O horário político no rádio e na TV acaba hoje e a partir de agora o contato dos políticos fica só no corpo a corpo. Os candidatos tentam convencer os indecisos, principalmente os proporcionais.
A eleição para deputados estaduais e federais é diferente da majoritária. Por causas dos quocientes eleitorais e partidários, nem sempre quem faz mais votos consegue se eleger.
Dentro desta matemática complicada para o eleitor em geral fica a necessidade de primeiro, cada partido ou coligação fazer o número de votos suficientes para garantir as vagas, e depois de cada candidato garantir os votos para não depender de conta nenhuma.
Por isso que na formação das chapas dos partidos e coligações são colocados muitos candidatos que na teoria não tem chances de se eleger, mas na prática ajudam aqueles que ficam nas primeiras posições.
Ainda dentro destas contas todas, tem partidos e coligações preocupados em garantir a legenda necessária para manter ou fazer crescer as atuais bancadas. Será que o cenário atual será mantido ou será que teremos novidades?
Só o resultado das urnas no domingo para nos tirar esta dúvida.
Para o eleitor, o que interessa mesmo, é votar consciente e em alguém que esteja comprometido com aquilo que ele considera importante para o estado e país.
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