Domingo vai ser dia de festa em muitas famílias. O dia de dar um abraço no pai, comemorar a convivência e agradecer o apoio ao longo da vida.
Mas também em muitos lares, datas como essa do Dia dos Pais e Dia das Mães é dia de conflito. Pais separados tem em seu cotidiano problemas relacionados ao fim do casamento e também com a guarda dos filhos. Temos aí envolvidos os direitos da mãe, do pai e principalmente dos filhos.
Esta semana conhecemos o apelo de um pai desesperado porque não consegue ter o convívio com a filha de dois anos. Eu não conheço os detalhes da separação do casal e isso interessa a eles. Mas o problema nos faz pensar exatamente nos direitos de cada um.
Este pai que não consegue ter a guarda da filha de dois anos durante um fim de semana desde a quaresma questiona sobre os direitos dele. Diz ter ordens judiciais que lhe garantem as visitas e já recorreu a Policia Militar, Delegacia de Proteção a Mulher, Criança e Adolescente e até o Conselho Tutelar para fazer valer este direito.
Este pai questiona o seguinte: se ele deixar de pagar a pensão a justiça não vai resolver o problema? Então por quê o problema dele não é resolvido?
Olha eu não estou aqui defendendo o lado dos pais e nem o lado das mães. Mas filho nenhum pode pagar pelas diferenças entre eles. Tem pai que abandona os filhos, tem mãe que também faz isso. Mas se existe o interesse dos dois em manter a convivência com os filhos e não há acordo, a justiça deveria facilitar.
Este é só um exemplo de muitas outras situações que ocorrem por aí. Será que pais e mães separados não podem encontrar uma solução? Eles devem lembrar que se separaram das esposas e dos maridos e não dos filhos. Então que todos cumpram com seus direitos e deveres.
Domingo é Dia dos Pais, mas pode ser também o dia da família.
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