O destino do lixo urbano é um dos grandes problemas do desenvolvimento. Encontrar soluções e contar com o apoio da população é um dos desafios a ser enfrentado.
Mas que fazer para mobilizar a sociedade?
Criar consciência é o primeiro passo, pois o problema é de todo mundo.
O que nós vimos na última semana no Rio de Janeiro não é um problema isolado. Em maior ou menor proporção, ele existe em todo lugar. E o que se faz para resolver?
É uma situação semelhante a dos presídios. Todos querem uma solução, mas ninguém quer um presídio ou um depósito de lixo perto de casa.
Acabar com o lixo é algo que parece impossível. Então o que fazer? Se não dá para acabar é preciso então reduzir. Usar menos plástico, menos papel, enfim diminuir tudo o que é possível para restar somente o que não tem jeito.
Outra situação é o que a reciclagem é capaz de fazer. Hoje em dia no mercado, temos diversos produtos que já são feitos de materiais reciclados e com qualidade igual ou superior a dos produtos tradicionais. Só que eles ainda são muito caros, seja porque a tecnologia para desenvolvê-los e produzí-los custa mais ou também porque a escala de vendas ainda não foi suficiente para baixar os preços.
Uma alternativa seria dar incentivos fiscais para a indústria de recicláveis. Não pode uma empresa que fabrica produtos que vão contribuir com a poluição ser taxada da mesma forma do que uma que ajuda com o meio ambiente. Seria uma grande forma de incentivar a produção e também estimular o consumo.
Nos últimos dias, com o lançamento das campanhas dos principais candidatos a presidência da república, eles lamentaram os acontecimentos no Rio de Janeiro. Dedicaram um minuto de silêncio e bonitos discursos. Mas também não falaram como pretendem resolver este tipo de problema.
Sem lixo desnecessário, pode-se reduzir o lixão, sem lixão, ninguém precisa morar em cima dele. Teríamos melhor qualidade de vida e perspectiva de um mundo melhor. Porque hoje, só vemos lixo pela frente.
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