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segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Onda virou tsunami em SC

O resultado das eleições em Santa Catarina surpreendeu os desavisados. Nomes tradicionais e grandes partidos tomaram um tremendo golpe do eleitor que confirmou nas urnas a insatisfação com o quadro atual. Como partido, o MDB sofreu a maior derrota de sua história e o PSL surfou na onda Bolsonaro e assim Comandante Moisés vai disputar o segundo turno contra Gelson Merísio (PSD). 

Além de estar no segundo turno, o PSL catarinense também se destaca no cenário nacional, pois será um dos únicos representantes do partido no segundo turno das eleições estaduais. O candidato a presidente está no segundo turno, mas não venceu em nenhum estado. Restou com chances em Santa Catarina.

Vale destacar também o desempenho do vereador de Tubarão e candidato a Senador Lucas Esmeraldino que por pouco não se elegeu. Mas mesmo com o terceiro lugar, ficou à frente do ex-governador Raimundo Colombo (PSD), do senador Paulo Bauer (PSDB) e da ex-senadora Ideli Salvatti (PT).

A articulação estadual do PSL também garantiu a maior bancada de deputados federais (elegeu 4) e seis deputados estaduais.

Novidades

Na Alesc uma das novidades é a eleição de um deputado pelo PV, Ivan Naatz com apenas 14.551 votos e entre os federais, um deputado pelo Novo, Gilson Marques com 27.384 votos.

A nossa representação

Para a Alesc, a renovação foi de 50% das cadeiras. A representação do Sul se manteve em 8 vagas e a Amurel elegeu dois nomes: Felipe Estevão (PSL) e Volnei Weber (MDB). A decepção ficou por conta de Pepê Collaço (PP) na sexta suplência e Olávio Falchetti (PT) que com pouco mais de 7 mil votos. Para a Câmara, a Amurel continuará sem representantes. O Sul elegeu três nomes, mas Edinho Bez (MDB) fez pouco mais que 45 mil votos. Edi Carlos (PSC) fez 11 mil, Zé Luiz Tancredo (PSDB) 5,6 mil e Claudemir (PT) 2,9 mil. Estes três últimos fizeram a metade dos votos em Tubarão.