Quando Jânio Quadros assumiu a prefeitura de São Paulo pela segunda vez (1986-88), teve, é claro, um governo polêmico. Seja por suas ações ou declarações.
Um delas, recordo, foi sobre a roupa dos taxistas da cidade. Jânio queria exigir que os motoristas de táxis de São Paulo trabalhassem vestidos de ternos. Achava que isso seria bom para a imagem da cidades perante aos seus visitantes. Um dos taxistas, revoltado com esta situação saiu-se com essa.
– Eu uso o terno, mas só se ele deixar de usar o terno safári ridículo que ele usa – alfinetou.
É, os terninhos safáris de Jânio também não era compatíveis com a posição que ocupava.
Mas o motivo de contar esta história é para falar dos taxistas de Tubarão. Estou longe de querer que eles usem ternos no trabalho, mas bem que eles podiam se apresentar melhor.
No ponto de táxi em frente ao terminal urbano, vejo diariamente por alí, motoristas de camiseta regata, de bermuda, fumando dentro dos carros, entre outras situações que não condizem com um bom atendimento.
Concordo que a roupa que utilizam não influência em nada nas habilidades de direção, mas como prestadores de serviço podiam poupar os clientes destes detalhes.
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