Os governos (federal, estaduais e municipais) bem que poderiam diminuir o número de impostos existentes e assim facilitar a fiscalização. Dessa forma ficaria mais fácil ter maior rigor. Tomas estas medidas não significaria queda de arrecadação.
Confira o exemplo. Levantamento realizado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) aponta que a carga tributária no país – total da arrecadação de todos os impostos da União, estados e municípios - subiu de 36,48% do PIB em 2007 para 37,58% em 2008, aumento de 1,10%.
O porcentual, que inclui todos os tributos recolhidos compulsoriamente da sociedade e das empresas – incluindo royalties, taxas e cobranças e judiciais -, aumentou mesmo sem a cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF).
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