Ação do Ministério Público Federal em Santa Catarina acusa o ex-prefeito de Pedras Grandes, Romário Ghisi (na época PP e hoje PSDB) e a esposa Maria Marcon Ghisi (PP), ex-coordenadora do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) de improbidade administrativa. Eles teriam desviados recursos federais destinados ao Peti com objetivos eleitoreiros.
O procurador da República em Tubarão, Celso Antonio Tres, relata na ação que recursos enviados pelo Governo Federal para o Peti foram retidos durante quatro meses pelos gestores e somente foram liberados 38 dias antes das eleições municipais de 2004, quando Ghisi era candidato à reeleição. O fato, denunciado na época, acabou acarretando a instauração de procedimento administrativo pelo MPF. Também há indícios de indicações de pessoas para o Peti, fora dos requisitos legais, e compra de generos alimentícios da empresa de propriedade do casal.
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