Nem Amurel, nem prefeitos ligados ao PMDB e nem os prefeitos que ficaram na Associação ganham com a divisão ocorrida ontem, quando cinco prefeitos (todos ligados ao PMDB) pediram licença por 12 meses. Todos perdem.
Perde a entidade que fica dividida e enfraquecida. Perde a região que sofre com a falta de força política para reivindicar obras e projetos. Perde o PMDB que se nega a participar de um processo democrático e agora ficará apenas assistindo do lado de fora. Não poderá nem opinar com aquilo que não concorda.
Deputado federal Edinho Bez (PMDB), confirmou ontem na Unisul TV que a decisão foi tomada em comum acordo porque a sigla não foi chamada para compor a diretoria.
Na semana anterior o prefeito de Imbituba Beto Martins (PSDB) disse que tentou compor a chapa com representantes da tríplice aliança (PMDB-PSDB-DEM) mas que não houve consenso e por isso partiu para a candidatura.
O prefeito de Gravatal Rudnei Fernandes, o Nei (PMDB), também havia dito que abriria mão da candidatura para um acordo entre os partidos da tríplice aliança.
No meio do caminho, alguém mudou de ideia e com isso não será um alguém e sim todos que irão perder com a divisão.
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