A pressão da classe surtiu efeito e o governo federal recuou da decisão de ampliar o tempo do curso de Medicina de seis para oito anos. Em diversas cidades de Santa Catarina, incluindo Tubarão, médicos e estudantes foram para as ruas para protestar e reivindicar pelo que consideram ter direito. Quem sabe esta pressão também seja exercida para mudar a realidade de atendimento da população. Exigir solução para os hospitais superlotados e ameaçados de fechar por falta de recursos seria um dos pontos que merecem o mesmo engajamento. Aqui na região temos vários pedindo socorro.
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