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terça-feira, 6 de setembro de 2011

E agora Pepê?

Com a licença do prefeito de Tubarão Manoel Bertoncini (PSDB) para tratamento de saúde, o cenário político acaba movimentado por uma causa que nada tem a ver com política. Tem a ver com a vida e aquilo que ninguém tem como evitar.

Mas a questão que fica no ar é e agora Pepê? O vice-prefeito volta a assumir numa condição difícil. Não sabe quanto tempo fica o que dificulta saber até onde pode ir para tomar as próprias decisões.

Mas o fato é que a prefeitura precisa ser tocada, precisa de uma liderança. Sem essa de achar que é falta de respeito falar sobre a condição de saúde dele ou de trabalhar muito durante a sua ausência que ninguém sabe quanto vai durar.

Se ficar parado, esperando, Pepê será taxado de quê? Se botar a máquina para trabalhar será criticado por se aproveitar de uma situação e se promover, visando as eleições de 2012? De um jeito ou de outro o melhor é atuar em benefício da população sem pensar no que os outros vão falar. Deve honrar o mandato para o qual foi eleito junto com Manoel.

O prefeito já mostrou que é um exemplo humano, de quem reagiu contra uma doença grave sem abandonar o posto para o qual foi eleito. Mas devemos admitir que na composição político-partidária ele teve dificuldades na condução da gestão municipal. Quem leu e ouviu os planos do candidato Manoel Bertoncini pode concluir que ele demorou a pôr em prática alguns projetos importantes.

Da mesma forma, pela solidariedade do povo para com o doutor Manoel Bertoncini neste período da sua doença faltou um porta-voz para colocar a população a par, até para desfazer os rumores que circulam na cidade.

Bertoncini, pelo seu caráter e perfil de um político identificado com Tubarão, merece o respeito e carinho. Contudo, a cidade que o elegeu precisa saber e estar a par inclusive dos planos reservados para o seu último ano de mandato.

Como vice-prefeito eleito junto com Manoel, Pepê Collaço tem o direito legítimo de continuar esta gestão e cumprir esta missão.

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