O governador em exercício de Santa Catarina, o presidente da Alesc Jorginho Mello (PSDB), teve um encontro fechado na Amurel com os prefeitos presentes, vereadores e outros representantes da região. Recebeu pedidos de apoio para alguns projetos e foi sincero nas respostas aos presentes.
Disse que apesar dos projetos estarem aprovados no Conselho de Desenvolvimento Regional e seguirem todos os trâmites dentro do governo é preciso paciência para aguardar e ter pés no chão para saber o que será e não será viável.
Como já está de saída do cargo de governador (Leonel Pavan assume amanhã, dia 20) não prometeu nada e também parece não ter desapontado ninguém. Aproveitou a oportunidade sim, para pedir apoio para as eleições de 2010 quando será candidato a deputado federal e se colocou a disposição para a representar a região.
Depois seguiu logo para a capital do Estado sob a alegação de que o tempo (clima) estava ficando ruim e não seria mais possível decolar com o helicóptero.
A agenda de Jorginho na região previa ainda passagem por Gravatal e por outras cidades mais ao extremo sul o que acabou sendo descartado.
Durante a entrevista coletiva que participou disse que a mudança na agenda não tinha nada a ver com as divergências entre a Amurel, presidida pelo amigo particular e prefeito de Imbituba José Roberto Martins (PSDB), o Beto, e o prefeito de Gravatal, Rudnei do Amaral Fernandes (PMDB), o Nei, mas emitiu uma opinião sobre o tema.
– Quem saiu da Amurel tem todo o direito de fazê-lo, mas eu, particularmente, acho uma grande bobagem. Quem quer crescer precisa se unir para fortalecer e não dividir para enfraquecer – falou o governador em exercício.
Beto Martins aproveitou que o assunto foi levantado para dizer que os trabalhos e serviços realizados pela Amurel não foram e não serão afetados pela saida de quatro municípios.
– A Amurel teve dissidências em outras épocas que se refletiram em inadimplência dos municípios e nem por isso ela deixou de existir. Eu também fiz uma conferência em todas as atas da reuniões já realizadas nesta associação e os assuntos da Enconsta da Serra nunca foram discutidos aqui. Se esse foi o motivo da saida deles, também não foi por negação da Amurel em falar deste assunto, pois ele nunca foi proposto – falou Martins.
Divergências e polêmicas à parte, o painel (ver foto) montado no auditório da Amurel já não conta mais com os nomes dos municípios que deixaram a associação para formar a Associação dos Municípios da Encosta da Serra Geral (Amesg). Ficou um espaço em branco no caso de Grão Pará, Gravatal, Pedras Grandes e São Ludgero, um dia quiserem voltar.
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