O Pacto por Santa Catarina surgiu em 2013 como um dos grandes trunfos da gestão do governador Raimundo Colombo (PSD). Um grande volume de recursos suficientes para combater as críticas sobre a lentidão e falta de ações do governo. A ideia era fazer tudo andar para fugir do ano eleitoral, quando o tempo fica menor para ações públicas.
Só que no último balanço divulgado pelo Governo, durante o Congresso Catarinense de Municípios os números revelam certa preocupação. Dos R$ 10 bilhões de investimentos previstos, somente 21% foram liberados até agora. Outros 42% das ordens de serviço foram entregues e outros 47% de editais de obras foram lançados. Com a campanha eleitoral se aproximando é de se duvidar que muita coisa saia do papel.
Colombo tem viajado o estado entregando cheques e ordens de serviço numa tentativa de fazer o Pacto funcionar. Luta contra a burocracia, a falta de projetos interessantes das prefeituras e ainda tem que lidar com as discussões político partidárias para o projeto de reeleição. Além de uma forte coligação, precisa ter algo para mostrar ao cidadão que lhe confira um segundo mandato e poder combater as críticas da oposição.
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