Com a definição do diretório do PP de Tubarão, que manteve Marcelo Chicago na presidencia, os progressistas agora devem definir logo quem vai ser o candidato a deputado estadual para as eleições de 2018. Quatro nomes buscam esta indicação que deve sair ainda no mês de setembro:
Pepê Collaço: vereador no terceiro mandato tem a seu favor a experiência, já foi vice-prefeito, e tem cumprido agenda na região para garantir apoio também fora de Tubarão. Sabe que precisa garantir votos fora da cidade para ter chances.
Gelson Bento: vereador no segundo mandato e hoje presidente da Cergal, pode repetir o que o ex-vereador, ex-prefeito e também ex-presidenta da Cergal Genésio Goulart fez quando também seu elegeu deputado estadual.
Laércio Menegaz: dos quatro é o único que nunca disputou uma eleição como candidato, mas a experiência na coordenação de campanhas não pode ser subestimada. Um exemplo foi a eleição de Ricardo Guidi pelo PPS em 2014. Tinha no currículo a coordenação de campanhas do pai Altair Guidi e acabou superando a votação dele.
Deka May: entre os postulantes tem a tradição de ser campeão de votos em Tubarão. Foi o mais votado para a câmara de vereadores em 2008 (2.557 votos), e o mais votado para deputado estadual em Tubarão em 2014 (12.234 votos). Mas a desistência na campanha municipal de 2016 ainda pesa entre os progressistas.
A importância de Deka
Se ainda existe a indefinição sobre o nome do PP, um outro assunto é unanimidade. Caso o nome não seja Deka May, é fundamental que o pré-candidato escolhido o tenha ao seu lado durante a campanha. Como citei no texto acima, ele sempre teve boas votações, e até por isso é cobiçado por outras siglas.
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segunda-feira, 21 de agosto de 2017
Doações para Universidades
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou projeto, do Senado, que autoriza as doações feitas às universidades que sejam direcionadas a setores ou projetos específicos, segundo acordo entre os doadores e as instituições beneficiárias. Nos Estados Unidos, por exemplo, esta é uma prática comum, mas por aqui a legislação não prevê doações diretas, apenas as realizadas por meio de convênios com entidades públicas ou privadas.
Fora da LRF
Pesquisa da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) indica que 2.096 prefeituras descumpriam a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) em 2016. Em Santa Catarina, foram 46 e na Amurel seis. Armazém, Grão Pará, Imbituba, Jaguaruna, Laguna, Pescaria Brava estavam na lista.