Qual seria a avaliação que a sociedade catarinense faz do governo de Raimundo Colombo (PSD)? Boa, ruim, ainda aguardando, ou esperançosa pelas obras previstas no Pacto por Santa Catarina? Estas seriam apenas algumas das perguntas que deveriam estar sendo feitas pelos partidos políticos e seus integrantes que começam a discutir as eleições de 2014. Antes de pensar nas alianças possíveis o projeto de governo deveria ser avaliado e discutido à exaustão. Mas infelizmente não é o que ocorre.
As discussões básicas partem de quem vai ocupar os cargos de candidatos a governador, vice e senador. Sem acordo neste ponto, ninguém senta para discutir um projeto ou uma proposta de candidatura. Ninguém discute o que está bom ou o que precisa melhorar. Só pensam em quem vai sentar nas cadeiras.
A posição mais clara do momento é de que o PSDB terá uma candidatura para ter palanque para o candidato a presidente do partido. Quem quiser estar com os tucanos sabe que deverá estar do lado da oposição nacional da campanha.
Entre os partidos mais fortes sobram PSD, PMDB, PP e PT. Como são três vagas na chama majoritária é certo que eles não estarão juntos. Ninguém quer ficar sem uma cadeira para sentar. Todos são da base do Governo Federal ou tem grande aproximação com a presidente Dilma Roussef, como é o caso do governador Colombo, mas isso não significa que estarão nas mesmas cologiações em 2014.
O senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB) vem tentando fazer a costura antecipada desta aliança e até cita o projeto do governo atual como o motivo para manter todos juntos. Poucos o escutam desta forma e até há quem enxergue no empenho do ex-governador uma articulação para conquistar um objetivo pessoal em 2015 que seria a presidência do Senado. Ou seja, mais uma vez o projeto coletivo estaria sendo colocado de lado para obter favorecimento pessoal.
E o eleitor? O que será que ele pensa disso tudo? Os partidos e seus líderes até pode combinar entre eles insistindo em priorizar as alianças sem pensar nos projetos, mas o cidadão que é dono do voto não precisa concordar.
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