Além da união entre PMDB e DEM para a disputa do governo, anunciada esta semana, outro tema anda tirando o sono dos progressistas catarinenses: a formação das chapas proporcionais. Para deputado federal o partido conta atualmente com apenas dois nomes: os atuais deputados João Pizzolatti e Odacir Zonta. Para manter as três que tem vagas (Ângela Amin é pré-candidata ao governo) e pensar em ampliar é preciso mais. Por isso a pré-candidatura do vereador tubaronense André May, o Deka, continua na mesa.
O deputado estadual Valmir Comin (PP) é um defensores de candidaturas do Sul e propõe que cada microrregião tenha um candidato. O vereador de Criciúma Giovanni Zapellini (PP) também é cogitado.
O presidente do PP de Capivari de Baixo, vereador Ricardo Arboite, já manifestou que o diretório local apoiará a pré-candidatura de Deka.
Nas negociações feitas com o PDT, fala-se que os trabalhistas trariam 15 candidatos. Para conquistar três vagas na Câmara, estima-se que sejam necessários 600 mil votos. No quadro atual, a situação é complicada o que justifica a preocupação. Alguns sonham com a possibilidade de Esperidião Amin disputar uma vaga o que ampliaria a legenda do PP.
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