 2012.

Deixa a esposa, três filhos e muitos amigos.

Seu corpo está sendo velado na Capela Mortuária Santa Terezinha de onde sairá para a missa de corpo presente às 16 desta quinta-feira, na Igreja Matriz de Morrotes. O sepultamento será em seguida no cemitério municipal da cidade de Armazém no jazigo da família.

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Morre o jornalista Ênio Batista
Jornalista morre vítima de acidente vascular cerebral

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Premiados sem bajulação

Acompanhei esta semana a entrega do Prêmio Acic de Jornalismo, em Criciúma. Fui também jurado da Categoria Radiojornalismo. Lá encontrei ex-colegas e ex-alunos do curso de Jornalismo da Unisul. Sete deles foram premiados. Ainda em Criciúma, um companheiro da imprensa fez a seguinte observação. “Se esse evento fosse em Tubarão estaria cheio de políticos. Aqui (Criciúma) não tem ninguém”. Ou seja, cada um na sua e sem bajulação.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Quinze anos depois

Foi por acaso, mas sem a ajuda dele não nos lembraríamos desta data. Há 15 anos, no dia 3 de agosto, a primeira turma do curso de Jornalismo da Unisul colava grau. Felizmente, eu estava entre os formandos. Foi um dia inesquecível e muito representativo nos 21 anos que trabalho na imprensa. Era um tempo em que o diploma tinha o reconhecimento jurídico para uma categoria profissional. Tempos depois, vieram alguns juízes e disseram que buscar a formação universitária e por conseqüência a educação não era algo assim tão importante. Não mudamos de ideia sobre o assunto e por isso uma formatura é tão comemorada.

O nosso curso é o terceiro mais antigo de Santa Catarina (tem 19 anos) e muita gente colaborou para que ele fosse criado, mas agredeço a uma pessoa em especial, que representa todos os professores que atuaram com a nossa turma: o jornalista e professor Laudelino Santos Neto. Que visão de futuro tem esta pessoa! O curso é o marco na comunicação do sul. Jornais, revistas, programas de rádio e emissoras de TV, entre elas a Unisul TV, surgiram nos anos que se seguiram. Muito se deve ao empenho do professor Laudelino.

Abaixo relato o nome dos colegas que estiveram comigo naqueles quatro anos de universidade. Estes eu sei onde estão: Andreza Matos de Souza (atua no gabinete do deputado estadual José Nei Ascari), Darlete Cardoso (assessora de imprensa da Unisul e professora do curso de Jornalismo), Demétrio Verani (professor da Unisul e consultor da Faepesul), Fabiane Alberton (Sicredi), Isabela Siqueira (professora da Unisul), Jaime Gregório (protocolo da Unisul), José Henrique de Souza (ADU Futsal/Faepesul), Lanimar Batista (professora da Unisul), Mylene Salgado (assessora de imprensa da SDR de Tubarão), Rolando Coelho (diretor do grupo Correio do Sul), Sílvia Zarbato (free-lance em Tubarão), Vera Mendonça (Rádio Tubá). Os demais eu não tenho certeza sobre o que estão fazendo. Quem puder, pode me ajudar. Andréia Fernandes (Minas Gerais), Cláudia Teixeira (Tubarão), Cláudiomiro Merim (Armazém), Daniela Correa (Tubarão), Fabiane Estevam (Treze de Maio), José Artimimo dos Santos Filho (Tubarão), Maria Conceição Costa (Capivari de Baixo), Maristela Benedet (Içara), Nara Souza (Tubarão), Rita Souza (Tubarão), Sheyla Fernandes (Gravatal) e Tatiana Rodrigues (Criciúma).

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Quinze anos da primeira turma de Jornalismo

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Caso Tim Lopes

Lembra do jornalista Tim Lopes que foi assassinado por traficantes no Rio de Janeiro por causa das reportagens investigativas que fazia? O caso ocorrido em 2002 até hoje comove a categoria e arranca lágrimas dos colegas toda vez que o tema é exibido na Rede Globo. Pois a jornalista Cristina Guimarães, que junto com Lopes, venceu o Prêmio Esso de Jornalismo, lançara um livro onde acusa a emissora de não ter dado a proteção adequada ao jornalista que vinha recebendo ameaças pelas reportagens que fazia. Cristina vai lançar o livro nos Estados Unidos para evitar interferência da Globo.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Milton Alves reestreia em rádio de Tubarão

O radialista Milton Alves está de volta ao rádio tubaronense. Ele reestreia esta manhã na Rádio Bandeirantes 1090 Tabajara AM. Ele fará a produção do jornalismo e terá participação nos programas jornalísticos da emissora. Alves estava havia alguns anos na região dos lagos, atuando em rádios de Imaruí e Imbituba.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Unisul TV poderá ampliar área de cobertura

Uma boa notícia aos telespectadores da Unisul TV. A emissora educativa, com sede em Tubarão, agora está liberada a implantar a primeira repetidora em Laguna

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Portal Gravatal

Mais um site convidou este blog para ser parceiro. Desde o início desta semana a atualização das postagens feitas aqui também pode ser acompanhada pelo Portal Gravatal, site que publica informações sobre o município e arredores. As atualizações do Portal também serão seguidas aqui na seção ‘outros blogs’.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Promulgada lei que obriga Estado a contratar jornalistas formados

O presidente da Assembleia Legislativa, Gelson Merisio (DEM), promulgou na última terça-feira, dia 12, a Lei nº 15.460, que estabelece a necessidade de diploma de formação específica aos jornalistas, efetivos ou em comissão, que atuam na administração pública estadual, em todos os Poderes. Apresentada pelo deputado Kennedy Nunes (PP) neste ano, a proposta havia sido vetada pelo Executivo, mas os parlamentares rejeitaram o veto, cabendo ao presidente da Casa Legislativa promulgar a nova lei, que entra em vigor na data de sua publicação.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Em defesa dos jornalistas diplomados

A Câmara de Vereadores de Tubarão recebeu na sessão de ontem correspondência encaminha pela direção do Sindicato dos Jornalistas de SC lembrando a passagem do Dia do Jornalista e em defesa da exigiência de formação na área para o exercício da funções em órgãos públicos. O texto foi lido pelo secretário da mesa diretora, vereador Dionísio Bressan Lemos.

Confira a íntegra do texto
"Senhor Presidente João Batista De Andrade, senhores Vereadores integrantes da Mesa Diretora Edson José Firmino e André Freta May

Cidadãos e cidadãs!,

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Santa Catarina comparece a esta Casa nesta noite de sete de abril de dois mil e onze para lembrar a passagem do Dia do Jornalista.

Mais do que esta lembrança, a representação sindical dos jornalistas poderia enumerar pelo menos uma dezena de motivos para comemorar, com festa ou com luta, esta data. Mas não vamos fazer isto nesta noite.

Hoje propomos um olhar para o futuro, que começa aqui e nesta hora, neste lugar em que se exercitam as amplas liberdades de expressão e de opinião, sejam elas pessoais, da comunidade de que cada vereador emerge ou partidárias.

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Santa Catarina chama a atenção dos vereadores de Tubarão para o inadiável debate sobre o tempo em que vivemos.

Preenchendo os parâmetros deste tempo em que vivemos, chamamos para a pauta desta Casa colocar nos devidos lugares a importância da formação universitária para a construção da qualificação profissional e da formação do cidadão de hoje e de amanhã, preparado para dar conta não apenas da carreira que escolheu, mas de todas as questões éticas no desempenho profissional, o que é o trabalho jornalístico e quem é este trabalhador jornalista de hoje e do futuro.

Chamamos ao debate desta Câmara de Vereadores a necessidade da formação superior em jornalismo para o exercício das atividades profissionais, a defesa da categoria profissional, a defesa dos cursos de jornalismo, e a defesa da formação que todos cursos de jornalismo se propõem neste momento e no futuro a realizar.

A grande questão de fundo deste ano, deste Dia Sete de Abril, Dia do Jornalista, é a mesma questão do ano passado, e dos anos anteriores, até chegarmos a 1918, quando a Associação Brasileira de Imprensa, a mesma ABI que lutou contra as ditaduras brasileiras e que defendeu com energia o Estado Democrático de Direito, em congresso nacional de jornalistas propôs à sociedade que jornalista deve ter formação. Retomamos 1918. Vamos recomeçar apontando que o futuro começa aqui e agora, nesta Casa Legislativa.

Chamamos a cada uma de Vossas Excelências, pela convicção de que a Universidade é resultado do aperfeiçoamento da sociedade, a defender a formação dos jornalistas, para que a sociedade, com jornalistas melhor preparados, tenha melhores e mais amplas e profundas informações sobre ela mesma.

O Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina convoca Vossas Excelências a refletir sobre uma sociedade sem jornalistas, uma sociedade invisível, portanto. Pior do que isto, pedimos que reflitam como seria uma sociedade em que jornalista pode ser qualquer um que o queira, sem a qualificação proposta e aplicada pela Universidade, sem o conhecimento da sociedade, sem sequer ter ouvido falar dos princípios éticos e morais, tão caros aos debates da Universidade e aos cursos de jornalismo.

Pedimos agora que olhemos, em nome da sociedade, para o presente e para o futuro. Pedimos agora que esta Câmara, por suas mãos, vereadores de Tubarão, implemente um instrumento legal que exija, para o exercício das atividades da profissão de jornalista, seja nos gabinetes de cada vereador, seja na assessoria da Casa, na TV Câmara ou qualquer outro meio que possa vir a ser utilizado para a divulgação de notícia, a comprovação da conclusão do ensino superior em jornalismo e o registro profissional junto ao Ministério do Trabalho e Emprego.

É esta a hora de reafirmar nosso compromisso com a Universidade, com o conhecimento e com a qualificação profissional. A sociedade espera informação com qualidade saindo daqui. Para isso precisamos defender a formação dos jornalistas profissionais. Vamos todos, senhores vereadores, a partir de agora, trabalhar para que em breve esta Câmara e estes vereadores possam afirmar que defendem a sociedade porque defendem os jornalistas!

Muito obrigado.

Boa-noite!"

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Dia do(a) Jornalista

No Dia do Jornalista, a movimentação dos profissionais da área reflete o perfil atual do mercado local, dominado pelas mulheres. A jornalista Manuela Prá é a mais nova contratada da Unisul TV. Ela vai substituir a jornalista Aline Araújo que deixa a emissora para atuar na assessoria de imprensa do Porto de Imbituba no lugar de Michele Cardoso.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Jornalistas no serviço público: só com diploma

O Projeto de Lei 63/2010, que exige formação superior para o acesso de jornalistas ao serviço público catarinense, teve nova votação na tarde desta quarta-feira (30/3). O projeto havia sido aprovado anteriormente por unanimidade na Assembleia Legislativa de Santa Catarina – Alesc, em dezembro de 2010, mas foi vetado pelo governador Raimundo Colombo (DEM) em janeiro deste ano. Durante a votação o veto do governador foi derrubado com 24 votos a favor e apenas um contra. Agora, para ocupar cargos na função de imprensa pública no estado catarinense, o jornalista deve ser graduado.

O presidente do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina, Rubens Lunge, esteve presente na assembleia e considerou a conquista como muito importante. Para a jornalista e professora Darlete Cardoso, coordenadora do curso de Comunicação Social – habilitação em Jornalismo, do campus universitário de Tubarão, esse tipo de projeto de lei valoriza a profissão.

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Veto é derrubado e Projeto de Lei aprovado

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