O tempo é de mudanças. Só que nem todas são bem-vindas ou entendidas. Nas escolas públicas, por exemplo, o número de estudantes é menor e o poder público precisa rever a utilização de espaços físicos e alocação de funcionários.
Por conta disso vem o que a Secretaria Estadual chama de reordenamento, mas que aos ouvidos da sociedade chega como fechamento de escolas. E isso ninguém quer. Um Estado que administre melhor os bens e recursos é cobrado por todos, mas obviamente ver uma escola fechada é difícil de aceitar.
Por isso o diálogo com as famílias precisa ser melhorado. Os prós e contras de se mudar ou até decretar o fim de uma escola poderiam ser melhor entendidos se o assunto não fosse determinado ‘por decreto’.
Por que as escolas que estão sendo fechadas perderam alunos ao longo dos anos? As famílias estão menores? Os estudantes migraram para a rede particular? Há outra alternativa? E se com essa crise, os estudantes tiverem que deixar as escolas particulares e voltar para as públicas? Vai ter vaga pra todo mundo?
São perguntas que poderiam ser esclarecidas se houvesse mais debate. Aí quem sabe seria mais compreensível a decisão de fechar uma escola.
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