Os ex-presidentes e o atual presidente da CDL presentes na Audiência Pública que tratou do texto do edital para a concessão do Estacionamento Rotativo de Tubarão ficaram satisfeitos com o que ouviram. Felipe Nascimento, Eliane Fernandes, Isaac Tonon e Harrison Cachoeira gostaram de saber que nenhuma experiência será feita para fazer o rotativo funcionar. O Edital vai prever soluções que já foram testadas no mercado e estão ativas em outros municípios.
Ressalto a opinião dos membros da CDL pois os comerciantes da cidade sabem das experiências frustradas e estão entre os que mais têm interesse na volta do rotativo. A falta de vagas de estacionamento afasta quem procura o Centro para fazer algum tipo de volta ou serviço.
Outra opinião que considero relevante no encontro foi a do ex-secretário de Segurança e Trânsito, coronel Sérgio de Bona Portão. Para ele a cobrança do estacionamento desde o primeiro minuto (sem tempo de tolerância) e aplicação de multa apenas pela autoridade policial são as decisões mais acertadas.
Então para quem entende do assunto, o Edital vai permitir que se busque algo de concreto, sem tecnologias inovadoras e mirabolantes, e que seja viável para resolver o problema.
Caixa para aguentar
A empresa que ganhar a concessão do estacionamento rotativo de Tubarão vai poder explorar o serviço por 10 anos. Mas segundo o consultor da Paraná Sul (empresa contratada para elaborar o Edital), somente após 3,5 anos é que a arrecadação irá superar os custos. Portanto, a empresa vencedora deve ter caixa para aguentar os investimentos dos anos iniciais, caso contrário não vai aguentar o ‘tranco’. Ainda segundo o consultor, o Tribunal de Contas deve cobrar esta questão financeira da Prefeitura de Tubarão.
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segunda-feira, 5 de março de 2018
Saúde segue com problemas
Entra governo, sai governo, e os problemas de saúde continuam. O governador licenciado Raimundo Colombo (PSD) não conseguiu cumprir as propostas que apresentou nas duas campanhas para o cargo. Infelizmente os hospitais continuam lotados, os centros de referência num raio de 100km não viraram realidade e a população continua sofrendo com filas de espera, falta de remédios e falta de atendimento.
Segurança pública
O projeto de lei que tramita no Senado altera o decreto-lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, para presumir a legítima defesa quando o agente de segurança pública mata ou lesiona quem porta ilegal e ostensivamente arma de fogo de uso restrito. Qual a sua opinião? Participe por meio do link: https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=130958.