O prefeito de Tubarão Olavio Falchetti e o vice-prefeito Akilson Machado exibiram as certidões negativas de débito estadual e federal como dois troféus. E a comemoração deles e de toda a equipe tinha razão para acontecer, afinal de contas, há oito anos a cidade estava sem esta condição. Para obter as tais CNDs foram regularizados parcelamentos de dívidas e outros débitos em valores que não foram divulgados pelos gestores.
Mas o caso mais polêmico de toda esta história não envolveu o pagamento de nenhum centavo ainda. A pendência com o Dnit, sobre a construção de um galpão, e a retirada dos trilhos será resolvida com uma Tomada de Contas Especial, com o objetivo de apurar a responsabilidade pelo problema.
Este assunto dominou campanhas eleitorais e atrasou a cidade nos últimos anos. A gestão do ex-prefeito Carlos Stupp alega que a prestação de contas está correta, mas o Dnit contesta. E durante todo este tempo em que não se apurou o que pode estar errado muitos recursos deixaram de vir para Tubarão pela impossibilidade do município em participar de convênios. A pergunta que fica é por que se demorou tanto? Será que não se queria apurar o que realmente aconteceu?
A estimativa agora é que Tubarão receba R$ 17 milhões do Governo do Estado e outros R$ 22 milhões do Governo Federal para a conclusão e realização de obras e investimentos. Estes recursos compõem a principal alternativa, para não dizer única, para tirar a cidade de um longo inverno de projetos inacabados.
Centro de Zoonoses, UPA 24 Horas, Arena Multiuso, construção de pontes, pavimentação e abertura de ruas, reforma do Museu e outros projetos que deverão surgir. É uma lista grande e sem previsão para terminar, mas agora não há mais a desculpa de que faltam as negativas para fazer.
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